domingo, setembro 27, 2009

Este domingo depois de publicar o ultimo texto à data, sai para ir aos olivais jantar com meus pais, logo duas gaivotas elevados no ceu, me seguiram por un instante alertando a sua presença por alguns piares,

Este do min gi d e posi de pub li c aro u l t imo te x to à data, sa ip para ira os o l iva i j antra, taxi, porto, com m j u es pi as, logo f u as gai v ota s el eva dao s no c eu, me se g u iram por un is n t ante ak le r t en ad o a s ua pr es ença por al g u ns p ua es,

O dia se pondo, eu chegando a estação de caminhos de ferro de alcantara mar, no ceu ainda azul, no eixo do museus do oriente uma única nuvem desenhava com clareza a montanha, que acabara de espelhar em palavra no texto anterior

O dia se de pond e, eu che gan do a est ac sao de ca minho serpentes do ferro, do ps, de al can tara do mar, no c eu a inda a z u l, no e ix o do m u se us do o r i rb te uma un cia nuvem de s en h ava com clare za am on t anha, q ue ca bar ad e es p el homem da ar em pal av ra no te x to ante iro rato

A lua em metade, à minha direita vertical ainda naquele seu ponto da rotação conjunta com a terra, a sua esquerda duas estrelas brilhantes, desenhavam com a cabeça da lua, um angulo mais ou menos de trinta e cinco graus, desenhavam com a lua, um perfeito delta, e uma pena de badmiton, como se estivesse ni ceu ditada, vindo de alguém que com a raquete a jogara da montanha

A lua em met ad e, à min h a direita ver tica al, a inda naquele s eu p on to da rota sao c on junta com a teresa rata ram, a s ua es e urda du as est r el as br ilha ant es, d es en h ava vam am c om a cab el a da cabala da lua, um a g u lo maís o um en os de t rin t a e c inc o g ra us, d es en h ava vam am com da primeira al lua, um per rf fit o delta, e uma pe bna de bad ad mit tom, com o se est iv esse ni c eu dita da, vaso indo de al gume q ue com a rac eu te primeira do jo, dojo, da gara da montanha

Um confronto

De repente um único raio se desenhou sobre o lado esquerdo da montanha, um raio em arco, como uma pestana, sem nenhum som, olhei no eixo vertical do ponto onde a visão mo mostrara, e li na fachada lateral do museus ti, me l ess, assim esta a palavra quebrada disposta na vertical, o time da me primeiro do mel do esse do es serpente, mais claro não podia estar, mas a magia não ficara por ali para meu sempre eterno espanto

De r e p en te um, único rai o se d es en h o u s ob reo lado, es q ue rod da montanha, um rai o em arco, madrid, feira das artes, com o uma do pestana, se m n en h um s om, o l h e ino e ix ove erica l do p on to onda da primeira vi isa sao mo mos t r ar a, e lina faca h ad a la te r aldo dos museus ti, me l ess, assim esta a pal av ra da c quebrada di sp ota na ave r t i c a l, o time da me primeiro do mel do esse do es serpente, mais c al ra o n cão pod ia es star, masa magia n cão fic ara por al ip para me u se mp re est reno es pan to

Pois a estrela que estava mais elevada, se começou a mover em grande velocidade descendo no ceu, até desaparecer na linha do horizonte do que eu dali via, ou seja , por detrás dos telhados dos armazéns brancos,

P o isa da estrela, bairro, q ue es tva maís el eva ad a, se com e ç o ua mo ov e rem g rande velo da radio da cidade, d es c en do n o c eu, a té de sapa recer na linha do h o rio z n te d o q ue eu da dali via, o use seja , por det ra sd os tel h ad os dos arma az es br anc os, ou seja , mais um divida paga

No redor li então, o grupo das meninas de cascais, ass no ponto preciso do mês, um grandíssimo, grupo, ou seja muitas, quase meia centena, quem diria

No red o rato do aro do li en tao, o g rup o das me nina s de cas cais, ass no dop di do ponto pr e ciso dom ê s, um g rande ssimo, g rup o, o use seja mui t as, q ua ase meia c en t en a, q eu madeira da di da ria, montanha, coimbra ram am, aveiro, foram as refer en cia s d o u l t imo texto , com que al g eu m ando u a br inca r com o se d es vela p e la ima ge m em es p el ho, natal

Depois no restaurante chines, a coisa, falava ainda de um outro aspecto do mesmo aspecto, da montanha, e das montanhas no ceu, a imagem daquelas que estão na terra, e do delta do tridente, que se falava então da rede do ural, ou seja das montanhas do ural, e duas proveniências ali se desvelaram , primeiro mongolia, depois tibete, o que deverá ser a amais certa

D ep o is no do restaurante chines, aco isa, f al ava inda de um outro, a sp e c t o do me sm o as pe ct o, da montanha, ed as montanhas no c eu, a em megam, da q u el as q ue es tao na terra, do delta do t rid dente en te, c ue sef al ava en tao da red e do t ra l, o use seja das montanhas do ur al, e du as por v eni n en cia s ali se d es vela ram , pr ie mr io mon do goli, a primeira , e d ep o is ti bete, o q ue d eve rá ser a am maís ce rta, a maís certa, ou sej parece estar certa

Me convidava alguém depois de me desvelar um pormenor relativo ao passe dos dentes, vamos play nasty, tentador, sobretudo à ausência de resposta destas bestas todas ao roubo de meu filho e de meus direitos de cidadania, queres cinquenta mulheres de cascais, certamente que os homens que as amarão, preferirão ir em seu lugar

Mec on v id ava al g eu made ria d ep o is de me d es vela ar rum por men o rato, ps, r el at ivo ao p asse do os dentes, v am amos da p la y nasty, t en t ad dor, s ob br e tudo à a ise en cia der es posta de sta s bestas todas da primeira do circulo do roubo de meu filho e de meus direitos de cida dani a, q ue rato es cin q u en ta mul her es dec as cais, ce rta tam am que mente, q ue os h om e n s q ue as mar cao, pr efe r irao oi rem s ue lu gata da ar

De facto a minha paciência anda pelos limites,... explorai-a que talvez tenhais uma boa colheita

De f ac to a min h a p ac cie en cia anda p el os li mit es, tres viol prime rio do ino nose, e xp lo rai do traço ingles da primeira , q ue t alvez t en he is uma boa co l he it a
continua....

e ainda uma outra montanha , um outro perfume de montanha se emana deste elemento desta imagem, se bem que não pelas formas, mas que el leva a uma outra que trás um preciso significado, como um triângulo de fogo de vulcões, um vulcão, no japao, fujihama, e neves, alvo, fuji, homem ham am da primeira, e uma imagem de um outro anuncio recentemente aqui entrara de um japonês com um câmara tubular invertida de alta definição, que remeteu para a imagem das torres,

e a inda uma outra da montanha, do grupo do velho da montanha, tomas mor re, e ainda de uma ordem de porto ti gal, relacionada, com um homem do ps, port sn to a hera ança dos bandidos ps, e n cão s ó, um outro per rf um med e montanha se em ana d este elemento, de sta ima ge m, se b em q ue n cão pe l as formas, masque el l eva a uma outra q ue t ra s um pre ciso sig nu f u cd o, com o um t rian gula dez de fogo devo vaso lo es, um v u primeiro da cç sao, no do japao, fuji ham a, en eve es, alvo, f u ji, homem ham am da primeira, e uma ima ge made ria de um outro anu un cio rec en te mn te a qui en t rato ps ra de um j ap one z com um ca mara tubular invertida de alta e fi ni sao, q ue reme te u para a ima ge made ria das torres,

no segundo plano do quadro temos no mesmo horizonte uma montanha com uma cidade fortificada de ar antigo, e em su frente dois piscos de montanha, como a falésia que caiu no algarve em dia recente, e que as bestas para aquilo olhando, vieram dizer depois da peritagem que mai uma vez forma os elementos, como em entre rios, e que o estado trás responsabilidade sobre falta de sinalização, vamos a ver quanto anos e que valores pelas vidas que ali se foram, sua putas que se dizem da lei

no da se gun do p lan ano do quadro, oitenta e sete, primeiro de sessenta e oito, maio, do caralho do maio, t emo s no me sm o horizonte de uma da montanha com uma da cidade, radio, f orti fi c ad a de ar anti goe em su fr en te do is piscos de min t anha, com o a f al es ia q ue ca i un o al grave em dia rec en te, e q ue as bestas para a q u i lo ol h ando, v ire ram di ze r dd ep o is da peri tage m que mai uma ave zorro da forma os elementos, com o em entre rios, e q ue o est ad dt ra s r es peon s a bil d iade s ob re f al a td e sin al iza sao, v am os ave r q ua anto ano sec eu dos valores, p elo as v id as q ue al ise do foram, s ua put as q ue se di ze made ria da lei

duas montanhas antropormofizadas, sendo visível na da esquerda, uma face de um velho rei, de oitenta e sete ,presume-se, visto a faca da entrelinhas o ter já desvelado, é por detrás dele, que se ve a faca inclinada do raio que se dissolve antes de chegar à bruma,

dao montanhas ant tor mor rf fi iza zad as, s en do v isi v el na da esquerda, uma face de um velho rei, de oi t en ta e do sete, pr ess um me do traço da inglesa se, v is to primeira faca da entrelinhas o teresa j á de sw vela lado, é por det ra s dele, q ue se eve a faca inc lia anda do rai o q ue se di s solve ant es dec he gara da primeira bruma

nesta manha em que alguns vao votar para endossar poder a todos os bandidos a troco de migalhas, que cada vez menores serão face a diversa e grande, e crescente fome, a manha nasceu em lisboa tambem meio enovoada, oriana, vinha a entrar no porto, deslizando suavemente sobre as aguas, no jardim, um bando enorme de pombas, que voou por cima de mim, em semi circulo a me saudar, no silencio da rua, o som do grupo das asas, se ouve em forma incrível em sua definição, a leitura do espirito me falou do dia da crucificação, oitenta e um, talvez o numero de pombas que por ali estavam figurando, ao sair, ao ped da porta, o que se foi sem votos, simbólica primeira vitima da gripe dos porcos, sem mesmo outras complicações correlativas de saúde, como frisara a noticia, em seu cuidado, dois sacos, um dentro de outro, vermelho e negro onde os dois símbolos, falam de mandalas nucleares, ou processos de cisão, e duas sandálias tipo romanas , quase sem uso, um libélula, apareceu por ali, simbolizando um helicóptero, e uma pomba riscou o ceu em direcção aos pinheiros abetos do cemitério, estava parte dito, o dinheiro, um envelope que prefigurava o dinheiro, uma vareta negra inclinada entre de dois circulos de prata no banco de trás de um audi, um peixinho laranja e negro e branco da pixar, um colchão marca marciano de es puma, club de golfe certamente de diversos puts, como o cinzeiro que puta do socrates, mostrara na encenação do jornal dos bandidos, a ultima aqui comentada, meias de crianças varias por estrear, com fibras usa, e uma factura com um nome sugestivo e claro , de um qualquer que ao que parece habitaria ou habitava o quarto andar esquerdo, antonio plácido de abreu orozco paneiro

nest a manha em q ue al g u ns vao, ps, v ota ar para en do ss ar pod der a todos os bandidos, a t roco de mig alha s, q ue c ada ave z me en o r es se ra o face a di versa e g rande, e crescente fom e, primeira da am da manha na sc eu em lis sb boa t am tambem me io en ova ada, o riana, vinha a en t r ar no do porto, d es liza ando s u ave mente s ob rea s aguas do no jardim, um bando en o r me de p om ba s, q ue v oo u por c ima de mim, em s emi circulo a me s au d ar, no silencio da rua, o s om do g rupo das asas, se o uv e em forma inc r iv el em s ua d efe ni sao, a lei tura do es pi rito me falo u do dia da c ru xi fi caçao, oitenta e um, t alvez o nu mer do ero de pombas q ue por al i est ava vam figi ra ando, ao s air, ao ped da porta, o q ue sef oi s em v oto s, si m bo lica prime ira vi tim a da gripe dos porcos, se m me sm o outras co ml i caçoes co rr e la t iva sd e s au de, cm o fr isa sara primeira do ana ano do not ti cia, em s eu cu id ado , do is dos sacos, um d en t rode de outro, ve e rm le h oe en negro onda os do is se em bolos, fala lam de mandalas nuc lea ares, ou por rc ess os de c isa oe du as sand dalia s t ip o romanas , q us se se m us o, um libe lula, ap ar e c eu por ali, si m b l iza ando um heli cop t ero, e uma pomba risco u o c eu em di re sao as o a pinheiros ab teo sd o c emi te ria, est ava p arte do dito, o din he iro, um en v e lope q ue pr fig rava o dimen h iro, uma v ar eta negra d en t ro de c o di circulo de sp rata, um poe sin h o lata n j a en e g ro e branco da pixar, um co l cha o m arca mar cio no de es puma, c l ub s de golfe ce rate mn te de di v eros p u ts, com oo cinzeiro q ue da puta do socrates, mos t r ar ana en cena ac são es do jornal dos bandidos, a u l t ima a qui com en t ada, maís de c rin ç as v arias por est rea ar, com fi bras usa, e uma f ac tura com um no me s u g est ivo e c al ro , de um q ual q eu r q ue a o q ue pa rece h abit aria ou h ab it ava o quarto andar esquerdo, antonio p la acido de ab ru circulo do ro z co p ane iro

me disse o espirito ser o zagal da serpente em noventa e oito, o que se foi com a gripe dos porcos

curioso nome, que ecoa em plácido , domingos, da opera, ou em italia, visto se ter formado quase na faca abruzzo, abreu o que caiu no helicóptero no norte, ou seja, o can tor do abreu, o roz co, do p ane do rio, do en gui, primeira da rua do borja, ou seja do princípio da rua , ou seja da patrícia, ou do mini, com talão de pagamento, g en de noventa e nove, ou setembro de noventa e oito, expo, circulo cinquenta e seis, ou estrela seiscentos e um, jean s trinta e dois trinta e e seis da bica, e almeida, lda do raro do cardeal mer cie rato, do vinte um , das laranjinhas, vinte e oito do bar do ra do sete de dois mil e oito, onze euros , noventa tres, grau, oto

c ur io so no mec ue e coa em p l acido , domingos, dao pera, o ue m it al ia, vi s to ze ter rf for mad o q u ase na faca ab ur ru z zo, abreu o q ue ca iu no heli cop e t ero no norte, o use seja, o can tor do abreu, o r oz co, do p ane do rio, do en gui, prime ira da rua do borja, o use seja do pric ni p io da rua , o use seja da pat ric a, o u do mini, com t al sao de pa gam en to, g en de noventa e nove, ou setembro de noventa e oito, e xp o, circulo cinquenta e seis, ou estrela se is c en ts e um, jean s trinta e dois trinta e e seis da bica, e al m i d a, lda do raro do cardeal mer cie rato, do vinte um , das lara ni j un unhas, vinte e oito do bar do ra do sete de dois mil e oito, onze euros , noventa tres, grau, oto

ainda sobre o quadro do mestre lima de freitas, em primeiro plano se ve uma arvore com tronco duplo cheia de raízes intrincadas que parece ser quase um espinheiro, e enquadrado entre os ramos e sobre a cidade na encosta, um sol de fogo com um símbolo, que é tambem o símbolo deste capitulo das visões imaginarias

a inda s ob reo do circulo do qua d ro do mestre lima de freitas, em prime iro pal nose vê uma arvore com t ronco do duplo da cheia de rai ize es sin t rin c ad as q ue pa rece ser q ua ase um es pei en he iro, e enqua d r ado en t reo s ramos e s ob rea cidade na encosta, um sol de fogo com um si m b olo, q ue é eta tam am tambem o s im bi olo d este c apit u ç lo das vi s o es ima gina ria serpente

o fogo paracletico, pintar o sete

o fogo para rac le tico, pin t a r o sete

o pormenor do quadro o sol em girândola de fogo, cujo fogo parece ter tambem queimado a arvore duplo, trás um cinco, uma cruz, que é um sete que dançam, do capitulo sexto, ou seja cinco mais seis, onze,

o por men o r do quadro o sol em g iran d ola de fogo, cu j o fogo pa rece ter tam am tambem quim mad ad o a arvore do duplo, t ra s um c inc o, uma c ru z, q ue é um sete 1 q ue dana aç am, do capa pat til os e x to, o use seja c inc o maís se is, on ze,

o texto ,que introduz este capitulo, se chama a arte anagógica de lima de freitas, e é assinado por luisa barahona possolo, sendo barahona, nome de um antigo psiquiatra portuges, e possolo, nome de rua , como dizendo a luisa da rua do possolo, bem aqui ao lado

o te x to ,que int rid u z este cap it u lo, se da chama a arte ana g ó gi ca de lima de freitas, e é as sin ado por lu isa bar a h on a possolo, sed dn o bar a h ina, no mede um antigo psi q u iat ra port gues, e ps o olo, no me de rua , com o di z en do a luisa da rua do possolo, b ema primeira do qui a circulo do aol dol ad circulo, alo al

é um belíssimo texto didáctico, que começa e termina com, uma citação de novalis, e cita franz von baader no seu, texto, uber eine bliebende und universelle geisteresheinung, sobre uma manifestação imanente e universal do espirito, a sophia celeste a definição da arte anagógica definida por antoine faivre,

é um be l iss imo te t xo dida ac tico, q ue com el a e ter mina co, uma cita aç sao de n v o al lis ise da cita do fr na z von ba ad e r y e not e x to da uber e ine b lie b en de un d universal ll e ge is ter es he in un g, s ob re uma m ani f est a º cao iman en te e da universal do es pei rito, a sophia da celeste, pp. a d efe nic são es da arte ana g ó g oca d efe nid a por anto ine f a ivre,

a palavra anagógica, deformação latina do termo grego anagogê, tomou o significado que lhe fixou a escola neo platónica, de subida, ascensão, por oposição ao sentido pitagorico de viagem, travessia, proclo, fala das potências angogicas, num comentário ao fédon, de platao, fala do impulso analógico da alma.

a pal av ra ana g ó gica maio iro de for maçao la t ina do t e r mo grego ana ho g ê, tom o u o si gni fc ado q ue l he fi x o ua es c ola neo plat oni nica, de s ub bid id a, ascensão, por o posi sic sao ao s en ti o pita gor i code via ge made ria, t rav ess ia, pro roc lo, fala das p ot en cia san go gi cas, num co men tá rio a o fé do dom, de p la tao, fala do i mp u l s o ana g + o g iv o da alma.

Conservemos a riqueza de ambas as significações de anagogia, como percurso transcendido, assim, a anagogia corresponde a um sexto sentido, o sentido que faz ver mas realidades da Jerusalém terrestre as realidades da Jerusalém celeste, um ver transfigurante, que, mais do que contemplativo, é edificativo de um mundo imaginal o mundo da imaginação criadora, da verdade transcendental, e não o mundo da imaginação fantasiosa, do imaginário, como categoria apenas psicológica,

C on ser v emo sa riq u e za d e, am bas as si gni fi caçoes de ana go g ia, com o per c urso t ra sn c en dido, as sima ana g o g ia co rr es ponde a um se x to s en t id o, o s en t id o q ue f az ave rato, ps, mas rea li dad es da Je r u s a lem te rr es t re as rea li dad es da Je rusa lem da celeste, pp, um ver t ra sn figu iran te, q ue, mai do q ue c on te mn p la t ivo, é e di fi cat ivo de um mundo Oma gina l o mundo da ima gina sao c ria dor a, da ave verde ad e tr as ns c en dent al, e n cão o mundo da ima gina sao fantas io sa, do ima gina rio, com o cate gor ia ap en as psi coli gica,

O mundo imaginal o âlam al –mithal, da metafísica de sohravardi, na analise de henri corbin, tem por correlato a alma visionária , a alma cósmica, e a alma individual, sendo o verso e o reverso de algo que as transcenda: a visão imaginativa e unificadora da alma visionaria,... a lógica imaginativa de que falou paul valery a propósito da experiência psíquica de leonardo da vinci,

O m un do ima gina all o â lam al –mit h al, da met a fi cade s o h rava r di, na ana lise de henry do corvo, cor bin, t rm por co rr el ato a al ama v isi sio ná ria , a alma cos mica, e a alma in di vi du al, s en do ove do verso e o rato eve r sode al go q ue as t ra sn c en d: a v isa sao ima gina t iva e uni fi cado dora da alma v is on aria,... al lógica ima gin t aiva de q ue f al o u p au l v al e r y a pro p rosi to da e xp e rie en cia psi quica do leo do nardo d a v iv i, italiano

E caminha este trecho ás referencias visíveis, na obra e no percurso do mestre desde o romantismo alemão, os mitos da Alma do Mundo, e do Numero arquétipo e soberano, a ideia do uno a filosofia neo platónica, a simbólica dos sonhos de g h schubert, carl gustav jung, a carne do mundo, la chair do monde, na bela expressão de merleau ponty,

E caminha, minho, este tec ho el as referencias v isi v eis, na obra e no per rc urso do mestre de sd e o roman ti sm o al ma o, os mitos da Al mad do Mundo, e do Nu mer ero arque t ip oe poe s ob rea ano, a id e a do uno a filo sofia neo p la ton nica, a s im bo lica dos o sn h os de g h sc hubert, car, a carocha, l g us t av j un g, a carem do mundo, la cha i rato do mo mn de, na be la e xp press sao de mer le au do pont y,

Começa com uma citação de novalis, hinos à noite, V,

Com eça ac com uma cita ac são ode nova lis, h on os à no it e, V,

... a natureza estava la, solitária e sem animo, em cadeira de ferro prisioneira, do numero árido e da medida austera...

... a mna t ur e za est ava l + a, sol itar ia e sem ani nimo, em cade ira de ferro pr is sio io ne ira, do nu mer do ero ar id o e da me dida au st teresa ra...

e termina, e teresa mina

e o mundo nosso subitamente aparece
que eclipsa o fulgor so sol masi brilhante
agora que vemos crescer das ruínas musgosas
um futuro prodigioso e banal e habitual
de ora em diante se mostram estranhos e maravilhoso

em todas as coisas o uno, e o uno em toda as coias
ver a imagem de Deus numa erva num seixo
o espírito de Deus no homens e nos animais
isto é o que se deve conservar no fundo do coraçao
nada mais é comandado pelo tempo e pelo espaço
o futuro é aqui presente no passado

o canto de astralis

e om un d n osso s ub bit am que mente ap a rece q ue e k li ip das pas as o f u l gor s o sol ma si br i l kapa do homem ante do agora q ue v emo s c r es, ser das ruinas um sg o sas, um f u ti ra por di gi o s oe b anal e h ab bi u t al de o ra em diante se mos t ram est ra anhos e mara vi k l h os s o ,em to dd as a s c o ias do circulo do uno, e o uno em to do as a s c o ia s ver a i meg am dede us numa e r v anu m se ix o o es pei rt o dedo u es no h om en e nos anim mais, is to + e o q ue se d eve cn ser v ar no f un dodo co raçao n ad a mais + e co mina dado p el o te mp o e p el o es paço o g f u t ira +e a qui pr es en te no a ps sado

o canto de astralis

o ca n t ode astrais, astra al lis is