domingo, outubro 31, 2010



um perfume de tentação



como não 
se a beleza sois vos
se
bela estais
como
pousada 
a
sonhar

se
belo
alegre
e
justo
é vosso
sonho

o vitral da casa por cima da esquina da tentadora, onde uma rosa nas vezes na janela semi aberta poisa, me remete a londres, de onde são estes belos vitrais



haverá contudo nesta historia
uma tentadora
que
tenta
com
outros
os
eternamente
tentados
porque
vivem
no
amor
se
amando
mesmo
que
distantes





os leões o guardam 
e o cavaleiro sonha o amor




penso-te

as mães são muito curiosas, fazem de agasalho ao longo de toda a nossa vida, vão nos perguntando ao longo dos dias, se queres um cachecol, para não apanhar chuva nem frio, se tens comido,  lhe disse eu saindo, que cachecol não uso, na verdade nem verdadeiro o é, ou é já há algumas luas grandes

na perpendicular rápida, vinham três graças, foi assim que acho que a vi pela segunda vez num breve instante, me pareceu ser o anjo que outrora poisara a meu lado na pampulha, ah que bela face e bela voz tendes, uma voz que vos desvela única,

vinha com umas belíssimas pernas envoltas em collant cinza suave e denso, pernas altas que de repente pareciam mesmo serem como cachecóis,

ah bela menina, se sois vos minha amada, eu uso o seu cachecol todos os dias da minha vida

descia as escadas e me dizia, tira só uma sorte, no movimento a mão apontou-me um pequeno livro de herberto hélder, abri o cego e de novo me saiu o elogio a priapo, onde se pede sempre pela verga dura com nossa amada e das três graças do poeta baco,

uma outra bela em muito grande cobria a fachada de sm, também com um divertido cachecol

no zapping pré jantar, aparecera uma imagem da latina europa no canal da sic, entrara em meus olhos a corte, uma rapariga na praia da costa da caparica, numa musica dos peste e sida, riscos e pontinhos dançam na imagem, e uma bolinha se faz as paginas tantas no bico dos seios, me recordo ao momento, do ze a fazer los no evs, do galo que também ia nessa viagem de carocha descapotável em estrada azul a caminho da praia com aqueles belos rapazes com musicas bem dispostas

a imagem durara curtos segundos, depois aparecia ruella, com uns olhinhos muito brilhantes a despedir-se no fecho do telejornal, e eu a me perguntar, porque estas tão excitada assim, que malandrice fizeste desta vez, aquela que me disse o espírito ser da produção das sósias a meu passar, estranha esta bela rapariga, que um dia levou com uma setinha nas perinhas, mas de um estranho amor, daquelas de chumbo redondinhas e pequeninas na guerra, o que terá sido uma sorte, pois podia não estar ali a sorrir

a imagem do clip evoca ainda um cartaz que anda nos metros com o anuncio de um filme que sabem que eu vi, a piranha, onde uma bela em cima de um colchão, trás mergulhado o braço dentro de uma agua de onde vem um exercito de piranhas, lembrara-me ao vê-la , a imagem dos mistérios de luz últimos, pois a boca e forma não deixava de ser parecida também com a forma de um piranha, embora na visão fosse mais um peixe de profundidade com a luz por cima como alguns tem

nas voltinhas a ver se te via subindo de novo a rua do carmo, uma rapariga bela abre a porta do carro alemão preto a meu passar, não me magoou por um triz, olhei-a , em vez de me pedir desculpa olhou o rapaz ao lado dela, como se ela tivesse ficado assustada, com o facto de me ter podido magoar, que estranho, não me olhou mesmo depois







olha eu a olhar-te



como vês espanto me à tua presença ausente



olha o meu desejo de ti
porque hoje é domingo, as gentes funcionam mais regularmente, não trazem afazeres nem obrigações, só dever, o dever de ser feliz, dormem mais tempo nos braços uns dos outros os amantes que vivem pertinhos e felizes, aos domingos, nas vezes as crianças se levantam mais cedo e correm chilreando para os quartos e as camas dos pais, e nelas se enfiam com sorrisos e pedidos, e quando o sono ainda é grosso e vela sobre todos eles, adormecem nas vezes nos braços uns dos outros, por mais um tempinho,

hoje as crianças e os bebes andavam todos felizes pela cidade, foi um regalo, todos os com que me cruzei, no que nos demos , no que olharam, no que me olharam, no que me disseram em breves e na mais da vezes em surdas palavras audíveis

uma bebe ao colo de seu pai, quando a olhei, ia de dedo indicador muito espetada e quieta, tão quieta estava em seu gesto, que assim me prendeu ao momento a atenção, pois assim me dizia, olha, e eu olhei, me apontava o prédio da esquina da tentadora, como a  confirmar a ultima imagem

fofinha comi um bacalhau com  com duas cantata, bwv 140 e a  oitenta que são das mais belas que ele nos deixou escritas, ah a receita não te dou, pois aqui existiu outrora um ditado que assim rezava, que a mulher prende o homem pela boca, mas eu acho que é mais ao contrario, o esposo seduz a esposa pela boca, assim ficas com agua na boca, e talvez te decidas a chegar e ficar

quando peguei na antiga frigideira, cujo cabo não funciona e trás um parafuso  em seu lugar,  uma peça dele caiu ao instante ao lado direito do frigorífico, quando o olhei nele vi o túnel da love parede na alemanha que é também uma abobada de metro

a parte que te torno visível do bacalhau cantata, é assim, azeite e alho picado e cebola, frito como suado com campânula sobre a frigideira,

o hehehe, tem duas faces, a primeira te vou contar, em véspera na casa das passarinhas,  apareceu um elemento gráfico, que nas vezes por lá poisa,  é uma tira de retratos onde costumo ver, a bela grega, o tiger, o clooney, obama, a jolie entre outros, e depois tem assim um colibri, que se nele clicares, deita leitinho sobre a face dos rapazes e das raparigas que ali estão a rodar, na véspera estava a anistom, um rabo de um elefante e o tiger, eu achei estranho, pois nunca tinha visto um rabo do elefante naquela galeria de retratos, contudo te garanto que o colibri não deu esses leitinhos

os elefantes que como se sabe tem um colibri muito grande, são muito grandes,  pesam muito e  tem patinhas delicadas, e quando nas vezes caem do céu, fazem grande estrondo e nas vezes mesmo um grande splash

este trombudo deve ser então o que trabalha na baixa, e sugiro que quem foi materialmente afectado lhe apresente a respectiva conta e parte dela também ao terrorista antonio costa, que não garantiu aos cidadãos desta cidade a normal e boa manutenção dos esgotos

para alem da câmara pagar a sua quota parte, que é uma chatice pois nos saiu mais caro aos bolsos de cada um e de todos, que castigo devera em vosso entender , ter um que se diz presidente da câmara que assim agiu

seu verme ladrão de crianças e delas abusadoras e acusado de crime de conspiracia contra minha pessoa e meu filho, para alem do que tenho aqui denunciado de atentados contra a segurança de todos nesta cidade, sem que o senhor tenha tomado as respectivas previdências, sabei, meu povo, a verdadeira massa destas bestas, pois continuo passado talvez mais de três anos sem qualquer resposta ou acto face ao acidente que por causa de uma armadilha na rua frente à procuradoria, onde também apresentei mesma queixa

morra seu verme
sabes, tinha falado em véspera de o estado elefante, ou talvez melhor escrevendo do elefante do estado, e depois as linhas dos jornais diziam que viera durante o sonho uma tromba de elefante, como que caíra do céu,  hehehe

hoje dormia com os dois cobertores, por cima de mim, a menina de soquinhas com pá e balde, pintainho, e moinho de velas, e depois ainda o grosso branco das penas, sentia-me aconchegado a tua ausência, como se te tivesse em cima de mim, a sonhar , meio a dormir, ouvia o vento em rabanadas rápidas que vinham e iam, como se fossem pássaros que levavam as palavras pelo céu, começavam a rodar muito depressa para ganhar velocidade para a grande travessia

no camões, me apareceram as gaivotas no ceu em cima muito piando, ali estiveram planando como fixas durante um instante, contra  vento, me mostravam uma linha no céu que descia para o rio, ontem em casa de meus pais, me aparecera o corto malteze, dizia ele a bela rapariga ruiva de sardas que ia partir, e lhe perguntava se ela queria vir, ela, lhe respondia, sabes eu sou um banshee, e amando-o se afastava dele , ele ficava deitado nas dunas tendo por companhia as gaivotas

ontem a cidade estava cheia de italianos, era a língua que mais ouvia, na brasileira, ao balcão, uma serie de rapazes e raparigas bebiam vinhos tintos em copo, eu me sorria por dentro e perguntava, só falta aparecer a bela alheira

na rocha conde de Óbidos, um belo barco viking, deve ser um veleiro tipo fantasma, pois creio que já o tinha visto, que desaparecera e de novo aparecera, assim no espaço talvez de uma lua pequenina
que estranho, pus me agora a levar alguns tachos, e de repente se deu uma quebra de tensão, um das luzes piscou ao momento, a musica como se entupiu, por um instante, antes no miradoiro de alcantra olhava  a graça iluminada onde uma luz piscava como a me dizer de ti, depois o céu nesse momento abriu, soube me bem, sentir a chuva a ensopar-me

estou a fazer bacalhau com batatinhas feijão verde e couve, és bem vinda como sempre
fofinha, não sei que horas são embora muitos os relógios na cidade, com cores de neon, me parecem marcar hora de encontro contigo pois quando não estas em meus lábios, as horas são sempre mais de desencontro, dizia a rapariga de voz brasileira subindo a rua do chiado em seu telefone de prata que ao que parece aqui a hora é mais duas ou menos duas, que para te ser franco nem o percebi, pois o meu ponteiro funciona bem é em ti

trago fome, vou cozinhar, se quiseres é só chegares

há dias que olho as paredes da casa e nelas vejo  escorrer a agua do desejo , depois me ponho a limpar a casa de banho , como nesta tarde, pois sinto que estas para chegar

sábado, outubro 30, 2010

la allumeuse, la allumuese,

la all um me eu da use sela da lam all vaso mue se ue se lada




depois da gravação deste ultimo video , fiz este objecto, que é um fosforo, uma allumeuse, com dois outros, um pedaço de plasticina que representava a cobra do tira linhas do cavaco entretanto cortada, em dedos e falo e achas da fogueira e do fogo, que pelos vistos forneceu a pólvora, e o stick, o falo em si mesmo, é a barrinha de jason ou o velo de oiro, ou seja, imagem de um carneirinho

d ep o is da g rata ava sao es deste u l t imo,  v id deo  fi zorro de este ob ject o, q ue é um f os foro, uma all um eu use, com dedo de dois outros, um ped aço es de p l s ti cina q ue r ep resen t ava primeira cobra do tira linhas dc ava co en t r eta nt o co rta ad a, em dedo se do sef falo, é ac h as da fogueira e do fogo, q ue p elos vi st os for nec eu a pol v o ra, é circulo do stock, s ti do ck, circulo do falo em si mesmo, é priemria da bar da rinha de jason ouo ovo do velo deo iro, o vaso do seja, ima ge mde uma car nei rinho

reparai ainda com atenção numa das fotos do hotel da estrela, publicada aqui ao lado na pagina fotos, pois no enquadramento calhou por detrás da caldeira do hexágono do falo do vapor, da correia de transmissão da energia para o que gera a eléctrica, estão ao fundo umas cadeira de design vermelhas, o curioso é que elas na distancia em que se encontram, são exactamente as achas da fogueira da tal mão do fogo vermelho em que resultou a cobra do cavaco depois de cortada, como mostrada em video anterior,  e sendo ainda que aparece na imagem um reflexo, branco, ou seja , a mascara, o oculto, aquele que produz o fogo, em sua cabeça, ou seja,  na minha também

r epa par rai  a inda c on ten sao nu mad as fo t os do ho tel da estrela, pub li c ada a qui cao lada na dana pad da pa gina f oto sp o is no enqua dr as maior nt e c alho do vaso  por det rato ps as da c al der ia do hexagono do falo do v ap por, da cor reia de t ra sn miss sao da energia, e d p,  para do circulo doque ge ra da primeira  electrica, es tao cao fun dó uma s cade ira de de sig n verme l gato homem as, o  c ur io osso,  é q ue dele , leas na di s tan cia em q ue da se en c on t ram, sao é xa aca tae mai rato nt e ás das achas da fo fu ie ra da t al mao do fogo vermelho,  em q ue r es sol u to ua primeira  cobra do cavaco d ep posi de co rta ad a, é s en do a inda q ue ap rece na ima ge maior , um ref for mula one le do xo do branco, o vaso do seja , primeira mascara, circulo do oculto, aquele q ue por d uzo circulo do fogo, em s ua cab bessa

a tous, dans la chapelle de dreux

a ato us sd dan s l a c cha ap ape elle de dr eu uva vaso ux du x





29 10 10 d

55,4 MB (5 8.1 5 0.5 0 4 b y t es)
levy
5 de 81 primeiro do 11 le eva do vaso do delta 

sabe bela penelope, ontem, ou melhor hoje de madrugada a olhando e conversando consigo em viva voz , o que aqui lhe conto sob o signo da beleza em que me olhava, era a tristeza imensa, da saudade da partilha amorosa no grau em que lhe falo

sabe b dela , a pen ene en lope, on te maior, o u me l hor h o jede m ad ru gada a o l h ando é convers ando co nsi sig o em v iva v oz , o q ue aqui l he co nt o, s ob o sig no da beleza em q ue da me o l h ava, e ra a t r is te za i men sa, da saudade , a puta do ps, a da p art da ilha amo mor rosa no grau em q ue l he, o falo

agora depois de esta palavra gravar, fui jantar, comi, spagetti com carne assada que minha mãe ontem me deu, caiu um pedaço que desenhou um seis sobre o o pano canelado laranja, e depois o antigo vaso de um dos tinteiros de meu avo em suporte de onix, que a puta me quebrou, na altura antes da saída da casa da av poeta mistral, que se encontrava com parafusos da coluna bang and olusfen, ao chao de repente caiu, saíram todos os parafusos que se encontravam dentro do vaso

agora d ep o is de esta,  pal av ra g r ava r f u i j antar, co mi, spa getti com da carne assada, ass sada,  q ue min h a on te maior da me d eu, caiu,  um ped aço es q ue sene ho u um se is s ob reo circulo da p ano c anel lado lara anja, e d ep o iso antigo, o da ova do vaso de um dos tinteiros de meu avo,  em s u p orte de oni x, q ue a puta me q ue br o un a al tura ant es da s aida da ca sada av poe eta mi s r al, q ue se en c on t r ava com para rf fusos da co luna do bang and o l us f en, cao cha o de re pn net caiu, sa iram todos os para fusos q ue se en c on t r ava vam am d en t ro do ovo do vaso

tirei agora estas fotos sobre a mesa,

pois tres parafusos se orientaram assim definindo um perfeito, bico de fogo com uma anilha negra, um anal em seu topo que aponta a ce da bola da onda do ping circulo doc e, ao lado um te soura, ou seja fusili, aqui mencionado é tambem refrencia a poeta, donde a pistola da cas ac tor da mistral, se ve o vinage no rede, simblizda na caeira tendo ao lado um banco antropormofico vindo da republica dominicana

p o is t r es para fusos da se o rie en a t ram as si maior de efe nin indo,  um pe rf e it o, feito, bico de gogo co uma ani da ilha ane negra, uma na el em s ue top o q ue pao nt a ac ce da bola da onda do ping circulo doc e, ao lado um te soura, o vaso do seja fu si li, a qui men cio n ado é eta tam am tambem ref r en cia a po eta, don dea primeira pistola da casa ac tor da mistral, s eve o v ina ge no rede, si mb liz da na cae ira t en do ao l ad circulo do ado lado,  um do banco,  ant rop pro romo fi co vaso indo da republica do mini inca capo,

a fatura me diz, ato um da posta natural, parto sem dor, ref cc b, na tura ural P segundo x circulo cinquenta e nove, l l 8, primerio do onze do grau dezoito, 13 per cen til gara do grao, bico, com pal 420 g r , 0 , 76, 13 per cen til sal sic homem hochwald 3 70 , 1, 49, se is per cen til filte, sal mao cg un 4, 99, vinte eum laranjas, psd, olivais, maria de camarao 20/40 5, 49, se is per cen til fr a ca mp bife atp pd 3, 00, se is per cen til novilho angus al cat rato 1, 99, se is ~do per cen til do porco lo mb circulo do fat tia ad circulo  do 1, 78., se is pau da av elle k g fn f circulo de 17, sete primeiro dez ase sete, se is do per cen til alface, fr e mb s ac pd o, 310 x 1, 49, o , 46, se is per cen til bat br l av fe ch kg o, 94, o, 89, 0, 84, se is per cen til ce bola do granel, do chumbo, cho bo, o, 128, laranja azul, ,0 , 79, 0, 10, se is per cen til da clementina, c al sbar d ra do terceiro, 0, 18 0 x 1, 49, o, 27, se i per cen til maca, bravo c al 60/65 0, 274 x 1, 99, 0, 55, se is per cen til da pera da rocha, dos 400 do x, 1, 39, 0,56, treze do per cen til s al pica cao pri imo mor 280 g ,3, 98 se is posta de bac pasco al k g , 1, 98 se is per cen til LM, bar do ra gato rande mimo , 0, 59, se is per cen til, q do j do flam, pu dim, agros primerio do quadrado , 2, 39, laranjas, psd, per cen til sacos plas tico  segundo x , 0, 02, o, 04,, tota , banco primeiro, do 33 primerio da estrela,, bairro, vol u mes 22 , euro 40 t roco 68, 5, claudia do caldeira, coorector  , circulo dp do corrector, o primeiro euro da estrela brilhante, est rea l da manha, dos espada , es pada dos c inc o cent imos









sexta-feira, outubro 29, 2010

cadilhe , socrates e mais uma condenaçao à morte


29 10 10 b
1 2 4 MB (13.0 80.0 54 b y t es)

estes valores sobre numero e percentagem de funcionários públicos face à população eram valores há duas décadas quando vos comecei a falar disto mesmo, é óbvio que esse numero tem sido reduzido e salvo erro andara hoje na volta dos setecentos e cinquenta mil,

est es dos valores, vaso al circulo rato espanhol,   s ob r e n um ero é per cent tage mde fun cio na rio s publico s face à pop u la sao es e ram valor es,  há duas decadas , qua n dó vaso do os co meçe ia f al rato di  s to do mesmo, é ob vaso do io q ue ed ds se , nu mer ero te maior s id o red uz id o e s alvo e rr o anda ra homem oje na vol t ad os st en cents e cin q ue na t mi l,
na verdade pelo que hoje percebi, aquilo é um hotel escola ao lado da escola do icep, entrei, disse que vinha observar o quadro mais ao próximo que o tinha visto na rua a passar e me chamara a atenção, o hotel, e das lágrimas, coimbra, grupo judice, e os dois painéis são efectivamente de ardósia, comentei em voz alta, e em inglês, cada vez melhor, tudo isto, em tom irónico para comigo mesmo

na verd ad e p elo q ue h oje per cebi, a qui cd dez,  é um hot tel es c ola cao lado da escola do icep, en t rei, di s se q ue da vinha ob ser v aro quadrado do vaso d roma siao por x do imo q ue os tina homem vi s to na rua, primeira a ps serpenet  ar e me chama ra a a ten sao es, o h o tel, é das la grimas, c oi mb ra, g rupo do judice, é os dos dois,  pa ine is sao efe c t iva vam am , mente,  de ar do os ia, com en tei em voz al t a, e em ingles, c ad ave zorro do mel hor, t u dop isto, é maior tom iron ico para co mig do circulo do mesmo

fotos publicadas na pagina aqui ao lado deste blog em fotos

fo t os pub li c ada s na pa gina a qui cao do lado,  d este b l o ge maior fo t os
depois caminhei ate as tais instalações do icep na rua que vem do rato, para ver o tal outro quadro de giz, pois no final da madrugada de ontem, a certeza se fundou em mim, que o tal passe com um bebe esta relacionado com o tsunami da matança larga em dois mil e cinco e mais dois, sendo que ao que parece segundo o jornal dos bandidos numa noticias de poucas linhas com uma foto se dava a noticia que um outro agora acorrera com trezentos e setenta mortos, quando vi a foto, li trezentos e setenta mil, ou seja, espelha, a prova do primeiro da grande matança em dois mil e cinco

d ep o is ca min hei a te as tais in s t al ço es do icep na rua q ue v e md do circulo do rato, para v ero dp t al outro quadro, o de giz, p o is no fina l da ma ad mad ru gada de on t ema primeira ce rte za se in s t alo vaso em mim, q ue do circulo do t al p as se com um bebe e sta rato dela , o do ac cio n ado com do circulo do tsunami dama da matança l arga em d o is mi da ile c inc oe ema mais dois, s en doque cao q ue pa rece se gun do do circulo do segundo  jornal dos bandidos, dn,  nu ma nort ti cia sd e p o ucs linhas com uma fo to ze d ava da primeira not ti cia q ue de um outro do agora acor rato , e ra com dos trezentos, é set en t a mortos, qua n do vi a fo to, li t reze seno se set en t a mi l, o u seja, es p del dela , homem da primeira, a por v ado do primeiro da g rande matança em do is mi le c inc o
na tentadora, a primeira tentadora, assim vi hoje no passeio das pedras da calçada ao na pastelaria entrar para comprar cigarros, num canto, uma sósia da teresa carvalho, a puta que me trás o filho roubado, como a dizer então da relação da primeira tentadora ser um passe feito por elas mesmo, no âmbito do roubo do filho, nada de novo a oeste, pois é mais do que evidente

na ten t ad dora, a prime ira t en t ad o ra, a si maior do vi do home do oje no do p as seio das pedras da calçada, teresa calçada  cao na pa tela ria en t rato da ar para co mp rato da ar cigar garros, nu maior can to, uma s os ia da te rata da sa da carvalho, primeira puta q ue do mne net raty circulo as o filho ro ub bad ad o, c omo da primeira di ze r en tao da do tribunal da relaçao , da primeira tentadora ser vaso do passe,  feito,  por elas, o do circulo do mesmo, no am bit o do roubo do filho, n dade n ovo a oeste, p o is é mais, fr,  doque e v id dente
hoje de madrugada depois das ultimas publicações, o dia nascendo, de repente se abriu um choro denso em céu enovado e ventoso, assim esteve porventura o dia, algumas sirenes audíveis na cidade, as aguas entupidas pela regular ausência de manutenção e limpeza dos bueiros como sempre acontece nesta cidade governada por corruptos, no principio das primeiras chuvas

homem oje de mad ad ru gada d ep o is das u l t ima s pub li caçoes es, circulo do dia na sc en do, de r ep en te se abr eu um do choro,  den s o em c eu en ova ado e v en toso, as si maior es teve eve por ven tura do circulo do dia, al gum as sir ene es audi vi es na cida de, as das aguas en t u pidas p dela,  re gular asu en cia de manu ten º a oe li mp e za dos bu ie eros c omo se mp re ac on tesse nest a cida de g ove rn ad a por  co da dp rup pt os, no pric ni pi o das prime iro as das chuvas, circulo do homem da uva serpente, mulher de durao

a porta de casa, depois de ontem terem deixado na minha volta no patamar das escadas externas um pneu, a ressoar na analise da imagem do festival do sudoeste, hoje, um braço de boneco, como o do quadro do ccb, em frente ao audi, que me diz circulo do ur do treze, treze ressoa em alfama

primeira da porta,  de c asa, d ep o is de on te maior teresa rem dei x ad dona min homem da primeira vol t ano pat am ar das esca d as e x te rn as um pn eu, a r esso ar na ana lise seda ima ge md o festival do sudoeste, home oje, um br aço es de bone one nec o, c omo do circulo do quadro do cc b, em fr en te cao audi, q ue da me di zorro c irc culo do ur do treze

pelo final do dia as pessoas tensas nas ruas, porventura mesmo enervadas com uma energia à solta em demasia, 
 prenuncio de morte durante o fim de semana,  belo prenuncio de morte durante o fim de semana, 
p elo fina l do dia as pe s sas , ten sas nas ruas, por ven tura do mesmo ene r v ad as com uma da ene g ria da energia, radio, á solta em dema s ia, b elo pr en un cio demo da morte d ur ant es do circulo do fi maior  mde se mana,

la guerre de jouets, segunda parte

la gue rr rede jo ue ts, se gun d ap pr rte

são cinco e tal da manha, tinha visto aqui na mesa um pelo, melhor dizendo uma pestana, em cima de um cd que aqui poisa, pois o escutara ontem e mesmo hoje, e ao reler o texto la guerre de jouets, percebi que então era imagem do tal pelinho, que aprece ao lado do pião,

sao c inc o e ta al da dama da manha, tinha vi serrpente to a qui na mesa , madrid, um p elo, mel hor di zen do uma pest ana, em c ima de um cd q ue a qui po isa, p o iso es cu tara ontem , é o mesmo h oje, é cao r ele ero tex t o la gue r rede jouets, per e bic uen tao qaudrado da ue e ra ima ge md o t al pe linho, q ue ap rece cao lado do pi cao

estava por debaixo do filete amarelo e negro , the cleveland orchesta do traço do pierre boulez, da numerique, debussy, traço ingles images prelude a l apres do traço do midi d un faune do traço printemps,. the cleveland orchestra do pierre boulez da numerique

est av por d eb cio do filete am ar elo e ne g rato circulo do negro , t he ck l el van d oc r he sta do t r aço do pierre boule zorro  da nu mer q ue da numerica, , d eb buss y, t r aço ingles ima g es pre lu dea al ap r es do t r aço do mi d i d un f au ne do t r aço printemps,. t he c l eve lan da orche st r a do pierre b u ole zorro da nu me rique

ao ver de novo os rabisco, li ainda no gráfico na esquerda baixo da imagem, o do io do dia vinte e quatro, que associe a natal, ou seja relacionado com o tsunami, ou e ainda com o jornal vinte e quatro horas , circulo do ângulo de três ondas do vinte e quatro, o do io

cao ave rato de n ovo os r abiscos, le a inda no do grafico na esquerda ba  doxo da iam mg emo do io do dia vinte e quatro, q ue as socie priemira ana natal, nata al,  o vasodo seja rato dela, do  cio n ado com do circulo do ts un ami, o ue a inda com do circulo do jornal vinte, é qa au t ro hor as , c irc u lodo angulo de t r es das ondas do vinte e quatro, cir vc u lodo io

o cd esta por cima do livro a genese do francesco alberoni, da bertrand editoras

circulo do cd desta, sta por c ima mado l iv rato circulo da primera do prime ero da g ene se do fr anc es co al be  r oni, d a b e rt rand ed it toras da me dior

curioso, me apareceu agora um outro pelinho assim tipo púbico, mas em branco, deve ser das orelhas, e agora ao ver uma revista, vi que tinham posto uns cabelos  falsos na princesa leticia, que faz assim como um cauda ao cometa ou estrela cadente que trás na sua bela orelha, tiens ça devient vraimente drole ou meme bizarre, e depois me lembrei ainda, que um outro quadro de giz vira também em noite recente ao subir a rua que vem do rato, na nova casa do icep ou algo assim, estava a porta aberta aquela hora já tardia aparentemente com ninguém lá dentro, fico me a perguntar se essas tretas de quem telefona a quem , são mais uma invenções vossas

cu rio s o, me a pr c eu agora um outro pe do linho as si maior t ipo p u bico, ma em br ano, d eve ser das orelhas, é agora cao ver uma r e vita, vique tinha posto,  uma c au dede p elo f al s on o ca b elo da pr inc e sa le ti cia, q ue f az as si mc omo uma c~auda cao co met cao u est real ca dente q ue t r as na s ua bek la orelha, ti en s ça d e vi en t v rai em nt e d r ole o u meme b i za rr e, e d ep o is me lem brei a inda, q ue um qua ad r oe giz v ira tam am tambem em no it e rec en te ao s u bi r a rua q ue  v m do ratop, na nova ca sado icep o ual go a ss si m, es tva a  p o rata ab e rta, aquela hor a j´t ard ia ap ar en te me net com nin g ue m l á d en  t r o, fi co me a per gun tar se ess sas das tretas deque m tele fon a a q ue m , sao massi uma in v en ço es v oss as

sabes penelope, estas muito belinha aqui na contra capa, ve lá tu comprei a revista pois uma coisa nela me intrigou, melhor dizendo diversas, e só depois é que vi que ali estavas, fiquei contente, tens uns lábios muito bonitos, que parecem abrir beijinhos

s abes pene lope, e sta s mu it o be linha aqui na contra da capa, v e l á t u co mp rei a r e v ista p o is uma co isa nela e int rigo u, mel hor di zen do di vera se s ó d ep o is é q ue vi q ue ali est ava s, fiq u ei c on ten te, te ns uns l ab io s mu it o boni t os, q ue pa recem ab r i r bei jin h os

anda para aí no eter um linha para abrir o tresor, e eu me perguntava qual, se é que os tresores andam presos, coisa estranha depois te conto

and a v a para aí no eter um da linha do para abr iro t r es sor, e eu me per gun t ava q ual, se é q ue os t r esores anda dam pr es os, co isa e ts ar n h a d ep o is te c on to

le per f um d es in s t ant spre cie ux, lan c maconio elle om me paris, s bra ra quadrado estrela P 3, 30

tambem apareceram ontem no jornal dos bandidos estes dois rapazes





tam am be m ap p ar e cera ram am on  te maior no jornal dos bandidos es tes do is r ap az es

creio os conhecer, mas fico na duvida metafisica qual deles é comediante e qual ainda o mais influente, mas as arcadas por debaixo da mesa, são belas em cor croma key de roma, a ressoar numa outra noticia ao lado das festas com adolescentes na casa do silvio,. faz lembrar aqui  o aqueduto das aguas livres da mae de agua e dos bichinhos de conta do blog adornar, azimutes



c rei o os soc n he ser, ma s fi cona d uv id a met a fisica q aul deles é co med ian te e q aul a inda do circulo mais in f k l un te, ma sas ara cd as por de ba do xo da mesa, madris,  sao de belas em cor c roma kapa e delta de roma, a r es o ar numa outra not ti cia cao lado , a das festas com ad o l es cent es na ca sado si  l vaso do io,.  f az lem br a a qui aqui do circulo do aqueduto,  das aguas l iv r es da am mede dea da agua , é dos bic hi n h os de c on t a e d o b lo g ad o rn da ar az ze mu t es


por outro lado ainda falando dos googles e afins, aqui parece se propor uma chave, mais relacionada com o rapaz do face book, ou o arpão da puta da face, que também levou um puxão de orelhas em dia recente pois parece não ter ainda compreendido os direitos e liberdades nas redes sociais,

por outrodo rol lado a inda f al lan ando do sg dp gg l es se a fi n s, aqui pa rece se pro prr uma c h ave, mais rata dela, a do ac cio n ad a com o ra p az do fc e b ook, o u o ara poda puta da face, q eu tam am tambem l evo vaso ,  um do p ux cao de orelhas,  em dia rec en te p  ois pa rece n cao teresa a id dn a co mp ren dido os direito, fac se liber dad es nas red es soci a is,

la guerre des jouets , ainda sobre a cobra do cavaco

fui ver o quadro la guerre de jouets ao ccb, na recepção uma rapariga fazia provavelmente de nicole kidman, assim com um nariz muito grande, gentilmente me disse para subir ao segundo andar, onde, quando estava de volta do quadro logo poisou com o pretexto do telele, uma rapariga que teve logo o cuidado de me dizer que o quadro estivera durante anos num gabinete de um administrador o que era em seu entender uma pena, na verdade, espera-se que belos quadros numa fundação de arte, estejam acessíveis aos olhos de todos, ou então os respectivos gabinetes de administradores, das tretas dos políticos

fu ive ero do quadro la gu e rr rede jo ue ts cao do cc bn a rec ep pax sao es uma ra pa riga f az ia por v ave lem nt e de nico le k id man, as si m c om um na r i z mu it o g rande, gen tile maior nt e da me di s se para s u bi r cao se gun do ana rato, onda qua n dó est ava de vo l t ado do quadro rol logo po iso u com o pre tex t o do tele le, uma ra pa riga q ue rato da teve do circulo do cu id dado ad ado de me di ze rato qe u o qua ad ro est ive vera duran te ano snu ma iro mg  gabi nt e de uma d min sita ardor do  circulo doque,  e ra em s eu en ten der uma de pena, na ver dd e, es pera traço inglesa se q ue b elos qua ad r so n um da fundaçao de arte, est j ama c ess ive is a os olhos de todos, o u en tao os re pse c t iv os gabi nt es de ad min t r ad dor es, das t r etas dos pol it cos

a passarinha ali ao lado se sentou, a palrear pelo telele, a me criar as boas condições de visualização do dito cujo, contudo era bela à vista e me emprestou a caneta pois as minhas mãos não encontravam a minha, quem diria, estava no bolso de trás das calças donna karem de ny, lado da mão da direita, 

a p ass a rinha ali cao lado se s en to ua pal rea ar p elo do tele le, a me c ria rato ás das boas condi ço es de v is uãl iza sao es do dito cu jo, c on tudo e ra bela  vista,  é me em pr es to ua c ane w eta p o is as min h as maos n cao en c on t r av vam am a min h a, q ue di ria est av no bol sode t r as das c al ç  as da donna aka rem lado , a dama da  mao da direita,

 na verdade o melhor quadro és sempre tu, assim nuazinha só coberta pelos meus beijinhos, mas na tua ausência, enfim , se olha outras pinturas, este quadro é muito belo, e em verdade te digo, é como uma ardósia de escolinha com uma outra mais pequenina dentro, como a gravidez de um pedaço de giz, que se bem te lembram fazem arrepiar nas vezes as espinhas, olhei aquilo, e logo me chamou a atenção dois aparentes jouets, umas formas poliedricas, a puta da prime ria da al da  lie da ed das ricas, as tias que ficam com rugas nos olhos, quando perguntam aos meninos onde eles sugerem ser chupados, e que dizem ter partos naturais quando não estão maquilhadas,

 na verd ad deo circulo 101 do mel hor quadro és se mp re t u, as si maior nu az asinha s ó co berta p elos me us bei jin h os, ma s na tua ausen cia, en fi maior da se o l h a de outras das pin turas de este quadro é mu it o b elo, e verd ad e te dig oe c omo uma ar do s ia de es co linha com de uma outra mais sp pequenina den t roc omo a g r av id es de um ped aço es de gi za, q ue se be maior da te lem br am f az e maior mar ar r ep ia rato ps  nas v e ze s as es pinhas, o l hi ie daquilo, e logo me c ham o ua a ten sao es do is ap ar en t es jo ue ts, umas forma pliedricas, puta a lie da ed das ricas, as tias que fi cm a com ru gas nós olhos, qua n dó per gun atm a os meninos onda deles su ger rem ser c h up pados, e qe di ze maior teresa parto s nat rua is qa un dó dan dana dona cao est ao a qui ilha ad as, q ue

pois ao ver os poliedros, me lembrei ao momento de dois cadernos de apontamentos escolares de duas púberes ou adolescentes, te digo isto pela letra e pelo conteúdo que uma vez encontrei na rua nas traseiras do belo palácio dos vitrais onde o guedes do cds trás escritório de advogados ali ao príncipe real, mais umas cuequinhas,  ou seja, mais um perfume que insinua abusos infantis e especificamente relacionados com o cds, como o guedes na zona do príncipe real, vide apontamentos dessa visão no livro da vida

p o is cao ove rr ero os poli ed rato os da me le br e i cao moe maior nt o dedo de  dois dos cade rn nós os de ap on tamen t os es de colares, sintra, bec ola ares,  dedo de duas p uber es ou ad l os cent es, te dig o is to p elsa es da letra e p elo conte u doque de uma v e z en c on t rena da rua nas traseiras do b elo pa al cio dop ps v it rai s on deo do guedes do s cds t r as es c rito rio de ad v o gados ali cao prin c ipe rea l, o u seja, mais,  um perfume , q ue in sin ua ab us os in fan ti se es pe cif icam en t r dela , ac cio n ad os com o cds, c omo do circulo do dog do  guedes na zon ad o prin c ipe rea l de vide ap on tamen ts o de ss a visa sao no l iv r o d a  v i d a

mais curioso este rell time porque fiz agora uma pausa e abri uma revista que tirara da caixa de correio quando fui à procura do cheque do dinheiros que me devem para  fundo final do fim da miséria, e agora ao folhea-la, vejo cubos, associados a programa de tv, e um rapaz assim ruivinho que se chama liam laminam. ou o liam, da lam am mina inam ,depois de ver o james cameron, a dizer agora que ele tem a visão e nós a focagem, dos  extraterrestres nas profundeza, do abismo, entenda-se, da expedição do bismark da avatar do titanic, da fuij do non, a lente do porto do grupo dos filmes, terceiro quadrado rea ad delta grupo fujinon usa

mais c ur io s o de este r elle t ima por q ue fi z agora uma pa usa e ab r, e uma da revista q ue tir ara da caixa de correio,  qa un dó fu ia por do cura do c he q ue do din he iro rosque da me de eve maior do para  fun do fina l do fi md a mise ria, é agora cao fo l he a traço ingles de la, vaso be jo do cubos, as soci ad os a porg rama de tv, e um ara p az as si maio mr rui do vinho q ue da se da chama do liam laminam. ou o liam, da lam am mina inam ,d ep o is de v er o james do cam do dam da eron, a di ze rato de agora q ue dele,  t ema visa sao é nós ad da pr me ira foca cage md o ste, é x t rat rr r es tt rata da ep rime ria nas pr on fu dessa, a do ab i sm o, en t en da traço inglesa se, da e x p id sao do bi sm ar kapa da ava tar do tita ani nic, da fu ue do  j do non, a lente do porto do g rupo dos filmes,  t rec e iro quadrado rea ad delta g rupo fu jo jon  do non usa 

o segundo elemento que no quadro me chamou à atenção, foi, um boneco de plástico, que logo se figurou a consciência como um bebe ou aborto, que trás a cabeça, e só tronco, e o braço esquerdo levantado, a posição do corpo deitado, de onde saem com círculos concêntricos de onda do mar, ou seja imagem simbólica de processos de ondas

circulo do segundo elemento toque ue no do qua ad rome c  ham o u à at en sao es, fo oi, um b one code p la s tico, q ue logo se figu o ru a co ns cien cia c omo um bb,  be o vaso do aborto, q ue t r as a ca beça, é s ó t ronco, é o br aço es es q ue do l eva van nt do dao, a ps oi sao es do corp o d ei t ad o, de onda sa em com circulo s c on c en t ric os de onda do mar, o u seja ima ge m si mb o lic a de por esso s de ondas

dentro da ardosia pequena dentro da grande que é o quadro a a ressoar na metáfora das palavra oradas, sobre a defeniçao de regime semi presidencialista, candida tura de cavaco, que diz a mol dura, do quadrado do frame, ou seja da armadilha, uma vaquinha com cornos, com uma marca , um x em cima, e uma referencia ao ano  80

den t rp da ard o s ia da pec una den t r ado a g rande q ue é circulo do qa au d r o a ar es o ar na met a fr o ad as pal av ra o r ada, s o b r e a d efe ni sao es do re gime s emi pr es id en cia lita s, q ue di z a mol dura, doc au d r ad o do fr am e, o  u seja da arma mad ad di da ilha, um a v a quadrado do delta do vaso in homem da primeira do com dos cornos, com uma ma rca , um x em cima, e uma referen cia cao ano de  80

outros elementos, a laranja, ou laranjinha, ou tangerina cortada, à imagem da lua nessa noite na zona da torres na expo, provavelmente então o lugar do abuso,  um pião, que se liga de novo a uma imagem do video ultimo aqui publicado, miguel relvas, av que desce para  rio, um velho pião com uma carro dos mrrpp a caminho de um encontro manhoso com o durao barrosso, nos tempos do liceu d dinis, primeira greve depois do vinte e cinco de Abril, aqui contada em seu pormenor, pião como imagem de ciclones também

outros elementos, da primeira  lara rana ana, o u lara n jin h a, o u tanger rina ina cortada, à iam ge md a l lua ua ness ano ie t na zon ad a torres na expo, por v ave lem nt e en tao do circulo dol di gita da al,  lu g ar do abuso,  um pi cao, q ue da se da liga d e n ovo a uma ima ge md ov id deo ultimo a qui pub li cado, miguel rato de elvas, av q ue de sc e para do  rio, um velho pi cao com uma carro dos mr rata da pp primeira cam ni  ho de um en c on t roma man homem osso com do circulo do durao bar rato dp os, nós do tempos do liceu d dinis, prime ira g r eve de p o is do vinte e c on code abril, a qui conta dam s eu por men o rt, pi cao c omo ima ge md e ciclones tam eb maior, cic pri e mr io do one es

os dois traços que se espelharam nessa mesma noite nos carris da rocha do conde de Óbidos entre o príncipe perfeito, e e paquito abandonado a olhar o veleiro de trinta metros com quatro mastros que nas vezes parecem tres, que me falava do bacalhau da noruega, e sendo quatro e sendo tres, me reforça a ideia de uma em tres, estao representados no quadro numa carta que na minha trasnliteraçao do desenho nas condiçoes de diversao acima enunciadas, deu ainda o curioso resultado de parecer com um bico da cobra, portanto cavaco silva, e ainda um x de um angulo, ou o x da ang gula na subida de uma cobra de montanha, num rectangulo incompleto, por cima da tal cobra vermelha  visivel nos frames aqui publicados da rtp, que é na realidade uma cobra feita pelo conjunto de cubos vermelhos, como dados, opoker e as sempre apostas das putas,

o paquito me declina pelo corrector aqui ao momento da escrita em saquito do paquiderme do paquistanês , o paquistanês, do navio

os do is  t r aços es q ue da se es p el haram ness a m da mesma ano da noite nós dos carris da rocha do conde de ob bi dp os en t reo p rin ipe per da onda ,feito, e e paq u it o a bn ad dona ad o e ol h aro rove ove do veleiro de t rin  t a metros com quatro f al soc q ue nas v e z es par e em t r es, q ue me fal lava ava do baca l h au da nor ue g a, e s en do qa u t ro se en dó t r es, me ref orça es primeira da ideia de uma em tres, est cao r es pr es net ad os no q au d ro nu ma ca rta e na min h a t r as nl it te raçao, do de s en h on as condi ço es de di ver sao ac ima en un ciadas, de ua inda o cu rio s r es sul t ad o de pa recer com uma bico da cobra, porta nt cavaco silva, é a inda um x de um angulo, ou o x da ang gula na s u bid a de uma cobra de montanha, num rec tan gulo inc om p le to, por c ima da t al cobra verme l h a  v isi v el nos fr am es quai pub lic ado s da rt p, q ue é na r dela id ad e uam cobra feita p elo co un junt o de c ub os verme l h os, c omo dados, o poker , é as se mp re apostas das putas,


o p ac qui to me d e c lina p elo corrector aqui,  cao moe maior nt o da es c rita em sa u it o do paq u id derme do paq u is t cao , o pq u is t ane es, sd o dona do navio


e o que acha que é este objecto aqui, perguntei às paginas tantas a passarinha palradora, ela olhou e disse, é um rabanete, para mim, é assim então um missel rabanete tipo seta dardo, da se, da lua laranja cortada ao meio, que portanto devera ter sido de alguma forma espremida, e deu um ovo com um cruz inclinada ao lado de um avião de papel branco martelo como um tubarão, que tem o rabanete da se por baixo, do x na ardósia dos cornos da vaquinha em oitenta, do qual sai um traço da for mula one da cobra anka primeira da kapa, do traço do arpão do x circulo o86 do infinito bi, do grupo 66, rato circulo da ad do hell, do oitenta e oito, ou seja 66, do 88, outra vez, ou seja o do abus, ts cruz serpente setenta e três , o terceiro invertido,  

é circulo doque da acha q ue é este ob ject o a qui aqui,  per gun tei às pa ginas t anta sa da passarinha pal r a dora, dela , o l ho ue di s se, é um r aba ban nete do para da mim, é a si m en t cao,  um missel r aba nete t ipo s eta dard o, da se da lua laranja co rta ad a  cao me io, q ue porta nt o de eve vera teresa s id o , é al gum a forma es pr emi id a, e d eu um ovo com um da cruz inc lina ad a cao lado de uma via o de pap el br anc o martelo c omo um t u barao, q ue te mo do rabanete da se por ba do xo, do x na ard o isa dos cornos da vaquinha em oitenta, doc ual sa é um t r aço es da for mula one da cobra anka prime ria da kapa, do t  raço do arpa , circulo do x c irc culo o 86 do in fn it o bi, do g rupo 66, rato c irc culo da ad do hell, do oitenta e oito, o vaso do seja 66, do 88, outra vez, o u seja o do abus, ts c ru z ser pente sete nt a e t r es , o t rec e iro invertido,

eu até tenho vergonha de chamar a isto quadro, sem suporte, pois o pintei na mao no  meio de todo aquele ruido, mas enfim, entre o que lá estava , o que eu vi e o que rabisquei, diria ainda em suma, que a la  da guerre de jouets da tangerina ou da laranja do ovo da cruz do martelo do aviao, do rato aba da nete da se da seta do pintelho do piao do berlinde, do pelinho desta , de uma coisa asim tipo hexagono sem o ser, como o polvo do paul, o do bico do 88, dona elvira, dos traços na carta da scençao na montanha, do vaso inclinado, do x dos cornos da vaca de 80., primeria cobra kapa , a dos traços, parece ist a silvia falsa ruiva, do 66 das donas elviras, do ts sete invertido terceiro, do carro que foi pela montanha abaixo, tipo aquele na serra do outro lado, da ar rata da ab id a, arrabida, ou da raiva da se, de uma mao de um bebe que fez ondas, do finaceiro, dez , vinte e quatro, circulo de tres ondas dos mil do vinte da manivela dos trezentos, do x primrio ni da di da visao, do no da fn,é gato da ula sesenta e um da da divisao , cora raçao, di da visao, fo ie circulo dez aset do ste ee , o do sete, da ancora, vila pr aia da anc cora, da dp, circulo da di da visa isa sao dos mil pcm, ou p do cm, circulo do mo,

eu a té ten ho ver gon a hd e c h a am mr a di st o quadro, se maior s u p orte, p o iso pin ie na mao no  me io de todo a q u le rui dó, ma s en fi maior, en t reo q ue lá est av , o q ue eu vi , é o q ue r abis q ue ei, di ria a inda em s uma, q ue a la , da g ue r rede jo ue ts da tanger ina o u da la rn a jad o ovo da c ru z do mar tel elo do avio da a, do rato aba da nete da se da s eta do pin tel  h o do pi cao do berlin dedo p e linho desta , de uma co isa asi maior t ipo he xa g on o s emo ser, c omo o polvo do p aul, o do bico do 88, dona el v ira, dos t r aço es s na ca rta da sc en sao es na mon t anha, do ova do vaso inc lin ad o, do x dos corn as da vaca de 7 80., prime ria da cobra kapa , a d os t r aços, pa rece ist a si l via f al s o u iva, do 66 das donas elviras, do ts sete invertido terceiro, do car ro que fo i p ela mon t anha aba do xo, y ipo aquele na serra do outro rol lado, da ar rata da ab id a, arrabida, ou da ra iva da sede,  uma mao de um bebe q ue de fez ondas, a do finaceiro, dez , vinte e qutro, circulo de tres ondas dos mil do vinte da ma ani vela dos trezentos, do x pri mr io ni da di da visao, do no da fn,é gato d au la se s ent a e um da da di visao , cora raçao, di da visao, fo ie circulo dez aset do ste ee , o do sete, da ancora, vila pr aia da anc cora, da dp, circulo da di da visa isa sao dos mil pcm, ou p do cm, circulo do mo,

depois quando desci, olhei uma montra onde mostravam casas baratinhas, que passavam em em slides e dizia qualquer coisa, como, não consegue dormir com o ruído da cidade, , assim tipo do grupo do boliqueime, da puta do cavaco, que de repente me aparecia então encaixar na imagem da bela piriquita, do grupo do patinho e da quinta da marinha ou por aí, a rapariga la dentro era bela mas tinha cara zangada a olhar o pc, e por essa razão eu não entrei e lhe disse, menina, quer casar comigo, tira ali uma daquelas casinhas a gente sopra-lhe e pronto ela nasce, lembra se do príncipe da pimenta, quem casa quer casinha com sonzinho de passarinhos e coisas e tais 
 
 de posi qua  n dó de s ci, ol he ei uma mon t r a onda m ostra vam ca sas das bar ratas das tinhas, q ue p asa v ae maior em s lid es e di z ia q ual q ue rata da coisa, c omo, n cao c on se g ue dor mir com o rui do da cida dade, , as si maior t ipo podo g rupo do boliqueime, da puta do cavaco, q ue de r e pente da me ap ar  e cia en tao enca ix ar na ima ge mda vaso da bela piri q u ei t ad o g rupo do p a tinho e da u int a da ma rinha o u  po r aí, a ra pa riga la d en t ro e ra da bela ma s tinha cara zan gada a ola o rato circulo do pc, é por dessa , r aza o eu n cao en t rei el he di ss ee da menina, q ue rata ca sar co mig o, t ira ali uma da q u delas ca sinha sa da gente s opra traço ingles l he e pr on to dela na s ce, lem br a se do pr inc ipe peda pimenta, q ue maior c as q ue r ca sinha com son z in h o de p as sarin ho sec co da isa da se tais, br


quinta-feira, outubro 28, 2010

ah hoje apareceu no jornal dos bandidos uma das faces do fmi, quem diria

a h h oje ap a receu no jr on al dos bandidos, uma das faces do f m i, q ue maior da  di da ria

http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1697522

como sempre uma expressão de culpa pesada, nos normais sinais de loucura com que estes actores se apresentam, como se tivessem todos sido mordidos por uma cobra, no mínimo, o mote , era que Portugal estava de joelhos perante o BCE, 

c omo sempre,  uma da express sao , de c u l pa pesa sada, nós norma is sin ia s de lou cura com q ue de estes ac tor es se ap resen tam, c omo se t ive ess em todos s id o mor dido spor uma cobra, no mini do imo, circulo do omo  mo te , e rac ac q ue pop pr tuga l est ava de joe l h os pera nt e o bce,

curiosa metafora, a atender pela face o prazer nao tera sido proporcional a paga, ou a divida, a relembrar isto posiçoes de estadistas de estados com salas redondas de outrora

cu rio sa met a for a, a at ene r p dela, der, , a  face do c irc uk lo do pr az e r n ao teresa ra s id o pro rop por cio n al pri e mr ia paga, o ua di v id a, a r del , lem br ar is to posi sic ço es de est ad ista sd e estado s em salas, rr,  red on d as de outrora


na falta de paciência para comentar as patranhas das bestas, aqui fica a voz do povo, que como sabeis, é todo iletrado e usam computadores, muito esclarecedor dos processos, a ser verdade, o comentário que fala do f5, função dos pc, bons sítios para fazer cortes no orçamento, sem duvida as assessorias
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carlosmntr

28.10.2010/15:16

Que venha o F M I, talvez descubra maiores BURACOS. Todos os dias, é encontrado UM. O F M I, não COME ninguém, deve e descobrir os CULPADOS. E DEPOIS ! SÃO CHAMADOS Á JUSTIÇA. A justiça não existe para os CORRUPTOS. Chamem os secretários de estado, os ministros, os assessores, os políticos. Porque não os fazem pagar? É só o POVO que é chamado à JUSTIÇA ? As prisões são para os corruptos, ladrões, assassinos e outros. ELES É QUE DEVIAM PAGAR, E NÃO O POVO . Pela 3ª vez que venha o F M I.



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Antoscar

28.10.2010/14:56

As responsabilidades não são julgadas existirem dos políticos; de contrario estaria com receio da situação em si, mas tudo isto deve estar com ligações de corrupções do PBN, pois dezenas de milhões foram confiscados para enriquecer alguns políticos. Andam muitos caladinhos; como sempre julgando nunca serem apanhados. O FMI é uma organização de emprestar dinheiro; assim se valem dos países mais pequenos e com funcionários do Governo com muita politica cheia de Diplomacia. Pelo menos a Justiça estivesse pelo lado de Portugal Para confiscar as riquezas dos corruptos e deixarem eles na miséria, pois a fome e miséria em Portugal é grande e muitos com vergonha de pedir.



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Fatima Oliveira

28.10.2010/14:26

Se os nossos governantes não vivessem acima das possiblidades financeiras do nosso país nem os gestores das empresas publicas utilisassem para proveito proprio os euros que são de todos os contribuintes,carros topo de gama,facturas de combustivel etc,etc,etc,concerteza não estavamos agora nesta situação,enfim é o País que temos,o povo tem que abrir os olhos e deixar de eleger sempre os mesmos para governar o nosso País!



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Anónimo

28.10.2010/14:01

Mas a culpa desta situação é do povo!!!Neste País parece que só existem dois partidos politicos,nunca se dá hipótese aos mais pequenos de mostrarem o que valem,...e que venha o FMI!!!!



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Manuel Modesto

28.10.2010/12:46

Como eles do PSD já andam a esfregar as mãos e contentes com a possível queda do Governo e possível vinda do FMI. Pudera estes Senhores do dinheiro vão ver os juros bancarios a aumentar, logo as mensalidades das casas e a termos de as vender em leilão. Está claro para os mesmos comprarem.Isto está tudo bem pensado é só esta gentinha ir na conversa. Com o PSD segue-se a regionalização, divide-se o país para uns campitos de golf. Altera-se a Constituição para facilitar os despedimentos e só não pagar a educação quem não puder. Por mim despois do que já vi e ouvi pouco me importa. Os mais novos é que terão de estar muito atentos.



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Antonio

28.10.2010/12:36

Só gostava que me explica-sem, no caso de o sr Socrates bater com a porta e se ir embora,qual a responsabilidade que lhe é exigida, pelo mau trabalho efectuado enquanto 1º Ministro, ou fica isento e ainda pedirá uma indeminização por nao ter acabado o mandato????Faço esta pergunta porque fui um operário e sempre me responsabilizei pelas minhas funções.Obrigado



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Antoscar

28.10.2010/11:43

Julgo que o PSD é melhor se enganam; pois o Sr. Passos de coelho cria abaixar os salários públicos e dele só 3.9%, portanto Portugal não vai ficar melhor se o governo cair. O Sócrates é um homem duvidoso de compreender; mas o Sr. Passos de Coelho tem andado a fazer propaganda na TV do que quer fazer sem que não esteja ainda as eleições. Os problemas dos políticos são tão ambiciosos; que querem é estar no governo para controlar o que querem em proveito de si próprios e não de Portugal e seu povo. Se o governo cair não se deveria dar alegrias ao PSD. Não vejo a união europeia uma boa vantagem para Portugal;



N. Fernandes

28.10.2010/11:23

Portugal - Lisboa

Chulos, hipócritas! Estão a enterrar um país por completo com a sua teimosia. Para quando uma revolta Portugueses?! Participarei com todo o gosto numa mega-mainfestação!



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Alicea

28.10.2010/11:43

Portugal - Lisboa

Que venha o FMI e bem depressa. Podemos vir a ter medidas mais drásticas mas sabemos que são em prol do país e não dos bolsos dos socialistas e companhia. Que venha o FMI: estou disposta a participar na recuperação de Portugal, mas não gosto nada de me ver a a alimentar chulos como meste orçamento prevê.
Utilizador Não Registado

A mais pura das coincidências (com Sócrates, tudo são coincidências, pois ele é impoluto)

28.10.2010/11:21

Jorge Abreu Rodrigues, advogado de André Figueiredo, chefe de gabinete de José Sócrates no Partido Socialista, é o dono da First Five Consulting (F5C). Esta agência de comunicação foi a que mais facturou com ajustes directos do Estado desde 2009, de acordo com dados analisados pelo Jornal de Negócios. O nome do advogado que está a representar André Figueiredo no processo por difamação contra o deputado socialista Vítor Batista surge, no registo comercial, como titular do cargo de administrador único da agência de comunicação. E, na Informação Empresarial Simplificada de 2009 a que o Negócios teve acesso, Abreu Rodrigues é dado como o único proprietário das dez mil acções que constituem o capital social de 50 mil euros da F5
ainda aos autarcas, um dos dados mais importantes no sentido de esclarecedor que os senhores deverão divulgar é este , a relação entre o imposto colhido em cada uma das regiões e o que dele retorna, a elas, para se entender o que cada parte contribui e o que os bandidos de lisboa roubam para mal gastar

a inda a os au tar ca s, um dos dado s mais im porta nt es no s en t id o de esc clare rec cd da dor q ue s senhores, s en hor es,  di vera do verao , di v u l gar é este , primeira da relaçao en t reo imposto co l hi o do qaudrado  em c ad a uma das regi o es é o q ue dele re tor na, priemria delas, para se en ted der ero q ue c ad a p arte c on ti bu ie, o q ue os bandidos de lisboa,  ro ub bam am para ma al gas da tar