sexta-feira, setembro 11, 2009

221 mis sing a ft e r Si e r ra Le one boa t ca ps ize es, cu rio sam nete o menino paulo portas, h oje nas t r etas dos de bat es, us o u um num ero pro x imo, di z ia e leque t ina h ps oto du zen t ase vinte per gun t as ao prime iro mini t ro e q ue est s ó l he r es pond era a vinte

B y C LA REN CE do ROY-M ACA U LA Y, As soci a ted P r ess W rite r C la ren ce Roy-m aca u la y , As soc ia ted Pr ess W rite r – 2 h r s 1 mina g o

FREE TO WN, Sie r ra Le one – Mor e t h an 200 people, inc lu ding m any sc h oo l children r e t ur nin g f r om holiday s, cantor, re ma ine d mis sing T h ur s day, a d a y a ft e ra w oo d en boa t ca ps ize d a t sea and le ft a t lea st e i g h t de ad, police sa id.

S om e 39 p ass en ger s h ave be en r es cu e ds o f ar o ff t he coast o f t he W est African na ti on, police o ff i cial Ib r a hi m Sam ur a s a id.

A t lea st 221 people re main mis sing and s om e o f t he p ass en ger s al s o we re t rave l ing w it h y o un g chi l d ren, Sam ur a sa id.

"Mo st o ft he p ass en ger sw e re sc h oo l-go ing chi l d ren r e t ur ning fr om holidays," Sam ur a sa id.
T he boa t w as t rave l ing fr om the villa ge o f S h en ge to da torre do Tombo, ne ar Free to wn, w h en t he ac c id en t oc c u r red W e dn es d a y.

"On t he d a y o ft he ac ci d en tt he sea w as ro u g h and it w as w indy," Sam ur a sa id, a dd ing t hat t he boa t al s o may h ave ca ps ize d bec a u s e o f ove r loa ad ing. In a dd i t io n to t he at lea st 2 68 people ab o a r d, t he Teh Te h a l s o w as car r y ing ot her goods.

T he boa t h as be en fo un d a fl o a t, S am ur a sa id, and sea arch and r es c ue opera ti on ns we re c on ti nu ing in t he ar rea.

Si e r ra Le one i s in t he m id dd le o f i t s rai ny sea s on, w it h per sis t en t and he av y storms a ff e c t ing bo t h l and and sea.

Boa t ac c id en ts ar e com mon in W est A fr i ca, w he r ero ad systems a re p oo rand m any people r el y on ric k e t y water c ra ft to m ove t he i r w ares to do market.
Swine flu jab link to killer nerve disease: Leaked letter reveals concern of neurologists over 25 deaths in AmericaRead more:

Sw ine for mule one vase j ab l ink to ki l ler nerve di sea ase: Lea ak e d l le t teresa r eve eals c on ce rn o f ne ur olo gi s ts ove rat 25 de a t h sin Am erica Rea ad mor e


http://www.dailymail.co.uk/news/article-1206807/Swine-flu-jab-link-killer-nerve-disease-Leaked-letter-reveals-concern-neurologists-25-deaths-America.html

espantoso o anuncio da gripe dos porcos da gripe dos mesmos porcos em mil novecentos e setenta e seis

abram os olhos, gentes!!!!
A troca de uma palavra especifica no vídeo, ultimo, é a perfeita prova da relaçao entre a primeira factura no vídeo abordada, em seu final, e a imagem do home do navio de casco vermelho, que se reflectira no iate onde figo aparecera em dia recente, em suas ferias

Primeira do ato da orca da rca, de uma pal vaso do ra es pe ci fi ca ano v id é o, u l t imo, é a pe feita pro da ova da relaçao, tribunal, en t rea primeira f ac tura no v id é o ab o r dada, em s eu fina al, e a ima mage made ria do home do na do navio de cas co do ove vermelho, russia, q ue se refe fel ct ira no iate onda figo, ap ar e cera em dia rec en te, em s u as fe ria serpente

Se prende com o anjo aparentemente caido figurado na asa do aviao, na imagem que descrevi em pormenor, chamo eu ao leme de direcção, que é onde a asa que é logo está desenhada, a leme de profundidade, ou seja, pela troca das linhas e dos planos que elas, asa asas entre si representam, obtenho um dupla cruz, tuberculose, deitada, se corrigir a palavra, isto, é, profundidade, é horizonte, direcção, vertical, a primeira cruz que é um, x, e que depois no mesmo dizer, torna a repetir em forma errada, ou seja cruzando outra vez a linha horizontal da profundidade com outra vertical, ou seja, obtém-se na soma das duas trocas, uma cruz tuberculose deitada, um x, uma marca, a marca da tuberculose, , gravação uber, da deusa, ra di o comando, cu primeiro do circulo de dezembro da sé,

Se pr en dec om o anjo ap ar en te mente ca id o figu r ad dona asa do avia circulo, na ima ge, made ria q ue d es vaso rato e vi em por men o rato, c ham amo eu aol ema de di reç sao, q ue é onda da primeira asa q ue é do logo e stá d es en h ad a, al, norte sul leme de pro fun dida de, o use seja, p el a t roca das linhas e dos p lan ano s q ue el as, asa das asas, os rapazes que de novo voltam agora ao porto, e que originaram na ultima vez, uma imagem de faca sobre uma casa na ribeira assente sobre tábuas, en t re si r ep rese en tam am ob t en h o um d up la c russo zorro, t uber cu lo se, de it ad ase co rr i g ira pala av ra, is to, é, pro d un dida de, é g home do circulo do rio em te, di rec sao, vertical, a prime ira c ru zorro q ue é pri emi miro rio do x, e q ue d ep o is no me sm o di ze rato, tor na a r ep e tir em forma e rr ad a, o vaso use seja c ru z n dao a outra ave za da al linha h ori zon t al pro d un dida dec om de outra vertical, o use seja, ob bet em traço da inglesa sena s oma da t roca, uma c ru zorro t uber cu lo se deitada, um x, uma ma rca, am arca da t uber cu lo se, , g rav aç sao uber, da de usa, ra di o comando, cu prime iro do circulo de dez em br, circulo da sé,

Espantosamente, como sempre é a luz, na imagem do vídeo quando estou lendo a primeira factura, para alem de outra indicação complementar que a imagem por si tambem nesse momento dá, a indiana in diana da polis, ou seja na diana poli cia, uma cruz dupla deitada é visível nas linhas feitas entre a vara e os varões do barco na imagem da photo por debaixo, estabelecendo assim a ligação entre este personagens e os actos

Es pan tosa sam am que mente, como sempre, é al uz, na i mage made ria do v id é o qua ando est o u len do a prime ira f ac tura, para al lem de outra indica caçao co mp lem en t ra q ue a i mage mp por si t am tambem ness e mo men to d á, a in di ana in diana da polis, o use seja na diana poli cia, uma do circulo do ru zorro da dupla deitada, é v isi vaso do el nas linhas feitas, en t rea ava aba do vara e os vaso do aro espanhol do barco na ima mage made ria da ph oto por de ba ix o, e stab e le c en do as sima l cig espanhola a ç sao en t re est e persona ge nse os dos actos

Rubi, trás ainda um outro significado , pois é canção do rui veloso, a quem em dia recente foi , assim rezava uma notícia, um pedaço de estômago, ou duodeno, que não me recordo ao certo, em forma urgente, curiosamente , as primeiras imagens do tal vírus dos porcos, versão, com as ventosas, estavam num ambiente semelhante as paredes e formas enroladas do estômago, ou mesmo do recto

Ru ub bi, t ra sa inda um outro sig gn ni f cado , p o is +é can sao do rui veloso, a q eu em e made ria dia rec en te f oi , as si m r ex z ava uma not tica, um ped aço de est oma mag o, em forma ur g en te, cu rio sam nete , as prime ira s ima ge ns do t al vi ru sd os porcos, ver sao, com as das ventosas, est ava vam am num am bi en te semem l h ante as paredes e formas en rola da sd o es tom mago, o u me ms o do r e c to

Não deixa esta imagem de se cruzar tambem em alguma forma com o afundamento do barco da galiza, e do cotovelo que se mostrava no capitão, na aparência fruto do tal acidente se mesmo real, pois ao mesmo tempo, aqui uma forma semelhante apareceu no chao do átrio do prédio, em versão verde, a de uma arvore magica, daquelas de perfumes que esteve durante séculos em cima da caixa da electricidade e que nesse dia apareceu caída no chao

N cão de ix a e sta ima mage made ria de sec ru zorro da ar tambem, em al gum a forma com do circulo do afundamento do barco da galiza, e do c oto velo q ue se mos t rava ano c apit pita , na ap a rec nia fr u to do t al ac in dente se me sm o rea l, p o is a om es mo te mp o, a au i uma forma semem l h ante ap ar e c eu no ca h o do a t rio do pr e di o, em ver sao verde, a de uma arvore magica, da q eu l as de perfumes, s us kin, fr, q ue es tve duran te sec u l os em c ima da ca ix a da el e t re cidade e q ue ness e dia ap ar e c eu ca id aida no cha circulo

Esta linha do colon, ou da porca colon em madrid, ou do recto, ou do duodeno, ou do intestino grosso, ou mesmo fino, aparecia encenada na rtp, outra vez as merdas dos cios, com o envolvimento do porcao que diz levar vestes de ministro de obras publicas,

E sta da linha do colon, ou da por rça c olo ne made ria madrid, o u do recto, o u dodo vaso oe dn o, o u do in t es t ino g rosso, o um es mo f ino, ap ar e cia en c en a da ana r tp, o u t ra ave z as merdas dos cios, com o en v o l vi em mn to do porcao q ue di zorro l eva rato, ps, v est es de min si t rode da ode das ob bras das publicas,

Ao tribunal penal internacional, cabe então dizer que o pedofilo do que leva actualmente as vestes de ministro das obras publicas, apareceu hoje, sem nenhum contexto, outro a não ser uma manha, e uma tentativa de encenação e indução na praça publica, de incriminar a uns e safar a outros, em atos de terror, como já mais uma vez se percebe, dentro do eterno inconcluido túnel do rossio, numa espécie de rave, com o conluio da televisão publica, que sempre se vergou a todos os poderes, públicos, pois tiveram o cuidado de encenar, a imagem do recto e do turbilhão submarino, com duas belas cores, azul e verde, tipo, uma rave cim um operário ao fundo, como se afagasse o dito túnel, que deve ser imagem simbólica do cu dos portuguesas a quem estas putas enrabam a frio durante os últimos trinta e tal anos, em obras megalómanas, mal feitas, sem segurança, como mortos na via publica ainda com responsabilidades não apuradas, e onde se gasta como de costume muito mais do que se poderia e deveria gastar a atender que é do bolso de todos que o custo sai, e nada se passa, mesmo trazendo este pais um tribunal de contas, tambem levado por um bandido como recentemente aqui fiz prova,

A o t rib una l p en al inter na cio n al, c abe en tao di ze r q ue o pedo filo do q ue l eva ac tua lem n te às do vaso dd de estes de min si it roda serpentes das obras publicas, ap ar e c eu h oje, s em ne en h um contexto, o u t ro a n cão ser uma manha, e uma t en tati iva de en c en a sao e indu sao na praça publica, de inc rim ina ra u nse sa f ar primeiro de outros, em atos de terror, com o j á maís uma ave z se pe rc cebe, d en t ro do e terno inc l o nc lui do t une l do rossio, nu am es pe ice de rave, p o is ti vera ram o cu di ad o de en c en a rai mage made ria do recto e do t ur bil h ao s ub do marino, com du as b el as cor es, az u le verde, t ipo, uma rave c im um opera rio ao fundo, com o sea fag asse o di t ro t une l, q ue d eve ser i mage m s im bo lica do cu dos portu gi u ess a q eu m e sta s putas en ra b am a fr io d ur na te os sul t imo s t rin t a eta vera o al ano s, em ob ra s maga lo man sas, m al feitas, s em segur ança, com om orto s na via da publica, a inda com r es p o sna bil id ad es n cão ap ur ad as, e onda se do gás t ac omo de cos t um e m u it o maís do q ue se pode ria e d eve ria gás tar a a t en der q ue é do bo l s ode todos q ue o cu st o s ai, e n ad a se p ass am es mo t r az en do este país um do tribunal de contas, tambem l eva ad o por um bandido como rec en te maior net a qui fi zorro dop por vaso da primeira,

Com um mix com o senhor br da tap, a dizer que aquilo, na aparência as negociações com os trabalhadores, eram de pistola na mao, depois do seguimento das imagens dos aviões, as ultimas aqui referidas

Com um mix com do circulo do s en hor br da tap, primeira da ad da di do ze do rato, ps, quadrado da ue da primeira aqui do ki em dez e lona da ap ar e circulo da en ia as sn do egos, psi, cia circulo cortez do circulo espanhol do onze do fute bol , e ram de p is cruz da onda ola na mao, quadrado da ep do circulo do is do se gui men to do quadrado do às si mage ns dos avio es, primeira do sul da cruz ima sa qui refer id as

Cumpram a leis seus bandidos pedofilos, !!!!

Ou morreis todos, suas bestas !!!!

....

Ge o r ge C loo ne y goe es p ub lic w it h ne w gi r l fr ie n d Elisa sa bet t a C ana lis a crozz V en ice Fi l m F est iva l Rea ad more: h ttp://www.nydailynews.com/gossip/2009/09/09/2009-09

9_ge r ge_c lo one y_g o es_p ub lic_w it h_ne w_gi r l fr ie en d_el isa bet t a_c ana lisa_sat_v en ice_fi l m.h t ml # i x zz 0 Q l H U o h D 7
estas sao oi ima mage ns da ph oto, ab o r dada d as dd, no v id e o q ue fala de e sta lina h q ue se d eve lara, de uma festa num cas t elo em gb

a un do castelo do cha da chate hat te au da en sobra das comunicaçoes dos tele f one s ete, vera circulo, a puta vera , ad v o gado do filho da puta do mario soares, i mp li c ad ano roubo de meu filho, dois mil e cinco

iss ser o mann , ilha, primeiro do circulo do homem da primeira de mann


a imagem que faz de alguma forma simbolica a ligaçao com a figi ra da outra mul her de car tao, onde as esca da s, o escorrega, d ep o is co mp lem en t ad o p elo fi o da i mage m dos cab elos da t a y ra, figu ra o s im b olo da faca na bainha , o u seja o falo d en t ro de uma rosa, e ta m b em a do tribunal da relaçao com da am primeira da morte do trans no porto



f oto s d e posi sico espanhol ç o es inter medias da relaçao dos ob ject os e do s q ue nel es se d es cv vela, ant es das im ge ns do u l t imo v id é o


um pape l il n ho de ix ad o a porta, com um cod i g o d e bar ras, com um tele f one, 947000211, 8 d ep o is, e dez as te do trinta e um ant es, na art de oitenta e oito, vinte e quatro natal, primeiro do traço ingles co riculo de setenta e quatro, dos quatrocentos , a loja, do t r aço feito em oitenta e tres, , seis x e an quatrocentos coups, puta catarina portas, estrela de oitenta agosto, vinte e quatro sete estrela sessenta e um


a est rata la q ue a charlize t ra z ia em s eu v est id o n u ma f oto r e porta ge maqui h á al gum te mp o com en a td a






c ane net as, p olo s liga çao en t re id, rosa, e b is t r ot, dan s kapa, danks






como engrenagem da roda do cinzeiro do bistrot, dansk, cuja sombra do s emi circulo cobre e desvela a face da rapariga

com o en g rena ge made ria da roda doc in ze iro do n is t r ot dan serpente kapa cu j as om bra do serpente can tir do cobre , comunicçoes, e d es vela da primeira da face da ra par riga
est r el la, da s lille fi o r es, mille fiores



Na imagem final do ultimo vídeo, se vê a rosa do mundo aberta, a vara que nele está desce em plano inclinado e liga a uma das fotos do jouanneu , les jouets de vogue, de um marinheiro na proa de um barco vermelho, que observa uma mao que pesca com uma cana de brincar um anel com um rubi ou uma safira, na photo cuja capa é tal modelo, do vulcão com um macaco por detrás que lhe levanta as saias

Na ima ava vaso ws o ge m fina al do u l t imo v id é o, se eve a ro as do mundo ab e rta, primeira ava do vara, q ue ne le e s t á d es ce em p lan do primeiro ano inc lina ad o e liga a uma, das f oto s do jo ua anne eu , l es jo eu ts devo gato ue, de um marin he iro na pr o ad e um br aco do ove vermelho, q ue pb serva uma mao q ue p esca com uma c ana de bric cna ar um ave l cok um tubi ou um az sa f i ra, na ph oto cu j a c ap a é t al mod elo, do ovo do uv vulcão, vulcano, com um macaco por det ra serpente q ue l he l eva van t a as sa ia ss serpentes aias,

A tinha aberto ao calhas em véspera, e no poema que calhara, um nome surgira, numa frase e no sentido dela, que o mundo estava nas maos de carlos magno, para começar a girar a esfera.... o nome de um jornalista, ou comentador do porto, que costuma aparecer na rtp, que de repente assim se perfila como sendo um dos tais rázinhos que puxa dos fios dos cios, na própria televisão, e que pagam dividas uns aos outros em sangue, a revelia da justiça e das bases que tras a sociedade acordada

A tina homem do teatro aberto, aoc alha serpente em vaso da es pera, e no pe oma q ue cala hara, um no me sir g ira, numa fr ase e no s en t id o del el de la, q ue o mundo est ava nas mao sd e carlos magno, para com eça ra g ira r a es fera.... o no me d e um jornalista, o u com en t ad dor do porto, q ue cos t uma ap ar recer na rata do tp, q ue de r ep en te as s im se per rf ila com o s en do um dos tais, br, rá z in h os q ue p ux ad os fi os dos cios, na pro p ria televisão, e q ue pa g am di v id as un sao serpentes de outros em sangue, a r eve l ia da justiça e das bases, do menezes, psd, q ue t ra s a soci cie dade ac aco rata dada

É um poema do colombiano, leon de greiff, do leao do garo rei do fernandes ferreira, que começa por uma citação de erik fjordsson,

É um poe ema do c olo mul ti ban co ian ano, leo en em de g rei ff, do leao do g do aro rei do fernandes ferreira, q ue com eça por uma c it ac taçao de erik f jo r ds son,

Juego mi vida
Bien poco valia
A llevo perdida
Sin remedio

J ue g om i v id a Bi en p oco ov vaso da al ia Al ll evo pee per dida, sin do remédio, miguel remédios, um nome, que mais uma vez acabara de aparecer no vídeo, num outro contexto, mas que tambem é um dos bandidos qua já aqui entrou, convocados, no Livro da Vida

miguel remédios, um no mec ue maís uma ave zorro aca bar ad e ap ar recer no v íd é circulo, nu mo de outro do contexto, masque eta tam am tambem é um dos bandidos qua j á a qui en t ro u, c on v o cado sn o L iv ro da V i d a, pentagrama, penta, futebol clube do porto, do bando da corrupção dos clubes do futebol

aposto a minha vida , troco a minha vida, de todos os modos está perdida,

jogo ou troco-a pela mais infantil ilusão
posso oferece-la com proveito, ...

aposto a vida contra um ou contra todos
contra o zero e o infinito
posso aposta-la numa alcova, numa agora, ou numa casa de jogos, numa encruzilhada, num barricada, num motim, aposto definitivamente , do principio ao fim, com toda a liberdade, e até as ultimas consequências,
na preferida , ou no centro
e no mais sórdido...

as si mc ome eça o poe ema em s u as prime ira s t r es est rf es, ap post o am min h a v id a , t roco a m min h a v id a, de t todos os mod os e stá per dida, jp gp o o u t roco do traço ingles da primeira p el am maís in fan til i lu usa são, p osso o fere ce do traço ingles de la com pro ob e vaso si do rito, ...a ps soto a v id a c on t ra umo vaso contra to d p s, c on t ra o z ero e o in fi ni to , p osso ap post a do traço ingles de la lan numa alcova, numa do agora, o un uma c asa de j ogo s, nu ma en c ru z ilha ad prime ria do ano prime rio, num bar ric ad a, nu m mo tim, a ps oto de fi ni t ave mente , do p rin cip io ao fi mc om toda a liber ad e, e a té a sul t ima s co n sw e q u en cia s, na pr e ff e rid a , o un do circulo do centro, e no maís sórdido...sor dido, as si em com eça o po ema em s u as prime ira s t r es est rf es

e continua onde se destacam pela leitura as seguintes palavras, a infantil ilusão, negocia-la por um sorriso e quatro beijos, o exímio, o funesto, o trivial, o perfeito, o nocivo, pensamentos em espiral, lâmpadas usadas, túnica inconsutil, pelo mais anódino, pelo mais obvio, pelo mais fútil, pelos penduricalhos ea pender das orelhas, da mulata primava, da terracota rubra, da pálida morena, da amarela oriental, oi da ruiva hiperoborea, que troca a vida pelo anel de lata, ou pela espada de sigmund, ou pelo mundo que estava nas maos de carlos magno, negoceio a minha vida pela aura cast, do idiota ou do santo, troco-a pelo colar, que pintaram no gordo capeto, ou pela chuva gentil que caiu sobre carlos de inglaterra, por um romance, por um soneto, por onze gatos angora, um estrofe, uma flecha, um canto, um baralho incompleto, uma faca, um pipo, um sambuca, ou por uma boneca que chora como qualquer poeta, por uma fabrica de crepúsculos com arrebóis, por um gorila de borneu, por duas panteras de samatra, pelas pérolas que bebera a melancólica coleóptera, ou pelo seu nariz que esta em algum museu, pela escada de jacob, por um prato de lentilhas,

e c on tin ua onda da se d es t ac am g rav ac são, p el a lei tura as se gui int es pal av ra sa in fan til i lu usa sao, ne ego cia do traço ingles de la, por um sorriso, cayatte, e quatro bei j os, o e x i mi o, o f une s to, ot rato do iv da vila, o per rf e it o, o n ov vic o, pen sam en t os em es pei ra al, lama padas usa sd as, t un nica un c on s u til, p elo maís ano dim o, p elo maís ob v io, p elo mais f u til, p el os ped p der ric alhos ea pen der da serpente primeira do orelhas, da mulata primava, da terracota rubra, da pa al lid da prime ria mor rena, da mar el a oriental, oi da ruiva hiper o boa de borea, aurora bo real q ue t roca primeira v id ap elo anel de lata, o up el a es pada de sg mund, o u p elo m un do q ue est av nas mao serpente de carlos magno, ne go cie o am in h a v id a p ela aura cast, do idiota dodo santo, t roco do traço ingles da primeira p elo c ola r, q ue pin t aram no gordo cap pet oo, o u p el a c h uva gen til q ue ca iu s ob re carlos de inglaterra, por primeiro do romance, por um s one neto net circulo, por onze ga t p s angora, do onze do futebol, um e ts rofe, uma fel cha, um can to, um br alho inc om p le to, uma f aca, um p ip o, br, um sam buc a, o vaso pt o uma boneca q ue cho ra com o q aul q e ur por eta, por uma fabrica, it, dec r ep us culo s c om arre bois, por um gor ia l de borne eu, por du as das panteras de samatra, pelas p ero rolas q ue bebe ra a mel anc o li ca cle o pt te terra, br, o up elo s eu n ar i u zorro q ue e sta em al gum m us u es, p el a es c ad do circulo do instituto, o tito do jacob, por um pr rato de len til das ilhas,

ela está perdida

a vara estabelece a relaçao , ligando ao tal marinheiro que ve uma mao pescar um anel, na foto ao lado, uma mao, provavelmente a mesmo agarra uma bola vermelha, ao lado de um pá verde e na areia, é visível a uma outra jóia, como um pulseira em s emi arco, e uma textura que mistura na da areia reflecte uma das imagens de um sonho recente, uma terra em lava, com uma textura movediça, catastofres, é a palavra que se desvela no texto inicial quando agora viro a pagina e vejo uma mao que parece de criança, em cima de uma roda de um camião, com jante em estrela inclinada de seis pontas, em aro negro, como as cores dos balões aqui lançados na zona da pampulha, como agora em dia recente forma de novo lançados, e ecoaram no baile das trocas das alianças no xadrez alemão, um outro anel com um pedra cubica verde esmeralda, ali se encontra ao lado da roda e dos dentes da engrenagem que ela simboliza, chambre d´ acajou, sarabande, bijoux, joujoux, les pied et les mais de geant banbin, ... drole de drame, patrick hourcade, numa outra foto da sequência, se relaciona o home do navio como o golfinho que trás um anele em estrela de múltiplas pontas de parta que remete a calle, ou a calla, ou a ilha das canárias, e um pé sobre a areia ao lado como que pisa uma outra jóia borboleta em formas gaudi, barcelona, relaçao, dos fantasmas a veneza, do mistério do erotismo, que é a sequência que continua na pagina, paixão de cristo, as ultima fotos num mosteiro no deserto de judas a saint sabba, judas, um socialista, que foi outrora presidente da camara de cascais, la vie en g rand com me la un circulo, t ur b io injection, fiat, duzentos kapa maior do bar do ra do homem do sul, cir cuit da ferme, da quinta, cinco, oito,do traço ingles setes, da gula do se is do seis, dd divisão de oitenta e nove, primeira coluna, vareta, um fiat uno que espelha em imago mundi, no reflexo do calor, um formula one, e um anuncio da ba sf de noventa lh maxima xl, com um cao com capacete que é semelhante a um dde um rapaz aqui do bairro, da rua do patrocínio de patilhas, ca s sete s ba serpente do forte da maxima, revista, xl, ab ob eb tem de ur sal vaso da cruz da s eta circulo rav na terra da onda concêntrica sobre o quadrado vermelho ba serpente do forte, to usa v os dos casques dag da guerra


primeira ava do vara, ps, e stab e le cea da primeira do tribunal da relaçao , li gan do ao tal marin he iro q ue eve uma mao p es car um ane l, na f oto ao l ado, uma mao, pro ova ave le mn te a me ms o a gor ra uma bola vermelha, aol ado de um pá verde e na ar e ia, é v isi v el a uma outra do pedro joia, com o um p u l se ira em s emi arco, e uma te x tura q ue mis t ur ana da ar rei ia ref for mula one le c te uma das si mage ns de um s on h o rec en te, uma terra em lava, com uma te x tura m ov e dica es das catastofres, é ap al vara q ue se d eve la no e t x to in cia l qua ando agora vaso iro a pa gi on a e vi e jo uma mao que pa rece de c ria ança, em c ima de uma roda de um ca mi o ac om jante em ester la inc l ina da de se is das pontas, dança, em aro negro, como as cores dos bal o es a qui lan ç ad os na zon ad a pan pulha, com o agora em dia rec en te forma de n ovo lan ç ado s, e e coa aram no ba ile das t roca s da sal ina aças no xa d r e z al e ma o, um outro ro do anel com um da pedra cubica verde es e mr alda, al ise en c on t ra aol ado da roda e dos dentes da en g rena ge made ria q ue el a s im bo l iza da chambre d´ aca jo u da usa sara sarabande, bijoux, jo u jo ux, les pie sd et les mais de ge ant ban bin, ... d r ole de d ram e, pat ri ck ho ur cade, numa outra f oto da seq u cn ia, se r e la cio na o home do navio com oo golfinho, das visões ao pé do rato, aqui relatadas, q ue t ra s um ane le em e ts r el ad e mul t ip las pontas de p art a q ue reme te a calle, o ua ca ll a, o u a ilha das c ana ria se um pé s ob rea ar e ia aol ado com o q ue pisa uma outra do joia bo rb o l eta em formas g au di, bar celo na, relaçao, dos fantas masa bv e n ze zorro, do mis te io do ero t is mo, q ue é a seq u cni a q ue conti n ua na pa gina, paixao dec r is to, a s ul t ima s f oto s num mosteiro no de ser t ode judas a saint s abba do judas, um socialista, q ue f oi o u t ro ra pr e dide dente da ca mr a de cascais, la vi e en g rand com me la un circulo, t u r b io in jet ti on, fiat, du zen t os kapa maior do bar do ra do homem do sul, cir cu it da fer me, da quinta, cinco, o it o, do t ra aço ingles setes, da gula do se is do seis, dd di visao de oitenta e nove, primeira coluna, v ar eta, um fiat uno que espelha em imago mundi, no re fel xo do c a lo r, um for ma u la one, e um na un cia o da ba sf de noventa l homem da maxima do xl, porto, com um cao com capa do cete q ue é semem l h ante a um dd e um r ap az a qui do bairro, da rua do pat roc i in io de pat ilhas, ca s sete s ba ser pente do forte da maxima, revista, x l, ab ob eb tem de ur sal vaso da cruz da s eta circulo rav na terra da onda c on c en t ric as ob reo quadrado vermelho ba serpente do forte, to usa v os dos casques dag da guerra

esta imagem da photo já estava aberta ontem ou mesmo antes de ontem , e através dessa foto, um eco dos espiões ao serviço da rtp, levaram a um eco que se prende com o vírus, e que está em parte abordado num texto que antes começara a escrever e que aqui a este ligo

e sta i mage ma sd we da ph oto já es tva ab e rta on t emo um es mo ant es de on te me at rav es de s sa foto, um eco dos es pi o es ao ser vi ç o d a r tp, l eva vara ram a um e coc q ue se pr en de com o v i da ruse q ue e stá em p arte ab o r dado nu m te x to q ue ant es com eça ra a es c r eve r e c ue a qui a este li g o

começa por mais um fio de pagamentos, sem sabermos ao certo a quem e porque, protagonizado por durao barroso, no seguimento da noticia de que inglaterra confirmara a existência das contas com relaçao ao caso freeport

com eça por maís um fi ode pagamentos, se made ria s abe r mosa sao ce rt o a q eu me por q ue, pro t ag oni z ad o por durao bar rosso, no se gui m n en to da not ti cia de q ue inglaterra c on fi r mara a e xis ten cia das contas com do tribunal da relaçao, a do circulo do louco da fr ee porta, fr


Ainda ontem tambem da natureza dos pagamentos , sem se saber para que e como, uma estranha noticia, parecia fazer a ponte com as que foram abordadas no texto anterior, se via o durao de costas a entrar num carro, depois de um reuniao com o grupo do eurocepticos, e se ouvia, uma enigmática resposta, em que ele dizia de costas para câmara, os cheques já foram, estarão, lá amanha, estranhíssimo contexto e falta dele, como qualquer um poderá por si julgar, a não ser que anunciasse o titulo do correio da manha de hoje, com a tal aparecimento das contas do freeport

A inda on te made ria t am b em da na ture z ad os pagamentos , se made ria se s abe e rp do para q eu, é com o, uma est ra anha no r t i cia, pa rec ia f az e ra ponte com as q ue foram, pt, ab o r dada sn o texto ante ior, se da via do circulo do d ur ad e costas, ps, a en t ra num carro, d ep o is de um r eu ino ac om o g rupo do e ur roc e pt u cos, e se o uv ia, uma eni gm a tica rata da es posta, em q ue el e di z ia de costa s para dd da câmara, cml, os cheques j á foram, pt, es t aro al á am manha, est ra n hi ss io omo da contexto e f al t adele, com o q ua l q eu rum pode rá por si j ul gara, n cão ser q ue anu un cia asse o titu lo do cor r e i o da manha de h oje, com a t al ap ar e ce i men to das contas do fr e e porta

E tendo aparecido as contas, dos tais offshores, de quem são, e que movimentos foram nelas feitos, e em que datas, e a troco de quê, ou é segredo de estado, numa republica onde os bandidos levam as investigações, uma pequena contradição de termos, certamente, seus filhos da puta bandidos!!!!

E t en do ap ar e cia ad o ás das contas, dos tais, br, o ff sh o rato es, de que em são, e q ue mo ov vi men t os foram, pt, nela s feitos, e em q ue dat as, e a t roco de q u ê, o u é se g red ode do estado, numa r e pub l kapa quica dao kapa cao do ina da onda os bandidos l eva vam am as in v es tiga ç o es, uma pequena c on t ra di sao det teresa mo sc ce rta tam am mente ss u es fil h os da puta dos bandidos!!!!


No reino de brincar onde as putas fingem discutir entre si os planos para o pais, e onde se espreme e nada, de sumo nem de uva,

No rei do io ode br inca r onda ás das putas fi n ge made ria d is cu tir en t re si os p lan ano os, para do circulo do país, e onda see es pere me en ad a, de sumo ne made ria da uva,

Uma imagem que eu aqui mostrara reverbou, no real, como sempre acontece, a imagem de uam sequência de fotos, onde um bonequinho de plástico tipo marinheiro com colete fazia a ponte, entre essas fotos com diversas jóias, da mao feminina que as pesca frente a amurada do barco, onde o navegador , capitão vai, com casco vermelho, a ressoar numa imagem recente do barco onde estava figo, e tambem no das pescas da galiza que agora se afundou

Uam mim mg em q ue eu a qui mos t r ar a r eve rb o un o rea l, com o se mp re acontece, a i mage made ria de uam sec u cn ia de f oto s, onda um b one quin home da ode p la s tico t ip o marin he iro com da colete, f az ia primeira da ponte, en t re ess as f oto s c om di vera sj a oi as, da mao feminina q ue as da pesca, fr en te a am ur ad a do barco, onda o n ave g ad ro , c apita ova i, com cas co do ove vermelho, a r ess o ar nu ma mai mage made ria rec en te d o barco onda es tva figo, e eta tam am tambem no das pescas da galiza, q ue agora se a fun do vaso

Na véspera destes afundamentos, aqui de novo, no prédio, martelos pneumáticos, com um aviso prévio de alguém que disse que o prédio iria ficar sem agua durante uma hora, provavelmente alguém que se mudou para aqui, para o andar debaixo, curiosa imagem real, a reverbar, martelos que furam, como as lanças, os cascos, e agua, como mar, durante a tarde alguém tocou de novo, e perguntou pela catarina, mais curioso ainda a simetria com a invocação do nome dela aqui

Na ave vaso da es pera d estes a funda da dama do dam am en t os, aqui de n ovo, no prédio, mar t r elo s p en u mat tico cos, com um aviso pr e vaso io de al g eu made ria q ue di ss sex ue o pr e di ioi, cento e um, di git al, ria fi car se made ria mag ua dur ante uma hor a, por v ave le mn te al g eu made ria q ue se mud o u para a qui, para do circulo do andar debaixo, c ur io sa i mage made ria mr rea al, a r eve rba ratos dos martelos q ue f ur ram am, com o às das lanças, os cascos, e agua, com o mar, d ur na te a te r de al g eu m toco vaso de novo, e per gun to up el a catarina, maís c ur io sa inda, primeira si met ria com a im n vaso do cic do cabo do circulo do caçao do no me del la a qui

No telejornal, dissera o homem que a casa da maquinas ficara com meio metro de agua de repente, e não me deixei de recordar, de um dos últimos passes que gente em forma disfarçada, fez com o olho do boi, aqui dois andares abaixo, olho de boi que ressoa tambem numa praia de algarve, ou seja relacionado ainda com maddie, olho do boi, boi do olho, ou seja das putas do grupo da visão

No do telejornal, di ss era o h oe made ria q ue a c asa da maquinas, pub, fi cara com me io do metro, de agua de r ep en te, e n cão me de ix e id e record ar, de um dos u l t imo s p a ss es q ue g en te em forma di s f ar ç ad a, fez com do circulo do, do olho do boi, a qui do is anda ares ab ia x o, o l h ode boi q ue r esso a t am tambem nu ma p raia de al g rave, o vaso use seja re la cio n ad o a inda com ma dd ie, olho do boi, boi do olho, o vaso use das seja das putas do g rup do circulo da visão

Estas imagens que esta na photo, special volupte, futilite, com o macaco por detrás da rapariga, estando eu agora ver um documentário de uma bela rapariga que os reabilita e fala de um, que ao que parece desenvolveu comportamentos solitários, parece eu a tua ausência, amada, são de um sequência do jouanneau, que declina como disse no vídeo em que as abordei em forma rápida, em barcos e veleiros, ou seja docas, e rapazes que comparam meninas, com jóias e luxos das futilidade diversas, e nas vezes tentam assim roubar sangue alheio, como filhos

Etas sima ge sn q ue e sta na ph oto, sp e ci l v o lu pt e, f u til i t e, com do circulo do macaco português por det ra serpente da rapariga, est ando eu agora ave rum doc eu mn tar io de uma bela rapariga, q ue os rea ab bil lita e fala de um, q ue ao que pa rece de s en volve eu co mp rta m en to ss lita rio s, pa rece eu a t u ia a use en cia, am ad a, são de um sea q ua anc ia do jo ua anne au, q ue dec k lina com o di ss en ov id é o em q ue as ab o r de i em forma ra pida, em barcos e veleiros, o use seja docas, e ra p az es q ue co mp aram meninas, com jo ia se l ux os das f u ti ki dad es di ive rosas, e en as v e z es ten tam am as si made ria ro ub bar da ar de sangue, san bg ue al he io, com do circulo do fil home do os

A imagem do angulo do fio que pesca numa banheira uma anel, com uma can que parece ter um missel apontado ao ceu, se reflectiu logo de seguida numa pela do jornal dois, pela sua forma, por uma peça que parecia um chuveiro de descontaminaçao, ou mais seu inverso, no seguimento de uma chave que eu aqui abrira e que me remetera para quem está por detrás do tal vírus dos porcos

A i mage made ria do ang uk lo do fi do io q ue p esca numa ban he ira uma ane l, com uma can q ue pa rece teresa primeiro missel, a pao n t ad o a o c eu, se refe ct e io vaso do logo de sg guida, nu ma p el ad do circulo do jornal do is, p el a s ua forma, por uma p eça q ue pa rec ia um cho do vaso da uve iro de d es c on t am mina ac sao, o um mais s eu inverso, nose gui men t ode uma c h ave q ue eu a qui a b r ira e que me reme t ra para q eu m e stá por det ra sd o t al vi ru serpente dos porcos

A chave assim desvela

Ac homem ave ass si em made ria do quadrado da espanhola vela, vaso el da primeira

T he s eve en t home do cha da ap da pt teresa c irc uk lo rato, segundo tom a f ee c ru z p per rf fo fin c ru zorro eu, opera ra tio da rações norte sul

Angulo met alo ,primeira angulo lo, dez, met alo, me eta al circulo duplo

Prim, br, mr rio, e x p met c ru zorro del ola onda duplo vaso do comboio, ur ru do morcego

Prim mr rio do io tom, cat, c ru x zorro do om, da ak e all, metal, o u seja das minas, das e x p lo s o es nas minas na russia am asa toro cruz home, as mode us, a sm mo ide us, met c ru zorro norte sul, alo prim mr io circulo dez, maior eta al angulo do circulo de dez, ola, onda, la te mol ola la te maior, cruz ab abba ba dupla cruz tuberculose, ar do duplo vaso do comboio, cie rr culo primeira do sg un dodo ova do vaso oi ru segundo, b ur ru, circulo do vaso do oi segundo, ac vaso ur primeira cruz ab ba abba do bat, do morcego, mor do circulo do ego, persona

C ru 7z ab bb abba bat ar ru vaso ca ab vaso f do quadrado do tub, rub, b uri, rio ub do ac cu ur do ra, rat ps c rato zorro do vaso do ado bar do rá da bb, a bb bat, cruz abba bat ac uu ur ra ab ur rio u bb u ir ub ar vaso cat abba bat

Terceiro tom, cruz om ak e t he em tea ac homem chemistry, circulo ne emi st rato delta, ip om ano pam e ram oma lo mi mel la ca h ar roc umo bam am primeira mon om ihni

Ipo om me ano pam e ram, om al om mi, melo, ac ai, meo, cu mo, ar mc vaso maior mn, ipo, om mi hi ni um do mi

Depois de ter falado da imagem dos barcos, e dos marinheiros e das jóias da photo, no dia seguinte, no noticiário do canal dois, um elemento simbólico, fazia a ligação, masi uma insinuação com a agravante de trazer à mistura, se assim o for, situações de crime e atentado a saúde publica


D ep o is de teresa rf ff ala ad o da ima mage made ria dos barcos, e dos marin he iro rose das jóias, no do programa do dia seguinte da tv, no not tica rio do c ana anal do is, um el em en to si m b o li cao, f az ia a lia g aç sao, ma si uma in sin u sao com da prime ria a g ra vaso n teresa de t ra ze rà mis tura, se as si do imo for, si tua ç o es de c rime e at en t ad o a s au de pub lica

No antigo hospital do ultramar, e das doenças tropicais, e das vacinas da equipe quando fomos filmar a Moçambique, a notícia aparecia no telejornal com os seguintes elementos, novamente depois de ter dito da semelhança entre as mascarras e os bicos de patas, um assim aparentemente nesse hospital aparecia, depois fontes de gente que diziam trabalhar no hospital, mas que pretendiam o anonimato, diziam que não tinha, o hospital condições para fazer analises dentro das normas, e mostrava, só dois ar condicionados na fachada do dito, e que o tipo que era director , era um ditador, dai o tal medo da id de quem na aparência tinha alertado a rtp

No antigo homem o spit al do u l t rato do mar, e das co enças t rp pi cia sedas das v ac cina s da e u ipe qua ando f omo s fil mar a mo cam bique, a no tica ap ar e cia no tele jornal com os se gui n t es el em en t os, nova vam am que mente, d ep o is de teresa dito da se ml h ança en t rea sm as cas ra ase os dos bicos das patas, um as si made ria ap ar en te mente ness e h os pita al ap ar e cia, d ep o is font es de gente q ue di z iam t ra bal alha rato do no hospital, masque pr e t en di am o ano ni mato, di z iam q ue n cão tinha, o h o ps it al condi ç o es para f az e r ana l ise s d en t roda s norma, gb, canárias, se mos t rav ava, s ó do is ar condi cio n ad os na faca hd ad do circulo do dito, e q ue o t ipo q ue e ra di rec tor , era um dita dor, da io t al med, o da id de que mna ap a rec cni a tinha al e rt ad o ar do rato do tp, dos bums em londres

O contexto era que o hospital encarregue nomeadamente da fazer analises, a gripe dos porcos, não podia garanti-las, a que se diz ministra interpelada, logo tirava em forma suspeita e corrupta, a agua do capote, dizendo que nada tinha a ver com isto, apresentando-o como questão, entre a direcção do hospital e os técnicos, de tal forma que se pergunta, então para que trazer um ministério da saúde, seus filhos da puta !!!!

O c one t x to era q ue o h o pita l enca rr e g ue no me ad ae mn te da f az e r ana l ise sa da g r ipe dos poc os, n cão pod ia gara n ti do traço ingles la sa q ue se di z mini st ra inter pelada, logo t irava em forma s us pei t a e co rr u pt a, a agua do capo te, di zen do q ue n ad a tinha ave rc om is to, ap r es en t ando do traço ingles do circulo, com o q eu st o a, en t rea di reç sao do h o spi pita al e os tec nico sd e ta al forma q ue se per gun t a, en tao para q ue t ra ze rum m nini s te rio da s au de, se us fil h os da puta !!!!

E depois o passe das imagens do tal vírus diferenciado que foi abordado no ultimo
vídeo, ou seja provavelmente falando de outro , de sida,




A imagem de que falo neste ultimo vídeo, na qual se deve então perguntar aos corruptos juizes, que trazem em sua própria casa como símbolo, uma balança desequilibrada, e que mostravam depois na peça da tv, uma porta a correr, como uma guilhotina, como então a dizer que a tal puta que me tem feito perseguição desenfreada na secretaria do injunção do porto, relacionada com os assunto aqui detalho no Livro da Vida, sobre a axa, será então adas trancinhas, será isto que se deve deduzir, e se deverá tambem deduzir que assim se faz a justiça em portugal, sua putas !!!!!
Zorro , o da me, portugal, nome de família


A ima mage made ria de que do falo nest e u l t mo v id é circulo na q ual se d eve en tao per gun t ra a os co rr u pt os dos juizes, q ue t ra ze me em s ua pro p ria c asa uma bala ança de sic u libra da, e q ue mos t rav am d ep o is na p eça da tv, uma do porta, primeira a correr, com o uma gui l hot ina, com o en tao a di ze rato q ue a t al puta, q ue me te mad ria feito, perse gui sao d es en fr ad ana sec rta ria do in j un sao dop orto, re la cio na ad com os as sun to a qui d eta alho no L iv o rda V id da vida prime ria ida, s ob rea axa, se rá en tao adas t ra e cinhas, jardim, se rá is to q ue se d eve dedo edu zorro ire se d eve rá t am tambem dedo do edu zorro do rato, ps, quadrado da ue as si made ria se f az primeira da justiça me portugal, s ua das putas !!!!!

As tais justiças que não o são, que podem ser ou não ser limpezas das casas e dos partidos e das ordens, e que sonegam assim em termos praticas a real justiça e a compensação justa do dano, que filhos da puta sois!!!!

às tais, br, js u ti ç as q ue nao da são, q ue pode em s ero vaso da un cão, ser limpezas das casas e dos partidos e das ordens, e q ue s one gama ss si em e maior te rea s ar mos pr a tica s ar el a ju t i ç a e a co mp en sao juta do dano do ano, q ue fil h os da puta serpente do circulo dos is!!!!

como se prova mais uma vez estão todos loucos no mínimo,

com o se pro ova maís uma ave z es tão todos lou cos no mini imo,