sexta-feira, dezembro 18, 2009

in this last veil, the spirit come to me and speak about the sadness of the young butterflyies, and a paraphrase of a jew , saying, that we do not offer a kingdom on a silver plate to the people, and that many, wont that I perfom miracles, if the second seens to my more easy to solve in a certain point, the one, is the one that worry me must

int hi is last veil,t he spi rit, cm com met tome, and sd pea ak, ab circulo vaso cruz, s ad dn ness, circulo do ft , he y o un g,but teresa fr for mula one y ie es, and primeira para rap ap ph r ase of a jew, sa y ing, t hat we do not o ff fera a kin gato dom em circulo silver, p la te tot he people, pe o p le, an dt hat, man any ny, t hat i per rf fom, fm, mir rac ac l es, i ft je sec on ds seen ns tom delta, mor é, e, a sy to sol vaso e ina ac ce rta a inp o int, t he one, is t he one cruz hat w orry, me mum mu st

because I see always in eternity, the same complain, and that complain, always tell me the same thing, that when yougers, fell arrested or constrained in them flys, the parents, are not nurrishing them well, and the life that they heritage, from the fathers, is not well enough,

beca c ai ise l s ee a al w a y sin e teresas rn ni it delta, made ria cruz he s am me co mp la ina and cruz hat, co mp la ina al w a y s tel ll, met he sam me met h ing, t hat w h en y ou ger s f ell ar r est red, circulo rato rc on ns t rai ine ned din t he en fl y serpente pn te, t he par ren ts, ar reno en not,. n ur r is ishing, t he made ria well, an dt he life, t hat, her tita tage fr rom om cruz he fat her s is not well eno vaso gato homem

butterfliys, must alwys fly, that is the nature of the soul, and they fly is always an act of beaty, wicha criate, wich again, gains substance on a so needed world

but te rgf fl li y s, mu st alw y s fl y, t hat os t he nature, o ft he soul, and dt he delta fl y, isa al w a ys, an act circulo fb bea t delta, wich primeira c ria te, wich a gain, gain ns s ub s tance, on as circulo ne ed ded world

also I ear about time of sadness and discontement, wich point me also very precisely to a group of masters that perfom, a important role in this change that we are all living

al s oi her ab o ur time, o fs s ad dn ness, an dd is c on te men t , wich, p o int me al s ove r y pre c ise sel y to, primeira gato ro up o f m as te rasto st hat per rf fom, f om, a , em porta ant rato ps ole, in t hi is c h ange t hat we, ar e all , li vaso ingles

I ear the sadness of the butterfly


primeiro hher rea t he s ad dn ess o ft he butterfly, but cruz e rg for mula one delta
Só dois pequenos acrescentos a muitos outros que ainda nao tive ooprtunide de passar a ps sobre as imagens da ciemira

S ó do is pe q u en os ac r es sc centos, e en t os , a m ui t os de outros rosque q ue a inda n ao t ive o op r t uni id é de p ass ar a ps s ob re a s ima ge ns da cie emi can tora de mira

Começando por um desenvolvimento ontem ao ver a euronews

Com eça ando por um d es en v o l vi men to on te mao ove vera ra e ur one ws

Ouvi eu dizer que uma chave estava no passaporte e nos carimbos, ou seja o passaporte ingles, sim orense, o unico carimbo que esta a vermelho no antigo passaporte ingles emitido em bruxelas, e alvo de arte de piratas diversos

O uv i e u di ze rato q ue uma ac h ave es t ava no p as saporte, gulbenkian, e en nós car rimbo os, o u se seja do circulo do p as saporte ingles, si m or en se, o uni co car im bo q ue e sta primeira ave do vermelho, no antigo p as saporte ingles emi t id o em br ux el as, é alvo de arte, tv, de pi ratas dive rato serpente do os

As imagens mostravam no norte de espanha, na neva alva, um tir scania deitado e um outro veiculo ao lado onde se lia , gato de gb

A s ima ge en ns mos t rava vam am ano no do norte, nor e td é espanha, na ane eva alva, um tir s can ia de it ad a e um outro ove ei culo aol ado onda da se da al ia do g ato de gb, ou mel h r o n a gb

Pois no meu ultimo caderno tambem um frase esat entre parentesis, arin, morrer e matar, e estava fazedno uma correspondecia numeirca, que assim me diise sobre arin, ar rin, o primerio do bar do ra do sex to, dez ase is do grupo de sessenta e oito, fr, doze, dez do circulo do ze, o ponto vermelho nos carris da linah que tinha acabado de ver na estaçao de alvalade, a minah caneta uni ball vermelha pingou ao momento sobre a chave da conversao alfa numerica, e assim me disse ainda mais, ab cd, E, x, par ar rato ps serpente st, E dez aza se is , é o ponto do x no quadrado, x, E, st, o onze do sessenat e ito, dezembro, , onze de cinquenat e qutro, ou estrela do quadrado, branco, stereo rei oi traço ingles de sp, azul,s top circulo dez segundo sete circulo da estrela da gravaçao 4 a min,

P o is no me u ul t imo cade r no t am tambem um fr ase es sat en t re p ar en te sis, arin, mor r e rem ema tar, e est ava f az ze dn o uma cor r es pond dec ia nu mei rca, q ue as si m me di ise s ob rea rin da ar rin do circulo cup do prime rio do bar do ra do sex to, dez ase is do g rup ode sessenta e oito, fr, doze, dez do circulo do ze, o ponto vermelho nos carris da l ina homem q ue da tinha ac ab ad ode eve rn a est açao de al v al ad e, a mina homem c ane net a uni ball vermelha ping o ua o mo men to s ob rea ac h ave da c on ver sao alfa numerica, e as si m me di s sea inda mais, fr, ab cd, E, x, par ar rato ps serpente st, E dez aza se is , é o ponto do x no quadrado, x, E, st, o onze do sessenat e ito, dezembro, , onze de cinquenat e qutro, ou estrela do quadrado, branco, stereo rei oi traço ingles de sp, azul,s top circulo dez segundo sete circulo da estrela da gravaçao 4 a min,

O outro ponto é relativo a uma chave que me remetera inicalmente para o japao, mas que parece ser sobre a gercia, a linha das lanças dos trezentos, e do ferry,

Circulo do s argento do outro, rop p on to é r el a t ivo, a uma ac h ave q ue me reme teresa ra in ical que mente. para o japao, masque pa rece ser s ob rea ger cia, a l in h ad as lanças dos trezentos, é do ferry,

Uma chave que creio estar num dos ultimos textos sobre notas da cimeira, 11 qp, letra grega, 1 qp, 11, ref, si id ddente primeiro pruncipe rato serpente circulo, a corrwpondecia da letra diz, estrela da energy dos quinhentos, ph,

Um ac h ave q ue c reio es star nu made ria do s ul t imo s te x tos s ob reno ota sd a cimeira, 11 qp, letra grega, 1 qp, 11, ref, si id dd dente prime iro p run cipe rato ser pente circulo, a cor r w p onda dec cia da al e t ra di zoro ze da estrela da energy dos quinhentos, ph,

Continuara amanha...
Ainda na estaçao de alvalade, um sopro de vento anormal no tunel, bem sei que aquela estaçao trás acessos em tunel, de arquitectura rara e incomum, e portanto os moviementos das massa de ar poderao ser distintos do que é habitual sentir numa plataforma, mas o sopro que ali ao momento se manifestou, fora, claro ao espirito, pois dissera, de explosao, e de explosao de metros, pois os dois ali se encontravam associados

A inda dana ana tea aço es coa de alvalade, primeiro sopro rode da ode dd vaso en to. Ano norma l no do t un el, b em s ei q ue a quela est açao, t rá s ac esso s em t un el, de arqui it tec tuta rara e inc om um, me porta ant o os mo ov ie mn to da s massa, it, de ar pode der ra o ser di s tintos doque, é ,h ab bit tua al s en tir nu ma p la t a forma, maso s o pr reo q ue a li a omo moe mn to ze m ani f es to u, for a, clara cao es pei rito, p o is di sis e r a, de explosao, e de e x p lo sao de meg ros, p o is os do is a l ise en c on t r ava vam am as soci ad os

Como um pumping, ou seja uma imagem que me falava de vesica e de actos sexuais, subindo as escads do rato, para a superficie, as ditas, chiavam em forma estranha, como dizendo das aguas do metro, la estamos em londres outrs vez,

C omo primerio p um p ing, o use seja uma mai ima ge made ria q ue me f al ava de eve vaso da ei isca e de ac t os se x ua is, s ub indo as es c ads do rato, para primeira asu per rf fi c ie, as das sd ditas, chi ana ava vam am em forma es t r anha, c omo di zen do d as aguas do metro, la es t amos em l on d r es o u t r serpente vaso é zorro,

De cima, as olhei , ali un instante parado para tentar perceber a natureza e a origem do som, dois veios nas pedras acompanham por dentro, o lance das escadas, se ali corresse agua seria como uma cascata, me lembrei ao momento um estranho senhor assim com ar meio clochard que ali encontrei poisado no final delas, em baixo, durante um par de dias seguidas à muitas luas, com um perfume que evocava paris, e ainda de uma rapariga com pijama de cetim, assim meio cinza doirado, com os tais passes das malas com rodas, em cima, umas calças de pijama que me evocaram as da teresa nesse momento, ou seja de camas em paris, assim parece a imagem em seu todo com estes fios do passado indicar

Dec cc circulo ima, a s ol he eri , a li un in s t ante para ad o para t en tar per rc ceber a ana nat ur e za da reza, é a ori rig e made ria do som da se do om, do is veios nas serpentes das pedras, ac om p anha ham am por d en tr o, circulo do lance das escadas, se al i cor rato do esse da agua , se ria c omo uma ca s cat a m e lem e br ei ao meo mn to um e ts r anho s en hor, as si mc om ar me io clo ch ard, q ue al i en c on t rei p oi sado no fina al delas, em ba ix o, duran, psd, te um par de dias, psd, se guido, it, primeira à mu it as luas, com um do perfume, s us kin, q ue evo c ava de paris, e a id dn ad é uma ra p rai g ac om pi j am ad de cetim, paula nunes, ass si m me io c in za do irado, com os tais, br, p ass es das malas com rodas, e mc ima, umas c al c as sd de p i j ama q ue me evo caram às da teresa, ness e pm on mn to, o use seja de cm às das camas em paris, as si m par ce a ima ge me ms eu todo com de estes fios, do passado, do louco, indica car circulo da ar

A imagem evocava um outro recente eco, a casa da cascata, frank lyod weber, o arqueitecto , maconico, fr ank do banco, o da rede do banco, ou dos bancos, e uma recente noticia dera o desenvolvimento do caso, do banco suisso com as chaves cruzadas que evocam de alguam maneira, a chave de tesouros antigos, ou seja livros, e de duzentas contas ao que parece todas francesas, que por ali andavam e que foram dectectadas, a suissa bancaria a terreiro, qause gritando, sacrilegia, ao privilegio da confidencialidade, que sempre serviu as atrozes matanças desde há decadas, desde a segunda guerra pelo menos, a casa da cascata, o arquitecto da rede, o do banco, o vara, do ps

A ima ge made ria evo c ava um outro rec cente e co, primeira da ac c asa da cascata, fr ank l y o d w e b ero arque it ct o , maconico, fr ank do banco, o da rede do banco, o us o ds bancos, e uma rec en te not ti cia der a o de s en v o l v ie mn to do cas, este, do banco, suisso com às das c h ave es c ruza ru uz za da s q ue evo cam de al g u am ma en ira, primeira ch ave de te souros ant ti gozzo u sj é a l iv rose de d uz en t as conta sao q ue ap rece todas fr anc es as, q ue por al i anda ava vam am e q ue foram, pt, dec tec t ad as, a s u sis sa ban car ria a te rr e ira, q y au use g rita ando s ac r ile legiao, a o pr iv i le g io da c on fi den cia li dade, q ue se mp re se r vi ua s at ro oz ze es das matanças de sd e h á dec ad as, de sd e a ase gun dag da guerra p elo men isa primeira da casa da cascata, o arquitecto da rede, o do banco, circulo da ova do vara, vaso ar da primeira do ps

Em casa, talvez pelas duas da manha, as paredes do escritorio como as do banco do bcp,, onde deitado meditava, abanaram, como um abanar entre cama de molas e tremor de terra, a imagem nao podia ser mais nitida, a cama do tremor, ou seja do tsunami de dois mil e cinco, e do metro de londres, ou seja uma cama que se repetira, assim parece indicar, uma vez em paris, certamente outra em londres, e se calhar mais correlaçoes entres outros lugares e outras desgraças


E m c asa da casa., , t alvez, p el as du as da manha, às das paredes do es c rito rio , porto, psd, c omo às sd do circulo do banco do bcp,, onda de it ado me dita ava, ab bam ana aram, com o um ab ana ren cruz rec cama, dd o demo das molas e do t remo mor do tremor dade terra, a ima ge mna cao pod ia ser ma si ni t id a, primeria ac cama do tremor, o use seja do ts un ami id , é do is mi da ile c inc oe do metro de londres, o vaso use seja, uma cama q ue se r ep pet te ria, as si m ap pr rece indica rato, uma ave zorro do ze em paris, ce rta em n te outra em londres, e se cala homem rato ps mais, cor das relaçoes en t rato es de outros lu gar es e outras d es sg ratas aças es

O mota, se demitira,do just m deois da suse suspensao, ppr pressoes sobre os dois porcuradores do caso freeport

O mo dam am ota, se demi it ira,do just made ria deo is da s use s us pen sao, ppr pr pess o es s ob reo sd o is por rc cura dor es doca as do circulo do louco do fr e e p o r t

Liguei a tv , depois do tremor, talvez meia hora depois, e apanhei o filme no final, de um home na america, que morrendo contava ele ao filho, que ele, o pai, fora concebido em cima de uma pedra para as bandas do mexico,

I´m the legend , aparecia depois, salvo erro numa das promoçoes da popota, ou compota, ou lá como a rino mascarada se chama

Lige, refrencia texto anterior, u ia da tv , d ep o is do t remo mor do tremor, t alves meia, hor ad ep o is ise ap anhe io do filme no fina al, de um home na mae rca q ue mor r ia é conta ava dele leao filho, q ue el leo pai, for ac on ce bid o em mc ima de uma pedra para às das bandas do mexico,

I´m t he le g en d , ap ar e cia d ep o is, s alvo e rr o nu mad as por m oi ç o es d a p ota, o u co mp ota, o u l á c omo a r ino mascarada se da sec da chama, ham am má

Trago eu uma legenda real, em parte semelhante à linha desta, o filho que ali nasceu numa enorme pedra na serra do geres, numa noite em que um imenso neveoiro ali exactamente em cima desse penedo nos fez parar, se chama de tarik, ou seja , o guerreiro desejado, c ra u au ik, dag nono, ou seja c r au ike, dag do nono, arabe, taruk, correspondencia, s sebastiao, o maçonico, fr ank lin,

T rago europeu, uma le g en da real, em p arte seme l h ante à l ina hd é sta, do circulo do filho, q ue al i na sc eu nu ma en o r me da pedra na serra do ge r es, nu ma ano da noite, em q ue um i men s o ne eve o iro al lie ie, é x ac cta em n te em mc ima d esse do penedo, face oculta, nós de fez para rato ps, se da chama de a t ar i k, o use seja , o g ue rr e iro rode ode do d e seja ad o, c r au au ik, dag nono, ou seja c r au ike, dag do nono, arabe, t ar uk, co rr es ponde dec c ia, s s e bastiao, do circulo do maçonico, fr ank lin,

Penedo, uma das puta da face o c u l k t a

Alguem induzia, que estava a assinar naquele preciso momento, a minha sentença de morte, curioso, pois em dia recente, ouvira outra semelhante linha, que me deveria ter mesmo matado em noventa e seis, ou seja relaçao com o laurent, assim parece isto indicar, como se o tremor fosse entao a asinatura da minha morte, grrr, que vos mato a todos, os que forem necessarios,

Al g ue m in indu uz ia, q ue est ava a as sina ar na q u ele pr e ciso moe em neto tp nt o, primeira da minha sentança de morte, c ur i osso, p o is em dia rec cente, o uv ira de outra seme le h ante da linha, q ue me de eve ria teresa rato me sm circulo do matado em noe v n t a es se is, o vaso use seja da relaçao com do circulo do laurent, dol au rent, as si em pa r rece is to indica car, c omo se do circulo do tremor fosse, en tao a a sin a tura da min homem da primira da am morte, g r p s rr, q ue evo vaso os mato, louco, mat, circulo, primeira de todos, os q ue for rem ne c ess sarios,

Deposi na biosfera, canal dois, o al gore na tv, num livro , sorridente ao lado das estatuas da ilha das pascoa, acabara eu de descobrir mais aquela manha, na porta em onda da movel de cerejeira, no jornal que vira em casa de meus pais, fazendo uff na conferencia e mostrando os botoes da manga do casaco, onde dizia ou onde alguem o fez dizer, pelos desenhos nas casas dos botoes, moda, a porcura do botao, ref, video, casinos, etc, quadrado de quatro circulo do x do matelo do delta, do sudoeste asiatico, pressume-se qutro circulos de martelos de thor,

De ep posi na bi os fera do c anal dois, o al gor rena a tv, nu ml iv ro , sor rid id do dente ao lada, das es tat ua sd a ilha das pascoa, aca br a eu de d es c ob br i rato da maia, psi, puta ladra de meu filho, aquela da lam am da manha, n a p o rat em onda da m ove el de cere je ira, no do jornal, q ue vaso da ira em c asa de me us pais, fazendo, luis, u f fm mna c on feren cia e mo s t r ando os boto es da m ang a d o ca do ca do saco, rose eta, ps, onda di z ia o u onda al g ue emo do circulo de fez di ise ser, p elo s d es en h os nas casas do sb boto es, moda, a por cura do bo tao, ref, v id deo é circulo dos, ca sinos, e tc, quadrado de quatro circulo do x do ma t el o do delta, do sudoeste asiatico, por ess um e traço ingles se qa u t roc irc uk os de mar tel s ode thor, afinal é ainda de londres que aqui falamos

As caveiras dos piratas, na asa da onda do mo ove do el de cere je da ira, skull and bones, veio dos elefantes family, no reverso onde na foto se ve o desenho da estaututa de pascoa, o sinal do tremor de terra, e do s om, tres furos, um a mais, como se alguem se tivesse na aparencia enganado, no anverso , um s , puxador, uma imagem especifica de um fotografo, a mulher despida de costas com as duas aberturas de caixa de violoncelo nas costas, relaçao banco, vanzeller, o da cip, cif, cip, circulo ip vanzeleer, if, kipling, k ip p i inglesa

ás serpentes das c ave ira sd os piratas, na asa da onda do omo ove do el de cere je da ira, sk u ll and db one es, veio dos elefantes family, no r eve r s cir culo da onda dena f oto se ve ode do circulo do desenho da est au tut ad é pas coa, o sin al do t remo mor do tremor de terra, e do s om, t ratos ps es f ur roi s, uma am mais, fr, c omo se al g ue made ria ms se t iv esse na ap ar erc en ia en gana ana ad o, no do anverso , um s , p u axa dor, uma ima ge me sp e f es pe cif fi cade, br, um f oto g raf o, a m ul her d es spi pida id ad e cta sc om às das duas ab e r turas dec aixa de viol on c elo na s c o sta serpenets das relaçao do banco, do van ze ll ler ero, o da ac ip, cif, cip, circulo ip vanzeleer, if, kipling, k ip p i inglesa

quando ligo estes fios na minha consciencia, lembrei-me da bela menina cantora de malmequer no cabelo, que tem um clip gravado para as bandas do pacifico, com uma bela alegre e doce cançao, que aparecera em cima de um palco num festival no douro, e de uma estranha sensaçao que em mim se entranhara quando a vi pela tv, o´hara, quando dizi sem dizer que me amava, sois bela menina, tambem vos amo pela alegria dessa sua canaçao

qua anda li g o estes fios, na min h a co ns cie en cia, lem br ei do traço ingles meda da bela menina can tora de m al mec ue r no cab elo, q ue te made ria um c l ip g r ava ado para à sb bandas do pacifico, com uma bela al e gre e doc e can çao, es, q ue ap ar e cera e m c ima de um pal co num f es t iva al no do douro, e de uma est r anha s en s aç sao es q ue em mim, se en t r anha hara qua ando da primeira do vi p el a tv, o´hara, qua ando di ze ise em di ze rato do q ue me am ava, s o is bel a m en ina, t am tambem v os amo p el a al e gato da rata da ia de essa s ua c ana ac sao cortez, cor e t zorro

depois vi as imagens de cophenagen, batiam as gentes com razao os pés no chao, era como se visse o processo do que ecoara antes aqui, um homem de fato, alto careca, no meio, parecia conte-las ou algo assim, parecia o pim, agitava os braços e o corpo a tentar conter as gentes, durao, fazia com a cabecinha de roberto, o pendlo , de foucault, peixe espinha, foca nova ordem berlusconi,

d ep o is vi às sima ge ns de cop h en a g en, bat iam as gene net s c om r aza o os p es no cha o , e ra c omo se v iss e o pre c esso doque eu e co ara ant es a qui, um homem de fat o, al to car eca, no me io, pae cia conte do traço ingles l as o u al goa ss i em, pa rec ceia do circulo do pim, a g ot av os br aç o es e o corp o a t en t ra , par e cia, conte ra s g en t es do durao, f az ia com a cabe cinha de roberto, o ped dn u lo , de fou c au l t, peixe es pinha, foca do ano da nova, fec, ordem be r primerio us circulo da oni,

o espirito me diz, construiste as pontes, agora é o tempo de as destruir, talvez, era um dos aspectos que fora abordado num dos pedaços ultimos de textos que me apagaram, o que relembrava, aos homens que determinadas coisa escritas em determinadas alturas, costumam ter por assim dizer uma validade porfunda, e recordava a proposito de linhas de florestas a conta que Deus me pusera nesse dia ao caminho, quase dois bilioes,

o es pi rito me di zorro, co ns t rui ste às serpentes das pontes, agora é circulo da t emo mode às d es t rui r, t alvez, e ra um dos as pe ct os q ue for a ab o r dado nu made ria dos peda aço es sul t imo s de textos, q ue me ap a gara ram,am amo o q ue r el em br ava, a os h om ens q ue det r e mi mina da s c o isa es c rita se made ria det teresa e r mk n ad as al tura, cos t uma am teresa rp oo r as si m di ze rato cabo uma ava al id ad e por rf funda un d da primeria, e rec o rda ava a pro ps o t io de l in h as ed flor es t as primeira do ac conta q eu De us me ps use ra ness e dia a o coa am m ninho, q ua ase do is bil io es,

tambem ouvi, dá-no agua que dela precisamos agora muito,

tam am tambem o uv id á traço ingles ns circulo da agua, q ue dela, pr e c isa am amos os do agora mu it circulo,

que vos tenho eu feito se nao dar agua e o que recebo em troca, um filho roubado, meus direitos e meus rendimentos roubados, o ser tratado como um cao,

q ue evo vasp do os t en ho eu, feito, se na o d ar agua é circulo doque eu rec e bo em t roca, um fil h o ro ub ad o, me us de direito se de meus ren dim en t os ro ub ad os, o ser t rat ad o c omo primeiro cao,

achais mesmo que a agua vai porventura cointinuar mnuito mais tempo,

acha is me sm o q ue primeria agua v aip por v en tura coin tin u ar mn u it circulo oma mais, fr, te mp circulo,

em alvalade, a bela uma , andava para cima e para baixo, o probelma e que nunca descia mesmo

ema al alvalade, a bela uma , anda ava para rac c ima e para ba ix o, o pro ob el ma e q ue n unc a d es sc ia cia me sm circulo

continua...