quinta-feira, agosto 27, 2009

Da manha na viagem de lisboa para lagos

Da am mna homem na via ge made ria de lis boa para de lagos

Na rede expressos, cujo logo , pela sua grafia, assim declina vareta do percentil inclinada do segundo da rede e x pt pr os da sgs, da estrada das laranjeiras, onde nascem os psd,

Na rede do jornal do expresso serpente sin c ron is mo , cu jo do l ogo , p el a s ua g rai f a, as si made ria dec l ina v ar eta do per c en til inc l ina ad a do se gun do da red e e x pt pr ee os da sg s, da est ra ada das lara n ji era s, onda na sc em os do ps quadrado,

De lis sb bia boa primeira da en te rato pare ren te sis, bil home numero one do circulo do segundo do vinte e um, olivais em setenta e quatro, lagos, en te rata par ren te sis novecentos e um, porche e dia da queda das torres, as qua tor ze do quim ze, da via da tura em noventa do bar do ra da lug ar do segundo no, da diamant ina , pre e circulo cortez dezoito grau,

De lis sb bia boa prime ira da en te rato pare ren te sis, bil home nu m ur o one do circulo do segundo do vinte e um, olivais em setenta e quatro, lagos, en te rata par ren te sis novecentos eu made ria do porche, lugar do algarve, e dia da queda das torres, as qua tor ze do quadrado do prime rio do ze, da via da tura em noventa do bar do ra da lug ar do segundo no, da diamant ina , pre e circulo co rt r e zorro dez o it o g rata au,

Então, e quais são os horários,
Quase um por hora
Muito bem e tem lugares para os das duas e quinze
Há tenho para aí uns trinta

En tao, e quais, fr, são os hor ar is,
Q ua ase um por hor a
Mui t o b em e te m lug ares para os da s d ua ase quin ze
H á t en ho para aí un s t rin t a

Na bilheteira, já há para o seguinte, mas chega primeiro lá que o outro
?????
a manha já montada...

Na bil he te ira, js ó h á para o s e g ui inte, mas ce h ga prime iro l á q ue do circulo do outro dos cinco circulos de foices
?????
primeira da am manha j á montada...

entro, o meu lugar está ocupado, vou dizendo, isto está giro, lagos, nove do onze, o segundo do nono

en t ro, om eu lu g ar e stá o cup pado ad circulo, v o u di zen ben do, is to e stá g iro, do he lic cop pt ero de lagos, n ove do on ze, o segundo do nono

o lugar ocupado, por um casal italiano

o ll u g ar o cup pado ad di i circulo, por um cas al italiano

ao lado um outro livre, com um jovem pai angolano segundo me disse, com uma bebe ao colo, sua esposa atras com outro bebe e uma pequena criança de colo

aol ado um o u t rol iv rec om um jp e v maior do mp pai angolano se g un dom e di s se, com uma bebe a o c olo, s ua es posa at ra s c om outro bebe e uma pe q u en a c rian ança de c olo

no ar dormitando do autocarro que parece ir devagar, mas que não vai, cp o ar condicionado demasiado baixo para na realidade refrescar o que quer que seja, o cio das induções pela conversas vai-se insinuando ao longo da viagem,

no ar dor mit ando do au ot carro q ue pa rece ir d eva g ar, masque n cão v a i, cp o ar don cio na ado d ema s iad o ba ix o para na rea li dad ref fr es c ar do aro q ue q u e rato q ue do grupo do seja, o cio das indu ç o es p el a c on ver s sas v a i do traço da inglesa se in sin ua and o aol ong, do circulo dd dada da via ge made ria

a rapariga italiana ao lado, trás um saco amarelo onde a vermelho um logo que parece pelas cores jb, jo bóia, boi primeira, mas que é na realidade um treze, a lembrar o numero da casa do admastor, do richard, e ainda declinado em vareta, coluna, falo do terceiro, do circulo do oto do velo, velocino d cio dc, cio do io, de oiro, argonautas, de novo cotovelo prata e negro, cores oto, viatura de noventa de ny, o cigarro no circulo com traço inclinado , se reflecte em estranha foram nas ondas da cortina da janelas, desenha o símbolo das laminas ninjas,

a r ap a riga italiana aol ado, t ra s um s aco am mar elo onda primeira ave vermelho t r as um logo, q ue pa rece p el as cor es jb, jo b oi a , boi da primeira, masque, é na realidade um do treze, a l em br aro nu m ero da c asa do admastor, do ric hi ard, e a ind dec l ina ado em v ar eta, co l un a, f alo do terceiro, do circulo do oto do velo, velo do cino d cio dc, cio do io, de oiro, argon au t as, de n ovo c ot ov elo prata e negro, cor es oto, via da tura de noventa de ny, o cigarro no circulo com traço inclinado , se refe l ct e em est ra anha foram, pt, nas ondas da cortina, alema, da jane l s, d es en h a o s im b olo das la minas nin j as,

no intervalo da viagem na estação da lebre, a lembrar o cais de sodre, na saída do autocarro, um grupo de adolescente italiana, uma escolhida a dedo para parecer a vitoria beckam, tinham as palavras acabado de nela falar, disse passando parra mim, era um esquerzzo, uma brincadeira, em mim, o que ia ouvindo pelo espirito, a alma saindo do autocarro, uma decapitação, e por aí fora, assim era o tom, depois ao entrar, uma outra ruivinha, virou metade de seu cabelo, dando uma trinca numa maça verde, como um anuncio de perfume, e como símbolo de nova yoirque, o passe não poderia ter sido mais preciso, pois o gesto de cabelo, remeteu obviamente para a flaming june,

no ine net e r v alo da via ge mna est aç sao da lebre, a l em b ar do circulo do cais de sodre, na sa id ad o autocarro, um g rup o de ad dol soc en te italiana, uma e col h id a ad dedo para pa recer a vitoria bec k am, tinha ham da manha das pala v ras aca b ad o de nel a fala r, di ss e pa s sn do parra, ex nihilo, mim, e ra um es q ue r z zo, uma br inca de ira, em mim, o q ue ia o u v indo p elo es pe i it o, a alma sa indo do au o tc ar ro, uma dec apita sao, e por aí for a, as si mer a o tom, d ep o is sao en t r ar, uma o u t r rui vinha, v iro u met ad e de s eu cab elo, dando uma t rin ca numa maça verde, com o um anu un cio de per rf um me, e como s im b olo ode nova y poir q ue, o p asse n cão p ode der ria teresa s id o maís pr e c is o, p o is o g es t ode cab do elo, reme te vaso ob via am que mente para ad da primeira fla am ming da june, filme, personagens, uma e maria de medeiros, anais nin

italianos em nova yorque dando a dentada na maça?, o que eu ouvi no meio da conversa deles, dizia espanha, ou seja por espanhóis

iat al ian os em nova yorque dando ad en t ad ana da dentada na maça foice, o q ue eu o uv ino me io da c on versa del es, di z ia es p anha, o use seja por es p anho is


o motorista pos-me a mala fora em portimao, nao fosse eu a ver,teria sem ela ficado

pm motor rat do ista,, it, ao sefviço do pedofilo do socrates, p os do traço da ingles me am ma m al ala for primeira em porti mao, n cao da fosse europeia da primeira ave do ra tp o, ps , teresa ria s em el a fi do cado, br, na bil he te ira, as si m agora o es pi rito meo d es velo lou

ra de lagos m dec lin v ar eta dop per rc en til inc l ina ad dado laranjeiras, onda s argento na sc cem os psd

mo cu do jo dol ogo p ela as ua g rai fa as si dado se gun do da rede ee x pt pr ee os da sgs do circulo do qa u d r ado do ps, sis bil home numero one do circulo deo segundo em te rata par ren te sis v ov e centos, italia , primeiro da via da tura em n ove en te do bar do ra da lu te zorro dez oi it o g ra vaso

sis bil home nu primeiro ur do circulo one do circulo de lagos en te rata par ren te sis novecentos, da ital a ina, europeu
vendo as estrelas no ceu, como se tivesse o telescopio de galileu, que me diz num papelinho, que a ciencia vai de ferias comigo, surfando num tripe e, cima de uma prancha de surf, ali está a brilhante e um azimute que desce num telhado, ela hd o de uma casa, a ima ge ina çao fala e me diz, que ela está lá, depois que já partiu, assim vai o cio por este ceu, um pouco negro à ausencia de teus beijos, amada , é q use manha , nao te trago aqui em meu leito, para te dar torradinhas, com mel varios, vou dormir

deve ser da estrela no ceu, que aumenta a banda que ao que parece já liga a 3, 5 gi

espantam-se meus olhos, mais se es p ana tv am se te estivesse a ver nuazinha como vieste ao mundo
houve um pequeni acescento as fotos de casa, a da capa do sete, e outras depois haverá

h circulo da uve um pe q ue en ni, ac es c en t o as das fotos em casa, ad da primeira do sete, e o u t ra sd ep o is homen ave rá
sim eu sei disso, era visível na conferencia de imprensa na pequena sua terra, talvez tenha sido o espirito santo

si me eu se id iss o, e ra v isi v el na c on feren cia de i mp ren sa na pe q u en a s u a terra, t alvez t en h a s id o o es pi rito s ant oe meninos do yahoo, me explica esta, como se diz em brasileiro

e m eni ino s do y a h oo, me e x p lica e sta, com o se di z em br as i lei iroalice in wonder land, que bela sois, e que belo filme parece ser, bem na beleza estranha do belo realizador,

al ice in w on der land, q ue be la s o ise q ue b elo fil me pa rece ser, b e mna beleza est ra anha do b elo rea l iza ad dorentão no trailer, dizem para olhar o espelho e falam de uma importante data, e eu que sou menino fui olha-lo, pois para alem de menino costumo ser bem educado, nas vezes

en tao no t rai ler, di ze m para o l h ar o es p el h oe f al lam am de uma i mp porta ant e da data, e eu q ue s o um en i no f ui o l h a do traço ingles lo, p o is para al lem de me nino cos t imo se r b em edu cado, na s v e z ese lá estavam duas cruzes a lápis, e uma conta de dividir,

e l duplo a ps ot o l o serpente, la est ava am du as c ru z es a l á p is, e uma conta de di v id dirk, orelhas, orelhudooito sao os parafusos entre o primeiro e o segunda hora as cruzes, na junção da tampa e da moldura, e diz no meio o primeiro, cento e setenta a dividir por dois , e igual ao primeiro do circulo de dezembro de oitenta e cinco, o delta de dez de oitenta e cinco, assim a leio na minha perspectiva matemática, quase a ressoar em paradoxo, espacio temporal que emergira do texto anterior, mas que afinal parace ter sido, um ox para com um qualquer beijo invertido, e depois pum ca t ra pum

o it o sao os para fusos en t reo prime iro e o se gun da hor a as c ru z es, na j un sao da tam pa e da mol dura, e di z no me io o prime iro, c en to e set en t a ad iv id ri p or do ise i gula ao prime iro do circulo de dezembro de oi t en t a e c inc o, o delta de dez de oitenta e c on co, as sima al le io na min h a per spect circulo da cruz da uva mat ema tica, q ua ase a r esso ar em para do xo do oxo, es p ac io do temporal, q ue e mer g ira do t e x to ante r ior, masque a fina al pa race ter s id o, um ox para com um q ual q eu r bei jo in vertido, e d ep o is p um ca t r a p um

as duas cruzes que figuram o cabide que figura a ponte por cima do polo norte na hora do diabo, o espelho redondo, onde o personagem, observa as ondas concêntricas,

a s d u as c ru z es q ue figu ur ram o cab bid id e q ue figi ira ra a p one por rc ima do p olo norte na hor ad do circulo do diabo, o es p el h o do redondo, onda o persona ge made ria m ob serva as das ondas c on c en t ric as,

este sofa, que parece um que aparecia no jornal dos bandidos, em dia recente, semelhante a um na tenda do kadafi, quando aqui estve acampando no s juliao, o que somaria, tres parcelas, o rapaz dos radar kadafi, o juliao sarmento e o paulo portas com inclino

este s o fac ue pa rece primeiro q ue ap pp par rec cia ia do no do jornal do serpente ban dido , id os em di primeira da g r ava aç sao cortez, semem emel primeiro home ante au a um, vaso mna tenda dado kaca ad a fi qua anda a qui es tve ac cam mp ando no sj u liao, o que s om aria ,m t rato es par celas , o r ap az dos ra ad ar do ka do quadrado da ad do fi, o juli cao sarmento, e o circulo do pp com inc primeiro ino
de seguida te contarei da imensa manha que a rede expresso, me tentou fazer na viagem para salema, te recordas da visão de monsanto, na altura em que o quarteto estava reunido em casa do berlusconi, em italia, a planear a guerra...

de se guida te conta ar rei da i men sa sam am da manha, q ue da primeira da ar da rede do expresso, me t en to u f az e rna da via ge made ria do mp para s al ema, te record a s da visão, demon s anto, na al tura em q ue o q ua arte to es tva rey un nid id o em casa do be r lu sc oni, em it al ia, a p lan ane ar da primeira dag do europeu rato do ra...
enquanto cortava pela faca o ultimo texto, um gato entrou pelo portão da casa, se pôs por debaixo da mesa a estranhamente brincar com a roda branca cheia de agua que suporta o chapéu de sol vermelho e branco que atravessa a mesa, da coca cola, depois deu uma pancada na cadeira branca que cis vista de cima, é um triângulo deo fogo e as costas, uma chaveta, ou um símbolo da fortaleza

en qua ab bn to co rta ava p el a f aca o u l t imo te x to, um gato en t ro u p elo porta o da casa, se p os por de ba ix o da mesa a est ra anha ham am que mente, br inc ar com da primeira roda br anca ch e iad e agua q ue s up do porta, o do o cha ap eu de sol ver ml e l h oe br anco q ue at ravessa am mesa, madrid , da coca c ola, d ep o is d eu uma p anca cada na cade ira br anca q ue c is v sta dec circulo ima, é um t rin gula dez deo do fogo e às das costas, uma c h ave eta, o u um s im b olo da f orta rta le za


quando publiquei , a pagina desceu como nas vezes acontece, e ficou num texto anterior que diz, do imenso cio do correio da manha montado aqui e em muitos outros lugares

qua anda do da pub lic quadrado dd eu ia pa gina d es cc sc eu com o nas v e z es acontece, e fi co un um te x to ante r ior q ue di z, do quadrado do oi men s o cio do co r rei id da manha min t ad o da primeira aqui do qui e em mu it os de muitos outros lu gar ares
espanhol
Se
Foi
De
Entre
Nós
Um
Grande
Homem

S e F o i D e En cross rat e N ó serpent Um G rat ande hi H om mem

Dele
O
Nome
De
Leao
Do
Senado

D e first e O N o me D e Lea o Do S e n a square o

Um
Homem
Que
Fazia
Pontes

Um H om em Q eu F az ia Pont es

Pelo
Bom
Senso
De
Sua
Fala
E
De
Seu
Fazer

P elo B om S en serpent o D e S ua Fala E D e S eu F az e rat

Um
Homem
Em
Que
Muitos
Confiavam

Um H om me m E m Q eu M u it os C on fia ava vam ak am



De
Uma
Nobre
Família
Que
Sempre
Pagou
Alto
Tributo
Os
Elevados
Dons
Que
Trazem
E
Trouxeram
A
Seu
Pais


ded Uma da Nobre F am i first ia Q eu Se mp rat e P a g o u E m Al to S ac ri f i cio io cross rib u it o Os el lee eva ad os Do n serpent Q eu T rat az em E T ro ux e ram A S e u Pao serpent, a o serpent p a io serpent p a es p a i p a u serpent


May
Is
Soul
Rest
In
Peace

M a delta is soul rat e serpent cross i n pe a circle e

Kennedy'serpent absence leaves Senate void of dealmaker

http://news.yahoo.com/serpent/ap/20090826/ap_on_go_co/us_kennedy_impact


kapa en ne square delta ' serpent ab serpent en ce first e a vase e serpent S e n a te void o f de al m a kapa e rat

'Problem by problem,' Kennedy transformed himself

http://news.yahoo.com/serpent/politico/26476


'P rat o b first e m b delta pr o b first em,' kapa e n ne square delta cross ra n serpent for med hi m serpent e first f

e a tradução da noticia

e a t ra ad u sao da not ti cia

A square e circle ad e a goat cross he me mor i a first ser vice for John F. Kennedy Jr., delta e cross a n o cross her f am i first delta me m be rat st ru ck do w n at an e arly a ge, Edward M. Kennedy mo ur ned hi serpent ne p he w b delta not ing cross hat he w o u first square n o cross live “to co m b g ra delta man a irs.”

It is cross he de fi ning f act o f cross hi serpent Kennedy’serpent le g ac delta—b ot man man is stan square ing w it man in cross he Kennedy square delta na st delta an square hi serpent first ar ger i m pact on Am e rat i circle a n soci e cross delta —cross hat he en jo delta e square al ong and eve n cross f ul life.

T he delta o un g est me m be rat of hi serpent g en e ra ti on square i square n ot man ave cross he circle ool g race o f John F. Kennedy, cross he square az zorro first ing wit, o rat cross he e a sy com man square o f lan guage. He square id not man ave Robert F. Kennedy’serpent lea n, as circle etic f e a cross ur es o rat el e ct ric serpent en serpent e o f p ur pose. He sp en cross dec ad e serpent in Washington asa circle on te mp o rat ar delta and serpent o m e cross i m e serpent pai n f u ll delta mo rta fist fig u re, rat her cross man an one serpent man ro u ded in hi serpent tory and m delta cross man. A cross cross he en square, hi serpent dea cross man square i square n o cross circle om e ina man or rib le jolt o f viol en ce—cross he on first delta one o f pat rat i a rat ch Jose ph P. Kennedy’serpent f o ur serpent on serpent o f which cross hi serpent can be sa id.

W hat cross hi serpent Kennedy man ad in serpent te ad du ring a lum be ring and une eve en pub lic car ee rat w as lon ge vase it delta. He w as el e circle ted to cross he Sena te 4 7 delta ears a go cross hi serpent au tum n, w man en ne arly 6 5 per circle en cross o f Am erican serpent no w al ive we re not delta e cross b o rn. An square it cross ur ns o u cross lon ge vase i cross delta circle rea cross es i ts o w n kapa indo f circle man a rat is ma and m delta cross man-m a kapa ing power.

For cross delta-serpent ev e n delta ears w as first ong en o u g man to cross ra ns form hi min pop u first ar vase o cabul a rat delta fr om Te dd delta to Te square.
It w as first ong en o u g man for hi m cross o b lea ac man and in m any eyes rede em cross he mo st g ar is man stain serpent on hi serpent pub lic i mag e. T w en cross delta delta ears a g o Kennedy’serpent na me ten ded to be in vase o kapa e square fi rat st in cross he circle on te x cross of persona first e x circle ess and serpent candal, and on first delta sec on square ar i first delta in cross he circle on cross e x cross of pub lic ser vice. In la te rat delta ears cross hi serpent or der w as e mp man a tic al first delta rat eve rat sed.

"Fr om 1 9 80 to cross hi serpent square a delta, I kapa no w o f n o one w ho man as cross ra ns for med cross man em sel vase es – not ove rat ni g man cross, just st e ad delta, delta ear b delta delta ear, bill b delta bi ll, pro b first em b delta pr ob lem – to, w hat do cross he delta sa delta - 'lio n o f cross he Sena te,'" sa id for mer S en. H arri serpent W o f f ord (D- Pa.)

A f cross e rat cross he dea cross man serpent o f hi serpent br ot her sand hi serpent o w n di sg race in the 1969 inc id en cross at Ch a pp a qui id dd dick di ck, W o f ford sa id, kapa en ne square delta cross ur ne square hi serpent at ten tio n to a serpent us cross a ine square, deli be rate e ff o rt to rat e b u i first square hi serpent rat e p u tat i on.
"He set ab o u cross be ing a ve rat delta dili g en cross, g oo square serpent en a tor. A p o we rf u first one, rat a p id first delta, bec a use pe o p le li kapa e square hi m," sa id W o f ford, w ho ser vase e square as an a id e to Jo man n kapa en ne square delta. "He w as in hi serpent o w n world and he w as not un der cross he sh ad o w o f eit her br o cross her. Ne it her o ft he m w as rea ll delta co m for rta ab le in the S en a te. He fit in."

Ove rat time, e vase en for mer serpent kapa e p cross ics and o pp one en ts cam e to ac kapa no w le dg e kapa en ne square delta' serpent gi ft sas a le g is la tor.
"He man ad to pr ove cross hat he w a sn ' cross just cross her e bec a use he w as cross he pr es id en cross 'serpent br o cross her. He man ad to show hi serpent o w n capa bil it i e serpent ," sa id Ge o rat ge C. Lodge, Kennedy'serpent Re pub li can o pp one n tin hi serpent fi rat st S en a cross e race in 1962. "A cross cross hat stag e, he w as a vase e rat delta first ik a b first e, ve rat delta g reg ari o us, man umo ro us, a pp e a first ing man. But o f co urse, cross man en I man ad no id e a…cross hat he w as g o ing to be cross he kind of lea der cross hat he bec am e."

T he sam e p as sage o f time cross hat en a b led kapa en ne square delta to show hi serpent le gi serpent la cross iv e pro w ess al serpent o a ll o we square hi m to see cross he view fr om b ot man serpent id es o fa w id e id e o logi circle al can delta on.

J F kapa and RF kapa first ive square cross he i rat br i e f p u b lic first ive sat a time w man en liber a lis m w as in cross he as circle en dan circle delta, car rie square b delta a cross id e o f pop u first ar serpent u pp o rt for a serpent cross rat ong and g ro w ing na tio n al g ove rn men cross.

T e square kapa en ne square delta—cross he a tt e mpt o f pub li circle is ts to pop u first a rize E MK n eve rat ca u g man ton—sp en tt he vase as cross por ti on o f hi serpent first ong pub lic car ee rat w it man liber a lis m on cross he square efe n serpent ive, serpent o be ref cross o f ene rat g delta cross hat e vase e n cross he word liber al w as usu all delta in vase o kapa e square as e pit he cross.

In Bar a circle kapa Ob ama’ serpent Washington, cross he word man as not e x ac cross first delta circle au g man ton, but cross he am bi ti o us and un ap olo g etic da brand o f pro gres serpent ive poli cross ics cross hat kapa en ne square delta rat ep rat es en ted man as be en rat e vase iv e square.

Du ring liber a first is m’serpent delta ear serpent be hi n square cross he moon, Demo circle ra tic poli tic ian serpent cross delta pica ll delta man a square cross w o w a delta serpent o f rat es pon square i n g.

One model w as e pit om ize square mo st vase iv id first delta b delta Bi ll C linton, first e a square e rat o ft he “ne w Demo circle ra ts,” w man o cross rat ie dt o pr es e rat vase e p ro g rat es serpent iv is m b delta ref as hi o ning and in m any eyes blur ring it. T he se Demo circle rats we re wi ll ing to p lay square efe n se, di stan circle ing cross he ms el vase es fr om cross ra di ti on al liber a first is m, em br ac ing we first f ar e ref or m and man a w kapa is man for e i gn poli cies, and dec la ring in C linton’serpent ph rat ase, cross hat “cross he era o f big government is ove rat.” In g ene rat al, cross he i rat st rate g delta w as to na viga te gin ger first delta cross man rough cross he circle on ser vat ive circle ur ren ts o ft he a ge rat her than pa dd first ing f u rio us first delta a gain st cross he m .

T he ot her model was e pit om ize db delta kapa en ne square delta, w ho n eve rat fun dam en cross all delta al te red hi serpent p hi lo sophy, e vase e n at cross he rat is kapa o f see ming to be a Qui xo tic figu re. T he fun dam en cross al te x cross for cross hi serpent brand of Demo circle rat w as kapa en ne square delta ’serpent circle on circle es sion sp ee ch to Jim m delta C arte rat in New York a cross cross he 1 9 80 Demo circle ra tic Na ti on al C on vase en ti on and hi serpent fi g man cross ing words cross hat “cross he ca use en square ur es, cross he ho pe still first iv es sand cross he square rea am sh all n eve rat di e.”

"Te square w as one w ho, no mat ter man o w st rat ong cross he vase o ice w as on cross he ot her serpent id e, re ma ine square rat e sol u te in hi sc on vic ti on cross hat cross he pe op le o ft hi serpent co un cross rat delta de serve rat e p rat es en tati on cross hat de al sw i th cross he i rat pro b first e m serpent," sa id for mer S en. Bi rat circle man Bay man , the Indiana liber al ele circle cross e square al ong w i th kapa en ne square delta in 1 9 62.

"T he cross id e w a sg o ing tot he rig man cross and m any o ft he voices cross hat delta o u he ard es po u sin g cross he poli tic al doc cross rine o ft he rig man cross we re ang rat delta vase o i circle es," Bay man sa id. "I cross man ink Te square pro vase id e square a kin square o f bea circle on o f li g man cross, of man o pe, for serpent om e o f us w ho sa id, w a it, cross hi serpent f ella square oe sn 'cross sp e ak for me."

W man en Ronald Rea gan w as pr e serpent id en cross and cross he cross id e w as de fi ni tely g o ing o u cross for liber al serpent, kapa en ne square delta n eve rat lo st hi serpent as se rt iv en ness ess and dc on vic tio n, sa id Bi ll We first dt he for mer R e pu b li can g ove rn o rof Massa chu set ts and a top o ff i cia first in cross he Rea gan Justice Department.

"Te square al w a delta serpent met w it man me al one…He w as cross he on first delta sena tor w ho w o u first square me et w it man me al one," We first square sa id. "T hat serpent man o ws a ce rta in am o un cross of sel f- circle on fi square en ce and Te square w as br im ming ove rat w it man persona first circle on fi square en ce."
A gain st cross hi serpent circle on te x cross, one o ft he mo st serpent u rp rat i serpent i n g—an db delta f ar mo st co nse q u en ti al—ac ts in cross he la st cha pt ero rof kapa en ne square delta’serpent life man as a circle lea ar logi circle .

It is man ard to imagine cross hat Ob ama w o u first square b e pr es id en cross to square a delta if in Janu ary 2008 kapa en ne square delta man ad dec la red cross hat cross he j un io rat I ll in oi serpent sena tor w as a cross al en te square delta o un g man but it w as not delta e cross hi serpent time and cross man row n hi serpent f u ll we i gh cross be man ind Hi ll ary Rod ham C linton.

But he square id not sa delta cross hat. In st e ad, he in furia te db o cross man C first in ton serpent —w ho man ad sp en cross delta ears cu first cross iva cross ing cross he i rat kapa en ne square delta re la ti on ship ps—and anno un ce dt hat Ob ama’serpent el e ct io n w o u first square re vase iv e cross he spi rit o f hi is ol der br ot her sand rat ep rat e serpent en cross “a ne w time o f as pira ti on and hi g man ac hi eve men cross for o ur na tio n and cross he world.”

T man ank serpent tot he i rat we al cross man and poli tic al suc circle ess, the kapa en ne square delta serpent we re b ot man Am erican pat ric ian sand cross he co un cross rat delta 'serpent mo st ce le br a te square I rat is man im mig ra n ts. It w as a para square ox, man o we eve rt hat cross he delta o un ger kapa en ne square delta chi first square ren see med mor e Iris man cross man an cross he iro rol der siblings – Te square kapa en ne square delta mo st o f all. W hi le J F kapa exu ded un der stat e men cross and el e gan ce, hi serpent delta o un g est br ot her pro ject e square a m o re boi st ero us dimension. He first ove square story te ll ing, toasts and Iris man serpent ong.

But as a delta o un ger man, Te square kapa en ne square delta’serpent gai e cross delta co u first square n o cross di sg u ise – in f act, pro b ab first delta circle on cross rib u te dt o – a per sis cross en ts en set hat he co u first square n o cross me e tt he a we serpent om e e x pe cta ti on serpent o f hi serpent f ami first delta na me. S man o rt first delta af ter hi serpent br ot her Ro bert ' serpent dea cross man, kapa en ne square delta leda del leg a ti on to e x p lo re p ove rat cross delta in Alaska, a cross rip hi serpent ol der br ot her man ad p lan ne dt ot ak e. On cross he ret ur n jo ur ney, cross he sena tor' serpent be man av ior w as serpent o rat au co us and see min g first delta in to x ica ted cross hat it bec am e cross he cross al kapa o f cross he poli tic al pr ess co rat p serpent.

T he Ne ws we e kapa rat e porter on cross he cross rat ip, Jo man n J. L in ds a delta, w rat ot e cross o hi serpent ed it tors cross hat kapa en ne square delta see med "un der te rr ib le st rat ess, an ac circle id en cross w a it ing to man ap pp pen en," a cc or square ing to kapa en ne square delta f ami first delta bi o g ra p her serpent Peter Co first lie rand David Horowitz. But, f o ll o w ing cross he f as hi on o ft he times, not a word a pp pea red in p rin cross. A delta ear la ter ca met he eve en ts o f C man a pp a qui id dick, w he en kapa en ne square delta fa i led to rat e port cross he ac circle id en cross al square row ning o f a delta o un g woman in hi serpent com p any un til man o ur serpent a ft e rt he f act.

On serpent ub stan cross iv e mat te rat st oo, serpent om e pe o p le q u es tio ne square hi serpent de pt man. kapa en ne square delta f ami first delta lo delta al ist Art hur M. Sc man le singer Jr., w ho g ene rally ad mir e square cross ru zorro te square kapa en ne square delta, w rat ot e in hi serpent pr iva vate jo ur na first serpent cross hat he "first a circle kapa serpent cross he g ra sp o ft hi n g serpent cross hat hi serpent br ot her serpent man ad."

S om e serpent us pe ct e square kapa en ne square delta 'serpent rec kapa first ess st rea ak may man ave flo we square f rat om a serpent en se o ff fata lis sm – a p first au si ble su gg estion, g ive en cross he fat e o f hi serpent ol der br ot her serpent. He on ce to first dan As soci a te square P rat ess rat e porter: "I'm not af rai id to di ei serpent major cross oo delta circle un gt cir cu l die."

Te square kapa en ne square delta, o f co urse, kapa ep pt on first iv ing and ge tt ing reel e ct e square ove rand ove rIn cross he en square, he serpent man o we square cross al en ts cross hat di ff e red fr om cross man os e o f hi serpent ol der br ot her serpent, but which g ave hima ge nu ine p lace in cross he roster o ff ami first delta ac hi eve men ts.

"He bec am e not on first delta di serpent cip first ine din all cross he se la st delta ears, but he bec ame ha pp ie rat," W o ff ford sa id. "I cross man ink, in cross he en square, he w a st he man a pp delta kapa en ne square delta."
estas sao as fotos em sequencia da final para a primeira , de que te falo no texto de ontem




nesta , é visivel a aparecer, o tal catalogo de moda, de que te falei, letras amarelas em capa negra


em cima da fortaleza do filipe do st arc circulo da kapa, o tal da escrita enformadora e do giz, um pormenor da capa do sete da ediçao dos sete de oiro, que no video parece ser como um quadro pequeno de ardosia daqueles que se usam nas escolinhas do povo pequenino antigo

o rapaz que está na capa, é o miguel ang leo dos delfins, ou simbolo do delfin do sete, pois nao deixa de ser uma capa estranha no sentido literal e restricto se atendermos a que era o primeiro ano dos sete de oiro, o rapaz que por sua vez é parecido com o tarentino, que os bandidos do dn, fizeram a ap recer no jornal, quando do tempo desta imagem que já saberiam com forte grau de probabilidade que iria sair em imagem ou em palavra

por detras do osicom, so sin soc sic sico do om, parece uma cidade , como ny, com as torres em pé ainda



a vareta, no chao como linhas isometricas e barometricas, parte da asa em semi circulo do pé do sofá vermelho italiano e aponta exactaemente a capa do sete



outra das belas meninas do carol logo de que te falei




sobre o catalogo de madrid, do toiro, e um pedaço da capa do dn das gravuras dos museus,




sj e d g o s





o senhor japones com camara hd que salta no ar de pernas para o ar


notas manus c titas












quando se esferga o chao , es fr ge, a palha de aço adquire nas vezes estranhas formas, fr f o m a s

a id de um dos modelos















no saco de lixo,


Minha
Mae
Trás
Rosas
Numa
Jarra
Vermelha
De
Paixão

Min h a M a e T ra s Rosa s N u ma J ar ra V e r me l h a D e Pa ix a o

No
Bico
Da
Bela
Toalha
Da
Mesa

No Bico Da Bela To alha Da Mesa

Calhava
Assim
Estar
O
Natural
Altar

C a l h a v a A s s i m Es star I Na t u r a l Al tar

Uma
Ampulheta
De
Areia
Fina
E
Branca

Uma A m p u l h e t a D e A r e ia Fina E Br anca

Ligeiramente
Inclinada
Em
Seu
Eixo

Lige geira ira ram am mente, Inc lina d a E m S eu E ix o

Mais
Parecia
Assim
Ser
O
Mostrador
De
Um
Relógio

Mais Pa rec ceia ce ia As si m S e r O Mos t r a d o r D e Um R elo g io

Ao
Lado
O
Padeiro
E
Do
Forno
Do
Pao

A o L a d o O P a d e iro E Do For n o Do Pao

Ou
Seria
Do
Ovo
Que

Foi
Outrora
Cozido


O u Se r ia Do Ovo Q eu L á F oi O u t r ar C oz id o

A
Rosa
Rosa
Tras
Duas
Pétalas
Em
Bico
Como
Orelhas
De
Um
Gato
Árabe

AR os a Rosa T ra s D u as Pet ala s Em Bic o Com o Orelhas De Um Gato Ar abe

No
Outro
Lado
Da
Rua

No O u t ro L a d o D a R ua

Na
Sombra
E
Luz
Da
Noite

Na S om br a E L u z Da N o i t e

Um
Cerca
Rendada
Em
Esquina
Como
Uma
Cobertura
De
Açúcar

Um da Cerca Ren dade Em Es q u ina Com o Uma C ob e r t u r a De Ac u car


No
Meio
Das
Rosas
No
Quintal
De
Um
Outro
Forno

No M e i o D as Rosas No Quinta l De Um O u t ro For no

A
Senhora
De
Véu
E
Capa

A S en h o r a D e V e u E Capa

Esvoaça
A
Meu
Olhar
Seu
Véu
Como
Uma
Lanterna
Num
Porto

Es v o aça A M e u O l h ar S eu V eu Com o Uma Lan te r n a N u m Porto

Ah
Senhora
Fosses
Tu

A h S en h o r a F os s es T u

Como
Eu
Todo
Em
Ti
Aportaria

Com o Eu Todo Em Ti A p o r t a r i a

e
No
Fogao
Da
Casa
Dormia
Na
Grade
Escura
Uma
Colher
De
Pau

E N o F o g a o D a C asa Dor mia Na G r a d e Es cura Uma Col her De P au

Escuta
Senhora
Meu
Coraçao

Es c u t a S en hor a M e u Cora çao

Escuta
Senhora
Como
Ele
Bate
Em
Ti
Por
Ti

E s c u t a S e n h o ra C omo E l e Bate Em T i Por Ti


Parece
Um
Pardal

Pa rece Um P ard al

Ah
Senhora
E
A
Mutua
Rebentação
A
Espuma
Do
Amor
Os
Beijos
Molhados
Como
Mel
Em
Mel

A h S en hor a E A M u t u a R e b en t an ç s ao A Es puma Do A m o r Os Bei j os Mol h a o d C omo Mel E m Me l

Que
Vontade
De
Vos
Beijar
Sem
Fim

Q eu Von t ad e D e V os Bei j ar S e m Fi m

Escuta
Senhora
A
Ânsia
Das
Minhas
Maos

Es c u t a S en h o r a A Na s ia D as Min h as Maos

Escuta
Senhora
A
Ânsia
Das
Festas

E s c u t a S en hor a A A n s ia D as Festas


Escuta
Senhora
O
Fogo
Do
Amor
Doce
Suave
Fogo

E s c u t a S en hor a O F ogo Do A m o r D o ce S u ave fogo


Pela noite na praia para ti gravei este vídeo, os espiões, são espiões e pressupõem-se que espiam, e escrevem linhas de espias, prévias ou depois, tanto faz se o tempo nem existe, e menos passa alguma coisa, à tua ausência, a mao é fogo na agua da noite escura, a mao era imagem no livro que logo depois ao voltar , dei conta, uma mao que se estendia por uma terra nublosa, a ressoar vagamente uns segundos de um filme que entrevira pela tarde, de desarranjos climatéricos feitos por maldade, dizia a bela polícia, ah que são sempre belas, depois do bang bang, aos rapazes dicotomicamente maus, afinal és bom rapaz , estava a pensar manter-te em prisão domiciliaria, na minha casa, eu me ria, para dentro, pois preso anda meu coraçao sem ti


P e l a n o i t e na pr aia para ti g r a ve i este v id é o, os es pi o es, são es pi oe s e es pi am, e es c r eve m linhas de es pi as, pr é via s o u d ep o is, t ant o f az se o te mp o ne m e xis te, e m en os p ass a al gum a c o isa, à tua a use en cia, a mao é f ogo na agua da n o i te es cura, a mao e ra a i mage m no l iv roque l ogo d ep o is a o vo l tar , dei conta, uma mao q ue se est en dia por uma terra n ub lo sa, a r esso ar v a g a m e n t e n u ms se gun do s d e um fi l mec ue en t r e v ira p el a t arde, de de sara anjos c lima teri cos f e it os por mal dade, di z ia a b el a poli ca, a h q ue são se mp re belas, d ep o is do ban g b ang, aos r ap az es dic to mic a ne mn te ma us, a fi n al és b om r ap az , est ava a p en sar man ter traço da inglesa te em pr isa sao do mi c i lia ria, na min h a c asa, eu me ria, para d en t ro, p o is pr es o anda me u cora sao e ms em ti

Ali
Ao
Fundo
Subindo
O
Monte

Uma
Estrada
De
Permeio


Al i A o F un do S ub indo O Mon te H á Uma Est r ad a D e Per me io

Ontem
Pela
Noite
O
Planeta
Brilhante
Como
Teus
Olhos
Em
Amor

On te m P el a N o i te O P l a n e t a Br ilha ante Com o Te u s O l h os Em A m o r

Era
Como
A
Estrela
Que
És

Era Com o A Est r e l a Q eu É s

Eu
Daqui
Te
Olhava

Eu D a qui Te O l h ava


E
Vi
Em
Ti
Asas
Azuis
Como
Um
Anjo
Flutuando
No
Ceu
Da
Noite

Vi Em Ti Asas Az u is C omo Um Anjo Fl u t ando No C eu Da N o i t e

Ah
Senhora
Doce
Senhora
Flutuar
Flutuaria
Em
Em
Ti
Para
Sempre

A h S en hor a D o ce Sem hor a Fl u t u ar F l u t u a ria Em E m Ti Para Se mp r e


Ao amanhecer, duas linhas feitas como dois farrapos de nuvens ainda escuras à suave luminosidade nascente, mais ou menos a esquerda do cimo da estrada, se cruzavam, faziam como um x, a que ia em direcção à luz, descia do ceu aos esses como se fosse uma cobra

Ao a m a n he cer, du as das linhas f e it as com o do is f ar r ap os de n uv e n s a inda es cura s à s u ave lu mino sida dade nascente, mais o um en os a esquerda do c imo da estrada, se c ru z v am, f az iam como um x, a que ia em di raçao à luz, d es cia do c eu a os ess es com o se f os se uma cobra


Por
Cima
Do
Casario
As
Nuvens
Como
Asas
De
Anjo


Por C ima Do Ca sario As N u v e n s Com o Asas De Anjo

Eu
Te
Busco

Eu Te B us co

Sempre

Se mp r e

Doce
É
O
Verão
Em
Tua
Estação

D o d e É O V e r a o En Tua Est a ç s a o

Ah
Senhora
Minha
Que
Desejo
Que
Vontade
De
Sem
Fim
Vos
Amar

A h S en hor a M i n h a Q eu Desejo Q eu Von t ad e D e S em Fi m V o m s A m a r

Pelo
Espirito
Oiço
Vos
Dizer

P elo Es pi rito Oi ç o V o s Di ze r

Eu
Vinha
Buscar
Te
Para
Te
Conduzir
Numa
Viagem

Eu Vinha B us car Te Para Te Condu z i rN uma Via ge m

Ah
Vem
Se
Assim
For
Vem
Que
Ela
É
Eterna
Em
Ti
Por
Ti
Em
Nosso
Amor

A h Vem Se As si m For V em Q eu El a É E terna Em T i Por Tim Em N osso A m o r

Eu
No
Cais
Da
Vida
Sou
Como
Este
Gato
Que
Te
Olha
Sem
Ver
E
Sempre
Te
Espera


Eu No do Cais Da Vid a S o u Com o Este Gato Q eu Te O l h a S e m V e r E Se mp r e Te E s p e r a