sexta-feira, setembro 25, 2009

Na sua ausência senhora amada, acho que vou dedicar uma bomba final ao mundo, como um doce e quente beijo, em teus lábios

Na s ua a use en cia s en hora am ad a, ac h o que v oi de di car uma b o mba f ina la o mundo, como um doce e q u en te bei j o, em te us l á biso

Aqui sonhando por ti, olho pela penumbra a janela em frente, fumando um cigarro, de repente a rapariga que podia ser tu aparece tambem na penumbra fumando um outro, nos quedamos na escuridão fumando, figuras imóveis que se olham, , só se vê, as brasas dos cigarros como tições, pelo pensamento então te escuto, em ironia suave e fina, que coisa esta, de estar-mos para aqui a olhar um para o outro a falar em silencio, só a tosse que trás e que eu oiço por um instante, interrompe por un instante o momento como lhe dando uma cor corpórea

A qui s on h ando por ti, o l h opel a p en un m b ra a jane la em fr en te, f um man do um cig aro, de r ep en te a ra pa riga q e po di a s er t u, ap a rece e eta tam am tambem na p en um br a f un ando de um outro, no s q eu dam os na es cu rid dao f um ando, figu ra s imo ove is, s ó s eve, às das br asas dos cig ar ro ds como tiç o es, p elo pen sam en to en tao te es cu to, em iron ia s ua ave e fina, q ue co isa est ad e es star do traço ingles mos para a qui a o l h ar, um para o outro a f ala r em s il en cio, , s ó a t os sec ue t rá sec do quadrado da ue e vaso do oi lo por um in s rta ante, inter rope a omo men to a p ua asa do pen sam men to

Divertido o amor em tua ausência

Di ve rt id oo amo mor rem do tua, uu, asu en cia

No final da rua um pequeno bistrot assim meio ar francês, já a noite se tinha posto, agradável o ambiente por dentro assim em meias luzes, que menos dao a ver aos meus olhos cansados na ausência dos teus

No fina a l da rua um pe q eu no bi s t rot as si m me io ar fr anc es, já ano oi it e se tinha ps oto, a g ra d ave primeiro kapa do circulo do ambiente, por d en t ro as si m em me ia s l uz es, q ue m en os dao ave vera os meus olhos, can sado s na asu a en cia do s te us

Do outro lado do passeio, assim uma coisa nova, tipo estilosa, de fast food, com um belo dizer nos vidros, que espelhava a tua voa, que eu por cima ou por baixo da legenda, ouvia, came, sweet, era doce, terrivelmente doce a voz que ouvira ali ao momento lá dentro da grande superfície de luzes clinicas, dois rapazes cada um afastado do outro comiam em suas solidoes masi ou menos disfarçadas, um qualquer poster gigante, entre o pontilhismo e andy arwhol, creio que figurava amalia, a comida, devia ser do oriente

Do o u t rol lado do pa ss sei do io, as si m uma co isa nova, fac, t ip o est ilo sade fast f oo d, f do io da ford da foz , do porto, fodo o f o ll, , com um b elo di ze r nos v id ro os, q ue es p el h ava a tua v o a, q ue eu por c ima o u por ba ix o da le gen da, o uv ia, cam e, sw e tt, e ra do ce, terri v el mente do ce da primeira da radio, voz , q ue o uv ira al ia o meo maior da puta do neto, psd, l á d en t ro ana g rande s eu pe ri c e ie, do is r ap az es c ad a um a f as t ado do outro co mi am em s u as sol id o es ma si o um en is di s fr aça ad as, um q u q al q eu r p os ter giga dan gan te, en t reo ponti l h is mo e andy ar w h ol, c rei o q ue figu r ava am al ia, a com id a, d e v ia ser do oriente

O ingles é uma lingua curiosa, como todas, melhor sempre a tua húmida, a lamber-me em beijos, malandra lingua , invite me out, convida-me para sair, não amada, convida-te era para entrares

O ingles do primeiro espanhol do io, é uma do prime rio ingles da ua cu rio sa, como td o as, mel hor se mp rea tua h um id a, a lam amber do traço da inglesa me em bei j os, m al lan d ra l in g ua , in vite me da out, c on v id a do traço da inglesa mg me para s air, n cão a ham ad a, c on v id a do traço da inglesa lea te era para en t rat ares

Depois , dizia-te , sabes, acho que perdi a chave, a rapariga podia se sentir com falta de ar, quem sabe, mesmo com negros pensamentos de abusos esclavagistas, e até poderia pensar em saltar mesmo pela janela,

D ep o is , di z ia do traço da inglesa lea te , s ab es ac h o q ue per di ac h ave, a ra pa riga s en tir ia do traço da inglesa se com f al t ad e ar, q u em s abe com negros pen sam en t os de ab usa são os esclavagistas, e a té po r de ia s al t ra me sm o p el a jane la,

Assim digo-te em português, queres sair comigo, viajar pela galáxia, eu sei lá, contar estrelas, dou-te um beijo por cada uma

As si m dig o do traço da inglesa te em portu g u es, q eu r es s air co mig o, via j ar p el a gala x ia, e use i p rie e m rio á, c on tar est r el as, do u do traço da inglesa te um bei j o por c ad a uma

O espirito esclarecia depois no silencio da escuta, estavam a ver se apanhavas uma piela e se fazia uma cena, eu actor...?

O es pi rito es clare cia d ep o is no silencio da es cu t a, est ava vam am primeira ave rato da se ap anha ava s uma pie la e se f az ia uma c ana, eu ac tor dos tres violinos da foice, provavelmente andara junta com um martelo, e certamente pelo menos uma estrela

D os t r es viol ino s d a f o ice, por v ave lem net a bd ara j un t ac om um martelo, e ce rta e mn te p elo men is uma est rata ala

No supermercado, uma rapariga me dava um rebuçado em silencio pelos seus gestos, me disse que o tal anel, que masi parece pela dimensao, a anilha de uma grande pomba, assim do tamanho de um gato, pertencia aos meninos da disney, da rua da patrocínio

No super mer cado, uma rapariga me d ava um r e b u ç ado em silencio p elo ss eu s g est os, me di s sec ue o ota al ane l,q ue ema si pa rece p el primeira da dimensao, a ani da ilha de uma g rande pomba, as s i made ria do t am anho de um gato, per t en cia a os meninos da di sn e y, da rua da pa t roc cin do io

De manha cedo voltando com as vieiras, a conversa tinha sido surrealista, é um e dez, não é um e nove, uma outra menina, quero dezassete, o numero das velas , no jornal dos bandidos da véspera, uma juíza da casa dos estudos judiciários, ou coisa assim, recebia, uma carta na mao meia caída, e sua face era de tristeza, dizia que se ia embora ou algo assim, parecia a carta do quadro da cml e da queda da ponte, subindo a rua, uma outra menina, parecida com ela, ali está na rua passeando cao da charlize, que fazia um enorme chichi no circulo das pedras da arvore

De manha ac da sed ovo l t and com as v ie i rn h as, a c on versa tinha s id o s ur rea l ista, é um e dez, n cão é um e n ove, uma outra menina, q u ero dez as te, o n um ero das v el as , no do jornal dos bandidos da v es pera, uma ju iza da casa dos est u do s ju di coa rio s, o u co isa as si m, rec e bia, uma ca rta na mao am e ia ca id a, e s ua f ac e era de t r is te za, di z ia q ue se ia em bora o ual goa ss im, pa rec ia a ca rta doc ua dr o da cm leda queda da ponte, s ub indo a rua, uma outra menina, par e cia ad a com el a, al i est ana acento na rua p ass sea ando cao da c h ar lize, q ue f az ia um en o r me c hi chi no do circulo das ped ra ass da arvore

O cio vinha num pássaro mudo que riscava o ceu e desenhara , primeiro tres rates como explosões de pequeno jacto de combate ao aterrar, depois me dissera, pelo silencio da luz, coisas extraordinárias, um mês sem o marido e sem os filhos, eu me perturbava por dentro, no que não escutara

O cio ov da vinha nu m p ass aro mudo q ue r isca ava o c eu e d es en n hara , prime iro t r es rat es com o e x p lo s o es de p e q u en o jact ode do com bate a o a te rr ar, d ep o is me di ss e ra, p elo si len ci a da luz, co ia s e x t ra o r dina ria s, um m ê ss emo mar id o e s emo s fil h os, eu me per rt u rba ava por d en t ro, n o q ue n cão es cu da tara

Talvez pela segunda vez te ouvi relembrar, da noite de um tempestade ventosa e de chuva , e de um carro antigo e charmoso que me saiu pro altura do braço de prata , ouvia-te dizer, ou alguém assim lançava isco e anzol, quanto te vi a primeira vês e ainda nao te conhecia e ti vi sair contra o vento, não penses que o conseguisses, mas será que me conheces agora

T alvez p el a se gun da ave z te o uv i re lem br ar, d a no it e de um te mp est ad e v en tosa e dec homem da uva , mulher do durao, e de um carro anti goe ca h r moso q ue me sa i u pro da al tura do braço de prata , o uv ia do traço da inglesa te di ze ero u al gume, as si m lan ç ava is c oe a n z i l , q ua anto te vi a prime ira v es e a inda na it e c on he cia e ti vi s air c on t ra ov do vento dao vaso en t o, n cão pen si es q ue o co nse gui iss es, mas se rá que me c ine z es chineses do agora


Beu, beu, beu,

B eu, be ub europeu

Tu chegarás, amada ?


A fé sempre me diz para ter fé, mas a fé não trás os teus lábios almofadados

A fé se mp reme di zorro para teresa forte, kapa é, masa f e primeira da ap do ps do tolo d falo do duplo circulo, ser pr rn te n cão cruz ra serpente do os te us primeiro da primeira do b is o al m o fada dos dados