sábado, março 27, 2010

eco com a foto do rapaz acelera do taxi pb amarelo

pois foi mesmo parecido, Michael, como os reflexos da imagem no táxi pb amarelo, com sinal de vitoria ali ao pé do que parece a igreja de Paula, em plano aproximado tipo spot das festas de Lisboa num outro táxi, que anda mais devagarinho, eh, eh, eh, mas nem por isso menos belos, os cento e noventa

p oi is fo do onze do 101 me sm o par e c ido dom,i cha el, c omo os ref fl le e xo s da ima mage ge maior no taxi pb am ar elo, com sin al de vitoria, vito tor ria ia, al ia o pedo doque ue par ee primeiro da igreja de paula, em p lan prime mer do rio ano ap pro ox ima mad o t ipo spot, tvi, das festas de lis sb boa num outro do taxi, quadrado da ue anda mais, fr d eva g ar rinho, e he h, ,e, homem ma s n ne em por iss o om men os belos, os c en t oe n ove en venta

aqui a chave se manifestou em diagonal descendo, assim se ordenaram as fotos ao copia-las do blogger, obrigado, o do bloqueio

a qui aqui , primeira c h ave se man ani if est o u em dia gi on al d es c en do,assi ms se o rato da dena ram as f oto sao co pi a do traço ingles l as do blogger, ob br rig gado

dos três nomes que me apareceram nesta sequência da matriz,depois sobre o de baixo, o Miguel horta e costa, numa folha de arroz, quando tracei os três nomes, um buraco ali se fez, sm o do king, o king do arroz, os tremores

do os serpente dos t ratos es no mes q ue me ap ar e ce ram nest sta s eu q nx cia da mat ride id ep~o is s ob reo de ba ix o, o mig e u delta hp pr rta, é costa, nu ma fo l h ad e ar rato oz, qua n d fo t rac ei os t r es nomes, um bi ira aco al ise fez, sm o do king, o king do ar r oz, os t rem remo mor o r es dos tremores

e sendo que os tremores aqui são também relativos a Londres, de outro género então, os bums, visto que assim meu filho mo contou antes de seu acontecer, e assim ficou registado num video que aqui publiquei e que foi remontado por terceiros como o disse, para apagara um passe da puta

é s en doque ue os t remo mor tremores a qui sao t am também r el at ivo sa londres, de outro g ene ero en tao, os bums, vi s toc q ue as si maior me eu vaso do filho mo c on to vaso ant es de s eu ac on tec ser, é ass si maior fi co vaso regi s t ado nu prime rio rim v id deo q ue a qui aqui pub lic ue ei, é q ue fo do ii do io rem on montado por te rc e iros rosco c omo o di iss se, para ap a gara um passe da puta

esse vídeo como todos se recordarão, trata também dos bums em ny

bum bus bugs bush bul is, assim diz o corrector sobre a palavra bums en ny


esse, es se da cobra do v id deo c omo todos se record arao, t rata t am também do os serpente e rp en te dos bums em ny

eco tremor no chile, e linhas da puta cancio,

sousel,. quadrado do primeiro, da puta socrates, portalegre
sousel, serpente circulo vaso use sel se primeiro el cd do bar do ra do os do arco do Alentejo, vide referencia antiga, vila viçosa arroios e por ai fora, também se sentiu em cuba, quem diria, e em beja

sousel,. quadrado do primeiro, da puta socrates, port alegre
sousel, serpente circulo vaso use sel se primeiro el cd do bar do ra do os do arco do ala en tejo, vide refer ren cia antiga, vila vic o sa ar roi l se porai ai for a, tam am tambem se s en ti u em cuba, q ue maior di da iria ria, e em beja

matrix analise, quarta parte pt

matrix analise quarta parte pt


mat rato ix ana anal l ise qua rta p arte te da pt


na verdade esta sequência começa em oitenta e cinco, que corresponde ao numero de foto em meu telefone, com a imagem da seta fotografada no chão, depois da hillary clinton, a ter também mostrado mais ou menos na altura da visita a marrocos, e das imagens que aqui fiz dessa leitura, do carril como bota figurado no rails dos cd que ontem caiu ao chao com o rato da g4, como aqui descrevi depois de ter publicado assim como eco instantâneo, sendo que a ultima foto dessa sequência, é a da montanha, também publicada onde na esquina se ve o chapeu de chuva, vertical, e sendo que aqui, se estabelece uma outra relaçao, pois o tripe com os feixes, no desenho, a foto aqui publicada, tem quatro pes se bem se reparar, ou seja, é a inversao na montanha, cuja sequencia aqui foi descrita tambem em seu pormenor, na altura em que o publiquei


na ave verde dade e sta sec q u en cia co meca es em oitenta e cinco, q ue cor r e sd dp onda deao nu mer ero de f oto em me vaso tele fon one, com da primeira ima ge maior da s eta f oto g raf fado ano cha circulo, china, , d ep o is da hi l ç l ary c lin ton, a teresa t am tambem mo st r ado mais o u men os na al tua da v isi sita prime ik ra mar roco seda sima ge en ns q ue a qui fi zoro d essa al ei tura, doca rr i l c omo bota figu r ado no ria l dos dc cd q ue on te m ca i ua o cha o com o rato dag g4, c omo a qui d es c r e vi d ep o is de te rp pub lic cado, c omo as si m es c rever, e co is n tan t ane neo, s en do que aul t ima f oto d esse seq un cia, é a da m on t anha, tam,b em pub lic ada, com o cha p eu dec homem da uva, ve rt ical, e s en doque a qui se es stab e le ce uam outra das putas da relaçao, p o is o t r ipe com os f ei x es, te maior quatro , tvi, rop p es se b em se r epa rato ps ar, o u seja ,. é a in ver sao na mon t anha, cu j a se q u cn o a au i f oi d es c rita t am tambem se s ue por men o rato ps


Altar das riscas, , seis circulos que sao, da onda do sete, ponto s que deviam ser 8, e asim se obtem uma perpesctiva na horizontal, ou ainda, 6 78


Akt ar , altra, umm um mm s mar t tie es, das ratas ds das iscas, , se is c irc culos q ue sao onda ste ponto se pente q ue de via am ser 8, e a si maior da se ob bte te maior, uma per rp p es ct iva na h ori zon t al, o ua inda, 6 78


ricardo salgado, ste sintra, ad didas bes, miguel horta , bes, cos tam am pedro mexia, edp, é ed dp, o y pt ar p elo es pada, prime iro lx é pim



os bandidos de 93, também a pedra e a espada, grau oto, ipssisimuos

ban dido serpente de 93, tam am tambem da primeira pedra, é a es pada, g ra vasp oto, ip ss sis si mus, ip ps sisi si mu os


o segundo, a puta do mexia
os bandidos de 92


os bandidos de noventa e dois
os ban dios de noe vaso na te , ee é o d is , do circulo do segundo

91
caraibas, republica dominicana, e agora tremor no haithi, a paga da acção deste perversos de merda e dos passes que sempre fizeram

ca rai iba s, republica do mini c ana, é agora tremor no haithi, a pa gada ac cc cao d este per v ero s de merda , é do s pa ass es q ue se mp pr fi ze ram


sendo o responsável, pelos numero, o segundo, a puta do ricardo salgado

s en dó o r es ponsa ave el, p elo snu mer dp ero , o se gun do, a puta do ricardo do sala gado, rr



90


89

imagem dez

asa ante ior es
começando em 89, a da dobra da sombra feita pela teia que se relaciona com o ps e com o socrates em particular, corresponde conjuntamente com as outras a minha queda até ao ano de noventa e três, em termos profissionais e nao só, pelas merdas e inventonas que sempre estas putas fizeram

co meca can ando na 89, a da dobra, da s om br a , feita, p ela teia q ue se r el ac cio na com do circulo do ps e com do circulo do soc cat es em p art tic ual rato ps, cor r es sd dp pn de c on jun tamen te com as a de outras , a primeira min home da primeira queda, a té cao do ano de noventa e tres, em termos profissionais, pro rof fi iss sio bna is e n º cao s ó, p el as merdas e in v en ton as q ue se pre e stas das putas fi ze ram

assim se estabelece a correspondência com a onda que esta representada na folha que foi o começo da analise da matriz, a dos bandidos acrescente-se para que nao restem duvidas

as si maio se es stabe le cea primeira correspondência, dec ia cor r es pond en cia com da primeira da onda q ue desta, é sta r ep rese en t ad dana fo l h a q ue fo io co~meço da ana lise da psi, dama da0 mat ri iza zorro dos ban dido s ac r es c en te do traço da inglesa se do para rac quadrao da ue en cao r es te maior d uv id as










matrix analise, terceira parte pt


matrix analise, terceira parte pt


mat rato ps ix ana anal ise, t rec e ira p arte do pr pt


imagem oitenta e nove, ano de oitenta e nove, começo da latina europa


e uma estranha e clara troca, num dos nomes anteriores ricardo, salgueiro, em vez de ricardo salgado, dois nomes associados a bancos, e o ricardo prates, que me evoca aqui para alem da relaçao com as putas da sic, sobretudo atraves da maninha, um fogo aqui descrito que se deu no ultimo anara da escola de belas artes em londres one ele andou, e que na altura dectectei como eco a um sincronismo que com ele, de forma directa ou indirecta se dera



é uma est ra anha e clara rat da cruz da roca, nu maior dos nomes ante rio rato espanhol do ricardo, salgueiro, s al gui ero, em vaso ez de ricardo s al gato doca do cao do is n om es as soci ad os a nb bancos, é circulo do rei do cardo do prates, quadrado da ue me evo ca a qui para al lem da relaçao com ás das putas da sic, sobretudo, at rav es da ma nin home da primeira da a um fogo, a qui d es circulo do rito , o toto do toc qaudrado da ue se d eu no u l t imo ana ra da es c ola de belas artes em londres one dele, anda o ue e q ue na al tura ed dc da onda tec quadrado da ei c omo e coa a um sin cor rin is mo que com dele, de forma di re cta o u in di re cta se d e r a


ima mage maior do mo de o it en t a en ove, ano de o it en t a en ove, co meco es d a l a t ina da eu ur da ropa, comida


na iamgem que corresponde ao inicio da latina, é já visivel uma sombra no angulo feito por um triangulo, ou seja combinado entre tres putas


na iam mg em q ue cor r es ponde deao in inc cio da latina, é j á v isi vaso el uma s om br primeira do ano do angulo, feito, top por um t ria n guy lo, circulo da onda do vasp do sejado combinado, pie, dp, en t re t ratas espanholas putas


se ve um ateai a aaprecer na sombra, o bico aponta o jopse penedos do grupo de socrates,


se eve um a te a i a a ap recer na s om br a, o bic o ap da ponta do jose , o jo pse p ene do s o g rupo de socrates,


o simbolo que o sepulveda mostrava na entrevista que aqui dera na tv quando do lançamento do seu ultimo livro, salvo erro com uma foice dentro de umna chavena de café, sobre a morte de allende e o derrube do regime, figurado numa arvore que assim mostrava o simbolo, como se estivesse ardida, ao lado de um edifico tipo o dos sizas


o si mb olo q ue o se p u l veda mo s t rata ps ava ana en t rato v e ista q ue a qui der ana tv qua ando dol primeira rop da lan ç es am en to do se uu priemiro da onda da cruz imo l iv ro, s alvo e rr roco do om de uma fo ice d en t ro de u mna c havena de c a fé, s ob rea am da morte de allende, é circulo do der r ub e do r gi me, figu ur rato do ado nu ma da arvore, q ue as si mao maior mo st r ava o si mb olo, c omo se est iv esse ar dida, aol ado de um ed fi fi co t ip o o d os s iza serpentes


cá estamos de novo no chile e nas linhas que sobre o tremor aqui escrevi e se desvela mais uam vez pelo corte das palavras ao encolvimento deste grupo aqui na queda do regime do chile, e tudo o que disse no penultimo video sobre metodos de induçao


circulo acento da primeria est am mode n ovo no chile, é na serpenet das linhas q ue s ob re o circulo do tremor , a qui es c rato e v i e da se d es vela mais uam ave z p elo co rte das pal av ra sao enc volv ie mn to d este g rupo a qui ina queda do reg gi me doc circulodo home da ile, é tudo do c irc uk lo q ue di s se no p en u l t imo v id deo s ob re met o do s d e indu sao es a pn do homem da hola


uma consequente relaçao,se deduz, a ligaçao entao da putinha do osorio , o luis, com o socrates e portanto às fodas a latina europa por parte destes terroristas corruptos do ps, serao do conhecimento do mor actual, o socrates, e sendo que estes cabroes estao tambem ligados com a explosao na escola do cartaxo, assim me disse a intuiçao em dia nao muito ido


uma c on sec u en te da relaçao, sed dedo uz, a liga ac sao es de en tao da put ina hd o osorio , o luis com do circulo do socrates, soc aret ts se porta anto as das fodas à latina europa por p arte do quadrado de este te rr o rita s cor rup pt os do ps, sw e ra, circulo o do c one he cie mn to do mor ac tua l, o socrates, e s en do q ue eu de estes c ab br teo s es tao tam n b em liga do gados com da primeira da explosao na escola do cartaxo, as si maior me di ss sea in tui sao es em dia nº cao mu it o id circulo



matrix analise, segunda parte, pt

circulo do segundo em noventa e um, assim me diz o n u mer ero da f oto, toc circulo do irc culo do se gun do dó em noventa e um, ass si maior me di zorro j p gata


matrix analize, segunda parte, pt


matrix analize, segunda parte, pt

mat rato ps ix ana do anal lize do ze, se gun da p arte, pt

esta foto é a chave da relaçao com a matrix desenhada na folha aqui publicada e depois comentada em pormenor, e o elemento que os liga é o tripe, o mesmo tripe , ou um outro, que se liga aquele que se inclinou, e que ao se inclinar, inclinou tambem o rectangulo da menina dos gansos, do michael da caneta parker


é es sta f ot é primeira da onda do homem da ave da relaçao, com da am primeira da matrix, d es en h ad dana fo l homem da primeira do qui aqui, ip da pub lic da ad , é de pop is com en t ada em por men o reo e lem do neto da oto q ue os liga, é o t rato ps do ipe, o me sm o t r ipe , o vaso de um outro, roc quadrado da ue se da liga daquele q ue se inc l ino , vaso da ue cao inc l ina rin inc lino vaso t am tambem do circulo do rec a t n gulo da dame da menina dos sg gansos, do michel da can eta p ar kapa é rato

contudo um pormenor os diferencia e tambem assim os complementa, pois em cima da cabeça do tripé, se ve uma estranha forma, que nao é uma camara, mas mais parece ser um feixe de comunicaçoes, uma especie de antena, ou seja, os processos operativos dos tremores, com que a primeira imagem se relaciona, o do chile, que remete tambem, para local de lisboa, ou seja, ainda, maconico do chile



c on tudo um por men circulo do ratodo os difer ren cai e eta tam am tambem as si maior do os co mp lem en tap ap da p do is em c ima da cabe beca do t rip ipo, se eve uma est rata da anha for ram am, q ue n º cao, é uma cam da mara, ma s mais pa rece ser um fe ix e de com unica caçoes, uma es pe cie dea da antena, o vaso do seja, os por c esso o pera rat t ivo sd os tremores, t rem por es, com q ue da primeira rai ima mage ge maior da se r el ac cio nao do chile, quadrado da ue reme te e eta tam am tambem , para l ocal de lis boa, o vaso do seja, a inda, mo do ac do conico, oni cod, o do chile


a antena, que tambem figura uma manivela ou mesmo um bico, aponta o texto que assim rexa


primeira antena, q ue eta tam am tambem figo ur ra, uma man ani iv vela dela, o vaso do primeiro do mesmo, um bico , ap da ponta do circulo do tex toc q ue as si mr rex primeira é xa



aponta o 8 elevado, ou seja da elevaçao do infinito, ou do 101, do oitavo, sendo que as duas figuras que ladeiam o 8, que simboliza os infinito, sao duas borboletas, e sendo que a elevada parece ainda uns oculos, ou seja, a da visao, ou seja das putas que o ps sempre pos na latina europa nesse tempo, o luis osorio, lentes de contacto, programa


ap do ponto da primeira ave ws sic primeria do 8 elevado, o vaso do seja da ele eva ac s ao es do infinito, o vaso do 101, do o it av circulo, s en doque ue às du as figu e as q ue la dd deia am amo do circulo do 8, q ue sd dim b loi iza os in fi nt os sao d os borboletas, e s en doque da primeira el eva ad a par ce a inda un s oc culos, o u sj ad a visao, o u seja das putas q ue do circulo do ps sempre p os na la t ina europa ness e te mp o, o luis osorio l en t es de c on t ac to, pro g rama


o andi do prata, das caraibas, cara rai ibas , motor ele t rc cio do electrico, o vinte oito, o maestro, eugenio, g rupo do dia,


ulrich diz que não sabe


ricardo salgueiro, traço ingles amarelo, ou seja traço do electrico


o ricardo do salgueiro, t rato do aço ingles am mar ar elo, circulo da onda do vaso do seja do traço do electrico


ulrich, o fernando, se le ainda como , olo cle da borboelta inclinada espanhola


vaso do primeiro rol do rich, o fernando, sele le lea a inda ac circulo do omo , do olo da cle da ab o r b oe l t a inc l ian anda es a pn home da ola


curiosamente ontem ao descer no chiado, quem subia era o outro banqueiro economista, o de sobrencelhas espessas negra, magrinho e de cabelos barncos, levava um livro inclinado preso nos barços sobre o peito, trazia a afce de lado, com uma postura com s joao sofredor, antes ao passar na barata, o sol iluminara de doirado meu passar, como me dizendo da imagem anterior aqui na barata de campo de ourique, quando o vi, dei eu meia volta e tormnei a subir


cu ur rio sam am que mente, on te ema da mao de sc ser no do chiado, q ue maior s ub bia do ia e ra co circulo do outro banqueiro e cono mi sta, ode s ob ren cel h as es p ess as negra, mag rinho, é de cab elos ba rn do cos, l eva ava um l iv ro i n c l ina ado preso nós bar ç os s ob reo p e it o, t ra zorro do ia da primeira a fc, é del primeiro ado, com uma p os da tura com do s joao, porto, s o fredo dor, ant es sao p ass ar na ba rata, circulo lodo, o do sol i lu mina ra de do irado me b v vaso p ass ar, c omo me di zen do da ima ge man maior da ante rato do ior a qui ina na ba da rata de c am pode deo de urique, qua ando o vi, de ei eu me ia v o l t a e tor mne ia s ub bi rato ps



e a prova logo se fez

e a prova logo se fez
é primeira da ap da pro da ova l ogo se fez, sef é zorro


pois de seguida a publicar este vídeo, o bico da cadeira da cobra negra, com dois círculos de dimensão distinta, apontou uma fita isolante assim meia levantada, a simbolizar uma farpa, que ali se farpou, ou seja a cremalheira e transmissão do bico negro, pele de cobra, caiu e apontou com precisão uma farpa castanha na coluna do meio da casa das maquinas, areeiro, ola ia s, que é também nome das putas de publicidade, lado direito da coluna do meio do templo, onde esta uma fita isolante meio descolada em baixo, a dizer que ali se farpou

p o is de se guida a pub lic da ar de este v id deo, o bico da cade da ira da cobra negra, com do is c irc culos de dita iso lan teresa as si maior meia , l eva van t ad a, a si mb o l iza rato de uma f arpa, q ue al ise f arpo ue mn sao di s tintas, o u seja a c r ema alheira, é t ra ns miss sao do bico negro, pele de dec cobra, ca i ue ap ponto vaso com pre c isa sao uma f arpa cat anha ana co luna do me io da c asa das ma quinas, q ue é t am mne no med as das putas de pub l cida dade de, l ado di rei t o da co luna do me io do templo, onda e sta uma da fita iso sala lan teresa me io d es c ola lado em ba ix o, a di ze rato ps q ue al ise f arpo vaso

antes apontara o cisne da republica dominicana

ant es a ap da ponta da tara do c irc uk lodo do cisne da republica do min do mini circulo da ana

aos pedofilos sem honra que se dizem juizes

aos pedófilos sem honra que se dizem juizes

primeira do fo do os pedo filos se maior ho nt prime ria quadrado da ue se dizem j us ize es





quadrado do ste, sete, segundo set circulo idos de março, terceiro, de dez, do c irc cu uk lodo primeiro

enviado para o email da casa dessa chamada associação dos que se dizem juízes, pela cidadania, para o serem teriam que garantir aos cidadãos o cumprimento das leis que sobre eles velam,morram todos suas putas, pedófilas

envi viado ad circulo para do circulo eme i l da c asa de essa c ham mad ad a ass soci aç sao es dos q ue se di ze maior ju ize es, p el a cida dania, para o se rem te ria am q ue gara ran tir a os cida dao s o cu mp rim en to da s le is q ue s ob re deles, vela lam am mor ram todos s u as das putas pedofilas

geral@juizespelacidadania.eu
enviado as 12:45




e a foice logo de seguida caiu

e a foice logo de seguida caiu

é primeira fo c ie , o fo do ice, cie l ogo gode da se guida ca eu

e logo aqui caiu a foice ao chao, em simbolo, sg li gt serpente pt

e l ogo a qui ca e ua fo ice cao cha o, em si mb olo, do sg le é gt serpente pt

reis e nobel, coisa antiga que de novo emergiu

reis e nobel, coisa antiga que de nova emergiu


reis ise se en no ob bel, co isa antiga q ue de en ova e mer gi vaso


Coisa antiga que de novo emergiu em texto recente, sobre altura de receber nobel, com raizes ainda mais antigas levantadas pelos que entram em casa alheia e espiam e roubam e traficam todo a revelia das leis, com permissao dos terroristas de estado, os piores


Co isa antiga quadrado da ue de en ovo e mer gi do vaso em tex t o recente, s ob re al tura de rec e be rn ob bel, com rai z es a inda mais anti gas l eva van a td as p elo s q ue en t ram em c asa al he ia e es pe iam e ro ub bam am e t ra fi icam todo da primeria r eve l ia das leis, com per miss cao dos terroristas de estado, os piores



O

tempo

seria

um

delta


o ts primeiro delta


venenos

destilados


dos venenos destilados do quadra de est til da ila ad os


de

diversas

naturezas


d d dn

dd ba rt ture reza za az


hoje

o

vento

folheava

o

jornal

com

é

habito

dele

e

meu


home oje do circulo dos ventos, circulo do jornal com , é hoeme do habito, a puta que se diz padres, d e l e e emu


uns

braços

elevam

uma

criança

um

bebe

outrora

roubado


un s br aços e ç eva vam am um c ria ança es um e bb e o u rt r ara ro ub do bao


mas

que

importam

as

crianças

roubadas

seria

um

anuncio

tudo

funciona

regularmente

a

venenos

varios

muito

purificados


masque ue i mp rtam as c rina aça s ro ub bad ad as se ria s ó um anu un cio tudo

fu bn cio na re gui ila ar mn te a ve neno s v air os mu it o p ur ri fi c ad as



veneno

veneno

veneno

tres

vezes

veneno


v e neno ove veneno v en e no t r es v e ze es veneno



no

norte

o

homem

recebia

na

aparencia

a

paz

e

falava

de

guerra


no norte o h om em rec e bia ana ap ar e cn ia a p az e f ala q ava de guerra


em

seu

abono

no

minimno

maximo

a

verdade


em s eu a bon o n o mini nim ni maximo a ve rda de


contudo

a

guerra

ao

fundo

ganhava

novo

folego

pestilenta

como

sempre

o

cheiro

a

polvora

a

enxofre


c on tudo a guerra cao fun do g a n a h v ano ovo f ole lego p est tp p es til en t a

c omo ce mp re


o

cheiro

a

polvora

a

enxofre


o c he iro a pol v o ra a en xo fr e


mas

uns

ficam

em

belas

cadeiras

sentados



ma s u n s f icam em belas cadeira da ira s en t ad os onda e g rale lem n te

a p s oto lo serpente


nao

caem

os

ubus

geralmente

nos

gabinetes

brancos


bn º cao ca em os u b u s ger w lm en te nós a gb bin int es br anc os


nas

vezes

as

torres


ma s v e z es as torres


simples

mortande

a

discutir

indeminizaçoes


si mp l es morta n de a dic cu tir ind emi mini iza ço es


assim

se

mede

a

justiça

dos

que

roubam

os

filhos


as si maior se mede a justiça, do s q ue rouba os filhos


na

sala

o

aparente

casal

real


na sala, rr , s ala, o ap ar ren te ca s al rea l


um

passaro

me

canta

de

amores

talvez

melhor

dizendo

enfatuaçoes

dos

prazeres

dos

reis


u m p ass aro rome me can t ad e amo mor rato es t ak l ve mel hor di z ned o

en fat tua ac ço es do s pr az e r es do s reis


masi

rude

talvez

um

outro

me

diz

os

reis

podem

comer

os

cisnes


massi ru d e t alvez um outro rome me di z s o os reis o pode em co mer os cisnes


a

inquisao

da

igreja

abusa

os

filhos



a inc u is ºcao da igreja ab usa os filhos


o

que

pretende

ser

o condutor

diz

que

Deus

e

os

homens

os

julguem


o q ue pr e ten de ser o condu vaso tor di z q ue de use é os ho mne os jug ue maio


reconhece

assim

nada

ser

a

igreja

morubunda


rec on he ce a s si maio n ad a ser a igreja mor rub bunda un quadrado da primeira


na

sala

o

homem

de

barba

mefistolica

se

ria

do

paradoxo

das

apalavras


na sala o home de bar aba mefist o lic a se ria do para do oxo do zo do xo das ap ala v ra s


ironia

cinismo

ou

algo

assim

mais

ou

menos

real


iron ia cin is mo o ual goa a am mais o um en os rea l


a

senhora

vestia

de

branco

olhava

o

chao

ao

ser

cumpriemtada

pelo

aparente

rei

plebeu


a s en hor a v es tia de br anco o l h ava o c cha o cao ser cu mp rie mn t ado p elo

a par ren te rei p le beu


apanhada

em

pecado

seria

ou

simples

timidez


ap anha ad a em pe cado se ria o u si mp l es tim id dez


um

pecado

subtendido

entendio

pelas

partes

negociado

como

não

existindo


um e cado s ub bt en dido en t en di io p el as p art es n ego ciado c omo

na º o p e x it indo


e

eu

Pai

com

um

filho

roubado


e eu p Pai com de um filho ro ub bad ad o


jogo

sujo

muito

sujo


j ogo s u jo mu it os u jo


que

vos

suje

a

todos

de

vez


q ue v os s u je a de todos de v e zorro



assim

se

troca

o

oiro


e

o

veneno

tambem


as si maior se t roca o oiro

é o v en e no tam am atm tambem


mary

go

round

uma

duas

tres

!

mary g o ro un d uma du as das tres foices

!


no

delta

de

outro

tipo


nod delta de o y t ro ti io p o


as

gentes

morrem

nas

expolsoes

sao

mais

de

o

que

muitas


a s g en t es mor rem na s e x pol s o es sao ma s i d e o q ue mu it as


mas

o

que

é

isso

à

mesa

dos

reis


maso q ue é iss o à mesa do os s dos reis


os

caes

mordem

os

ossos

até

ao

tutano


os dos caes mor demo s ossos a té cao tut ano


o

fantasma

do

mineiro

entra

em

cena

com

um

laranja

no

bolso



o fantasma do mine eri rio en t ra em cena com de um laranja no bo l s o



a

mulher

de

gabardine

plastica

branca

com

uma

foice


a am mul her de 3 g ab aba bar dine p la s tica bar rn ca com uma fo ice


o

sol

aqui


o sol a qui aqui


Onde

querias

que

estivesse



Onde q ue ria s q ue est iv esse


enfim

um

pouco

masi

alto


en fi maior um p o u c o ma si al to


nao

eu

venho

do

fundo

da

terra

vés

meu

fato

é

de

mineiro


nº cao eu v en ho do fun do dat terra v é s m e u fg ato é de mine ine iro


essa

é

boa

e

tu

quem

és


essa é boa e t u q ue m es


eu

sou

a

sombra


eu s o ua a s om br cao rato do cao ra


a

sombra

de

branco


a s om br a d e bar rn co


é

a

moda



é primeira da moda


davos

foi

a

primeira

a

chegar

ao

topo

da

coluna

dos

frutos

a

tera

mordido

como

reza

a

histoira

quem

sabe

que

eu

nao

nem

quero

saber


davos ff oi fou a primeira a c he gara cao top o da co luna do os fr ru t os a teresa ra mor dido

c omo r e za da primeira hi s toi ira rac da toira q ue maior, sabe, q ue eu nº cao ne maior do

q ue ero ,saber


mauritania

catana

de

fez

rabit

de

casablanca

mau rita tania catana de fez ra bit de ca sab l anca




O te mp o se ria um delta o ts primeiro delta v en en nos d es til ad os d os v en e nos d es til ad os do qua and ra de est til da ila ad os de di ver sas na ture za az d d dn dd ba rt ture reza za h oje o

v en to fo l he ava o jon al com é h ab bit o dele e meu un s br aço s e ç e v a m um

c ria znça um e bb e o u rt r ara ro u bao mas que i mp rtam as c rin aça s ro u b ad as

se ria s ó um an u n cio tudo f u bn cio na r e g u i l a r mn te a v e neno s v a iros mu it o

p ur if ica d as v en e no v e neno v ene no t r es v e z es v en e nono norte o h om em rec e bia

na ap ar e cn ia a p az e f a l ava de guerra em s eu a bon o no mi nim ni m, ax imo a ve r d a d e

c on tudo a guerra ao fun do g ana h v a no ovo f ole g o p e s t p es til en t a c omo

ce mp reo cheiro a polvo ra a en xo fre ma s u n s f icam em belas cade ira s en t ad os

onde e g rale lem n te bn º ao caem os ubus ger w l mente nos a gb int es br ancos

ma s v e z es as torres i mp l es morta n de a dic u tir inde mini iza ço es as si m se

mede a justiça do s q ue rouba os filhos na sala o ap a ren te ca s al rea l um p as s aro

me can t ad e amo r es t ak l ve mel hor di z ned o en fat tua ç o es do s pr az e r es

do s reis ma si ru de t alvez um outro rome me di z s o os reis o pode m c o m e r o s cisnes

a inq u i s º ao da igreja q ue ab usa os fil ho s di zo q ue pr e ten de s e r o condu tor q ue

de us e os ho mne os jug ue m r e c on he ce as si m na da ser a igreja mor u bunda na sala

o h o me de bar aba me fist o lic a se ria do paradoxo da s ap al av ra s iron ia cinismo

o u al g ao m mais o u men os a s en hor a v e s t ia de branco o l h ava o c c h a o ao ser

c u mp rie mn t ad o p elo ap a ren te rei p le beu a p anha da em s eu p e cado um e cado

s u b t en dido en t en di o p el as p art es n ego ciado c omo naº o pe x i t i n d o e eu p Pai

com um fil ho ro u b ad o jo g o s u jo mu it o s u j o q ue v os s u je a todos d e v e z a ss im

se t roca o o iro e o v en e no t am b em mary g o ro un d uma do as tres ! No delta de o y t ro

ti o po as g en t es mor rem na s e x p o l so es sao ma s i d e o q ue mu it as maso q ue é iss o

à mesa do s reis os caes mor demos ossos a té ao t u t ano o fanta s mado min e rio e n t ra em

c en a c om um l ar anja no bo l s o a mul her de 3 g ab ar dine p la s tica ba rn ca c om

uma fo ice o sol a qui On de q ue ria s q ue est iv esse en fi m um p o u coma si al to n º ao

eu v en ho do f un do da terra v é s me u fg ato é de min e iro essa é boa e t u q ue m es e u

s o ua s om br a o ra o r a a s om b r a de bar n co é a moda d av os fou a prime ira a chega ra o

top, o da co luna do serpentes fr ru vaso cruz os primeria teresa do ra mor dido doc irc cu lodo omo rato ps, é za da primeira histoira rac quadrado da ue m s ab e bec quadrado da ue eu nº cao da

ne em maior quadra do dodo da ova do vaso do ero saber m au rita tania aca catana de fez ra bit dec deca ca asa sa ab primeiro blanca


ah , pois, pois, cesar park hotel, hi tel

reis e nobel, coisa antiga que de nova emergiu


Coisa antiga que de novo emergiu em texto recente, sobre altura de receber nobel, com raizes ainda mais antigas levantadas pelos que entram em casa alheia e espiam e roubam e traficam todo a revelia das leis, com permissao dos terroristas de estado, os piores

Co isa antiga quadrado da ue de en ovo e mer gi do vaso em tex t o recente, s ob re al tura de rec e be rn ob bel, com rai z es a inda mais anti gas l eva van a td as p elo s q ue en t ram em c asa al he ia e es pe iam e ro ub bam am e t ra fi icam todo da primeria r eve l ia das leis, com per miss cao dos terroristas de estado, os piores


O
tempo
seria
um
delta

o ts primeiro delta

venenos
destilados

dos venenos destilados do quadra de est til da ila ad os

de
diversas
naturezas

d d dn
dd ba rt ture reza za az

hoje
o
vento
folheava
o
jornal
com
é
habito
dele
e
meu

home oje do circulo dos ventos, circulo do jornal com , é hoeme do habito, a puta que se diz padres, d e l e e emu

uns
braços
elevam
uma
criança
um
bebe
outrora
roubado

un s br aços e ç eva vam am um c ria ança es um e bb e o u rt r ara ro ub do bao

mas
que
importam
as
crianças
roubadas
seria
um
anuncio
tudo
funciona
regularmente
a
venenos
varios
muito
purificados

masque ue i mp rtam as c rina aça s ro ub bad ad as se ria s ó um anu un cio tudo
fu bn cio na re gui ila ar mn te a ve neno s v air os mu it o p ur ri fi c ad as


veneno
veneno
veneno
tres
vezes
veneno

v e neno ove veneno v en e no t r es v e ze es veneno


no
norte
o
homem
recebia
na
aparencia
a
paz
e
falava
de
guerra

no norte o h om em rec e bia ana ap ar e cn ia a p az e f ala q ava de guerra

em
seu
abono
no
minimno
maximo
a
verdade

em s eu a bon o n o mini nim ni maximo a ve rda de

contudo
a
guerra
ao
fundo
ganhava
novo
folego
pestilenta
como
sempre
o
cheiro
a
polvora
a
enxofre

c on tudo a guerra cao fun do g a n a h v ano ovo f ole lego p est tp p es til en t a
c omo ce mp re

o
cheiro
a
polvora
a
enxofre

o c he iro a pol v o ra a en xo fr e

mas
uns
ficam
em
belas
cadeiras
sentados


ma s u n s f icam em belas cadeira da ira s en t ad os onda e g rale lem n te
a p s oto lo serpente

nao
caem
os
ubus
geralmente
nos
gabinetes
brancos

bn º cao ca em os u b u s ger w lm en te nós a gb bin int es br anc os

nas
vezes
as
torres

ma s v e z es as torres

simples
mortande
a
discutir
indeminizaçoes

si mp l es morta n de a dic cu tir ind emi mini iza ço es

assim
se
mede
a
justiça
dos
que
roubam
os
filhos

as si maior se mede a justiça, do s q ue rouba os filhos

na
sala
o
aparente
casal
real

na sala, rr , s ala, o ap ar ren te ca s al rea l

um
passaro
me
canta
de
amores
talvez
melhor
dizendo
enfatuaçoes
dos
prazeres
dos
reis

u m p ass aro rome me can t ad e amo mor rato es t ak l ve mel hor di z ned o
en fat tua ac ço es do s pr az e r es do s reis

masi
rude
talvez
um
outro
me
diz
os
reis
podem
comer
os
cisnes

massi ru d e t alvez um outro rome me di z s o os reis o pode em co mer os cisnes

a
inquisao
da
igreja
abusa
os
filhos


a inc u is ºcao da igreja ab usa os filhos

o
que
pretende
ser
o condutor
diz
que
Deus
e
os
homens
os
julguem

o q ue pr e ten de ser o condu vaso tor di z q ue de use é os ho mne os jug ue maio

reconhece
assim
nada
ser
a
igreja
morubunda

rec on he ce a s si maio n ad a ser a igreja mor rub bunda un quadrado da primeira

na
sala
o
homem
de
barba
mefistolica
se
ria
do
paradoxo
das
apalavras

na sala o home de bar aba mefist o lic a se ria do para do oxo do zo do xo das ap ala v ra s

ironia
cinismo
ou
algo
assim
mais
ou
menos
real

iron ia cin is mo o ual goa a am mais o um en os rea l

a
senhora
vestia
de
branco
olhava
o
chao
ao
ser
cumpriemtada
pelo
aparente
rei
plebeu

a s en hor a v es tia de br anco o l h ava o c cha o cao ser cu mp rie mn t ado p elo
a par ren te rei p le beu

apanhada
em
pecado
seria
ou
simples
timidez

ap anha ad a em pe cado se ria o u si mp l es tim id dez

um
pecado
subtendido
entendio
pelas
partes
negociado
como
não
existindo

um e cado s ub bt en dido en t en di io p el as p art es n ego ciado c omo
na º o p e x it indo

e
eu
Pai
com
um
filho
roubado

e eu p Pai com de um filho ro ub bad ad o

jogo
sujo
muito
sujo

j ogo s u jo mu it os u jo

que
vos
suje
a
todos
de
vez

q ue v os s u je a de todos de v e zorro


assim
se
troca
o
oiro

e
o
veneno
tambem

as si maior se t roca o oiro
é o v en e no tam am atm tambem

mary
go
round
uma
duas
tres
!
mary g o ro un d uma du as das tres foices
!

no
delta
de
outro
tipo

nod delta de o y t ro ti io p o

as
gentes
morrem
nas
expolsoes
sao
mais
de
o
que
muitas

a s g en t es mor rem na s e x pol s o es sao ma s i d e o q ue mu it as

mas
o
que
é
isso
à
mesa
dos
reis

maso q ue é iss o à mesa do os s dos reis

os
caes
mordem
os
ossos
até
ao
tutano

os dos caes mor demo s ossos a té cao tut ano

o
fantasma
do
mineiro
entra
em
cena
com
um
laranja
no
bolso


o fantasma do mine eri rio en t ra em cena com de um laranja no bo l s o


a
mulher
de
gabardine
plastica
branca
com
uma
foice

a am mul her de 3 g ab aba bar dine p la s tica bar rn ca com uma fo ice

o
sol
aqui

o sol a qui aqui

Onde
querias
que
estivesse


Onde q ue ria s q ue est iv esse

enfim
um
pouco
masi
alto

en fi maior um p o u c o ma si al to

nao
eu
venho
do
fundo
da
terra
vés
meu
fato
é
de
mineiro

nº cao eu v en ho do fun do dat terra v é s m e u fg ato é de mine ine iro

essa
é
boa
e
tu
quem
és

essa é boa e t u q ue m es

eu
sou
a
sombra

eu s o ua a s om br cao rato do cao ra

a
sombra
de
branco

a s om br a d e bar rn co

é
a
moda


é primeira da moda

davos
foi
a
primeira
a
chegar
ao
topo
da
coluna
dos
frutos
a
tera
mordido
como
reza
a
histoira
quem
sabe
que
eu
nao
nem
quero
saber

davos ff oi fou a primeira a c he gara cao top o da co luna do os fr ru t os a teresa ra mor dido
c omo r e za da primeira hi s toi ira rac da toira q ue maior, sabe, q ue eu nº cao ne maior do
q ue ero ,saber

mauritania
catana
de
fez
rabit
de
casablanca
mau rita tania catana de fez ra bit de ca sab l anca



O te mp o se ria um delta o ts primeiro delta v en en nos d es til ad os d os v en e nos d es til ad os do qua and ra de est til da ila ad os de di ver sas na ture za az d d dn dd ba rt ture reza za h oje o
v en to fo l he ava o jon al com é h ab bit o dele e meu un s br aço s e ç e v a m um
c ria znça um e bb e o u rt r ara ro u bao mas que i mp rtam as c rin aça s ro u b ad as
se ria s ó um an u n cio tudo f u bn cio na r e g u i l a r mn te a v e neno s v a iros mu it o
p ur if ica d as v en e no v e neno v ene no t r es v e z es v en e nono norte o h om em rec e bia
na ap ar e cn ia a p az e f a l ava de guerra em s eu a bon o no mi nim ni m, ax imo a ve r d a d e
c on tudo a guerra ao fun do g ana h v a no ovo f ole g o p e s t p es til en t a c omo
ce mp reo cheiro a polvo ra a en xo fre ma s u n s f icam em belas cade ira s en t ad os
onde e g rale lem n te bn º ao caem os ubus ger w l mente nos a gb int es br ancos
ma s v e z es as torres i mp l es morta n de a dic u tir inde mini iza ço es as si m se
mede a justiça do s q ue rouba os filhos na sala o ap a ren te ca s al rea l um p as s aro
me can t ad e amo r es t ak l ve mel hor di z ned o en fat tua ç o es do s pr az e r es
do s reis ma si ru de t alvez um outro rome me di z s o os reis o pode m c o m e r o s cisnes
a inq u i s º ao da igreja q ue ab usa os fil ho s di zo q ue pr e ten de s e r o condu tor q ue
de us e os ho mne os jug ue m r e c on he ce as si m na da ser a igreja mor u bunda na sala
o h o me de bar aba me fist o lic a se ria do paradoxo da s ap al av ra s iron ia cinismo
o u al g ao m mais o u men os a s en hor a v e s t ia de branco o l h ava o c c h a o ao ser
c u mp rie mn t ad o p elo ap a ren te rei p le beu a p anha da em s eu p e cado um e cado
s u b t en dido en t en di o p el as p art es n ego ciado c omo naº o pe x i t i n d o e eu p Pai
com um fil ho ro u b ad o jo g o s u jo mu it o s u j o q ue v os s u je a todos d e v e z a ss im
se t roca o o iro e o v en e no t am b em mary g o ro un d uma do as tres ! No delta de o y t ro
ti o po as g en t es mor rem na s e x p o l so es sao ma s i d e o q ue mu it as maso q ue é iss o
à mesa do s reis os caes mor demos ossos a té ao t u t ano o fanta s mado min e rio e n t ra em
c en a c om um l ar anja no bo l s o a mul her de 3 g ab ar dine p la s tica ba rn ca c om
uma fo ice o sol a qui On de q ue ria s q ue est iv esse en fi m um p o u coma si al to n º ao
eu v en ho do f un do da terra v é s me u fg ato é de min e iro essa é boa e t u q ue m es e u
s o ua s om br a o ra o r a a s om b r a de bar n co é a moda d av os fou a prime ira a chega ra o
top, o da co luna do serpentes fr ru vaso cruz os primeria teresa do ra mor dido doc irc cu lodo omo rato ps, é za da primeira histoira rac quadrado da ue m s ab e bec quadrado da ue eu nº cao da
ne em maior quadra do dodo da ova do vaso do ero saber m au rita tania aca catana de fez ra bit dec deca ca asa sa ab primeiro blanca

ah , pois, pois, cesar park hotel, hitel