terça-feira, setembro 22, 2009




primeira parte video 95 , na realidade noventa e quatro,


esta noite, ao chegar, antes de gravar estes video, dei com um carro do lixo,aqui a recolher na rua, com signifcativo nome de calabrese, ou seja, a mafia relacionada com os residuos toxicos e radioactivos provenientes dos tais barcos afundados prata e verde, o que parece indicar uma especifica zona da costa portuguesa, tambem, ou sej t ra s uma co rr es pon dec ia se men tica com a t al di visao turistica das zon as da costa portu guesa, don de d eve rá ser do te mp o em q ue as si m se fez, mar roco s , soma calabrese, ou seja serpente pm a caa br es e , circulo de setenta e oito, duplo circulo , ou infinito do primeiro


alif lam ra, capitulo dez do alcorao, jonas,


al e fl for mula one lam am primeira, c ap apit, vaso dez primeiro do circulo falcao, dez do al cora circulo do jonas,



Ontem segunda pela noite, no canal dois, no noticiário, já a manha se desvelava, como de costume, vindo de trás do fio do tal assessor de cavaco, a quem o jornalista, que no final da entrevista, num normal enquadramento feito, mas que mostrava o seu gesto de mao no final, figurando um falo e levando o copo ao que se pressuponha ser a boca, que não se via, dizia então ser o falo que bebera as aguas da vida, imagem aberta, que pode significar muitas coisas, o falo das aguas do tsunami, o semem de alguém, ou ainda alguém que bebera o sangue de uma criança que fora morta, um perfume que se insinuara numa entrevista da paula rego, a partir de um dos seus quadros, de um filha de um militar que engraxa a bota do pai, com um misto de sentimento, quem engraxa mas quem trás raiva, porquê , era a pergunta na narrativa oculta, porque eventualmente o pai a teria obrigado a fazer um aborto



On te, m s e gun da p el a no it e, no c ana l do is, no not ti caria, j á prime ria da manha sed espanhola da vela ava, com ode cos t um e, vaso si indo det rá sd o fi do c irc u lo do tal assessor de cavaco, a q u emo jo rna l ista, q ue no fina al da en t r e vaso ista, nu made ria norma l enca qa u d ra e w made ria nt o feito, masque mos t rava o s eu g es to de mao no fina al, fu g ur ando primeiro falo e l eva bdo do circulo do cop o, a o q ue se pr es s up on h a s era boca, q ue n cão se via networks, di zorro ia en tao ser serpente ero do falo q ue bebera as aguas da vida, ima mage made ria ab e rta, q ue pode si gn i fca rat mui t as co ia s, o falo das aguas do t us na mi, do circulo do semem de al g eu mo vaso primeira inda al g eu made ria q ue bebe ra , o cabrão que bebeu o sangue do meu ou não meu, filho morto, o san g vaso de uma c ria ança, q ue for am orta, u mp e rf um mec q ue se in sin uara nu ma en t r e vaso do ista da paula rego, a p art tor de um dos se us q ua d ros, de um fil gade um militar, que en g ra ix a ab ota do pai, com um mi st ode s eni men to, que made ria en g rata axa, seguros, masque m t ra s ra iva, por q ue , era a per gun t ana na ar rat iva oculta, por q ue eve en tua lem n te o pai l he te ria ob rig gado a f az e rum ab o rato to


esta parte do texto, é abordada no video em Palavra, comecara a escreve-la quando decidi, gravar este video, que acabou por serem dois



a que se segue estva em escrita e o que lhe falta é em grosso abordado nos videos


a q ue se se g ue es tva em es c rita, e o q ue l he f al t a , é em g rosso ab o rda dado no serpente v id é circulo



Menina levy, me esqueci na escrita de uma imagem no espelho da sua que era evidente e que de alguma forma remete tambem para os mesmo territórios,

Ford ground do men da ia do levy, l eva l eve, i evo da ley levi, me es q eu c ina es c rita de uma ima mage m no es p el h o d as ua q ue e ra e vidente e q ue de al gum a forma reme te tam e b m p ra os me sm o teri ro ti os,

Ela dá a esquerda e à direita, ela serve cartas, jogos casino, croupier, monaco, de novo

E l ad á a ae s q u e rda e à di rei t a, el a ser v e ca rta s, j ogo s ca sino, c ro up pie rato, mon aco, de ne en ovo

Apostas, e locais de apostas,

A post as, e lo ca s id e apostas

Contudo no meu espirito , me aparece com insistência, nice,

Eco da leitura do poema comanche

E code leu tura dop oe ema co da manche, dom quixote de la mancha, a r eve rbar em c anal de uma o u t r ai ilha a o n o rte

do outro lado do atlântico, hillary recebendo uma mensagem, como que ocultada por cadete de west point, com uma sete vermelha e laranja apontada ao ceu, aqui pela noite em véspera, o espirito ao passar me desvelara numa curta mensagem que havia o x no vaso do nono do onze,

Dd do outro rol do atlântico, coult, ad a por do cadete do ws ser point, com da primeira c seta la t anja eve vermelha. Ap pao on t ad a da prime ira doc circulo do c eu, a qui pela lan do ano, nono it e em vaso es pan h ola pera, o es pei it c rat zorro do vaso do io, a o p ass ar me de es velara nu ma curta, men sage made ria q eu g om em avia, o do ox do x no vaso do nono do onze, ou seja da queda das torres

O cadete de perfil, desvelava uma outra relaçao pela clássica imagem partilhada dos cabelos rapados que os rapazes trazem nas forças armadas e tambem em outro grupos, ligados aos skin heads, e consequentemente a extrema direita, a ecoar em sevilha, procissões de fé e klux klux klan, ou seja américa tambem

O ca da ad da dete de per rf fil, d es vela ava uma outra da relaçao, tribunal, p el a c lassi sica ima mage m p art u l h ad ado s dos cabelos rapados, ra dos pad os, q ue os ra p az es t ra ze mna s força s ar ma sd as e ta tam am tambem em o u t r 5 o g rup os, li gado sao ss kin he ads, e co nse q u en te mn te a e x te r ma di rei ta, a e co ar em se vaso da ilha, por rc is o es de fé e k l ux k lux kao kapa da lan do clã da cala, ou seja am erica t am tambem

Na volta de sabado, a manha dos cios diversos, montada estava, a mais recente brincadeira, era uma qualquer intenção de olhar o espelho, ah se fosse alice, e se fossem puros e amigos os corações, não fariam, do encontro, uma proposta de labirinto, há quantas mil luas isto a todos vos recordei, ouvia eu as conversas no espirito, das bestas , a brincar, para ser suave na forma de por suas armadilhas, que na minha volta ao entrar aqui ou ali, me tinha perdido de meu caminho e do tal encontro, ah, deixai-me sorrir, para não vos levar de uma só vez para o vosso inferno, quem pensais ser, mas vossas manigâncias de coisas nenhuma, que poder pensais ter, vos que sois já mortos

Na v o l t ad e sabado, jornais, primeira da manha dos cios diversos, montada est ava, a maís rec en te bric na de ira, e ra uma q ual q eu r in t en sao de o l h ar o es p el h o, a h se f os seal ice, e se f os se m p ur os rose amigos, os cora ç o es, n cão faria made ria, do en c on t ro, uma por rp da posta de labirinto, h á qua antas mi l l ua s is to a todos v os rec o r de io uv ia eu as c on ver s ano es pei it o, das betas , a bric cna ar, para ser s ua ave na forma de por s ua s arma di das ilhas, q ue na min h a v o l t a a o en t ra rr a qui o ua li, me tinha ped rid ode me u ca minho e do t al en c on t ro, a h, de ix a i do traço ingles me sor r i rp para n cão v os l eva r de uma s ó v e z para o v osso do inferno, q eu em pen sa is ser, mas v os sas mani gan cia sd e co ia s n en h uma, q ue pod der pen sa is ter, v os q ue s oi sj á mor t os

Entrei na fnac, e como em todo o lado, meus passos como sempre vigiados por mil olhos, assim viram onde me ajoelhei e reflectiam um fio numa imagem de um livro que contemplara

En t rei na fn ac, e com o em todo circulo lado, mue es dos passos como sempre, vi gi ad os spor mi l o l h os, as si m v iram onda me a joe l h ei e hp r efe l c ti am um fi o nu ma ima mage made ria de um l iv roque co m te mp lara

Pois todos sabem, porque a todos o disse, por diversas vezes como trago uma menina em meu coraçao, e de repente, ao lado de uma outra que era solar e como que uma bela miniatura da primeira, dei com ela numa foto que já tinha antes visto, e que intrigara e preocupara, pela que nela li, e pelo ceu ao fundo

P oi s todos s abe m, por q ue a todos o di ss e, por di versas v e z es com o t rago uma menina em me u cora sao, e de r e p en te, aol ado de uma outra q ue e ra solar, e com o q ue uma b el a mini a tura da prime ira, de i com el a nu ma f oto q ue j á tinha ant es vi st oe q ue int riga gara e pr e cup para, p el a q ue nel a li, e p elo c eu a do circulo da fun do f un dó

Me ajoelhei ao momento para poder pegar o livro que está num caixa que nem cheguei a abrir, pois a foto da capa é ela, ali está em posição sentada como posição fetal, braços que comprimem os membros contra o seu corpo, em cima do que parece ser um falésia, com mar ao fundo, e no ceu do por de sol, um raio do sol, rompe as nuvens em forma geometrizada, com um lamina que não chega a tovar a terra, estranho raio de sol, que não chega à terra, e se faz como lamina sobre o mar, ao fundo da nudez da sua face com ar de preocupação e tristeza

Me a joe l h ei ao mo men to para pod der pega aro l iv roque e stá nu p rie emi can tor, miro da caixa, es, q ue ne mc se h ge u ia a br i rat, p o is a f oto da capa é ele, al i e stá em posi sic sao s en t ad ac omo psi sis circulo de cortez primeira f eta al, br alo s, br ad os br av os br aço sd o bar b os dos barcos, q ue co mp rime mos men br os c on t ra o s eu corp o, em c ima do q ue pa rece ser um f al es ia, com mar a o fun do, e no c eu do por de sol, azenhas do mar restaurante, um rai o do sol, ro mp e as n uv en ns em forma geo n t r iza ad a, com um la mina q ue n cão che g aa tovar primeira da terra, est ra anho rai o de sol, q ue n cão da chega à terra, e se f az como la mina s ob reo do circulo do mar, a do circulo do dundo, do elefante, do orelhas da rtp, da n u dez da s ua da face com ar de pr e o cup aç sao e t r is teza


antes de passar pelo tal carro da porsegur que controlava os movimentos estacionado em cima do passeio, ali por perto em frente à porta do mna, um passe, com o barco semelhante ao que o socartes disgrafando, diziam de ter andado a falr diveras linguas, e o sores, com cara de quemsabia que tinham feiro merda com a tentativa de trasnferencia, a facr da primeira bestinha, um rapriga loira, se metia num carro, depois de me ver a passar, com um casaco em cabide na parte de tras, como a ecoar, as linhas do taylor,


ant es dep ass ar p elo t al car roda por segur q ue c on t rol aba os mvimentos, es ac cio na ad o em c ima do pa s seio do io al op por per to em fr en te à porta, cds, do man, primeiro p ass e cm com circulo do barco semem emel primeiro homem ante, a o q ue do circulo do socrates, sac ca rt es di sg raf fan do di z iam det teresa anda dad a f al rato di vera serpente das linguas, e o sor es, com da cara deque em ms s abi ia q ue tinha do ham am fe iro da merda com a primeira da ten tat iva, det ra sn feren cia a f ac rato da primeira bestinha socrates, um ra pr riga loi ra se met ia nu primrio carro, d ep o is de me eve ra ap p ass ar com um ca do saco, ps, em ca bide na p arte det ra serpente, com o a c coa ar , as dd das linhas, tira linhas, cavaco, do al faiate , s en homem ro arabe


na loja q ue c on to em v id e o das meninas, t am bem um ra p az ao co mp puta ad da dor, s al v o e rr o um da maça, pro ova ave lem n te o t al da f oto,




segunda parte video noventa e quatro

comentários, com en ra rio s, mais t arde

siria e nao libano, ou seja tambem uma relaçao com as mortes no libano, provavelmente a do homem do exercito, cristao

sir ia en cao l iba ban am ano,circulo vaso use seja, uma da relaçao com às das mortes no libano, pro ova ave el que mente, ad d c rat circulo do homem do om e maderia do e x rc it o cristao

no zoo das amaoreias, mais gatinhos tinham nascido, sao agora mais dos que as maes, quando os vi, dois deles, na volta, reparei que trazem uma mancha branca, no nariz, em pelo negro, como o x acto de que falo espelhado no ceu, na imagem da gisele, ou seja uma relaçao pb das amoreiras com a foto

o escutado na loja de que fora ele o homem da foto, e depois no video pergunto qual, visto existirem muitas, a que me aaprceu na conciecnia, fora a da secretaria do prumo tirada na latina para o expresso,ou seja relacionado com ny pelo que depois , nas leituras sobre ela e à volta de ela se desvelou

merda do ps a grande e a francesa, parece declina em sentido literal, ou seja a g rande grande, alta e francesa, ou seja provavelmente majorie, ou duas raparigas, e uma africana , rande,

o que de alguam forma encaixava no cio da rita no canal dois de que falo, pois depois de gravar reparei que tambem deixaram aqui um caixa de uma gravaçao bna, da entrevista na vox, ou seja apontando para a voz, ou seja o genro, s ob do rino do cavaco silva,