quarta-feira, abril 21, 2010

amada, mais uns videozinhos para ti no canal


canal zero em livestream

http://www.livestream.com/01010

e no blog, um dos outros

www.canalzeropauloforte.blogspot.com
ah senhora de meu coração, a tarde se pôs tarde, como sempre que tu tardas, desci como que flutuando a comprar paes e tomar um café na estação, a ver se te via a descer de um comboio, na caixinha da tv, de novo o mesmo e sempre babilónia, babilónia, as bolhas, borbulhando eters de veneno e de nadas, mais não sei quantos minutos seriam deste telenovela dos aeroportos, insistiam, e insistiam, mas não teve medo das cinzas e do vulcão e da puta que vos pariu, a rapariga sorria de mansinho perante a insistência, dois jovens abraçados, diziam que fora bom, aleluia, fez meu coração que tinham visitado todos os jardins da cidade, ah amada no jardim, duas raparigas poisavam num banco de pedra e um gato de permeio era festejado ao por do sol, no cais, um outro de quatro mares ou quatro mastros, ali estava, a espinha da frente apontava bem em exacto o meio do vale da ponte e eu sonhava contigo e o barco e eu e tu nele no mar infinito do amor, aqui os efeitos especiais me mostram o mesmo padrão da gare e as escada típicas dos navios que também são como das chaminés, ah amada, todo eu ardo por ti, todo eu como louco ardendo em amor e paixão a ti, e não, não, ainda não te atirei uma flecha as tuas perinhas, pelo menos desta vez, se assim te perguntas, dei te um pincho ontem de madrugada nas tuas perinhas, e como tu vives em mim, na minha a ausência da tua dei, e depois hoje ao chegar ali à esquina de repente a senti, e me sorri por dentro , pois vives em mim, e eu em ti, e nao chegas , e eu como te posso fazer grrr, se te amo, só como gato a brincar a lamber te sem fim, as luzes no barco acessas como o natal, a lua com toiro no céu, os aviões e o vento continuam trocados, um heli vinha vindo com luz a frente, as nuvens insinuavam estranhos quase animais no céu, ah amada se fores tu, lança um fairy ligth daqueles que faz um grande bum, e assim sei que és tu, cios alheios , faço grrr, enquanto não mordo mesmo



h s en hora de me u co raçao, a t arde se p os t arde, c omo se mp re q ue tu t a r d a s, de sci c omo q ue flu tua ando a co mp r ar paes e tomar, um ca fe na est a ç a o, a ve r sete via a d~es c e r de um com boio, na cia xinha da tv, de n ovo o mesmo, é se mp re b ab bil oni a, babilonia, as bolhas, bo r b u l a h n do e te r s de v ene en o e de n ad as, mais nº ao s ei q ua anti minu t os se riam d este tele no vela dos aeroportos, in sis ti am, e in sis t ima, mas n+ao teve med o das cinzas e do vulcao, e da puta q ue v os pari ua ra pa riga sor ria de man sin ho pe ren te a in sis ten cia, do is j ov e n s ab r a ç ad as, di z iam q ue for a b om, al e lui a , fez me u co raçao q ue tinha ham am v isi t ad o todos os jardins, a h am ad ano jardim, du as rp rigas posi a v a m n um banco, de pedra é um gato de per me io e ra f este jad o ao por do sol, no cais, um outro de qua t ro mar es o u q u t roma st rosa li es tva, a es pinha da f r en te ap ont ava b em em e c x acto o me io do vale da pn te e ue s on h ova c on ti goe o barco, e eu e tu ne l e no mar in fi ni to do amo rac a qui os efe it os es pe cia is me mos t ram o pm es mo padrao da g a re e as es c ada ti picas dos navios q ue t am b em sao c omo das c ham ines, ah a mad a, todo eu ard o por ti, todo eu c omo lou co ar d en do em amo r e pa ix oa a ti, e n ao, n+ao, a inda nao te a ti rei uma fl e cha as tu as pe rinhas, p elo men os de sta vez, se as si m te per gun t as, de i t e um pi cn ho on te m de mad ru gadas nas tua s pe rinhas, c omo t u v iv es em mim, na min h a a a use n cia da tua de ie d ep os h o je ao che g ar ali à es q ui an de r e pen te a s en ti, e me sor r i por d en t ro , p o is v iv es em mim, e eu em ti, e n ao che ega gas , e eu c omo te p osso f az e r g rr r, sete amo, s o c omo gato a br inca caa lam amber te se m fi m as l uz es no barco av ess as c omo o n at al, a l ua com to iro no c eu, os avio es e o v en to c on tin uam t roca cado s, um hel i vinha v indo com l uz a fr en te, as n uve n s in si uv uva vam am est r anhos q ua ase ani mais no c eu a h am ad a se for es t u, l ança um f air y li gt h da q u el es q ue f az um g rande b um, e as si m s ei q ue é s t u, cio s al he io s , f aço g rr ren qua anto n ao mor do mesmo

que tremenda beleza sois
e
como
morais
em
mim

se
porventura
o
sabeis

ah
seria
feliz
meu
coração

q ue t emenda bel e za so is e c omo morais, em mim da se p ov en tura o s ab e i s a h
se ria f e l i z, fel liz, me r ru uva vaso co d a raçao










não sabia eu bela senhora de meu coração que eras vós de meu antípoda, que estranho, senhora esta relação com o lugar do mundo, que se de aqui escavasse se calhar aportava a seus lábios

n cao sa bia eu b d ela , s en hora de me eu cora raçao q ue, é ra serpente eva vaso os de me vaso ani ip da poda, quadrado dop da ue est rato anho, s en hor a e sta da relaçao, com o lu g ar dom maior da un quadrado , q ue seda do qui es c ava asse se c la homem da ar chega ava a porta ava a s se us l ab io serpentes




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