segunda-feira, setembro 07, 2009

enquanto este video se encodava pela primeira vez, craschou e deu erro, que assim rezou

en qua anto este , vaso id é circulo, se en cod ava p el a ap prime ria ave zorro c ra sc homem do c ur c y culo ue e do quadrado eu do erro, q ue as si em re zo vaso

aconteceu aos dezaseis , vinte e quetro minutos, e estva com dezaste , virgula dezanove mb, a ressoar na imagem de ontem à noite na ponte, o dez a set dc de dez ano da ove, da mul do ti do banco, do multibanco, os ladroes da ideia dos cartoes de credito, dezaseis vinte e quatro, delcina em des ase is do maconico do vinte quatro horas, a pp ver vinte um, laranjinhas, quadrado do circulo do maçonico do sexto do vaso en cod d ll, mod ver onze do circulo cinquenta e ste, dos vinte, psd, ester la primeira do quadrado da estrela, circulo da puta ff,ste set do cuplo circulo do dez sessenta e um da terceira

a imagem no ct urna q ue na r rei no texto ant ei rio rato da teve a inda um desenvolvimento,

pois aqui no vao ao chegar, uma camisa de domrir branca com cravos vermelhos, ali estva muito abanando de repente, e me subiu logo à consciencia, a imgem da tal senhora que aparecia com o portas, com o tal veu transparente, ao fundo , uma outra senhora loira por detras de um blind, loira como que fazia um tetatro de sombras, e um aviao com uma sas de anjo vinha nesse moemnto a aterrar, teve o seu moviemnto como uma breve paragem, como se fosse uma imagem a que de repente lhe tivesse falatdo o sincronismo no movimento, se tal acontece a um avioa, quer dizer que cai

p o is saqui no do vao, ps, primeira do circulo che gato da ar, uma ca misa de dom mre rato br anco, com dos cravos vermelhos, os memso que se viam no chao na escola em beslan, norte sul ie es tva, mu it o ab ban fernando, der ep pen te e me s ub bi vaso do logo à co ns cie en cia , a em mg made ria da tal senhora, q ue ap par rec ia com do circulo do portas, com do circulo da cruz norte sul, veu, t ra ns parente , ao fun do, uma outra sen hora, lou ura por det ra serpente de um dos blind, loi ira com circulo q ue f az ia primeiro t eta tat rode de sombras, ch ine sea s, s om bras, e primeiro avia cir <>

A imagem das flores amarelas no tal arbusto em cima de uma falésia no algarve que descrevera no vídeo, em cima de um tronco em delta como uma fisga, no momento em que o vi, não deixou de ressoar na linha do tempo, nas flores amarelas, que se viam por detrás da janela, na casa de camelot de ted kennedy, que recentemente aqui abordara, agora ao escrever kennedy, me apareceu jk, ou seja o principe do kennedy, talvez mesmo então relacionado com jf kennedy e sua morte

A ima mage made ria das flor es sam am ar e la s no t al ar busto em c ima de uma f al e sa ino al g rav ave q ue d es ser vera no v id é o, em c ima de um t rn co em delta com o uma fisga, no mo men t o em q ue o vi, n cão de ix o u de r esso ar na linha do te mp o, nas flor es am mar el as, q ue se vi am por det ra s da jane la, na c asa de ca melo lot de ted j k, q ue rec en te m net a qui ab o r da ra, agora ao es c r eve r k en ne d y , me ap ar e c eu j k, o vaso use seja do p rin c ipe do k en ne d y, t alvez me sm o en tao re la cio n ad o com jf k en ne d y e s ua m orte

Um outro quadro escultura, ao lado desta foto no restaurante da bóia, onde o espírito me desvelara tambem a cunha na janelas de vidros que abrem em folhas, na linha do horizonte, adquire tambem algum sentido, neste fio, pois se tratam de pequenas sardinhas de prata metálicas que estão enfiadas em arames em forma paralela entre si e em diagonal na moldura,

Um outro qua d ra o es cu l tura, aol ado de sta do foro no r est ua ra n te da ano da paranóia do ia, onda o es p eu ur time d es vela lara tambem, primeira da cunha na jane la s d e v id rosque, ab br rem em f o l h as, na linha do h ori zon te, ad q u ire t tam am tambem al h um , s en tudo, nest e fi o, p o is se t rata tam am de pequenas sardinhas, de p rata met al licas q ue es tao en fia da s em ar am es em forma para lela en t re si e em dia g on al na mol d ur a,

Sardinhas que eu nesse almoço lá comi, um bocado secas, e que no almoço do dia de regresso a lisboa, de novo comi, em lagos, num restaurante, salvo erro o lourenço, aí boas, com um estranho pormenor tambem num quadro que se encontra numa da paredes

S ar din h as q ue eu ness e al moço l á com i, um bo cado sec as, e q ue no al moço do dia de r e gres s oal is boa, de n ovo co mi, em lagos, num r es t au ra n te, s alvo e r ro o lourenço, a í boa s, com um est ra anho por men o r t am b em num qua d roc w ue se en c on t ra nu mad a parede serpente, na linha lx cascais

Na aparência é um quadro de uma cena num rio, de tempos antigos, com gente nas margens como se estivessem em lazer, e um estranho pormenor nas aguas do lago, um forma branca como uma vela árabe enfunada, que não tem sentido, porque não o é, pois não tem barco, e pelo contraste da forma em si mesma,

Na ap ar e c eni a é um qua d rode uma c en a num rio, de te mp os antigos, com g en te nas mar ge sn como se es ti uv ess em e m l a z e r, e um es t ra anho por men o rn as aguas do lago, um forma br anca como uma vela ar abe en fun ad a, q ue n cão te m s en t id o, por q ue n cão o é, p o is n cão te maior barco, e p elo contraste, cayatte, da forma em si me sm a,

Essa forma no quadro para que eu fiquei a olhar como um boi para um palácio, a me perguntar , mas porque razão ela ali estaria em forma bruta, como se fosse um pedaço esquecido de ser pintado num quadro com muito detalhe realista, mesa , me saltou de nova consciência, ao no vídeo falar do padrão do tal rapaz que está deitado no sofá ao telefone, na foto do par do tigre siberiano, pois é idêntica, como tambem ressoa na jante do reboque do carro do ted kennedy e ainda na morte de bhutto

Ess a forma no do quadro, para q ue e vaso fic eu ia olhar com o um boi, ip do para um pala cio, a me pr g un tar , mas por q ue r aza o e la a li est aria em fr oma br u ta, c omo se f os se um ped aço es q eu c id o de ser pin t ad on um quadro com mui t o d eta alhe rea l ista, mesa , me sal to u de n ovo a c on sc ie en cia, ao no v id e o f al ar do padrão, do monumento, do t al rapaz q ue e stá de it ad o n o s o fa ao tele f one, na f oto do p ar do tigre si beri, tremor, ano, p o is é id en tica, com o t am b em r esso ana jante do re boc ue do car ro do te d k en ne d y e a inda na m orte de b h u tt o

Ali estava almoçando encostado a uma parede, na minha linha de visão, uma bela rapariga de costas a almoçar sozinha, um rapariga toda ela pousada, em seu estar, que me chamara a atenção por isso mesmo, como se estivesse mergulhada em si mesma e numa certa dor

Ali es tva al moça ando en costa ado a uma par dena min h a linha de visão, uma bela ra pa riga de c os t as a al moça r s oz in h a, um ra pa tiga ti o da el a da pousada, em sue es star, q ue me c ham ar a a a ten sao por iss om es mo, com o se es t iv ess e mer g u l h ad a em si me sm a e n uma ce rta dor

Seu seio esquerdo palpitara por um pequeno momento, ouvia eu o eco de seus pensamentos, uma tristeza de um mal trata de amor, de desprezo, na aparência pelas formas do corpo, que geralmente disfarçam, a não existência do amor, ou do saudável amor, em harmonia, a procura e o encontro das irregularidade do copo dos amantes, quando se levantou, lhe vi a face, era bela, perguntava ao senhor, indicações sobre os correios e os bancos, a escola em frente, me deu então a ideia, de ser uma nova professora que ali chegara a faro, e que vinha com um buraco em seu coraçao

S eu sio es q ue do pal pita ra por um pe q un o mo men to, o uv ia eu o e code se us pen sam en t os, uma t r is te z a d e um m al t rata de amo r, de d es per zon a ap ar rec cn ia p el as formas do corp o, q ue ger la em n te di s f ar ç am, a n cão e xis ten cia do am o ro u do s au d ave l am mor, em h ar moni a, a por rc cura e o en c on t roda sir re da gula rid ad es do cop o dos amantes, qua ando se l eva van to u, l he vi a face, e ra be la, per gun t ava ao s en hor, indica caçoes s ob re os correios e os bancos, a es c ola em fr en te, med eu en tao a id e ia, de ser uma n ova pro f ess sora q ue al i che g ra a faro, e q ue vinha com um b ur aco em s eu cora são

Pidesk, assim diz a palavra em vez de pidesco, no vídeo em relaçao ao isso e iss, , e às linhas da besta do dn, e, suas insinuações diagonais, ou seja o pu da desk, o espírito do jardim medisse ao passar, o om do oz de oitenta e tres do antonio forte, o pi do desk, a pi do desk, desk film, a senhora da desk film, certamente

Pi desk, as si m d iza pala av ra em v e z de p id es co, no v id é o em relaçao, tribunal, ao is ss, e às das linhas da besta do dn, e, s ua s in s in ua ç o es dia g on a is, o vaso use seja do pi do pu da d e sk, o es pei rt o do jardim med iss e ao p ass ar, o om do oz de o it en t a e t r es do antonio forte, o p u do desk, a pi do desk, de sk fi l m, a s en hor a da de sk fi l m, ce ra te m nete

Surge uma declinação fonética de um grupo, distri, uma empresa de distribuição de jornais, pedro, outra vez, o curto, assim associei, induções de merda a pidesco, é a frase de contexto, indo circulo espanhol, id es co , pi id , dd, d es co ,

S ur ge uma dec l ina sao fi n e t i c a d e um g rupo, distri, uma em presa de di s t rib u i ç a de jornais, pedro, o u t ro ave zo curto, as si m ass o cie is, indu ç o es da merda, a pide sc o, é a fr ase de c on tec t io, indo c irc u lo es pan hol, id es co , pi id , dd, d es co

Ontem, se foi o vieira pai, um grande homem, e um grande artista, no documentário que foi vendo pelo cabo canto do olho, li uma chave relativa à pintura das nuvens, flava ele do lápis halográfico, que ressoava na forma e comprimento, no tal veio de metal, que aqui deixaram na rua um dia com um girassol ao lado, que se reflectia num passe com uma jovem, e que eu associar no contexto e sequência ao velocino de oiro, a linha de medeia, seis lápis halográfico de dc, trazia eu aberto uma pagina do yhaoo, como a mistress do madoff, oitenta e dois, grupo ds onze, uma casada com um do grupo, assim parece se desvelar,

On te maior, se f oi o vieira pai, um g rande h om em, e um g rande art ista, no doc eu mn tá rio q ue f oi v en do p elo cabo can to do olho, li uma c h ave re la t iva à pintura da sn u v, sb u snu ultra viol, ne es s fla ava e l e d o la pi s h alo g raf fi coc ue r ess o ava na forma e cm pr im e rn ton o t al veio de met al, q ue a qui de ix aram na rua um dia com um g ira s sol a o lado, q ue se refe l ct ia num p ass e com uma jovem, e q ue eu ass os soci cia rato no c one t x to e sec un cia ao v w elo cino deo iro da primeira linha de medeia, se is la pi s h a olo g raf fi co de dc, t ra z ia eu ab rt o uma pa g fina do y h a oo, como a mit r ess do mad o ff, o it en t a e do is, g rupo ds onze, uma ca sada com um do g rupo, ass im pa rece sed es vela rato,


Hoje domingo à noite saindo de casa, ouvi um estranho som, que durou alguns largos segundos, como se fosse uma tempestade ao fundo, que seria grande, ou mesmo um grande tremor,

H oje do min g o à no it e sa indo dec asa, o u v i um est ra anho s om, q ue d u o ru al gun s l argos se gun do sc omo se f os se uma te mp est ad a ao f un doc ue se ria g rande, ou me sm o um g rande t remo emir mor

Em baixo ao chegar ao café da estação um cartaz dizia he, o de uma merda de oitenta e tres,

Em ba ix o ao che g ra a o ca fé da est ac sao um cat az di u z ia he, ode uma merde, fr, de o it en t a e tt r es,

Na volta no jardim, um carrinha que mais parecia ser uma roulote, estava parada na ponte com um outro carro a piscar, atras, estava no decimo pilar a contar do rio, e na luz dezassete que na realidade seria a dezanove, visto duas estarem fundidas, na fiada, curioso, numerei, depois um filha se agitou no jardim e me deu com um sombra num murete, um enquadramento, a pirâmide de duas cores na casa da goa, que me relembrou de imediato as que a judite trazia, com ela, dois carros que ali estavam logo arrancaram, seriam talvez ratos do que se passava

Na v o l t ano j ar dim, um car rinha q ue maís pa rec ia ser uma rol u tt e, est ava da parada na ponte, com um outro vc ar ro a p is car, a t ra s, es tva no dec imo da pilar, a c on tar do rio, e na l uz dez as tec ue na re la id ad e se ria a dez ano ave ada ove, vi s to du as est arem fun dida sn a fia ad a, c ur io s o, nu mer oi, de pp is um filha se a g it giz o u no j ar dim e me d eu com um s ob m br e num mue re te um enca u d ra e m r n to, a pira da ira m id e dedo as c r es na cas da goa, q ue me r el em br o u de imediato, as q ue a judite t ra z ia, com el a, dois car rosque al i est ava vam am logo ar ran caram, se riam t alvez ratos do q ue se p as s ava

Dez, dez ase sete dezanove, dez ano ad da primeira da ove

Dois barcos se afundaram,

O primeiro nas Filipinas, adornou a este bordo, adornar , me recordou o nome do primeiro blog do azimute, onde a representação gráfica é um veleiro tipo sagres, navegando por debaixo das arcadas do aqueduto das aguas livres, mais síncrono, não poderia ser, na linha que estabelece com as palavras ultimas em vídeo, portas, aguas , tsunami, aguas descontroladas, sagres na revista de photo abordada, e antes um linha referencia a az, congresso eua, nancy pelosi, bahamas, e outras ilhas, tahiti, bruxa ,

O prime iro nas fi lip ina s, ad o rn o u a este bordo, ad o rn ar , me record o u on ome do prime iro b lo g do az i mute, onde a r ep r es en taçao g raf fi ca é um vele iro t ip o sagres, navega gan do por de ba ix o das ar cada s do a q eu du to das aguas livres, maís sin c ron o, n cão pode ria ser, na linha q ue e stab e le ce com as pala av ra s ul t imas em v id é o, p ot as, aguas , ts un ami, aguas dec on t rol ada s, sagres na r e vi sta de ph oto ab o r dada, e ant es um da linha refer en cia a az, c on g r ess o eua, n anc y p el os i, ba ham as, e outras ilhas, t a hi ti, br ux a ,

Pelo mapa , que era mostrado na peça no canal dois, se lia ainda cio do grupo russel,

P elo mapa , q ue e ra mos t ard on a p eça no c anal do is, se lia a inda cio do g rupo russe se l

E ainda uma outra figura que ressoava, um triângulo dentro de um circulo, com um estrela no vértice da base do lado direito da imagem, ou seja esquerdo real, que apontava uma palavra onde se lia pi ines es , s , defence , d efe en ce anc e, o triângulo que roda no circulo o transístor, as radio frequências, as ondas modeladas,

E a inda uma outra figu ra que r esso ava, um t ria n gula dez den t ro de um c irc uk o, com um e ts r ala no ove rt ice da b ase dol ad o direito da i mage mo use seja es q eu r dor real eal, al, q ue a pn t ava uma pala v ra onda se lia pi ines es , s , d efe n ce , d efe en ce anc e, o t rian gula dez q ue roda no c irc u lo o t ra sn si tor, as ra di fr e q u en cia sas on dad mode lea ad as,

super, do ferry nove, a reverbar numa outra linha recente, o programa do 9 no yhaoo, maria sansone mtv,, videira, mtv, termo acumulador, que ontem aqui vertia aguas em abundância pela válvula de segurança, como algumas vezes acontece, a marias das malas, dos sios com as rodas de malas de mao pelas pedras das calçadas,

S u oe rato do super, do ferry nove, a r eve rba bar ar nu mao vaso t ra linha rec en te, o por g rama do 9 no y a h oo, maria san s one maior cruz na tv,, v id e ira, m tv, ter mo ac um mula dor, q ue on te maqui ver t ia g au as em a gun dan cia , abbondanza, p el a v ala v u la de segur ança, com o al gum as vezes ac on te ss e, a m ma ria s d as malas, dos di co sico ss com as o rodas de malas de mao pelas pedras das calçadas,

O outro barco, na macedonia, salada, ao lado dos fruto secos, onde em dia recente um tomate rolara, no supermercado, oride, o rid id e, mosi , bulgaria, um zodíaco negro com motor negro,

O outro br aço baco, m n am ac e don io a, s ala da, aol ado dos fr u to sec os, onda em dia rec en te um tom at e rola ra, ano super mer cado, o rid e, o rid id e, mosi , bul g aria, um do zodíaco cao negro com mo tor negro,