segunda-feira, setembro 14, 2009

Falais de não querer morrer afogada
Podereis sempre morrer pelas aguas ou não
E podereis tambem sempre viver
Depende

F al a is de n ão q eu r e r mor r e r a f o gada, Pode reis se mp re mor r e r p el as das aguas o u n cão E pode reis t am tambem se m p re viver, D e p en de

Falais de linhas de agua

F al a is de l in h as de agua

E recordais aquilo que pela lei é sabido
E para o recordares, é porque uma outras
Razão por detrás se oculta

E recorda is a q u i lo q ue p el a lei é s a b i d o E para o record ares, é por q ue uma outra s R aza o por det ra s se o cu l t a

Pensais que podereis viver
Ou mesmo morrer
Sem ser em verdade?

Pen sa isque pode reis viver O um es mo mor r e r Se m ser em ver dade foice, mor orte

Pensais que verdadeiramente morreis
Precisava de estar primeiro viva
Precisava de ser justa e honesta e cumpridora
Da lei e não ser cúmplice com roubos de crianças

Pen sa is que ver dade ira mente mor rei s Pr e c isa ava de est ra prime iro v iva
Pr e cisa ava de ser just a e h one sta e cu mp rid o ra Da lei e n cão ser cu mp l ice com ro ub os de c ria ancas cortez c as

Vós me pareceis já morta
Sempre morta,
Mesmo quando vejo amazonas loiras
Em vosso escritório, por portas entreabertas
Depois de leituras e conselhos que creis mais ou menos secretas

V ó s m e par e ce is j á mo rta Se mp re mo rta Me sm o qua ando vejo amazonas lo i ra sE m v osso es c rito rio, por portas en t rea bertas D e posi de lei turas e c o n s e l h os q ue c rei s mais o um en os sec rt e as

Mudou a conversa do vírus
E o que vejo da memória
Que agora evocais
É só confirmação da linha
Que vos tinha dito
Pelo que o espirito me contou

Só fica a faltar mesmo
É a confirmação de
Que banco e por que mao então ela saiu
Visto que assim o dizeis sem dizer
Sabereis responder acima

Mud o u ac on ver sa do virus, E o q ue vejo da me mor ia Q ue agora evo q casi É s ó c on fi maçao da linha Q u evo s tinha do dito P elo q ue o es pi rito me c on to u S ó fi ca a f al tar me sm o É a c on fi r maçao de Q ue banco en tao e l a s a i u Vi s to q ue as si m o di ze is se m di ze r S abe rei s r es p o n d e r ac ima

Ou sereis cúmplice
Da grande matança
Trazeis porventura
Acção , interesse ou dividendo nela

O use se rei s cu mp l ice Da g rande mat ança T ra ze is por v en tura Ac são cortez es , inter ess e o u di v id en do n e l a

Aparece o senhor ministro
De reino vizinho
Intendente, administrador
O quê em precisão de função
Para não evocar o mandato

Ap pr ra par ar rece o s en hor mini st roDe rei ino vizinho Intendente, ad mini s t ard dor O q u ê em pr e c isa sao de fun são Para n cão evo c ar o man do quadrado do ato

Se fosse eu a virgem que trás Jesus
meu coraçao tremeria
a pensar no significado
da tal almejada integração,
imagem do amor
dos que se amam certamente,
ou dos duzentos caídos

Se fosse eu a virgem q ue t rá s J es us me u cora são es t reme ria a p en sar no sig gn ni fca cado da t al al me j ad a inte g raçao, i ma ge m do amo r d os q ue se amam ce rta e mn te, o u d os d u z en t os ca id os

Não sabeis porventura que o Pai trás o Filho Roubado

N x cao dão s abe is pro ove en tura q ue o Pai t rá s o Fil h o Ro ub ad o


Falais em cifra como todos
Montado, cavaleiros, cavalos
Gatos e gatas e vasos de pums

F al a is em cif ra com o todos Montado, c ava la e iro s, c ava l o s G atos e gata se v as os de p u m s

Vos
Direis
O que o espirito me desvelou
Hoje mesmo
Que o senhor da Opus Dei
Pum

V os Di rei s O q ue o es pit iro me d es cv lou H oje me sm o Q ue o s en hor da O pus De i P um

Não sei se literal o pum com grande pum
Ou pequeno pum interior, se tal existe e se diferença se estabelece no resultado

N cão se i se lite ra l o p um com g rande p um O u pe q u en o p um inte iro r, se t al e xis te e se difer ren cça es se e stab e le c e n o r es sul t ado

As armas da tal associação do outro lado do mar, apareciam hoje ao olhar a confirmar a relaçao, e as linhas de desgraças, que já a todos narrei em pormenor,

As armas da t al a s s o c i a sao do outro rol ado do mar, ap ar e c i a m h oje ao o l h ar a c on f o mar a relaçao, e as linhas de d e sg r a ç a s, q ue j á at o do s n a r rei io em por men o rato aro, ane l,

Em israel um outro senhor, teve um breve desmaio
Mais doce que o primeiro, ou não , que não trago conhecimento ao perto do segundo, assim creio, da historia e da lança que a O Cristo sobre sua mao , perfura, a conheço eu

Em is ra el um o u t ro sem hor da teve um br eve d es maio Mais do ce q ue o primeiro, o u n cão , q ue n cão t rago c on he cie mn to ao per t o do se gun do, as si m c rei io, da hi s t or ia e da l ança q ue a O Cristo s ob re s ua mao , per rf ur a, a c on he ç o eu

Pums nunca me agradam em nada nem com ninguém,
Isso todos vos o sabeis
Resposta a quem pelo espirito me tenta a autorização da morte
A verdadeira, vos disse antes, em palavra orada

P u m s n unc a me a g r a d am em n ad a ne m c om ni g u e m, Iss o todos v os o s abe is R es posta a q u e m p elo es pi rito me t en t a a au tor i z a s ao es d a m orte
A ve r dade ria, v os di ss e na t es, em pala av ra o r ad a

Uma insinuação corre no espirito
De empenho por palavra sobre um encontro
Se assim for a verdade, que assim seja, como sempre é

Uma in sin ua sao es cor re no es pi rito De e m p en ho por pala av ra s ob re um en c on t rose as si m for a ve r dade, q ue as si m seja, com o se mp rato e, é

Há quem sempre recorde que não se morre melhor do que nos braços de Deus

H á q eu m se mp re rec o r de q u e n cão se mor r e m e l hor do q ue nos br aços de D e u s

Eu sempre prefiro beijar de Amor

Eu se mp re pr e fr io bei j ar de A m o r

Quatrocentos e sessenta e cinco, moses hand, ar rod ob ff al mond, jo rn onze sena time sena

Q u t roc en to se se s s en t a e c inc o, mos es h and, ar ro d ob ff al mond, jo rn on ze s en a time sena, fleuve, fl eu uve paris, são belas

Nada disto como sempre desdita a verdade, a luz, o amor e a justiça , a paz e saúde

Na ad a di s to c o mo se mp re d e s dita a ve r dade, a l u z, o amo r e a justiça a p az e saude