quarta-feira, setembro 23, 2009

No telejornal do canal dois de ontem, de novo a mesma imagem da bestinha ss, do ps, que cobre os ladroes e certamente os industria, aos roubo de propriedade intelectual a favor da pandilha do bando dos socialistas, nomeadamente, do que é actualmente presidente do tribunal de contas, o que confirmava em dia recente, que mesmo tendo uma maioria, o partido socialista, não tinha indireitado o tribunal de contas, o que só tem uma razão, cobrir os roubos dos amigos e beneficiados, como sempre todos uns aos outros se outorgam

No do telejornal do c anal do is de on te made ria, de en ovo, a mesma ima mage made ria da bes t ina ss, do ps, q eu do cobre, pt, os la d ro es e ce rta tam am que mente os industria, aos ro u bo dd e pro p rie dade intel e c tua l a fa ov rat da pan di da ilha do bando dos socialistas, no me ad dam am que foi a primeira a mentir, do q ue é ac tua al mente pr es id dente da en te do t rib un al dec contas, o q ue c on fi mr ava em dia rec en te, q ue me sm o t en do uma maio ria, o po art id o socialista, n cão tinha inde rei t ad o ot rib un al dec contas, o q ue ap ps soto primeiro do c irc uk o da serpente s o te made ria uma r az o a, c ob r iro serpentes dos roubos dos ami gose b ene fi cia ad os, com o se mp re to do s un são serpente de outros se o vaso do tor do torga am, coimbra

Devem então estar assim a pedir uma analise mais pormenorizada, dos símbolos na forma como eu os transcrevo, no arranjinho floral das bandeirinhas por detrás da bestinha do santos silva

D eve em en tao es star as sima ped di rum a ana lise maís por mono r iza ad a, dos s im b olo sn a forma com o eu os t ra sn c rato evo, no do arranjinho flor al da serpentes das bandeirinhas por det ra sd a b es tinha do santos silva

Nas notas gráficas que tomei na primeira vez que emitiram a imagem, ao lado de uma anotação que diz, um aviao ingles, o acordo ontem feito, no kremlin, tenho eu a seguinte historia, um cone de fogo azul com um estrela amarela inclinada, seguida de uma área verde, que é como um desenho de uma racha no solo, bum em madrid, pois de lá partem dois traços que ligam a um circulo vesica, que no conjunto destes dois últimos elementos, descreve um cogumelo atómico, ou seja uma explosão, da cee, uma mage ,mad e ia medeia da rata do ss, santos silva, do bar do ra do ps

Na serpente das notas g raf fi cas q ue tome ina prime ira ave zorro q ue emi tir am a ima mage mao lado de uma do ano taçao q ue di zorro, um ani a o ingles, circulo do acordo on te made ria feito, no k rem lim, t en h o eu a se gui inte hi s tori a, um conde circulo one de f ogo az u l com um da estrela am ar el a inc l ina da, se guida de uma ar rea verde, q ue é com o um de s en homem da ode uma rac homem do ano solo do bum em mad rid, p o is de lá p arte made ria do si t ra sç os q ue liga am a um circulo da vesica, q ue no c on j un t o d este s d o is sul t imo s el em en t os, d es c r v e um co gum do melo ato m nico, o use seja uma e x p lo sao, d a c ee, uma mage ,made ia r ss do bar do ra do ps

Com um buraco e uma cruz, um seja a cruz do bum, do azul da cee

Com um b ur aco e um ac ru zorro, um do seja primeira da cruz do b um, do az u l da do ac do circulo, ee, el le ct rc cio do io, eléctrico, vinte oito

No alinhamento do telejornal, depois vinha qualquer coisa como de canal caveira a aljustrel., em zigue zague do flecha motorista do jerónimo, curiosa linha narrativa, a ressoar na imagem mostrada com hillary

No al in ham en to do tele j on al, d ep o is vinha q ual q eu r c o isa com ode dec c anal al c ave ira da primeira de aljustrel., em z i g ue z a g ue do for mula one le do cha moto rato do ista do j ero do nimo, cu rio sa da linha na r rat iva, a r esso ar na ima mage made ria ms ot ra ad ac om hi ll ary

Masi uma notas de notícias do telejornal e um outro desenho no eixo em baixo, com uma cruz obliqua como a estrela na bandeira, dentro de uma vesica prismática, onde se conta, algarve, falésias, angulo do quadrado inclinado do sete quatro sete, no kapa do ia, set do ste, jornal, do arte do rato do isco, do primeiro do traço ingles do sete quatro sete, ou seja do aviao caido em inglaterra que menciono, fed circulo lima, ass s en ns de loupez, loupe do lopez, lou p e zorro do cardinal arte rata isa, me dida s ava vaso te met ar s ov arte

Ma si uma not as de no tic as do tele jornal e um outro d es en homem on o e x ix o em ba ix o, com uma da cruz ob lic u o ac omo da primeira da estrela na bandeira, d en t ro ode uma ave da isca prismática, onda se c on t a, algarve, f al es ia s, ang u lo do quadrado inc lina ado do sete quatro sete, no kapa do ia, set do ste, jornal, do arte do rato do isco, do primeiro do traço ingles do sete quatro sete, ou seja do aviao caido em inglaterra que menciono, fed circulo lima, ass s en ns de loupez, loupe do lopez, lou p e zorro do cardinal arte rata isa, me dida s ava vaso te met ar s ov arte

Ou seja do traço por debaixo de algarve, do vi da gula da queda das falésias, , com uma outra cruz , desta vez, um x, com um outro buraco, é do no kapa ki da primeira , do sete d arte do rato do isco, referência antiga no livro a um artigo do pedro rolo duarte que remete para o miguel esteves cardoso, numa revista caras, salvo erro, aqui abordado, pelo sinal gráfico que apareceu em diversos eventos, o primeiro do traço ingles do sete quatro sete, cardinal, declina em cardeal, que não será necessariamente de uma igreja forma, e tambem em calçada do cardeal, ou seja de alguém da zona das primeiras instalações a sta apolonia, da latina europa e hoje por uma rapariga italiana numa lambreta a associação se estendeu a rua da junqueira, que me evocou a malandrice nos ctt, com o desvio da correspondência do tribunal de menores, igualmente aqui relatado, e do tal director que de lá sai apressado quando lá foi perguntar do que se passara, no desvio de um aviso de recepção

O use seja do t ra aço por de ba ix ode al g rat ave, do vi da gula da queda das f al es ia s, , com uma outra da dc cruz , de sta ave zorro, do primeiro x, com um outro b ur aco, é do no kapa ki da primeira , do sete d arte do rato do isco, ref fr ren cia ant tiga no l iv ro primeira da a um, art ti g o do pedro rolo duarte q ue reme te para do circulo do miguel esteves cardoso, numa da revista caras, s al vaso do circulo do x, o ero, a qui ab o r dado, p elo sin al g raf fi coc q ue ap ar e c eu em di vaso dos eros dos eventos, o prime iro do t ra aço ingles do primeiro do circulo cortez dol do es do sete q au t ro sete, car dina al, dec lina em car de la, q ue n cão se rá ne c es sari am que mente de uma igreja forma, e eta tam am tambem em calçada do c ard el a, o use seja de al gume da zon ad as pi r me ira sin st al a ç o es a sta apolonia, da la t ina eu ropa e h oje por uma ra p riga it al ian numa lam br eta a as soci aç sao se est en de ua da rua da junqueira, q ue me evo co u o am al lan d rice no serpente dos ctt, com do circulo do desvio da co rr es pond en cia do t rib un al de menores, i g ual mente a qui r el a t ad oe do t al director q ue de l á sa i ep press sado qua ando l á f oi per gun tar do q ue se p a ss sara, no de s vaso do io de um aviso de rec ep da sao

Na segunda vez , ou seja ontem quando passaram o mesmo extracto no mesmo noticiário, numa coluna do meu caderno dividida em tres, partes com um x que separa as primeiras informações, que acabam com substancia radioactiva do imput do mix mistura dor, e sam pero da manuela ferreira do leite, da asfixia democrática, os símbolos assim dizem, angulo da espada com um espeto de frangos, do circulo seis ou laço do quatro do delta das tres laminas inclinado do triângulo do bico de fogo com base , aberto, na terceira caixa da coluna, ferreira do girao vaso do ice do presidente do conselho superior

Na ase da se da g un da ave zorro , o use seja on te made ria qua ando p ass sara aram o me sm o e x t rac to no me sm o not ti cia rio, nu ma co l un ad o m e u cade rato no di vi dida em t rat es, p art es com um x que se do para ás das primeiras in fi o r maço e zorro, q ue aca ab bam com s ub bta tan cia ra di o da activa do im put do mix mu s tura da dor, e s am pero da manu lea da ferreira do leite, da as fi x ia demo c rat tica, os s im b lo s as si made ria di ze made ria do angulo da es pada com um es peto de fr ang o sm, do c irc u lo si ie is o vaso da dol do primeiro aço do laço do quatro do delta das tres la am minas inc l ina ad do dodo t rina gula dez do bico de fogo com base , ab e r to, na terceira, açores, caixa da c ol un a, ferreira do g ira circulo da ova do vaso do ice do pr es s id dente do conselho superior

ressoam estes simbolos na forma como os transcrevi, num alfabeto, africano que ontem pela noite encontrei ao navegar relativo ao rei ibrahim, mas nao sendo o que ele criou necessariamente

rat ess o am est es s im b olo sn a ap da forma, com os t ra ns c rato ps e vi, num alfa beto a fr tic ano q eu on te ,mp el la lan ano da no it te en c on t rei , primeria do circulo on navega rat duplo el la t ivo , primeira do circulo do rei ib br ra hi maior, ma sn cao s en do o q ue el le c rio un ne c es sar ria am que mente
Ecos do telejornal de ontem,

E cos dn no do telejornal de on te made ra,

Na linha da tal rapariga do filme francês, passaram hoje uma peça, no porto, onde se via numa mesa uma rapariga de rabo de cavalo, e um vestido fino, que mimetizara até por esse pormenor, a rapariga do filme francês

Na linha da t al rapariga do filme fr anc es, p ass ar made ra do h oje uma p eça, no porto, onda se via nu ma da mesa, madrid, um ra pa riga gado ad do ra b ode do cavalo, he roi ina, e um v es t id o f ino, que mime t iza aca a té p por esse pro rome en ora ra par riga do fil me fr anc es

Se via o home no palco, com a velha linha do mesmo poema, nao vou , por ai, vou por acolá, ou talvez mesmo por ali, quem sabe fico parado a fazer arzinhos de bebe com trejeitos muitos doces na face, para engatar umas raparigas que depois me pegam fogo à casa, entretanto giro os futebois, queixo-me do outro da outra cor, que não me deixa ir brincar na av dos aliadas, com alhos porros a comemorar as vitorias, e projecto, uma sombra sobre a parede azul tipo croma onde entretenho as massas, que a tv teve o cuidado de enquadrar como a construir esta historia nestes tres planas


Se da via do circulo do home do no do palco, te art o do teatro, com da primeira velha da linha do me sm o poe ema, noa ovo vaso , por rai, v o u por ac olá, o u t alvez me sm o por al i, q eu m s abe fi co p para ad o a f az e r ar z in h os de bebe com t re je it os mui t os doc es na face, para en gat ar uma s das raparigas, q ue d ep o is me pe g uam f ogo à casa, en t r eta anto g iro dos giros, heli,. os dos futebois, q eu ix o do traço cod a inglesa me do outro da outra cor, q ue n cão me de ix a i r b r inca rna av dos aliadas, com dos alhos porros, s j cao, a com emo mora ar as vi tori as, e por je c to, uma s om br a s ob rea pa ed e a az u l t ipo c roma onda en t r e t en h o as das massas, q ue a tv t eve o cu id dado de enqua d ra rc omo a co sn t rui r e sta hi s tori a nest es t r es pal noa serpentes

Sendo o terceiro, uma rapagão que subia ao palco a receber um trofeu, abanando de um lado para o outro, como sugerindo um badalo, de uma vaquinhas, pressupõem-se ou quem sabe mesmo um pêndulo a ressoar em letrados teórico franceses sobre a liberdade e as prisões

S en do o ter ce iro, uma ra pa g a o q ue s ub bia ia a o pal coa rec e be rum t rof eu, ab ban fernando de um l ad o para do circulo do outro, com o s u ge r i dn do um b ad alo, de uma ava q u i h as, pr es s up poe oe en do traço da inglesa se, o u q eu m s abe me sm o um pen dulo a r ess o ar em letra ado s teo r is o fr anc es e ss ob rea liber dade e ás das pr is o es

Somando esta imagem em tres actos com a di filme, dos martelos pneumáticos, à imagem do que aqui fizeram durante obras que nunca mais acabaram , e estando estabelecido um relaçao nortenha via o rapaz dos carros, e dos futebois, penso então que a bela rapariga de rabo de cavalo, que estaria numa mesa, com o seu namorado, terao um terceiro, amigo, quem sabe o tal, e terao feito assim uma espécie de trio de ataque

S oma ando e sta ima mage maderia em t r es acto s c om a di fil med os dos martelos p ene uma tico s, à ima mage made ria do q ue a qui, fi ze ram duran te ob ra s q ue n unc a mai aca abram , e est ando e ste be le c id o um da relaçao nortenha, via o ra p az dos car rose dos futebois, p en so en tao q ue a b el a ra pro a gado do rabo de dec do ava alo primeiro do circulo de dezembro, q ue est aria numa da mesa, com o s eu na mora ad o, terao um ter rc eu rio, ani g o c eu m s abe o t al, e terao feito ass im uma es pe cie de t rio de ataque, ou seja ainda relacionado com os bandidos do trio de ataque, o us e j a a inda el ac cio na ad o com os bandidos do trio de ataque


De qualquer forma, visto a tv ter assim contado, saberão restante linha,

De q ual q e ur da rf forma, vi s to a tv teresa as si m c on t ad o, s abe ra o ar es t ante da linha,

.....


sobre cavalos e póneis, desenrolam os rapazes da tv aqui com o outro lado do atlântico uma extensa linha sobre esta matéria, cuja ultima imagem aqui convocada fora a leitura ultima sobre o cavalo de pau que eu aqui em casa tenho

s ob vaso re c ava lo se p one is, d es en rola lam am os rapazes da tva, da prime ria do qui aqui, com o outro do rol ado do atlântico, bpa, tambem, uma e x t en sa linha s ob re e sta mat té ria, cu j a u l t ima ima mage maqui c on vo c ad a for a a lei tura u l t ima s ob reo do c ava alo dez de p au q ue eu a qui em c asa t en h o

atlântico, ressoa tambem numa musica dos radar kadafi já aqui abordada, chamada salvo erro, dias atlânticos

at lan tico, r ess o a t am tambem nu ma mu sic ad os ra d r k ad a fi j á a qq u i ab o r dada, c ham ad a s al v o e r ro dos dias at lan ti co s

ora se bem me recordo, a coisa começara numa peça sobre escolas infantis, onde numa se via os meninos brincando com póneis de plástico, e uma outra escola em belas, sempre belas, onde os póneis são a sério, e sendo que mesmo aí em gentes com posses, segundo diziam as chamadas actividades extra curriculares, tinham diminuído de frequência, bem como outros indicadores, meio gás nos transportes e tambem nos almoços, o demonstravam

ora se b em me record o, a co isa com eça ra numa p eça s ob re escolas infantis, onda nu ma se da via os dos meninos, br inca can do com p one is de pa s l tico, e uma outra es c ola em belas, se mp r e b el as, onda os p one is são a sé rio, e s en doque me sm o aí em g en t es com p os s es, se h gun do di z iam as c ham ad as ac ti vi dad es extra cu r ric cu l ares, tinham do ham da manha, di minu id o de fr e q u en cia, b em com o outros indica dor es, me io gás nós dos transportes, t ra sn port es e t eta tam am tambem nós al moços, o demo sn t rav am

ontem no final do telejornal do canal dois, na tal agenda, dos subtis alinhamentos, que sempre fazem, com base nas tres selecções que escolhem, das mil diárias de oferta cultural neste país, uma banda com um bela rapariga, falava de póneis, associado a isto, uma outra linha de cio, em ingles, no genero, o meu ponei pensa demais, dirá provavelmente o burro, não interessado em que ele pense o que pode pensar

on te mno fina al do tele e do jornal do c anal do is, na t al a g en dado s s ub t is dos alinhamentos, q ue se mp ref az em, com base, he roi ina, na s t r es sele ç o es q ue es c ol h em, da s mi l dia ria s d e o f e rta cu l tura ural nest do país, tvi, uma banda com um b el a ra pa riga, f ala ava de p one is, as soc iad o a is to, uma outra da linha dec cio io, em ingles, no g ene ero, om eu p one i p en s a de maís, di rá pro ova ave lem n teo do burro, n cão inter do es sado em quadrado da ue el e ep da p en se o quadrado da ue do pode do pen serpente da ar

depois a coisa salta na relaçao com o outro lado do atlântico, num episódio que obviamente terá sido filmado à algum tempo atras, ou seja , tudo parece indicar que o restante se estrutura a partir deste núcleo que o antecede em termos da linha sequencial do tempo, a que os burros e certamente o s póneis chamarão de dias, e sendo que a origem da serie é externa ao país

d ep o isa co isa s al ra ana rana da relaçao, com do outro do rol ado do atlântico, nu primeiro e ps o di do io q ue ob via am que mente, te rá s id o fil mad o à al gum te mp o at ra s, o use seja , tu dop par ar te ce indica r q ue o r es t ante se es t ru tura a p art tir d este nuc leo q ue o ante ce de em te rm os da linha sec un cia al do t e mp o, a q ue os b ur rose ce rta tam am que mente o s p one is ca ham arao do dias, e s en do que a o rig em da se rie é e x te rna a o pá is

atao, como diria em português do norte, em vez de então, o mentalista, é um anglo saxonico, com conhecimento de hipnose, tipo consultor da policia, imagine-se lá de quem, da teresa de lisboa, sem o ser, como sempre tem o cuidado de dizer, para tambem melhor manobrar os que interroga, com uso nestas técnicas e outras de indução, e armadilhas, varias, certamente enquadráveis nas normas de todos os processos de investigação das polícias,

a tao, com omo di ria em portu g u es don orte, em v e z de en tao, o men t al ista, é um anglo s ax oni nico, com c on he cie mn to de h ip do hipo do nose, f ar a jed jet dor, t ip o c on sul tor da plica, oo vaso do seja pal av ra que pa rece indica car , égua e c ava lei ra eua, imagine do traço da inglesa se l á de que made ria da teresa de lisboa, ou da teresa em lisboa, s emo ser, com o se mp re t emo cu dia ad ode di ze r, para rat tam am tambem mel hor mano br ar os q ue inter ro g ac om us o n e s t as tec nica se de outras de indu sao, e ar mad da di das ilhas, vaso das arias, ce rta tam am que mente, enqua do quadrado da rave si na serpente norma, gb, sd e todos os pro roc esso s d e in vaso da es tiga sao das pol i cas,

como eu sou consultor do mundo e do Amor, e nao sou pago pelas consultas, nem em beijinhos, snif, snif, e tambem mandei em tempos a mc cann dat uma volta o bilhar grande, e não escrevo guiões para nenhuma produtora do mundo, nem policia sou, sintetizando, o episódio de ontem, onde a teresa de lisboa, recebe, ou recebeu um ponei, pelo aniversário, que se pressupõem ser para o filho montar, e tambem imagem de outro genero de montarias, como se desvela da faca nas linhas, a historia, era de uma rapariga que matara o namorado , ambos num programa de protecção de testemunhas por terem testemunhado , imagine-la contra um chefe da mafia italo americana

com o eu s o u c on sul tor do m un d oe do Amor, e naso são pago p el as c on sul t as, ne me em bei jin em j s do ninho do pinho dos lençóis em junho, , sn i f, snif, e eta tam am tambem, man de i em te mp os a mca can de muitas dat , um av o l tao bil h ar g rande, e n cão es c r evo gui o e s para ne h uma por du tora do mundo, ne m p o li cia s o u, sin te t iza z ando, o e pi do sodio, lagrimas , pro da ova da ave do primeiro que mente, das la grim as das africanas, de on te m onda da primeira da teresa de lis boa, rec e be, o u rec e b eu um p one ip elo ani ver sário, q ue se pr ess e p u oe m ser para do circulo do fil h do circulo do montar, e eta tam am tambem ima mage made r4 ia de outro e g en rode das montarias, com o se d es vela da f aca nas linhas, a hi s tori a, era de uma ra pa riga q ue ma tara o n am o ra do , am bo snu prime rio pro g rama de por tec cortez sao de t es te m unhas por te rem t es te mun h ad o , imagine do traço ingles de la, c on t ra um c h efe da ma fia it alo am eric cna

lagrimas africanas que agora qui aparece, fez-me recordar as imagens do telejornal da véspera com o eduardo dos santos, com face de pesar e de perca, que não mencionei no vídeo, mas que senti de alguma forma estarem relacionadas com a linha de eventos que a palavra descrevera imediatamente antes e no próprio vídeo, quando declinara a grande e a francesa, que me aparecia de ser levado , ou declinado em sentido literal

lagrimas, tambem judice, coimbra, quinta, imagem de dakar, a fr i canas q ue agora qui ap ar rece, fez do traço do ingles me record ar as ima g en do tele jornal da ave do vaso da es pera com do circulo do eduardo dos santos, com da face de pesa rede da perca, pe rca, q ue n cão men cio ne i no v id e oma s q ue s en t id e al gum a forma est ar rem r e l ac cio n ada s com da primeira da linha de eve en t os q ue a pal av ra d es c r eve vera im e di a tamen que mente, ant es e no pro p rio v id e o, qua ando dec lina ra a g rande e a fr anc es a, q ue me ap rec ceia ia de ser l eva ad o , o u dec lina ad o em s en t id o lite r a l

somo isto dos póneis, em que o tal consultor depois de usar as suas habilidades, festejava tambem com a teresa de lisboa, masi um caso fechado , a ecoar nos que fechei pela palavra nos vídeos últimos, mais uma tentativa de transferência e vampirismo, numa linha aqui contada com ela de botas, muito estranha, e tambem pelo facto de que sei vagamente, na quase nenhuma informação que trago sobre o meu filho, que ela trás algumas relaçao com algum do hipódromo de campo grande, onde meu filho, esteve, e que portanto deverá ser alguém de belas, me recordo curiosamente da primeira vez que levamos o francisco em muito pequenino à feira popular, recentemente aqui tambem convocada, que o pus em cima de uns póneis que lá estavam e de ele não ter achado assim muita piada, e ainda uma linha da minha infância, que se cruza com a zezinha, ex cds agora do psd, quem diria

s omo is to dos p oni s, em q ue o t al c on sul o t r d ep o is de s u ar as sa us h abi li dad es, f es te java tam am tambem com da primeira da teresa de lisboa, ma si um caso f e cha ado , a e coa r nós q ue fec he i p el a pal av ra nos v id e o s ul t imos, mais uma t en tat iva de t ra sn feren cia e vam piros is mo, numa da linha a qui c on t ad a c om el ad e botas, militar, mui to est ra anha, e eta tam am tambem p elo f ac to de q ue se i vaga am que mente, na qa use n en h uma in fo i r maçao q ue t rago s ob reo me u fi l h o, q ue el a t ra s al gum as da relaçao, com al gume do hipo d rom o de c am po g rande, onda me u fil h o, es teve, e q ue porta anto d eve rá ser al gue made ria de belas, me record o cu rio sam am que mente da primeira vez q ue l eva am os o fr anc isco em mui to pe q u e nino à fe ira pop u l ar, rec en te m net a qui t am tambem c on vo c ad a, q ue do circulo do pus em c ima de uns p one is q ue l ´ + a est ava vam am e de el e n cão teresa ac h ad o as si m mui t a pi ad a e a inda uma da linha da min h a in fan cia, q ue se c ru uza com da primeira da zezinha, e x cds di agora do psd, quem diria

um quadro da paula rego e a historia que ela contara tambem em programa recente, o ultimo da câmara clara, de uma rapariga com uma bota, deixou-me a sugestão de uma historia de um aborto forçado por um pai militar

um quadro da p aula rego e a hi s tori a q ue el a c on tara tam am tambem em pro g rama rec en te, o u t l imo da cam a ra clara, de uma ra pa riga com uma bota, de ix o u do traço da inglesa me a s u g es tao de uma his tori a de um aborto for cortez ad do circulo do por de um pai mili tar