sexta-feira, abril 09, 2010

vos disse de uma rapariga que anda desaparecida, e de uma outra cobertura que com a cumplicidade das autoriedades, e com a perversao da lei pela mentira, abuso e a preocupaçao que dai decorre para muitos, se montou com base num eventual desaparecimento de uma criança, aparentemente raptada no algarve, a maddie mc cann


vaso os di s sede , uma ra pa riga q ue anda d es a par rec e cida, e de uma outra c ob e r tura q ue com a cu mp li id ad e das au tori ed ad es, é com da primeira perver sao da lei opel lam da am da primeira mentira, ab bus oe, a pr reo cu ip º cao q ue da id dec rato circulo re epa do para mu it os, se emo monto u com base, heroina, nu maior eve en tua al de sa da cruz za rec cimento de uma c rai ança es, a m a d di ie da mc cann


para alem de tudo o que há muito escrevi sobre este assunto, alvo de multiplas leituras, realço algumas relaçoes que mais recentemente netss ultimos texto, se desvelaram, ou reafirmaram, um cruzamento de meus passos, com a entrada de um ex inspector da pj, o moita flores, uma vez nos predios aqui de tras, o facto de ele ter tambem sido figura mediatica como comentador desde a primeira hora deste caso, salvo erro tambem no programa da tal menina dos cromos da sic, que aqora aqui linkei recentemente, numa foto do seu ilustre passado num video que anda pelo you tube, e que dá precisa imagem da qualidade seu coraçao, salvo erro, tambem nesse programa, o da fatima, onde um dia desmontaram o tal retracto robot da maddie, como está muito em voga pelo mundo, por aqueles que fazem as ilusoes para tentarrem safar os rabinhos aqueles poucos culpados que assim protegem, tornando-se desta formas cumplices face ao quadro das leis que os homens trazem nas cidades acordados


para al primeiro miro c irc uk lo do lem, de tudo o q ue h á mu it o es c r e vi s ob re, este, assunto, as sun to, alvo demo mu l t ip l as das lei it turas, rea al ço es al gum as das relaçoes q ue ema massi si rec en te mn te , ne e t s u l tim serpenet do circulo do lop do tex to, se d eve ra rat maior do mo o u rea fi r aram, um c ru z men to de me us passos, com da primeira da entrada, é um e x in spector da pj, circulo 101 do moita flores, uma ave zorro do nós dos ds predios, aqui de t ra s, o f ac ato de dele teresa rt t am tambem s id o figõ ur ra med iat tica c omo do comentador, de sde dea primeira hor ad dex te caso, s alvo e rr o t am tambem no do pro gara ram am da tal meninas dos c roma s da sic, q ue qui aqui, id do dog o rac do qui l ink kapa ei rec en te mn te, uma foto do s eu i lustre p as sado nu maior v id deo q ue da anda p elo to vaso do tube, é quadrado da ue d á pre c isa ima ge made ria da quali ual dade s eu co raçao, s alvo e rr o, t am tambem ness e pro g rama, o da fatima, onda um dia d es mona t ram o t al r e t rac acto ro bot da maddie, c omo é stá mu it o me maior do vog, a p elo mundo, por a q ue deles, q ue f aze ema às das ilusoes pata ten t y ar rem s af ar dos aros os rabinhos, daqueles poucos cu l pados q ue as si maior por tege made ria, t ron ando do traço da inglesa se destas, das formas dos cu mp l lic c ice es da face, cao q u q d roda às das leis, q ue os h om en s t ar ze mna s cida dade es aco rda dados


recordai o ultimo episodio deste natureza, que tambem o prova, a elaboraçao do retracto robot do tal bin laden, feito com base na face de um deputado das cortes espanholas, e o que aqui sobre ele na altura comentei


record a io u l t imo e psi id dodi io d este na tur e za, q ue eta tam am tambem o pro da ova, a dela , a do ab bora raçao do r eta ra ac acto ro bot do t al bin la ad d en, feito, com base na face de um d ep puta ado das co rte es es pan hola seo q ue a qui s ob re dele na al tura com en t ei


recordo-te tambem uma outra recente relaçao, expressa na imagem da ponte mordida pelo tubarao que vi num verao sobre a praia da luz, o local do aparente rapto, na fachada da tal casa do 9 11 no patio privado de lencastre ao lado do admastor


recordo do traço da inglesa te tam mne maior de uma, o put ra rec cente do circulo da en te da relaçao, express ana ima mage maior da pj n te mor dida p elo t ub do barao q ue vi nu maior vera, circulo s ob rea primeira da praia da luz, o l ocal do ap ar ren te ra pt o, na faca h ad , a da t al casa do 9 11 no pat io pr riva iva ado de l en castre aol ado do ad mas do tor


ontem pela noite comecei a organizar as minhas notas do que chamei de quarto capitulo, ainda nao publicado, pois nessa altura fiquei no terceiro, e fui procurar as notas sobre o que o espirito me desvelara nesse preciso momento da linha da sequencia, sobre a verdaderia identidade de quem andava desaparecido e cujo nome em parte se reflecte em mc cann, ou seja tambem, nas imagens da sequencias das agencias de pub nas amoreiras

on te mp ed di gita al, lam ano da noite, 2005, co mece ia o r g ani za ratas ás min do homem do às notas , doque ue cha am ei de q ua rt o c apit u l o, a inda nº cao pub lic cado,br, p o is ness a al tura fic ue ino terceiro, e fu do oi pro roc ur ar ás das notas, s ob reo q ue do circulo do es pi rito tome d es vela lara, russia, ness e p re cio mo men to da lina hd da primeria sec 2 un cia, s ob rea pr ie mr ia da verd ad der ia id en t id ad e deque em anda ava d es ap par e c id o, é cu jo no me e mao da p arte se r efe fel ct e em mc cann, o vaso use seja t am tambem, na si mg en s da se q un cia s, das agencias de pub, na s am amo o rei das iras


minha doce amada, sinto-te tao perto de mim minha estrela, que mais doi, sinto-te aqui nesta cidade tao proxima, que oscilo entre o extase que pelo teu amor sou e a dor de não te ter em meus braços e muito sem fim te beijar, até o espirito me disse agora ao publicar o passaro que atravessava o ceu que era tu que ali vinhas, ah amada, como todo eu te anseio
.
.
um heli passava, um delta e uma cruz, a me lembra a queda de um outro helicoptero, do ze, no combate, c oma ab bt te as o, aos fogos
.
.

.
.
sobre as asas da aguia tipo dragao de prat em fundo verde britanico, o mesmo refelxo violeta, das flores aqui da rua em frente a garragem dos carros antigos,


a tal empresa de comunicaçoes na pampulha, a cunha da extrosao, da comunicaçoes, que tambem declina, em espioes



ao lado do bristol, r ema max c it ro en do rio, rui



um refelxo da casa e um set e um brilho no delta, que tambem é figurado nas torre sdas amoreias,




br is tol da faca da infante sante, tipo cimitarra, do penhasco ou abismo, do castelo de duas torres, como chaves de bocas inglesas













o bico que parece atravessar o espaço entre dois circulos de luz de prata, cc cv

curioso, este perfume que hoje me apareceu em frente a casa com o pano de venda nas cores francesa e cujo numero é em si uma chave, me disse agora o espirito , ser um xo frances, ou seja um beijo invertido, e sendo que a ultima imagem de perfume frances assim em termos de paisagem, aqui entrado, relacionado com uma cobra, fora a tal lolita de qualquer coisa, que depois declinou em lolito da edp, ou sj e , o da dp, da edp, da energia, sendo que a ultima puta assim tipo lolito tambem aqui comentado, fora essa puta do mexia, edp

cu ur uri rio osso de este perfume, kim, q ue h oje me ap par receu em fr en te a c asa cm o p ano de v en da nas cores francesa, é cu jo nu mer ero, é em si uma c h ave, me di s se sea do agora do circulo do es pe it io , ser um xo frances, o vaso use seja do primerio beijo invertido, e s en do que da primeira u l t ima ima mage ge madeira de , perfume. kim frances, o ua ss em e maior te r mos de pa isa sage maqui, en t ard o r dela, do ac cio n ado com uma cobra for a at al lolita, deque q ual q ue rato rc co isaque, d ep posi dec lino u em lol ito da edp, o u sj é , circulo da dp, da edp, da energia, s en doque eu da primeria ul t ima puta as si maior da t ipo lol lio ot t am tambem aqui, coe mn t ad o, for a ess primeria da ap da puta do mexia, e d p

hoje no meu curto passeio da tarde, um outro reflexo se afigurou sobre as asas de uma figura tipo as gravuras de michael parker, em prata, cores gb , bristol, um bristol todo recuperado que ali puseram na pampulha, aqui te mostro as restantes fotos dessa sequencia, onde é visivel um telhado de uma casa dali, que parece ser um bico que sai para a outra do outro lado , r ema max o rui rio, assim parece dizer, e ainda a fachada da tal outra empresa de comunicaçoes, onde esta figurado uma cunha numa janela aberta e um refelcxo de antena de satelites

h oje no me vaso do pedro curto, p as seio dat da cruz arde, um outro r efe fel xo se a figo ur o us ob rea s asas de uma figu ra t ip o as das sg das gravuras de mic h a el par kapa e rato em, prata, ricardo, cor es gb , br is tol, um br is tol todo rec cup pera rata ado doque dali, ip p use ram na p am pulha, a qui te mos t ro as r es t ant es f oto sd dessa sec ue en cia, one é v isi v el um tel h ado de uam c asa dali, es, q ue par rc ce ser um bico, coq q ue sa ip do para da outra, a do outro rol la o do quadrado do rato da ema max xo do circulo do rui rio, as si maior pa rec d z ie re a inda a faca h ad a da t al da outra empresa de comunicaçoes, onde e 3 sta figu ur rta dó, uma c unha nu ma jane la ab e rta eu e vaso do delta maior rato mr do efe fel l circulo do xo de antena de satelites

volto por um instante as imagens ultimas das amoreiras, iam mg en s ul t imas das amo rei das iras´

http://ourosobreazul.blogspot.com/2010/04/o-g-alo-s-o-ny-mo-st-ra-ima-ge-m-do-re.html
http://ourosobreazul.blogspot.com/2010/04/todo-treme-os-edificos-ed-if-fi-ciso-pa.html
http://ourosobreazul.blogspot.com/2010/04/uma-sequcnia-desveladora-do-bico.html

os dois martelos de thor

Na fachada, fc a h ada, do edificio, e di fi co da mac cann, onde a cristina coutinho outrora trabalhou, é visivel figurado na fachada, favos em delta de aguas, como o que se figura no reflexo nocturno na outra torre das amoreiras, desenho esse que remete em alguma forma para uma especie de estante tambem, e de cada lado um martelo, mar e t lo, ou seja dois martelos, mar e t l os, do 6 5 31, do de sessenta e cinco, cio n co do trinta, t rina t, e um da ram armada, da grande confusao, assim parece dizer


dos dois bastoes digitais como se ve no codigo reflectido, r efe do fel l c t id o, numa das foto, às, da fachada, faca hd a, como ecras de televisao ou seja o codigo das imagens, que remete, rem te, tambem para , ap ra, televisoes, ou seja os cios e as ilusoes que aí sao constantemente montadas, montadas, tambem de sentido de artes sexuais, pelos vistos, tipo versao, v r sao, portuguesa da historia do filemzinho, file lem zinho, que aqui te contei em viva voz, do rancho de bush,... passeamos de limosine e depois truca truca, bang, bang...


na verdade amada, truca truca contigo sempre, limosine, dispenso, visto que em nós, sempre voamos, e nao precisamos, pre c isa sam meo s, de restriçoes de estradas de alcatrao, al cas t ra o, e de pistolas , d e p s i t ola s, de gasolinas avariadas, gas sol ina s ava ria ad as


a imagem da matriz, am t r i z, da sony, pequeno comento, sobre a imagem que não se bem ve em frente às amoreiras, amo rei as, a entrar em campo de ourique, num mupi, duas crianças , uma delas quase, q au se, colada, observa, ober s v a, o seu reflexo no negro, n g reo, ao ecra, que fora o promenor, pro rome en o r, que me chamara, cha n ra, a atençao, pois a foto do wire frame, f r am md, de das torres aqui publicada, p ub l i c d a, a que chamei de matriz, tambem se ve se ampliada, o meu reflexo, depois as sombras, c om bras, sao como so fios de cabelos, ou seja o delta, del a t, de venus de minha, mina h , amada, como sabes que gosto de te figurar, figu rr a ramos, das arvores quando despidas, a chave é dada pela leitura cumulativa das aplicaçoes que esse sistema, s it ema, qualquer coisa permite, começando pelo flickr, do you tube, ou seja o abanao do metro, bum, e tem mais a frase, fr as, que agor nao me recordo, mas é visivel e passivel de ser lida por todos

ao lado se figurou no enquadramento uma outra matriz, como teia, ou seja a teia dos que me roubam em constancia os conceitos e as aplicaçoes de infomatica e as comercializam pelo mundo fora

http://ourosobreazul.blogspot.com/2010/03/continua_21.html

é para mim prova, por pro da ovas e vaso id do dente do tribunal da relaçao, a evidente relaçao entre o reflexo na torre comercial do complexo das amoreiras, que nasce no cimo do que se poderia chamar de funil, retortas, que transformam, e cuja ponta do reflexo, rf fl e xo, naquela estrutura, est ru t ira, tipo uma vela latina invertida, aponta o tal andar onde existirá uma empresa de comunicaçoes ou algo assim, pub, é perfeito espelho do outro reflexo que me apareceu ao fotografar a ponte sobre o tejo, na livararia ao lado do bachus em frente ao trindade, as pedras , do dia do nevoeiro na ponte vinte e cinco de abril

ah
senhora
amada
que
belo
perfume
eu
hoje
senti
descendo
a
rua
ao
de
uma
casa
qeu
ali
tras
um
letreiro
nas
cores
francesas
um
suave
agri
dcoe
que
me
lembrou
um
qualquer
perfume
sintectito
mesmo
na
fronteira
em
que
o
de
mais
se
tornaria
eventual
enjoo
ve
como estao
belas
as
flores
aqui
em
frente
à
casa
pois, vou fazer o jantar, um bifinho de glu glu, com arroz e uma simples salada, se chegares agora, seras bem vinda e contigo como sempre tudo partilho, volto já
a h s en hora a m ad a q ue b elo perfume, kim, eu h oje s en ti d es c en do a rua ao péde
uma c asa q eu al it ra s um le t re i ro n as cor es fr anc e s as um s u a ve a g r i d c o e q ue
me lem br o u um q aul q ue r f e rf u m e sin tec tic t o m e s mo na fr on te ira em
q ue o d e m a s i se torn aria ev e n t u a l en jo o ve c omo es tao belas as flor e s a qui em
fr en te à csa p oi os, v o u f az e r o j ana t r,um bifinho de glu, com arroz, e uma simples s a l a d a, se che gar ares agora, se ra s b em v inda e c on ti g o c omo se mp re tudo p a r t i l ho, vo l t o j á
.
hoje pela tarde, trade, ao acordar, dois casacos tipo, t ip om, roupoes, ali estavam nesta janela das traseiras, o da esquerda violeta, vle ie el viol lea t, e o outro ao lado, ambos de costas, negro, mas se reparares bem, o violeta se reflecte no negro, como se a dor violeta tivesse entrado no simbolizado pelo negro, de um qualquer acto
.

.
a janela da direita é a janela do ps, passe da relva,

.
a marquise onde se via ontem num cortinado da janela, j ene la, interior, inter iro, o mesmo padrao por detras da kim na africa do sul, hoje, assim um genero lençol como margaridas, sem na verdade o ser, na distancia em que o olho
.
.
.
o cao ladra agora neste preciso, pre ciso, momento tres vezes
.
.
.

Depois de publicar o ultimo post, ps ot, escutei pelo espirito, e s p ei rt o quadrado da ova do vaso, que, tinha apanhado a puta do socrates, na realidade, a ultima de que aqui falara, fora a sonia gonçalves, g on c l v es, hoje se acrescenta a meus olhos a id, numa identificaçao de uma penhora, suprendentemente parece que o processo no tribunal en t u pido por mais de tres anos avançou de repente
.
.

ontem pela noite depois de publicar a referencia dada pelo espelho dela, via kim, nas linhas da africa do sul, olhando o predio atras no ultimo andar, uns cortinados com o mesmo padrao, sao visiveis ao momento a meus olhos
.
.

o corte aqui das palavras desvela um quadrado, ou seja quatro pontos, de uma ova, na verdade, nesse predio mais abaixo, a b i a x o, me lembrei de uma imagem aqui narrada de uma senhora africana, fr i c ana, com relva a janela em dia nao muito ido aqui comentada, pois, hoje ao tomar a primeira, prime ria, refeiçao de n ovo, uma chave africana, ou com africa relacionada se desvelou em cima da minha mesa, para alem do tal raspao com o menino africano e sua mae na zona do chiado aqui tambem recentemente comentado, o menino que parece como, irmao, irao, do que aqui mora no predio
.
.

mas uma outra chave a volta de socrates e da visita dele a mocambique e de um passe aqui, e de outros fios que nessa viagem li, tambem acabou de se reflectir, r efe fel tir, num dos elementos das imagens do post ultimo, u l ti omo, sobre as amoreiras, o Y, que remete tambem para o suplemento do publico, e um passe na estaçao de metro e alvalade
..
.
na verdade, um dos grupos que aqui entra, reg guy, regularmente estarás sem, em d u iv id a, relacionado com o socrates e com o ps,
.
.
de qualquer forma putas do socrates, sao mais dos que as maes a atender aos constantes actos de terrorismo, e muitas se tem desvelado, nestas ultimas andanças




...
( doc cd dd e )
.
doce
senhora
de
meu
coraçao
ve
como
estao
belas
e
quentes
as
cores
desta
primavera
.
( mu)
.
ve
como
meu
.
(eu)
.
amor
assim
te
espelha
.
.
.