terça-feira, março 02, 2010

continuaçao...

a imagem do pequeno aviao no porto, na estrada para a foz e para o castelo do queijo, o local do rato, pela arquitectura da casa, em estacas, continua aqui a me por os pelos da intuiçao em pé, pois nao deixa de continuar a me parecer que é tambem uma imagem do sudoeste asiatico, ou seja o mesmo grupo do bando da grande desgraça em dois mil e cinco

a ia mg ge made ria do pe q un o avia circulo do no do porto, na est ard priemria do para da primeira da foz, ze para do circulo do castelo do qui jo, o l ocal do rato, p el a arqu it tec da tura da c asa, em est aca s, c on tin ua a qui primeria am me por os p elo sd, a in tui sao es em p é, p o is nº cao de ix a de c on tin ua ra me par ser q do vaso é eta tea tam am tambem, uma ima ge masde ria do sudoeste asiatico, o vaso do seja do circulo do mesmo, g rupo do bando dag rande desgraça, em do si mi da ilhe le cio circulo do inc,

curioso, pois quem ali morava tambem na rua do coelho da rocha , ou seja dos coelhinhos, tipo playboys, certamente das truca truca rapidas, era o silva melo, o tal dramaturgo tambem da linha da historia do edipo

cu ur rio do osso, p o is q ue mali mora ava t am tambem na rua do coelho da rocha , o vaso do seja dos co oe do primeiro do homem in homem nata natal os, t ip o p la y boy do delta da serpente, da se do rate, mente, das cruz ruca dat cruz ru cara pidas fac , ap da puta do encontro na t arde d ep o is das bombas em londres, e ra do circulo do silva melo, o t al d rama t ur g otam tam am tambem da lina hd da primeira da historia do edipo, da historia do ed, do professor, di ip ipo, t uber cu primeiro do circulo da se

sabe sua puta miguelito, masi conhecido por mec, cara de macaco, e orelhas delas, que desde há muito tempo me pergunto se assim não as trará, por seu pai lhe as ter puxado muito pelas merdas que o menino já fazia em pequenino, descontando, aqui essa coisa e tal da violencia sobre os infantes

s abe es serpente da ua da puta do mig ue do lito, ma sic on he circulo id do circulo por do mec, cara de ema má do caco, louca, e orelhas delas, q ue de sd e home da primeira do acento à muito tempo, pome per gun to ze, universal, as si maior mna onda do cão as t rato da priemria rá, por serpente eu pai primeiro he as teresa rp p ux ad om mu it o p el as das merdas q ue o me nino j á f az ia em pe q eu nino, dec deco , br, on cruz ando, priemria do qui aqui dessa cobra co isa e eta al da viol len en cia s ob re os infante es serpentes

me lembrei de outra imagem com um banco com uma estrutura semelhante aquele que mostrei aqui recentemente no chao, e que outrora me fez tropeçar, do angulo do prumo do bang em nova yoque feito pelo do grupo do portas, seu amiguinho do seu bando do tempo da projornal e depois do independnete e que creio mesmo um dia aqui ter narrado e que se prende consigo tambem, sendo que o bando do cds, ainda de novo apareceu outra vez com a imagem da tal quinta do portucale

me lem n br rei ei id de outra rai iam mg ge mc om, um do banco com, uma est ru tui ira ra do seme l homem ante daquele, q ue mos t rei a qui rec en te maior iro ,nt te no cha oe q ue outrora me de fez, mar das rocas, t rop eça rato ps, do angulo do pr rumo umo do bang em nova yoque, feito, p elo dog rupo do portas, serpente do eu am mig gui in ho, nata natal, do serpente eu bando do te mp o da por do jornal, é d ep o is do inde pen dn nete, é q ue circulo do rei do circulo do mesmo, de um dia a qui teresa na rr ad oe q ue se pr ren de c on sig otam tam am tambem s en do que do circulo do bando do cds, a inda de en ovo ap pr receu outra ave zorro com da primeira imagem dt al da quinta do porto 6 u cale, leite do calen, doca alen al len en

veja lá se o menino macaquinho se recorda, pois mais claro não poderia ter sido pelo proprio nome do local onde o passe se deu, na discoteca kremlin, claro espelho da russia, e dos meninos do bando de alvalade, pois o rapaz que na altura trazia a discoteca, era o filho de um dos dirigentes da altura e durante muitos anos do clube de alvalade e o mesmo bando da kapa , discoteca, da imagem das arvores da humanidade, e tambem da capital,

veja, br, l á ase do circulo do menino macaquinho, se reco da corda rda , p o is mais, fr, circulo do prime rio aro, n cão pode der ria teresa s id o p elo pro rop p rio no med o l ocal onda deo do circulo do passe, se d eu, na di co teca k rem l in, c l aro es p el ho da russia, é dos meninos do bando de alvalade, p o is o ra p az q ue na al tura t ra z ia a di s co teca, maderia, e ra do circulo do filho de um dos di rig en t es da al tura e duran , barroso, te mu it os ano serpente doc circulo do lube de al vala ad e de alvalade, é o me sm o bando da kapa , di s co da teca, da imagem das arvores da humanidade, e eta tam tambem, da capital, ca ap pita al


não recordo de momento o ano em que isto se passou, talvez noventas , meio da decada, ou por ai, um bando de meninos ao balcao, com uma menina com uma camisola de morangos, ou seja tvi, teleniovelas e coisas assim a que voce tambeme stev ligado via a manuela moura guedes, tambem compincha do paulo portas, e a montagem de uma porvocacao, o rapazinho se pos a meu lado a moer-me a paciencia, ate que depois de lhe ter aturado o impossivel, lhe dei um empurrao com a mao em que o rapaz vouo ate excatamente uma coluna de colunas, frequencias de som, e depois pequei com a outra mao, num banco da discoteca semelhante a este e o mantive no ar, como se fosse um domador que assim faz a um leao, depois o menino que lá estava ver a e curtir o prato na sombra, lá apareceu ao pé

n cão do record ode demo mo men to do circulo do ano em que is to ze p ass o u, t alvez no do ove das ventas, furaçoes, me io da decada, o u por rai ai, um bando de meninos cao do bal, cao do com de uma menina com de uma cam is ola de moran rag os, o vaso do seja da tvi, tel eni ov velas é co isa sas sima primeira q ue vaso evo circulo da ce eta tam am tambem e stev liga do gado via da primeira da manuela moura guedes, tam am tambem co mp inc home ad do fo do circulo do paulo portas, é primeira da monta tage maior de uma por av vaso do circulo do cao da primeira, o ra p az in homem ase p os a me vaso lado, a moe rato ps do traço ingles me a p ac ie en cia, a teque, maderia, d ep o is de l he t rato e a tui irado do circulo do i mp + os s ive vaso el, l he dei um e mp ur ra circulo com dama da primeira mao , em q ue do circulo om do rapaz v o uo a te e x cat am que mente, uma da coluna de c co luna s, fr e q u en cia s ed som, é d ep o is pe quadrado g ue ei com da primeria o ur t ra do maio,lusi, num do banco, da di sc teca seme l h ante primeria de este, é o man t iv en no da ar, cm circulo se da fosse, um do mad dor q ue as si maior do f az a um lea circulo, d ep o is o menino q ue l á est ava vera, é cu rato ps tir do tiro do parto na sombra, l á ap ar c eu cao p é

não precisa com sua inteligencia que lhe troco o valor simbolico desta imagem por miudos, pois nºao, sua puta, que o inferno vos seja quentinho

n cão pre cisa com s ua intel lige en cia q ue l he t roco circulo da ova do valor, si m bol i co desta ima ge maio do mp por miudos, p o is n ºcao, s ua puta, q ue oi n fe rn ro vaso ova os do seja, q ue en tinho

e não se esqueça de juntar as muitas outras iamgens aqui recolhidas sobre este grupo e seus locais, que remetem inclusive para o ataque ao uss cole

e n cão da se es q vaso do eça, de j un tar as mu it as outras ia mg e en ns saqui reco l hi id as s ob re de este, g rupo é se us l o cais, q ue rem te m in inc lu s ive para do circulo do ataque, cao uss circulo ole

ainda na rua de campo de ourique onde agora se manifestou a assinatura da madeira e do porto, a loja dos materiais eletrcios, e tambem na esquina uma loja brasileira com dos orixas e afins, ou seja china tambem e brasil desgraças

a inda ana dna da AR rua de campo de ourique, onda deo do agora da se man ani if est o ua as sin a tura da madeira ´e do porto, al loja dos ma te ria is ele t rc cios, e eta tam am tambem na es q vaso do ina, uma da loja brasileira com dos o rato ix ase a fi ns, o vaso do seja china eta tam am tambem e brasil de sg ratas aça es serpentes



continua....
continua...

esta tarde, quando fui comprar paezinhos da avo ao pingo doce, algo em mim me disse para continuar a voltinha e assim fui até à livraria, onde se afigurou uma relação com uma das imagens finais do filme, espelho magico, quando a menina assim meio em coma vai pela mao do marido visitar os quatro leoes da praça de s marcos e tem o marido assim uma especie de epifania com o fresco em belos tons de doirado, a imagem em figura, de alguma forma invertida, face a que o pisca pisca lateral do carro ontem, espelhara , o que trazia o luxuria canibal de faca de talhante com um braço assim cortado, curioso porque depois ao final da tarde por lá passei e estava um senhor nele a entrar e a partir com o carro

é sta tat arde, qua ando cabo fu co mp rato psd da ar pae zinhos da av o cao pin god o ce, al g o em mim me di iss se para c on tin ur a av o l tinha e as si maior fu ia té à liv rato ps da ria, onda da se a figu roi vaso de uma do tribunal da relaçao com uma das ima ge ns fina is do fil me, do espelho do magico, qua ando da primeira mira menina as si maior mei circulo em c oma ava ip p el am mao do mar id o v isi sitar os q au t ro leo s da pr aça es de s marcos, é t emo marido as si maior, uma es pe ice de e pi fan ica com o fr sc o em b elo s ton sd e do irado, a ima ge maior em figu ur ra, de al gum a forma invertida, face a q ue o p isca pi s ca la te ra l doca do carro ontem, es pel hara , o q ue t ra zorro ia o lux uri a c ani bal de faca de t al han te com um br aço es x as si maior mc co rta ado, cu rio osso por q ue d ep o is x cao fina al da t r ade pop rato ps l á p as s ei e estav um sen homem ro nele, lea en t rato ps da ar e p art tir dop carro, do vaso com do circulo do carro

os quatro leoes, numa das capas de um dos livros dizia então serem os quatro da sala dos animais do vaticano, ou sja quatro leoes, mais tipo chitas, do sala, da radio renascença, do quarto dele,

os quatro leoes, nu mad as das capas de um dos liv o rato serpente sd di zorro ia en tao se rem os quatro da sala, dos ani ima mais do circulo da ovo da vaticano, o u sj a q au t ro leoes, mais t ip o chi t as, do sala, da ra dio da rena sn c ença, do q ua rt o dele,

na esquina da rua dos telemoveis diversos ao lado da casa das sandes, dand sand as, e do café do bar do Tejo do outro lado, um cheiro forte tipo assim a ovos podres, e consequentemente doenças de fígados e pâncreas, e passes com estranhos pós como os que acabei aqui de relembrar, ovos podres é de certa forma, imagem de menstruo

na es quadrado do vaso do ina da rua dos tele emo ove is di vaso ero sao rosa, ps, l ado da ac asa das sandes, dand sand as, é do café do bar do tejo, do outro lado, almada, um che iro f orte t ip o as simam primeira dos ovos podres, car da naval, remo, e co nse q u en te mn te das doenças de fi gados e pan c rea se dos passes com es t ran ho sp ó sc omo os q ue aca ab bei a qui der lem br ar, ovos pod rato ps es é de c e rta forma, ima g en de men ns cruz da ru circulo

atravessei az rua e pelo enquadramento meio tapado de uma árvore, a chave se desvelou, ma, magico de ny, assim parecia pela bela menina da maça verde que ali esta em foto, que bela sois, os perfumes, , cristina coutinho, os mágicos da puta, depois entrei pela rua coelho da rocha, onde antes tive um atelier de fotografia na new look da Helena napoleão, e no tpo dessa mesma casa, a outra rui que faz com ela uma cruz, ou um hammer como o da imagem que relaciona a desgraça na madeira e o porto, estava com grades de transito, por ela entrei a ver o que se passava,

a trave ess ei az rua é p elo enqua d ram en to me io tap pado de uma da arvore, ac h ave da chave da se d es velo vaso , uma, magico de ny, as si maior 12 0 101 par cia p el a bel az me nina dama da maça verde deque al lie do ie sta em f oto, q ue bel as o is, os perfumes, , cristina coutinho, os magicos da puta, d ep o is en t rei p el ar rua coelho da roc h a, onda ant es t iv e um at lei e rato ps de f oto g raf fia na ne w l oo kapa da helena napoleao, e no do tp, circulo lop dessa mesma casa, a o u t ra da rui, q ue f az com ela uma cruz, o vaso do um ham mer c omo o da i mna ge maior do q ue eu r el ac cio na primeira da desgraça na am ad e ira é circulo do porto, est ava com g rato ps ad es de t ran s it o, por ela en t reia ave ero q ue se p as s ava,

ali estava ao meio do primeiro pedaço do cabo do martelo ou da cruz, por assim dizer em correspondência, cujo nome é, 4 da infantaria, mas cuja placa toponímica, apresenta uma parte cortada na esquina, como aqui em casa na parede da porta, cds, ao lado do prumo das frequências em nova yorque, desvelando ainda mais precisamente o sentido e o significado, 4 de infantar, ou seja o quadrado, ou o quarto, o leito do infante, ou seja da tar do infante, ou seja da av infante santo, ou seja da puta do teatro cujo nome recentemente aqui aparecia sobre o mito de edipo, ou seja do roubo de meu filho,

al i est ava cao me io do primeiro ped aço do cabo do mar tel oo u da c ru zorro, por a si maior di ze rem cor rep o jd en cia, cu jo no me é 4 da infanta ria, mas cu j ap laca top o mini ca, ap rese en t a uma p arte co rta dana es q u ina, c omo a qui em c asa na parede, local, a da porta, cds, ao l ad dodo pr rumo das fr e q e un cia se em nova yorque, d es vela lan ando a inda mais, fr, pre cisa sam am que mente, o primerio, o s en t id oe o sig gn i fi cado, 4 de in fan tar, aro o vaso do seja do circulo do quadrado, o u o q au rt o, o leito do infanta rato maior, o use seja da tar do infante, o uss e jad a av infante santo, o use j az cabo da puta do teatro cu jo noe mr rec en te maior net a qui ap rec ia s ob reo mito ode de edipo, o use seja do ro ub ode me eu vaso do fil ho,

batata frita da madeira circulo oto c velo argos rhodos,. Ou seja made rai do imotral,imortais, apv jane la do cao p oto ni uni dade a cobra de meu filho masa ato do one, das aranhas dormentes, vespoes, assim me acrescenta o canto do olho ao ver o documentario japones sobre as abelhas assasinas

bata tata , india, ata do f rita da madeira sic rc culo oto c velo argos rhodos,. O u sej am made ria do imo t rato ps da al, apv jane la do cao poto ni uni dade a cobra de meu filho massa ato do one, das ar das rinhas dor men t es, v es poe es, as si maior da me qa c rec en tao can to do ol hi io cao ove vaso ero doc ue mn tar io j ap one es s ob br as abelha s as sa s ina serpentes

no meio da rua, percebo entao, o porque dela se encontrar fechada, um buraco no meio do alcatrao que logo me fez lembrar uma das imagens da madeira sobre uma estrada em arcos, ou seja dentes do chao, ou seja a dentadura dos tremores, que se viu num video amador a abater

no me do io da rua, per rc e bo en tao, o por q ue dela se e c non t rato ps da ar fechada, um b ur aco no me io do ala cart rato ps q ue do logo me de fez , mar roco os, lem br a uma das ima ge ns da madeira s ob re uma e ts rato ad a em arcos, o vaso seja dos dentes do cha circulo, o vaso seja primeira da dentadura dos t rem remo mor dor es, q ue se vi vaso nu maior, vaso id deo am ad ro da primeira da aba da teresa

a volta , no redor leio o que entao se desvela, cinhas casquinhas, com o bcp na esquina, ou seja prata das chinas do jardim, pratas, e a palavra, replicas, ali tambem exposta, mais claro não podia estar o significado , casquinhas, com diversos significados, prata como chichi, a reverbar entao a imagem do bando do mec em dia recente no publico, o tal rapaz como uma cao e uma poça de chichi, e duas matronas lendos os escritos num sofa, de facto a poça do desenho do publico, bem poderia na dimensao, ser aquele buraco do alcatrao que ali estava

primeira vaso o l cruz do ano red dor , russia, le io circulo q ue en tao se d es vela, cinhas cas q 2 u in home as, com do circulo do 101 do bcp na esquina, o vaso seja p rta das chinas do jardim, p rta sea primeria pala vaso ra das replicas, al it am tam am tambem, é x post primeria am mais, fr, c al ro n cão pod ia es star do circulo do sig gn ni fi do cado das casquinhas, com di vaso dos eros sig ni fi c ada s, p rata c omo chic do hi, ar eve rba rato ren tao primeira ima ge maior do bando do mec, em dia rec en te no do pub lic o, o t al ra ap zorro dc omo uma cao, é uma po ç ade es chichi, e du as das matronas len do serpentes do os, é circulo do ritos nu maior s o fa, de f ac ato primeira poça do d es en ho, o do publico, bem pode eri ana da dimensao, loja, ser daquele buraco do al cat ra circulo do que al ie st ava

continua...
continuaçao

a quinta de Setúbal remete pelos símbolos para o portucale, ou seja de novo porto e cale, como se desvelou hoje ao acordar a confirmação

primeira da quinta, jornal também, de set ub bal reme teresa p el os si m b olos para do circulo do portucale, o us sw e seja de en ovo porto e cale, c omo se d es velo vaso do homem do oje, cao aco rda ra c on fi rato maçao

hoje ao acordar, se formou no espírito uma frase que aparecia como suma, e certeza, que fora o homem das caves do vinho do porto no porto, ou seja em vila nova de gaia, calen, foi o nome que se me afigurou depois de acordar, com frio, pois me mexera e tinha só um cobertor em cima e a janela a deixara aberta, e me recordei da imagem de um slide do icep que usei no céu da boca, com pipas numa dessas das caves do vinho do porto, slide esse, que estava ao contrario, a id, e que creio que até aqui publiquei ou descrevi a id que na altura assim nele li

hi io je cao aco rato dr, se for mo un o es pi rito uma fr ase q ue a ap rc aia c omo s uma, e ce rt te za, q ue for cao home das c ave sd ov in ho do pop pr ton o porto, o use seja em vila n ova de gaia, c al len en, f oi o no mec ue se me a figu o ru d ep o is de aco rda ar, c om fr rio do io , p o is me mex e ra e tinha serpente do circulo da ó , um c obert tor em cia am, é a j ane la a de ix zara ab berta be rta, e me record dei da ima ge maderia de um s l ide dedo do icep, q ue use ei no c eu da boca, com pipas, rapariga, e br, nu mad ess sa c ave sd o porto, s l id e esse, q ue est ava aoc on t raio, a id, e q ue c reio q ue a té a qui pub lic ue io u d es c r e via primeira id quadrado da ue na al tura as si mne le li

ou seja o tal dos jaguares, ou com o dos jaguares relacionados, cujo nome declina também em militar da marinha com conhecimentos em advocacia, ou seja, também, a imagem do f 16 recente, da merda na folha branca, ou seja na neve, na alva

o vaso use seja, o t al dos jaguares, o u c om o dos jag u ares r el ac cio n ado s, cu jo no me dec lina t am tambem em mili t ra da marina, mar ina , ma rina, homem com c on he cie mn t os em ad vo ca ac cia, circulo do vaso do seja, t am tambem, a iam mg ge maior do f 16 rec en te, dame da am merda na fo l homem da primeira bra cna, circulo do vaso us sw é seja na ane da neve, na alva


ou seja ainda, parece trazer uma relação com a faca que os gloriosos malucos da maquina voadoras mostraram, um dia em faca nos céus do porto sobre uma casa, com varanda assente em estacas tipo finas colunas, do lado do porto, na curva da antiga estrada para o castelo do queijo e para a foz, a das grandes pedras que desenha ali em preciso uma cobra, em esse, uma imagem dos red bull, que aqui fora na altura abordada

o u seja a inda, par ce t ra ze rato, uma da relaçao, r la º cao com da primeira faca q ue os g loi rio s os malu cos da ma quina vo ad doras mos t rato ps aram, um dia em faca nós ce us do porto s ob re uma c asa, com da varanda, as s en te em est aca s t ip o fina sc co lunas, do l ado do porto, na c ur vaso da ad primeira , a da antiga est ard ap do para do circulo do castelo , cas te r lo do queijo, qui jo e para primeira prik do f oz, a da sg rand es pedras q ue d es en h a al ie em pre cio, uma cobra, em esse, uma iam mg ge maio dos red bull, q ue a q 1ui for ana al tura ab o rato ps dada

ainda na voltinha de ontem a tarde o espírito me desvelou que essa puta do trinta e um da armada, é a cover, da estrela dupla do cavaco silva,

a inda na v o l tina hd e on te ema primeira da t arde oe es pi r to me d es velo lou q ue ess a puta do t rina te um da ar am mad a, é a c ove rato , da estrela dupla do cavaco silva,

antes de ontem ou mesmo transantontem, pelo noticiário mais um cio, tipo sempre o mesmo anzol, a tua amada ali está e coisa e tal, ao pe da vela e do intemporal, sendo a vela, um pano daqueles que tapa as obras do correio ou por ai, acabei na minha voltinha de lá passar, e dei com uma estranha cantinha que alguém tinha ali deixado no chão ao pe de um carro, letra de menina que falava de testes que se fazem as gravidas para saber da receptividade as doenças transmitidas pelos gatos, e depois ainda outras doenças de cães na mesma folha, li aquilo em diagonal e a deixei no mesmo sitio, ouvi pela noite a seguir claramente, uma voz que me perguntava , leste, sim amada li, eu depois te explico, mas fiquei com os olhos em bico, sem muito bem perceber, embora,aquilo em suma pareça falar de doenças, que migram de espécie para espécie, portanto imagem de vírus e de obras, pelo elementos circundantes,

ant es deo on te emo mo do vaso mne sm o t ran s anton te mp p elo not ti ca rio mais, fr, um cio, t ip o se mp reo mesmo anzol, primeira do tua, doiro, am mad a al i e sta onda serpente do apostolo, a puta do cura, do don, dn, é co isa e eta al, ao peda da ave da vela e dó intemporal, s en do primeira ave vela, um p ano da q vaso das eels, q u we tap ap s aso bras do correio, ou por rai ai, aca be ina min homem da primeira v o l tinha de lá, p ass ar, e dei com uma est ar rn homem da primeira carta da tinha quadrado da ue al gue maior tinha al id dei xa don circulo do cha, o cao pede um carro, le t ra é menina quadrado da ue f ala av det es cruz es quadrado dp da ue se f az em as gravidas, para o saber, da rec ep pt iv id ad e ás doencas tra sn mi st id as p el s o gatos, é d ep pi o u isa inda o put ra s do enças de caes na me sm a fol h al ia daquilo em diagonal, ou seja madeira, e a de ix ei no em sm o siti o, o uv ip vip p el a lam ano da noite mo p da a se gui rato cal ram am que memte, uma da v oz q ue me per gun t ava , leste, si maior amada li, eu de posi te e x p lic oma s fic u ei com os olhos em mul ti do banco, bico, se mairo mu it o b em per ce be rato ps, em bora, aquilo em s uma par eça f al ar de do enças es, q ue mig ram de es pe cie para es pe c ie, porta anto ima ge maior de vi ruse ru, de ob bras, p elo el lem en t os c irc un dante es,

ontem, aquilo teve um desenvolvimento no cenario, pois ao passar um carro, dizia assim, como as baratas estamos em todo o lado, e de nov o nome do corredor pt, o lamy, o perfume daquela fgrase , era que na realdiad eles eram como as baratas, ou seja apraga das baratas aqui m casa, depois o tal estrenho po verde , linhas antigas aqui narradas

on te maqui ilo da teve, um do de s en volv ie mn to no cena rio, p o isa sao p as sar um carro, di zorro do ia as si mc omo ás das baratas est amos em todo o lado, e de no vaso ovo o no me do cor red dor pt, circulo do lam am delta, o perfume, cristina coutinho , daquela fg rasta da ase , e ra c ue na rea l di iad deles, e ram c omo às baratas, o vaso seja primeira da praga das baratas aqui, mc asa, d ep o is o t al est ren ho p ove verde , l in h as anti ti gas a qui na rr ad as

hoej ao abrir o yahoo, este eco que me aprece aqui encaixr, ou seja se assim tiver sido , uma tentatvia de criaçao de um cancro no pancreas, daqueles que leam ao caixao

ho é j ao ab rato ps iro y a ho o, este e coc , q ue me ap rece a qui enca ix ro vaso use seja se as si em ti ver s id o , uma t en tat via de c ria ac sao es de um can c ro no pan c rea s, daqueles q ue lea am cao do caixao, ca ix xa circulo

http://finance.yahoo.com/insurance/article/108931/rising-threat-of-infections-unfazed-by-antibiotics?mod=insurance-health

e

http://www.nydailynews.com/ny_local/2010/03/02/2010-03-02_after_patient_abandoned_in_or__dozens_of_malpractice_suits__ny_probes_brain_docs.html

e

http://www.nydailynews.com/ny_local/2010/03/02/2010-03-02_after_patient_abandoned_in_or__dozens_of_malpractice_suits__ny_probes_brain_docs.html



e me recordei de um pormenor muito curioso na chegada de frança deste moveis do arquivo da cassete, telefonou-me o senhor que vinha conduzindo o tir e me disse que não conseguia entrar na rua, estava ali ao pe do mne, largo de cima, e depois tiveram que fazer um transbordo para uma carrinha mais pequena que finalmente salvo erro no dia seguinte cá chegou, ou seja é isto tambem imagem de resistencia electrica, e de estrangulamento de redes de comunicaçoes, como em dia recente em palavra orada explicava sobre os leitos dos rios, primeiro no haithi e depois na madeira, e mais tarde em video, tambem levei a imagem para simbolo de comunicaçoes, curioso terem ido os rapazes franceses á russia mostrar que tinham visto pelos telefones da rede , net, assim se via na mesa do escritorio do medvelev no kremlin, sendo que a pt francesa fora onde uma serie de gente se suicidara sob o mando do tal senhor que na altura a geria

me record dei ei de um por men o rato ps mu it o cu rio osso na chega da gada de fr ança do quadrado de este mo ove is do ar ruivo da ca serpente do sete, tele fon o u do traço ingles do meo, sen home roque da vinha condo da uz zorro indo do circulo do tir da ire e me di ss se q ue n cão co nse guia en t ra ana rua, est ava al ia circul do pedo do mne, l argo de c ima, ed dp o is t ive vera ram q ue f az e rum t ra sn bordo para uma car rinha ma si p e q u en a q ue fina al lem n te s alvo e rr o no dia seguinte, rtp, c á c ge ho u, o u seja é s it otam tam am tambem ima mage ge maior de rei s ten cia electrica, e de e ts ran gula lam am men ts o de red es de com unica caçoes, c omo em dia rec en te em pal av ra o rata ps ad a , é x p lic ava s ob re os leitos dos ratos iso, prime iro no há it hi e de posi na madeira, e ema si t arde em v id deo, t am tambem l eve ia ima mage ge maior do para si m bolo de c om unica caçoes, cu ur ra iso teresa rem id, circulo do serpente do circulo dos ra p az es fr anc esses á russia, mos t ra onda do circulo q ue tinha ham am vi serpente top el s o tele fon one es da rede , net, as si maior da se da via am mesa, madrid, do es c rito tor do rio do me dv el le vaso no kremlin, discoteca, s en do qua priemira da pt francesa for a onda uma se rie de g en te se s ue cida ra serpente do ob do circulo do oma man n dodo da onda do dot c ru x zorro da al serpente en horque na al tura primeira do dog do ger ia

e um sincronismo se juntou como cereja no bolo quando mostrei a imagem da mossa na esquina da porta pelos carris franceses , é que aquele tipo de moveis, é como de farmacias, e nesse preciso dia num jornal la estava o tal senhor das farmacias, a quem o socrates e o seu governo tem feitos favores a revelia dos concursos e das leis, para abertura das farmacias, vejam lá a precisao, no hospital onde cegaram as gentes depois na volta da contra peso de um passe antigo aqui narrado, na altura da chamada contra reforma da saude, com mortes e tudo e gente em cios nas ambulancias, e gente abandonada a morrer, por falta de assistencia a tempo, enfim a normal razia de um estado de direito torto na mao dos bandidos terroristas de estado dos partidos todos sem exepcçao, e coisas assim

é um sin c ron is mose j un to vaso c omo cereja no do bolo qua ando mos t reia ima mage vaso ge mai rato da mossa na es q u ina da porta, cds, p elo s car ratos ps is dos franceses , é q ue a daquele t ip o pode da ode demo mo ove is, é c omo de f ar am ac cia se ness e pre do ciso dia nu prim meo o ro do jornal la est ava o t al s en hor das f ar ran anc cia sa q u emo do circulo do socrates, é circulo do s eu g ove r no te maior dos feitos f avo rr es ar eve l ia dos c on curos seda s leis, para ab e r tura ed f ar ram am cia s, veja j am ml á a pre cisa sao, no do hospital onda ce gara ram as g en t es d ep o is na v o l t ad ac on t ra pesa sao de um p ase antigo a qui na rr ado, dona al tui ira da c ham maderia da c on t ra re forma da vera puta saude, com das mortes, é tudo, é gente em cc cio sn as am bul lan cia sg en te ab bando dona n ad a am o rr e rato rp por f al t ad e assis ps ten cia a te mp o, en fia am ano mr al ra z ia de um estado de die rato do rito tor to na mao dos bandidos t ero rr ista serpentes de estado dos partidos todos se m ex ce p aç sao es, e co ia s as si ie sis maior


continua...
quinta parte

quinta, ao da p da arte

a hp o is sas crianças mortas na es c ola russa


na verdade há uma quinta nesta historia, ao lado de Setúbal que se deve ler set vaso ub do bal da al, o tal da maldição, ali para as bandas do freeport, da dentadura branca e grande para o ceu, e do arco que apareceu reflectido no desenho do vídeo do forte dez ase is , dõ x na estrela inclinada assim tipo bloco de esquerda, do onze de sessenta e um , Dezembro ase is, dos maçons, uma quinta cujo perfume me remete para o Ribatejo e para os toiros

na ave rato do aro rda dade homem da primeira do c e bn to acento a uma quinta, ne sta da historia, ao l ado de set u bal q ue se d eve ler set vaso ub do bal da al, o t al da ma l di çao es, al ip do para as das bandas do fr ee p ort, da dentadura br anca é g rande para do circulo do ceu, e do arco q ue ap ar e c eu ref fro mula one le c delta ido no de s en ho do v id deo do f orte dez ase is , dõ x na estrela inc lina ad a as si w em t ip o b loco de es q w ue rda, do onze de se s sen t ã e um , dezembro ase is, dos maçons, uma quinta cu jo perfume, s us da kin, me rem te pr ra do circulo do riba, sic , ba tejo e para os dos toiros, to iro serpentes

perguntai ao terrorista Sócrates, que bem o saberá, mas certamente não o dirá, portanto tentai subornar os policias corruptos e como é uma redundância, subornai ainda os dos tribunais, nomeadamente os que investigam, palavra para rir, estes casos de terrorismo inexistente de estado, ou subornai o do mai que enriquece os amigos pela venda de informações, segundo o expresso, e compra coldres ao contrario

per gun ta ia do circulo do terrorista socrates, quadrado da ue segundo emo , saberá, mas ce rta em n te n cão o di rá, porta anto ten ta i su bi rn da ar dos aros dos policias cor ru onda pt os se é, c omo é uma red un dan cia, s ub bornai, banco, a inda os dos tribuna si dos tribunais, no me ad dam am que mente os do quadrado dos da ue in vaso da espanhola tiga am, pal av ra para rato psi do rato ps da ode, estes casos, loucos, de terrorismo ine x is ten ted e estado, circulo do vaso s ub bornai, o do mai q ue enrique ce os amigos p el ave primeira da venda de in for maçoes, se gun do circulo , é x press oe co mp ra dos co l dr espanhol do cao circulo em cruz ra do rio, psd

ou ainda subornai o que se diz presidente, o terrorista mor que deixa estes bandidos andar a solta, preponham-lhe meia frequência e um galinha para a reforma , através do genro para não deixar merda na neve de preferência

circulo do vaso a inda s ub bor mai do circulo do q ue da se di zorro da puta presidente, pr es dide dn dente, o terrorista mor, q ue de ix a estes bandidos, anda ra sol cruz primeira, pr ep on ham do traço ingles primeiro dele , meia da fr e q un cia é um gal da linha para primeira mr re da forma , a t ar vaso do es dog do genro, para n cão de ix da ar da merda na neve de pre efe rec cna maconico

ou subornai o que se diz ser mestre da ordem dos advogados que patrocina o roubo de filhos, ou ainda o da ordem dos que se dizem médicos que cobrem estes psi do ps que torturam as crianças

o u su bor ani dd dc circulo, o quadrado do dio da ue se di zorro, ser mestre da ordem dos ad vo dos gados q ue pat roc ina o ro ub o de filhos, o ua inda circulo , o da ordem dos que se dizem medicos q ue cobre rem este serpente do psi do ps q ue tor tura ram am às das crianças, por ac caso t am bem t ra sg au rid a na s ra dio s e na tv, e é iram o do e x presidente do ps tambem, q ue g ira da compota, entenda-se do sangue das crianças inocentes na russia, a rubi calda, ou a rubi da aca s l do quadrado da primeira

na camara clara dos escuros terroristas dos programas oficiais de branqueamento incluídos nas regalias dos fora da lei, que dizem governar este pais, a coisa chegava por fim a neve depois de rodriguinhos e voltinhas, como quem insinua sem insinuar, do género de tentar o enjoo do peixe a morder o anzol

na ca mr ra da clara dos es curos te rr o rito ts dos pro g ra sm o fi cais de br anque am en to inc lui do s nas reg galias dos for ad a lei, q ue di ze m g ove rn ar este pais, tci, a co isa chaga ava por fi ima neve d ep o is de rodriguinhos e v o l tinhas, c omo q ue m in sin ua s em in sin ua ar, do g ene ero de t en t ra o en jo o do peixe am mod ero do anzol

rodriguinhos,mr rodriguez são filhos do Rodrigo, cunha, diversas imagens aqui no livro da vida

lá chegava ao plano do maestro na neve, com umas estacas tipo currais, madeira horizontais e traves obliquas como sinais de tuberculose, e laços diversos no meio das madeiras, depois de evocar um som que nunca esqueceu na Áustria, o das pegadas na neve, a conversa falava, das pegadas na neve, da tonalidade, que sem explicar, certamente ninguém compreendia, como os políticos teriam que explicar ao povo o conceito do poder autárquico, os nós das rezas, os nós dos bois, pressupõem-se que falava de caminha, eu a me recordar de maria joao silveira ramos dos desejos de encontrar a virgem maria, no roxio , ou seja no rossio, o toast tita ano ani um, ou seja o do rossio, da tosta , pie, dp, da tita da ani do primeiro ano, fazia plim, ao mesmo tempo, dizendo que o cd com o vídeo a que estranhamente dera o nome de vinte e oito, sendo já dia três, maestro da zona de Alvalade, leão, certamente daqueles que matam pelas costas crianças, olhava eu o programa, e via este querido maestro tao belo contador de historia das musicas de nossa infância, e me perguntava, mas que raio, é este, depois cheguei ao fim de o ver, o ultimo aqui publicado e no meu player, quick time, o frame ficava a branco, a mais uma vez confirmar a imagem que vinha já desde o anterior, a neve, a cruz do arco na neve, a liga do gado, do branco, pim, ravel, vinte e dois, seis mb, mul ti do banco, de noventa e dois, circulo kapa do primeiro do se is , dez ase is , sw ing pop lata de sardinhas, mero, alice, mendelev, a tabela periodica elementos do bum, os quatro leos do filme em s marcos , o espelho magico

l á chega gata ava cao do plano, puta da lan do primeiro ano, do m ae s t ro na mne eve, com umas es t aca s t ip o cu rr, padres, roma., rais, madeira h ori zon tasi é t rav es ob lic u o as c omo sin a is de t ub e rc cu lo se, e l aço s di ver s os no me io das madeiras, d ep o is de evo car um s om q ue n unc a es q ue c eu na au t ria, o das pega gadas na ane neve, a c on ver sa f al ava, das pega gadas na neve, da ton al id ad e, q ue s em é x p lic da ar, ce rta em n te nin g ue mc om pr e en dia, c omo os poli toc te ria am q ue, é x p lic ar cao p ovo circulo do conceito do pode der au tar quico, os nós da s re za s, os nós dos bois, pr ess u pom do traço ingles da se q ue fala ava de ca min h a, eu a me record ar de maria joao silveira r ms circulo dos desejos de en c on t ra primeira virgem maria, no r ox io , o use seja no rato ps do os sio, o to a st tita ano ani um, ou seja o do rossio, da tosta , pie, dp, da tita da ani do prime rio ano, f az ia circulo do plim, do dinheiro, cao me sm o te mp o, di zen do q ue o cd onda com ov v id deo da primeira do q ue es t ran ham am que mente, der primeira do circulo do no me de von te é oito, ma es t roda zon ad e alva lada, lea circulo, ce rta tam am que mente, d au deles q ue mat am p el as costas c ria anças, o l homem ava eu do circulo do pro g rama, e via deste, querido, paulo, ma es t rop tao b elo c on t ad dor de hi s tor ia d mu sica s de no s sa in fan cia, e me per gun t ava, masque eu do raio, é este, d ep posi che ge vaso do ia do circulo do fi made ria deo ove ero do circulo do u l t imo a qui pub l cia ado onda serpente é, no me eu p l ayer, qui ck time, o fr am me fi c ava a br ab co, a mais, fr, uma ave zorro, confirmar a imagem, q ue vina homem j á de sd deo circulo do ante rato ps do ior, primeria ane da neve, pr ie mr ia do ac da cruz da ru uz do zorro do arco na ane da neve, primeira da liga do gado, do branco pim, nl, ra ave l, vinte e dois, se is mb, mul ti do banco, de no v en t a e do is, c irc culo da kapa do primeiro do se is , dez ase is , sw ing pop lata de ardi din homem as, mer ero, alice, men dele le vaso eva primeira tabela per rio dica, jornal, el em en t os do bum, os q au t ro leo sd do c irc uk lo do filme em s marcos , o es pel hi do io ma gi co

e uam outra linah da conversa do maestro que ficara a reverberar, a ava, é ai que esta o parafuso, eu olhando o quadro da indiana polis, onde a rapariga com o cabelo com a maria joao no filem tras e a ver o parafuso cravado no leito sobre o corpo do homem, a minha grafia, do momento me diz ainda, delta ubu, de on te maior, numerica, delta da pegada da neve, poder autarquico, nos das rezas ou das resas, dos bois e das vacas, matero vinte e oito, s la cruz vrum, vaso rum, piratas liga do gado dop branco, pim, ravel, 22, 6 mb, da dag de noventa e odis, circulo kapa do 16 do pre t ub ero

é uam, outra lina hd da primeira ac c on ver sado maestro q ue fi cara ar v e rba sarpente rato ps ra ava, é ai q ue é sta circulo do para raf fuso, eu o l homem ando do circulo do quadro da in diana polis, onda dea primeira ra par riga com do circulo do cab elo com da primeira da maria joao no f ile lem le t ra ase sea ave ero para raf fuso cara vasp dó no kapa leito s ob br circulo do corp, o do homem, a min homem da primeira g raf fia ia, do moe mn to me di zorro, delta ubu, de on te maio rato ps, nu mer erica, delta da pega gada da ane da neve, pode der au t ar quico, nós das rezas o vaso das das resas, dos bois e das vacas, mat ero vinte e oito, s la cruz vrum, vaso rum, pi ratas da liga dig da primeira do gado dop br anco, pim, r ave l, 22, 6 mb, da dag de noventa e odis, c irc culo da kapa do 16 do pre t ub ero

e uma outra semelhanca que de repente consciencializava em meu pensar, a tal rapariga que aqui vi a porta em dia recente que deixara cair o saco de plastico violeta que depois aparecera a cobrir o tal designer ingles que apareceu em sua casa, a vi de novo com o rapaz a chegar em dia a seguir, seu cabelo em coroa, e seu corpo em silhueta assim lembram tambem o mesmo modelo do quadro, como se de repente esta fosse a tal encarnaçao do klim cuja conversa do maestro no programa de alguma forma me avivara, e as botas tipo de ski antes da morte no canada

e uma outra, seme l homem anca q ue de rp en te co ns cie en cia liza ava em me vaso pen sara t al ra ap riga q ue a qui via primeira da porta, cds, em dia rec en teque, madeira, de ix ra c air do circulo do saco, o roseta, ser rose eta, de p la s tico viol eta q ue dep pop is ap ar e cera a co br iro tal de sig ne rin ingles q ue ap ar receu em s ua c asa, avi id en ovo com o ra ap za chega ar rem dia a se guy ie rato, s eu cab elo em coroa, e s eu corp o em si l h ue eta as si m l em br am t am tambem o me sm o mode elo do quadro, c omo sede r ep en tee é sta fosse a t al enca rn aç sao es do k l em cu j ac on ver sado maestro no program de al guam forma me avi iva do vara, pse as botas t ip pode ode deo de ski ant es da dama am da morte no do canada

ah pois os meninos a correr na neve, antes a bomba a deslizar nas traves do ginasio onde os tinham como refens, uma armadilha, o dinheito, da sabotagem , o link dos tais trezentos mil , donde a pj portuguesa o sabe, e o ps psi a induzir a cobrir, se calhar mesmo uma outra morte aqui , fizeram para distrair o assunto e o cobrir e dele me acusar

primeira hp o is os meninos aco rr e rna ana neve, ant es primeira bomba a d es liza ar nas t rav es do gina do sio onda deo os tinha ham am c omo refe ns, uma ar rama mad di da ilha, o din he ei rt o, da sa bota tage emo do l ink dos tais, br t r e z x en to s m i l , don dea pj portuguesa o s ab bar ee o ps psi a indu uz zorro da ira ac cobrir, se cal homem da ar me sm o uma outra ramo da morte da orte aqui , fi ze ram para di s tar iro as sun toe circulo , o cobrir, e dele me ac usa ar da acusaçao contra mim, fil ho s da puta mor rei, se us vam dos piros de crianças, espanha, barcelona, como o video em seu final explica

na pampulha depois da menina ter por mim passado pedindo desculpa que me pareceu carregar outro sentido, vi a revista francesa com medvlev, a abri e dei com a bela tatui num palco com uma boneca na mao e outra num cavalo de pau como o que eu aqui trago, e depois uma outra bela menina assim em cuequinhas que entrava num quarto, e dizia gostar mesmo era de fazer queda livre a duzentos e tal a hora, tipo stuka, e que dava a volta a cabeça ao rapaz americano da fever, que acabara de evocar em video anterior e que ficou sem um filho no meio disto tudo, o travolta, e depois medvlev na dacha, as botas sobre a neve, davam quase para ouvir a linha do maestro, depois com uns jornalistas franceses que deviam ter ido apresentar uma descodificaçao desta desgraça, via as comunicaçoes, e depois com putin, num bug gi dd do delta, nas cores laranja, prata com amortecedores laranja, ou seja a cama do psd, na matricula, a id proposta se lia, pedi a caneta senhora e pedi-lhe um papelinho que retirei dos papelinhos que ali tras para fazer as contas presos com um clip negro, a caneta era azul, monarquia espanhola, barcelona, e assentei, buggy laranja prata , primeira pequena do circulo do medico, aa, do angulo superior esquerdo primeira da ap pa x do pax, tele fon one o co sessenta oto to, home da primeira do terceiro do homem da a4, au di, ei do cento ny delta do cento e onze, jogos de casa, e de cama, rato branco m cima, azul e vermelho, fr invertido

na pam p am paula hd ep o is da menina teresa rp dp do por, a mim pa ass sado ped id dn do d es culpa q ue me par rece ceu car rega aro de outro s en t id o, via primeira da revista fr anc es ac om me dv l eva ab rie ie dei, com ab dela, tat tui , av do infante santo, nu maior pal coc om uma bone e c ana mao e outra nu maior c ava alo de p au c omo o q ue eu a qui it rago, e dp o is uma outra bel am menina as si maior em c ue quin homem as q ue en t rava nu primeiro qua rt toe oe di zi qa gos tar me sm o e ra de f az e rato ps da queda l iv ra primeria da ad uz zen to ze t al a hor a, t ip o st uk a, e q ue da ava primeira v o l t a aca beça ao rap a am erica ano do cano da f eve rato ps q ue aca bar ad e evo car em v id deo ante rato do iro e q ue fi co use maior um filho no me io di st ot u o do travolta, e d ep o is me dv le vaso na dacha, as das botas s ob rea ane primeria da neve, da ava vam am qua ase para o uv ira lina hd do circulo do maestro, d ep o is com uns jo rna l ista fr anc esses es q ue de via am e te 4 rato rid id do circulo ap rese sen tar uma ess co di fi caçao ed sta s de graça, via as com muni ni cç o es da cc, é d ep ois com put tin, nu maior bug gi dd do delta, nas cor es laranja, po rata co pm am mao orte tec ce dor es lara anja, o use seja ac ama do ps dna mat ricula, it, a id por rp o rts se lia, p di a can tea se mn hor a e pedi do prierio ingles p rin ciep homem um pape do linho q ue r e tir ire rei os pap el in h soc ue al it ra s para f az e r a serpente das contas presos com um c l ip negro, a can tea e ra azul, mona rato do quia espanhola, bar celo na, ane as en t ei, bug g y lara anja p rta , primeira pequena do c irc culo do medico, aa, do angulo superior esu e urd o primeria ap pa x do pax, tele fon one o co s es senta oto to, hom,em da primeira te rc e iro do homem da a4, au di, ei do cento ny delta do cento e onze, jogos de casa, e de cama, rato branco m cima, azul e vermelho, fr invertido, serra cores Brasil do mar com céu ao fundo

dentro do trinta e um da armada, uma grande helice doirada ca fora à porta, depois no topo da calcada do livramento reparei que o sapato direito estava desatado, ou seja a imagem das duas cobras negras, ou uma dupla como a imagem do video a mostrara, no banco do est ira da dor, apoiei o sapato na rua de um carro de prata que me disse ser a estrela do set, comecei por ver um olho tipo vesica transparente com olho laranja, e quando olhei o interior uma cpa com o mão morta e um facalhao de caren de talho e um braço cortado, ou seja, o sentido, era que não so a mao com o braço fora cortado

quadrado do dn net en nt cruz rod o trinta e um da ramada, uma mag gata rande hel ice do irada ca for a à porta, cds, d ep o is no top, o da calçada, do l iv ram en to r epa ar do rei q ue o sa pato direito estav de sata ado , o use seja a ima mage ge maio das duas cobras negras, o vaso de uma da dupla c omo ad da primeira ima mage ge maio do v id deo prime ira ram da am mos cruz rato ps ara, no do banco do est ira da dor, ap oi ei o sa pato na rua de um carro de pa rta, q ue me di iss se se ra ester la do set, vc om e c ei ip do por vaso e rum olho t ipo ove es sica t ra sn ap trans do parente, produtor, com do olho laranja, e qua ando ol he ei o inter iro uma cp ac om o mna onda do circulo da morta, é um f aca calha ode caren de t alho e um br aço co rta ado, o use seja, o s en t id o, e rac quadrado da ue en cão serpente do circulo da am mao com do circulo do br aço for ac aco rta ad circulo
quarta parte,

qa ur rta p arte,

a especifica casa, parte de um das frases primeiras do paragrafo primeiro do texto anterior, anda a ressoar em mim, num outro fio de imagem que relaciona por sua vez a matança ma madeira com o porto que emergiu ao ver o primeiro filme da noite de sábado, o vanitas,

a es pe cif ica c asa da ap da p da arte de um das farse primeiras do para do garfo, trident

prime do rio, psd do p roto do porto, dot da cruz do tex to ante rato do ior, anda a r esso da ar rem mim, nu prime ero do outro fi do io de iam mg ge maior do quadrado da ue rato ps el ac cio na por s ua zorro ave za mar rta ança ma madeira com do circulo do porto, q ue e mer gi ua ove vaso do ero prime rio, psd porto, fil meda do ano da noite, o do ano do filme de sabado, o vanitas, circulo ova van anitas

pois o elemento estrutural e uma das pontes caídas na madeira, a que chamei de martelo, picareta, cruz para cima elevado, e que relacionei com a morte de sa carneiro, visto antes o que se passara no porto com a imagem do branco, é idêntico aquela ponte nova, também branca que existe no porto ao lado da mais bela e mais antiga, a eiffel, do lado esquerdo dela quem do porto olha gaia

p o isso, norma ton, el lem n to est ru tir da ira da al, é uma das ponte serpentes das cidas na madeira, a q ue chame ei de mr rate do tel circulo cem, pi ca rta, c ru zorro do para rac ima elevado, é q ue rato ps el ac cio ne ei com da primeira morte de sa care miro, as carneiro, vi serpente do to ant es do circulo do q ue da se p as sara no do porto, rui rio, com a im mg ge maior do bar rn do co, é id en tico daquela da ponte nova, da en ova, t am tambem br anca q ue e xis te no do porto cao l ad circulo da mais bel az ema mais antiga gado ei ff fel, dol primeiro ad o es q ue rato ps do quia fo dela q ue madeira do porto, o l homem da primeira gaia, gai aia

se por uma lado o pedaço que ficou em pe na madeira, aponta claramente o martelo do tremor como tendo vindo do bando do porto, e do psd do porto, depois de ver o filme, se vê uma casa com vista para o doiro, onde a bela barcia, brinca ao esconde esconde atrás de um vidro do qual se ve o que parece ser essa zona do doiro, pressupostamente tendo esta à ponte da imagem a direita, com uma puta arquétipo de organizador de festas de eventos de promoção de turismo, com escândalos, pressupõem-se , meninas e meninos e coisas e tais, e lambe cus diversos dos que mamam no erário publico, a servir carne fresca aos convidados

se por uma lada, circulo do peda aço es coc, q ue fi co vaso em pena na madeira, ap da ponta clara em n teo martelo do t remo mor do tremor, c omo t en dó vaso indo do bando do porto, é do psd do porto, d ep o is de eve vaso do ero fil me, se eve, uma ca sc om vaso ista para do circulo do doiro, onda dea da primeria bela bra cia, bric cna cao es conde e ws conde at ra serpente de um v id der do ero rodo quadrado da ual se vi do circulo do q ue pa rece ser ess a zz o ando doiro, p + rato ess u posta em n te t en do es sd dt aa ponte da ima mage gema da direita, com uma p ua t arquet ip pode deo organizador de festas de eventos, de pr romi o code es do turismo, com es ca dn olo serpenets , pr esu us poe maior se das meninas e cc oi ase tais, br, e lam be cu s di vaso e rato serpente os, dos quadrado do vaso we mm, serpemte do mar dos ties es ap pn ho is es am noo onda, é ra rio pub pr ie mr io da capa do cio ase ser car ne fe esca primeiro os dos com v id dd os, a dos convidados

es sa o ua primeria da outra da caa casa, a do atl ei rato, me di zorro me eu vaso do dedo min din do ho es star rato e kapa la ac cio n ado com os p ass es, onda eta tam am tam tambem um perfume, s us kin, se d es velo lou do vaso de es t ra lia gd o as rta tais, es br, mi l f aca snu mãior serpente ds joao, o dp do porto, contra mu em l eva van td as, q ue tan ts os sao, d eve ser en t en dido em teresa ramos figu ur rato ados, masque eu o p do segredo, da mina homem da visao, jornal, o vaso do mel hor do p as sec q ue ne 3 la f ise ram , teresa ra dali, es, vaso indo

essa ou a outra casa do atelier, me diz meu dedo mindinho estar relacionado com os passes, onde também um perfume se desvelou, estar ligado as tais mil facas num s joao do porto, contra mim levantadas, que tantos sao, deve ser entendido em termos figurados, mas que o segredo da minha visao, ou melhor do passe que nela fizeram , terá dali vindo

outra imagem do anterior imediato a tragédia na madeira, fora uma conferencia de imprensa, noticiada no canal dois da rtp, onde se via o marco antonio assim com ar de alucinado em aspecto e palavras apresentando a candidatura como se fossem de seguida participar numa batalha contra os romanos,

outra rai ima mag ge maior ante rato do iro do imediato, primeira da tragedia mna madeira, for a uma c on feren cia de imprensa, not ti cia ad ano c ana l do is da rata ps do tp, onda da se da via do circulo do marco antonio, psd, as si mc om dan ar de al u cina ado em as pec toe p la vaso ra serpente ap ares en tan dó da primeira candida da tura c omo se fosse maderia de se guida p art tic par numa bata alha circulo em cruz nt do ra os roman serpente circulo roma man os

ou seja, espero que se lembrem da tal imagem que comecei aqui por comentar reproduzida no correio da manha, com dois dos piores bandidos do psd, o cacique e o enviado dele, o guilherme, com faces que explicavam a enorme patifaria que teriam feito a passos coelho, assim o alinhamento das fg fotos o sugeria, e depois tera sido a vingança e depois a consequencia, a tragedia, ouvi agora no espirito que foram acusados, certamente uns mas não os outros, a começar pelo cacique que hoje aparecia todo falinhas mansas ao lado do terorrita socrates, ou seja o arranjo do s bodes expiatorias esta já feito entre o ps e o psd, tao amiguinhos agora depois de quarenta e duas mortes, nas quais o ps como se demosntrou pelo rebate de aparente consciencia, o que pressuponha que alguma vez a tivessem, igualmente provou

o vaso use seja, es p do ero roque se lem br rem da t al ima ge maior do q ue com e c ei a qui por com en t ra r ep pr ru z ida no ano cor rei, o da manha, com do s id os pi o ratos es bandidos do psd, o c ac sic e q ue eq do enviado dele, o gui primeiro do herme, com f ac es q ue e x p lic ava vam am primeira da enorme pat t do faria, quadrado da ue da teresa da ria da am ,feito, primeira do passos, dos loucos do coelho, as simo al in ham en to da serpente ford ground forte oto serpente do os vaso geira, ed da onda da ep do is teresa ra serpente id circulo cem, primeira da vin gan ança espanhola , ed ep circulo isa cop pn ns sw , é quadrado do 22 da ue nica primeira da tragedia, o uv vicente agora no es pe it toc quadrado da ue da foram pt, acusados, ce rta em n te un s ma sn cão os de outros, a co meca rato rp p elo c ac sic q ue do duplo do homem oje ap rec ia todo f al in homem às do man das sas aol ado dot cruz do ero rr it ts do circulo da puta do socrates, o use seja do circulo do ar ran jo do s bodes, é x pa it tori as e sta j á, feito, entre o ps e o psd, tao am mig gui em homem do os do agora d ep o is de qua da rente é duas mortes, nas quais, fr, o ps c omo se demo sn t ro vaso do p elo r e bate de a ap rec dn te co sn cie en cia, o p do quadrado da ue pr ess vaso da serpente da cruz en t y, é da p on homem da primeira quadrado do primerio ps, gata do homem de uma da cv, é zorro quadrado da ue rat ive esse em, igual le lem mn te pro ovo vaso

gente da ilha, prossegui a justiça e andai aos tribunai europeus , honrai a memoria dos que cairam, pela exigencia da justiça e da verdade da razao do seu falecimento!

Ge en te da ilha, pro rosse se do gui primeira da justiça, é anda ia os tribunais europeus , h on rai primeira me mor ia dos q ue ca iram, p el a é xi gen cia da justiça e da az cabo eve rato rda dade da r aza o do s eu f al le cie men to!

Mil milhoes de euros

Hoje pelas nove, o cacique jardim, que aparecera numa curiosa imagem na madeira quando a outra puta do que se diz presidente lá esteve, vestido de meio gnono anao mestre jedi, ao lado de uma vareda que tinha tombado, o socrates o chamava a ele de presidente, os dois fazendo um lindo beu beu de enterro dos machados e dos machadinhos certamente, dizia jardim, cavaleiros há que receberiam o cheque e prefeririam manter a loja fechada, revitalizar a economia, certamente falamos entao dos dentistas e da dentadura, assim o confirmam em diagonal, como se fossem na democracia os orgaos do poder judical e judiciario a quem compete estas materias, a serpente do arco arabe do catterpilar azul br anca fluor os circulo do en dt da cruz es da borboleta do livramento, fun do cha primeiro , j ante ue ep da p azul e branco, a que caiu na falesia, morta

mi prime ero lm milho es a pan hol de eu ur os

Homem oje p el as no ove emo mo do c ac sic q ue do j ar dim, q ue ap ar cera nu am cu rio sa ima ge mna mae da ira qua ando da primeira da outra puta doque ue da se da di zorro do presidente lá es tve, vaso es t id ode me io gn on o ana onda do circulo do mestre jedi, ao l ado de uma ava red a q ue tinha tom bad ad o, circulo do socrates c hm ava, a dele, a de pr es id dente en te, os dois fazendo, luis, um l indo b eu de en t erro dos m ac h ado sed os machadinhos ce rta em n te, di zorro do ia j ardi, c ava le iro s h á q ue rec e be ria ia am mm do circulo do cheque, é pre efe rato iria am mantera loja fechada, r e vita l iza zara e co no mia, ce rta em te f al lam amos en tao d os dentistas, é da dentadura, as simo c on fi o rato ps mna em dia g cao n al, c omo se fosse mna demo c ra cia os orgaos do poder jud ical e judi cairo, primera q ue co mp pete é stas mat e ria sa se rp pn te do arco ara bed do circulo do cat te rp pila ila da ar azul br anca do flu o r os c en t es da borboleta do l iv era mn to, fun do cha primeiro , j ante ue ep da p azul e branco, a que ca i un a f al es ia, mo rta

este pais esta cada vez mais giro, um director de um jornal diz que um que já foi ministro do homem que comanda este governo, lhe telefona do banco dizendo que se não publicar determinada noticia deixa de ter problemas bancários, e nada se passa, ninguem é acusado nem preso nem julgado, se matam quarenta e dois e se resolve isto entre as ordens, a fazer prova de como a justiça por completo faliu

este pais , tvi, é sta c ad ave zorro mais giro, heli cop pt ero bic sic primerio eta, um director de um jornal d ei zorro q ue um q ue j á f oi min s it rodo homem q ue com anda de este governo, l he tele fon ad do circulo do banco di z en doque ue da se n cão pub l cia rato ps det remi emi minada not ti cia da deixa de teresa rp pro ob l ema s ban car iso, e n ad a se da passa, nin g ue mé ac usa sado ne m pr es one maior julgado, se mat am qau rent e do si e se r es solve is to en t re as das ordens, a f az e r p pro ov , italia, dec omo da pr ie mr ia da justiça por co mp le to f al li vaso

Ou seja a que me tentou matar outrora, que putas sois, seus caralhos todos de politicos corruptos, ainda hoje na capa do expresso, um ex ps, dizendo que tras suspeitas que as putas do mai, ministro incluído, com as tais quintas de servers e coisas assim, que andam a enriquecer com o trafico de informaçoes pondo em causa mais uma vez os direitos de todos e as putas que se dizem da policia, os procuradores e os tribunais, nada!!!

O vaso do use seja da primeira que me tentou matar outrora, q ue das putas s ois, se us cara alhos todos de politicos cor ru pt os, a inda home do circulo da jena, capa dó, é x press circulo do esso, um, é x ps, di zen doque ue t ra serpentes das suspeitas, q ue ás das putas do mai, ministro inc luí ido, com as tais, br, quinta ss serpente de ser, é eva do vaso do rato da sec co ia serpente as do si maior doque da anda do dam da am primeira a enriqe use ser com do circulo do trafico de in for maçoes p on do em ca usa mais, fr, uma ave zorro do os direitos, di dos ritos, de todos e ás das putas q ue se di ze made ria da pol ica, os por c urdo dor ratos es, é os t rib ua nsi, n ad a!!! a dos tribunais

hoje fui comprar ar, cigarretes agora a pampulha, lá vi a reina a muito sorrir, com a leticia, de quem ouvira a pergunta e a resposta certa à pequena infante, que como todos os infantes desatam sempre um momento a fazer perguntas aparentemente complicadas aos adultos que na mais das vezes nem sabem reponder, porque nem sabem o que ca andam a fazer, alberto ao lado com sua bela rapariga, falava ainda da paixao viva dos amores, que é sempre coisa boa, e depois dei, com medvleved, sobre a neve, com a dacha ao fundo, na verdade, o mote tinha sido ontem intruduzido, no programa da clara pelo querido maestro vitorino de almeida, sobre a vienense que tras assim como uma cara de pau à primeria e que parece ser rosa que não se abre a primeira, mas que depois de aberta é muito gentil, eu me fiquei a perguntar quem seria entao essa bela rosa da cidade onde todas as pedras das ruas contam ainda um precisa memoria dos passos de outrora

home do oje fu do ii co mp rato ps da ar da primeira rata, cigar rato e t es do agora da primeira da pampulha, l á via primeira da reina, a mu it o sor rato irc om a lete cia, de que em o uv ira primeira per gun a te are sp o a t ce rta, a pequena infante, q ue c omo todos os infantes de sata tam am mm, s mar tie es, se mp re um moe mn to a fez ar per gun t as ap ar ren te mente co ml ica ad as a os ad u l t os q ue na mais, fr, da s v e z es ne maior, sabem, r ep ps son der, por q ue ne ms sb em o q ue ca anda dam sm am, ma f az e rato ps do alberto, ao l ado co s ua bel a rapariga, fala ava a inda da paixao, vaso do iva dos amo mor ratos es, q ue é se mp re c o isa boa, e d ep o is dei, com me dl di gita al, eve quadrado, sob rea ane da neve, com da primeira da ad acha cao fun do dó da dona ave rato dade, o mo te da tinha s id o on te min t ro u di z x do, no pro g rama da clara p elo querido, o paulo, maestro do vitor rino do ino de almeida, s ob rea v ie ene en seq ue t ra s as si em c omo uma c ra de p au à prime ria e q ue pa rece ser rosa q ue n cão se bar e ap rime ira az, masque d ep o is de an bb e rat é muti do circulo do gentil, dog g en til, eu me fic ue ia per gun t rac q ue em se ria en tao ess ab dela da ross da cida sd we onda de todas as pedras das ruas conta tam am a inda um pre cisa me mor ia dos passos, loucos deo de outrora

clarinha e companhia, as vezes apetece-me começar-vos logo a morder-vos quando vejo as vossas dramatizaçoes indutorias, como algumas fotos do maestro postas a dedo, com ar de censura, como quem sabe uma terrivel verdade, e acusa sem acusar, pois tambem repete a farse muito na moda esta semana, que a certeza é doença dos reis e coisa e tal, que me aparecera no personagem do sean penn, assim a face do maestro meia de, que pena eu trago no coraçao, razoes tem para as trazer, se atender-mos que mesmo os terroristas do partido a que ele tem estado mais ligado, lhe recusaram uma bolsa, visto como ele diz, não ter profissão fixa, pois certamente como ele tambem disse, devem acha-lo na ignorancia de bestas que sao, um indigente, é caso para dizer, puta que os pariu e para as berlengas já, sem bilhete de retorno

clarin da clara rina primeira do he da companhia, as v e zorro es ap pete tec ce do traço da inglesa me com meca ar do tralo ingles do vasp vaso os logo da primeira am mor der do trasço ingles vaso os qua ando do ove do vejo, br, as das vossas dramatizaçoes indutorias, c omo al gum as f oto sd do circulo do maestro pop ps sta sa da ad do dedo, com ar de c en sura, c omo q ue maior, sabe, uma te rr ive el v e rato dade , e ac usa se em ac usa ar, posi t am tambem re ep do pete da primeira da farse, mu it o na moda, e sta se mana, q ue primeira ce rte z é onda da doença dos reis, e co isa e t al, q ue me ap re era no perso n ga e maior do sea n penn, as sima face do mae sd dt ro da meia de, q ue om da onda da pena eu t rta tag on o cora raçao, r azo p es te mairo do para as t ar ze rato ps, se a ten der do traço ingles ms soc q ue do mesmo, os terroristas do partido, primeira q ue dele te maior estado, ma si liga do gado, l he rec usa sara ram uma bol s a, vi s toc omo dele di zorro, n cão teresas por rf fi isso primeira fi xa, p o is ce rta em n te c omo dele tambem di isse, d eve em ac h a do tralo ingles lo na i gn oara ni sd e be es sat s q ue sao, um indi gente, é caso para di zorro da rat da, puta q ue os pari ue para as ber len gás j á, se maior bil he tede rasto rato, é torno

dos cafes vienenses, ah maestro gosto muito, não que la tenha estado em corpo, neste corpo que me conheço, mas gosto de cafes com mesas com gente de espirito e das belas conversas, coisa que nao trago muito o habito de frequentar aqui nesta terra, mas que relaciono sobretudo com madrid, as melhores mesas, as melhores noites, ou pelo menos mais divertidas e ricas no conteudo o espirito, mas em mim mora, a imagem rapida como um fantasma de uma bela e magra ruiva, de cabelos compridos, a musa de klim, ah Meu Deus como é bela em seu passar, naquele passe da ilusao e de uma aposta de um outro conde daquelas paragens

ds circulo dos cafes vi ene dos esses, da primeira do homem mae st ro gs oto mu it o, n cão q ue la t en homem da primeira eat td o em corp o, nest e corp o q ue mec on he ço es, ma sg os to de ca f es com das mesas, madrid, com g en ted, é es pi rito e das bel as c on vera sc o isaque n º cao t rago mu it o co h ab bit o dd e fr e q u en a t ra qui nest a terra, masque r el ac cio no sobretudo com madrid, as me kapa l hor es mesa, as mel hor es no it es, o u p elo men os mais dive tui id ase ricas no conte onda do vaso , o do circulo o es pei rito, mase em mim, a ima ge maior da ra pida c omo um fan s t am de uma bela e mg ra rui uva, de cab elo s co mp rid os, primeira am musa de kapa primeiro em, a home hm Me vaso De us c omo é bela em s eu p ass ar, na q ue le p ass seda i lu usa sao, é de uma ap posta de um outro conde do qaudrado daquelas, para rage ge en ns

muito gostei de ouvir o gomes ferreira dois ou tres anos depois da chamada revoluçao, a dizer das duvidas que trazia já sobre o regime a que se chamava de fascista, ou seja, sabendo já que este, dois anos de nascença, era já bem pior

mu it o gos t ei deo uv iro do gomes ferreira, do iso ova da onda do vaso tres anos d ep posi seda sida circulo do j ham a da r evo lu çao,es a di ze rato da s d uv id as q ue t ra zorro do ia j á s ob reo re gi me a q ue se c hama ava de f as circulo do ista, o use seja, sabendo, j á q ue este do is ano sd é na sc en ça es gb, é rajá ab em ip circulo do rato do ps portugues

ah depois quse me esquecia da outra grande matança, aí arrolada, pelos inquisidores, a mando do vejo, suas putas, que ainda conseguiram descer mais na minha consideraçao, nem imaginar sabem por vós, entao

primeira hd ep o is quadrdo use me es quadrado da ue da cia da outra rag gata rande da grande matança, aí acer rn to do arro rola lada, p elo s inq u iso dr es, primeria am mando do ove do vejo, br, s ua serpenet das putas, q ue a inda co nse gui iram de sc ser mais, fr, na min homem da primeira co nsi id der raçao, ne m ima ge ina rato, sabem, circulo do por vaso do ó s, en tao

que belinha sois em versao de seios grandes e em versao de seios pequenos a inspirar-me nos dilemas esotericos da serie da escrita podre, de merda e agressiva, da que quer ser actora de capa de mil vaginas, mas só sorri o pescador, ou neste caso a sereia, curiosa, ines, acho que lhe vi as mesmas pernas na madeira, numa das primeiras imagens de costas, bem como uma replica da puta que me tras o filho roubado

q ue bel da linha s o is em ver sao de s ei iso g rato ps anes e em ver sao de s ei iso g rand e es a in spi r ar do traço da inglesa me nós di l ema s es o teri cos da se rie da es c rita podre, de merda é a g ress s iva, da q ue q ue rato ps ser ac tora dec capa demi l v a gina s, massó sor rio psd p es cado dd da dor, o un neste caso a sereia, cu rio sa da ines, ac ho que l he vi as mesmas pe rn s na made ira, nu am das prime ira sima, rtp, ge en ns dec costa serpente ps, b em c omo uma rep lic ad a puta q ue me t ra s o fil ho orubu bad circulo

isto é uma chatice, pois vos fazeis certaemnte bem os broches, visto que sabeis trabalhar numa casa que a outros rouba, como é meu caso, o que já por si nada abona em vosso favor, pois podereis como relembro à exaustao ir sempre plantar rabanetes ou pepinos, a chatice, é que mesmo assim sois a descendencia do acontece, ou seja talvez um dos poucos espaços onde se fala da coisa cultural, que fica sempre bem no vocabulario de um erudito, tipo, vagina, minete, merda, dá cá, quer comer, onde, broche, pepino no cu

is to é uma chat do ice, p o is vaso do os f az ze is ce rta em n te b emo os bro roc h es, vi s to que sabeis, t raba bal ab alhada ar nu ma c asa q ue priemria de outros ro ub bac ac omo é me vaso do caso, o q ue j á por sin ad onda da primeira ab bona em vaso osso f avo ra t p o ps, po iss pode der rie es com r el em br o a e x au s tao i rato se mp re p lana t rata ra bane t es o u pep inos. a chat ice, é q ue me sm o ss si em s o isa d es c en den cia do acontece , o use seja t alvez um dos po u cos es pa aços es onda da se fa al de co isa cu l t ural, q ue f ica se mp r e b em no ovo cabul a rio de um e r dc vaso sio do dito da it o, t ipo, v a gina, mine te, merda, d ácá, q ue rc co om do mer, onda, bro roc he, pepe ino no do cu

por isso vos declaro, por muito sorrisos e faca logo a seguir aos telejornais, enqunto não as vir nuas numa promoçaozinha, e preferencia durante o telejornal de forma a eu o saber, visto que os bandidos serios tenho mesmo que aturar, zap, adeus, cklik, peditorios de bandidos encomendados ainda por cima, nunca mais, sem desprimor ao rapaz novo que é muito charmoso, a escola das putas é mesma boa

por iss ov italia os dec l ç aro es , por mu it o sor r iso sa fca logo a se gui ira os dos telejornais, en q un to n cão as vi rato nu as, nu ma por mo çao zinha, e pre efe rn dc ia duran teo do telejornal de forma priemeira eu , o saber, vi s to onda de que os bandidos ser iso t en ho me sm o q ue a tura ar ratp ps, zap, ad e us, ck l ik, pedi it tor iso de bn dido s en comenda dados poker rt a inda por rc ima, nu unc am mais, fr s em d es primor cao ra p az n ovo q ue é u it o cha rato do moso, a es c ola das putas é me sm priemira do ab a boa

ah pois as crianças mortas na escola russa, ...