terça-feira, maio 25, 2010

eco j f kennedy, bp,

http://news.yahoo.com/s/nm/20100525/us_nm/us_oil_rig_leak


um eco interessante do ourto lado do rio, que me parece estranhamente reflectir a ultima pagina dos apontamentos sobre j f kennedy ontem publicados na Casa de Deus

um , e co inter rato ess ante do outro, circulo urt rell time circulo lado, dodo do rio, q ue me pa rece est ran ham am que mente, ref fl le c tir , primeira vaso primeria cruz ima pa gina , a dos apontamentos, mantos, ap ponta tam am tamen ts circulo 101 , s ob re do p rin c ipe f orte k en ned delta on te mp pub lic cados, na ca sade dede deo de usb lo g da spot do circulo da pt

a prova

Ah doce amadinha, não sei bem porque, mas aquelas pernas, me fizeram lembrar as tuas, não sei porque, que nem bem as vi, do enquadramento em que as senti, mas me fizeram lembrar as tuas

A h d o c e am ad in h a, n ão s ei b em por q ue, mas a q u elas pernas, me fi ze ram lem br ar as tua s, n ão s ei por q ue r, q ue ne m b em as vi, do en q u a d ram en to em q ue as s en ti, mas me fi ze ram lem b ar a as t u asa

depois ouvi falar de um rei, o tal rei dos castings, mais ou menos, vira um quando descera pela noite antes ao café da estaçao, estava a televisao dentro do aquario forrado a acrilico, uma especie de plexiglas, num sarau, ali estava ele, com ar doente e canado, acabado, depois entrava em palco o agostinho, eu a pensar este rapaz sempre me lembra o ciclista que fora morto uma vez no algarve, de repente se me figurou um relaçao entre os dois, dizia ele visivelemnte emocionado, não sei porque meterem me nestes trabalhos, ou algo assim, o velho gaviao, ou abutre, por ali rondava, eu olhei-o e de repente, me disse este e o tal rei do outro reei dos castingsm, mas o noem uqe me apareceu assim como semelhante a tua franja, fora uma das empresa da quatro, de repente ainda em meu coraçao, se fez luz, pois ao ve lo recordei das ultima palavras que aqui lhe dirigira, e me disse, foi ele que matou sá carneiro,

d ep o is o uv i f al ar de um rei, o t al rei dos c as t ing s, mais o u me bn nós, v ira um qua n d fo d es cera p ela lan ano da noite ant es sao ca fé da est aç sao es, est ava a televisao d en t ro do a q ua rio for r ado a ac r i lic o, uma es pe cie de p le x i g l as, nu m s ar au, alie stav dele, com ar do en te e c ana do, aca b ad o, d ep o is en t r ava em pal c oo a gos ti bn ho, eu a p en sar este ra ap sempre me lem br a o cic l ista q ue for a mor top uma vez no algarve, de r ep en te se me fi f ur o u um r el ç a º cao en t re os do is, di z ia fel dele v isi v e l em n te emo cio n ado, n ão s ei por q ue mete rem me nest es t ra bal alhos, o u al goa ss imo ove velho g avia o, o u ab but re, por a l i ron d ava, eu o l h ei-o e de r ep en te, me di ss e este e o t al rei do outro re ei dos c as tin g s m, maso noe m u qe me ap ar e c eu as si mc omo seme le h ante a t ua fr anja, for a uma das e mp +r e sada q au t rode r ep en te a inda em me u co raçao, s s e fez luz, p o is a o ve lo rec o r dei da s ul t ima pal av ra s q ue au i l he di rig ira, e me di s se, f o i ele q ue mato u sá caren iro,


depois se fez luz sobre o som metalico que aqui ouvi pela noite quando te escrevia, abria rosa do mundo, desta vez buscando no indice, bosnia, o primeiro que encontrei é o deus torturador, pag 13 81, o treze do primeiro do terceiro de oitenat e umm escrito por antun branko simic, mas a luz se fez maior ainda no segundo, do momcilo nastasijevic, que tras como titulo , enterro, e cuja primeira farse diz, o toque é para ele: deitado num caixao com a cara amarela, pa gina 1 3 4 4, primeiro 34, indicativo françes, duplo quadrado, assim se parece desvelar, momcilo, que o escreveu, viveu entre 1894, ou seja grau dezoito, da lisbao acapital da cultura, e o enterrado pelo poema se chaam, subotic stano, se segue a este poema, um de florbela espanca, com o titulo horas rubras, antes vindo da pagina anteiro um belissimo poema, oficios de amor de joan salvat papasseit da catalunha

d ep o is se fez luz do br e o s om met al i co q ue aqui o u v i p ela , lam ano noite, qua ando te es c r e via, ab ria rosa do mundo, de sta v e z bus ca dn dono in di ice, b os ni a, o prime iro q ue en c on t rei é o de us tor tura ad da dor, pa g 13 81, o treze do primeiro do terceiro de oi t en a te u mm es c rito por ant un br ank o si mic, mas a l u z se fez maior, a inda no segundo, do mo mc ilo na sta si je vic, q u e t ra s c omo titu lo , en te rr o, e cu j a prime ira f arse di zo toque é para dele: de it ad o num caixa, banco, o com a cara am ar dela, pa gina 1 3 4 4, prime iro 34, in di cat ivo fr anç es, duplo quadrado, as si maior se pa rece d e s vela ar, mo mc ilo, q ue o es c reve eu , v iv eu en t re 1894, o u seja grau dez o it o, da lis sb bao aca pita al da cu l tura, é o en t e rr ad o p elo poe ema se ch a am, s ub o tic stan ano, se se g ue a este poe ma, um de flor rb bela es pan aca, com o titu lo hor as das pedras rubras, ant es v indo da pa gina ante iro um be lis s imo cio
poe ema, o fi cio s de amo r de joan s alva t papa s se it da cat al unha

me lembrei do caixao que puseram aqui em dia não muito ido em alacantara ao aldo da cervejaria o palacio e dos gelados, que acabara de evocar com os rectangulos das manteigas que apareceram a boiar no lago, agora na queda do aviao na india

me l em brei do caixa o q ue p use ram a qui em dia n ão mu it o id o em ala can tara cao aldo da cer v e a jr ia o pal ac cio, é dos gel lados, q ue aca br a de w evo car com os rec tan gulos das mante i gas q ue ap ar e ce ram a boi ar no l ago, agora na queda do avia o n a india

por fim me apareceu o nome, infante, o diogo infante, provavelemnte entao o primeiro do quadrado do primeiro ministro, do socrates, num poema do luis de montalvor, algarve outra vez, 13 1 7, 18 de 91, , dez ano ve quadrado do sete, porjornal, o hugo da beti do pecado original, assim salatram agora as minhas maso duas paginas, ou seja o hugo, o hulk, da bet ti do pecado original,, a frente do poema do luis de monte alvor, alemanha nelly sachs, vrum vrum, motos, pasteleiras, que diz assim fugi eu, inafnte, ainda remete para infantar, angulo do quadrado da infantaria, e infante santo, a prisao do infante


por fi maior da me ap receu o no me, infante, o diogo infante, pro ova ave lem n te en tao o primerio do quadrado do prime rio min s it ro, do soc rat es, num poe ma d o luis de monta do alvor, al gare v outra vez, 13 1 7, 18 de 91, , dez ano ve quadrado do sete, por jo rn al, o hu e god a beti do pecado original, as si m sala t ram agora as min h as maso du as pa ginas, o u seja o hugo, o hu l k, da bet ti do pe cado o rig gina al,, a fr en te do poe mado luis de monte alvor, al ema da manha da nelly da sachs, pub, v ru m v rum, motos, p as tele iras, q ue di z a ss si m fu gi eu rop u


ah doce amadinha, na verdade, salvo eero nessa noite da leitura do lago, noite alta, já, quando voltava, um carro a chegar , um mini, com um laço violeta como a cor da gravata do agostinho, a volta da manete das mudanças, uma rapriga dele saia, era pelos vistos a rapariga que mora ali no predio da esquina em baixo, que lembra as casas francesas, trazia um vestidinho curto, uns sapatos altos em cunha daqueles grades, com sola que me apreceu em corda, e cujo desenho , me parece agora ao isto recordar, semelhanet ao do infinito que a rapariga do cabeleiriero me mostrara antes ao lado da revista da tv, suas pernas grandes ainda masi gardes se tornavam, ao caminhar naqueles sapatos grandes, entrou para o predio,


a h d o c e a m a d i n h a, na ver dade, s alvo e ero ness a no it e da lei tura do l ago, noite al t a, j á, qua ando v o l t ava, um car ro a c he g ar , um mini, com um l aço viol eta c omo a cor da g r av ata do ago s i t n ho, a v o l t a da ma nete das mud danças, uma ra p riga dele s aia, e ra p elos vi st os a ra pa riga q ue mora al i no pr e dio da es q u ina em ba ix o, q ue lem br a as ca asa f ar n c es as, t ar z ia um v es ti din ho do pedro curto, uns sa patos al t os em cunha, da q u deles, g r ad es, com sol a q ue me a pr receu em co r da, e cu jo d es en ho , me pa rece agora cao is to, recordar, seme l h ane net cao ac cc o do in fi ni to q ue a ra pa riga gado cabe lei rie iro me emo st r ara ant es sao aldo da r e v ista da tv, s u as per na s g rand es a inda masi g ard es se torn avam, ao ca am mina her na q ue deles s a patos g rand es, en t ro u para o pr e d io,


ah doce amadinha, se passares por mim, ou estacionares a meu lado, ou assim qualquer coisa e nao me falares, e me disseres, sou eu a tua metade, eu te mato, depois, se o descobrir, enfim, não te mato, como-te, enfim, sem fim, como te naquela forma infinitaemnte agradavel vezes sem fim, enfim, marco-te as perinhas com uma grande dentada, enfim, beijo te a rosa, infinitamente, com lambidelas de gato em doce vai vem de cima para baixo, e entrando com a lingua assim em movimentos sem quase se mover, sabes ando com aquela posiçao na cabeça, quando estas de gatas com as perinhas frondosas perto de minha face, e tua rosa só pela posiçao se abre ao sol, trago um vontade de te lamber infinita


a h d o c e am ad in h a, se p ass ares por mim, ou est ac cio n ares a m eu lado, ou as si m q ual q ue r co isa e noa me fa al r es, e me di ss e r es, s o u eu a tua met ad e, eu te mato, d ep o is, seo d es cobrir, en fi n, n ão te mato, c omo-te, en fi m, se m fi mc omo te naquela da forma in fi ni tae mn te a g ar d a ve delas, v e zes em fi maior, marco do traço da inglesa te às pe rinhas com uma g rande den t ad a, en fi maior, bei jo te a rosa, in fi ni tae mn te, com lam bid delas de gato em doc e va i v em de c ima para ba ix oe en t r ando com a l ing ua as si m em mo vi men t os se m q ua ase da se m ove r, s abe es ando com aquela p osiç sao es na cab eça, qa un do desta, de g ata s com as pe rinhas fr on do sas per to de min h a face, é tua rosa s ó p dela, p osi sic sao es se ab rea o sol, t rago um von a td e te lam ber in fi ni t a
a h a m a d d i n a h é pe cado n ão es star a m eu lado e eu cao te vaso europeu
weber, é um dos nomes ligados a duas palavras, um ou dois nomes, isto é, ambas podem ser entendidas como nomes, que apareceu na leitura que fiz sobre a morte matada de j f kennedy, ao agora as folhas de apontaemntos ver, não deixei de relacioanr com um dos elementos constantes na imagem do lago do jardim, sobre a queda do aviao na india, pois como relato em video, o ultimo publicado, quando desenho por aproximaçao a imagem, e digo para que não restem duvidas, que eram cinco os pacotes de laranjada e um circulo azul, simbolizado por uma tampa, pois no video, uma das vezes falo em quatro, uma folha ao lado de um dos bancos estava com marcas de pneus, e ao lado dele um pequeno saco plastico azul, fechado que pelo tamanho poderia simbolizar coca , em grande quantidade, ou seja como imagem do precesso de acelaraçao


weber, é um dos nomes da liga dos gados, a d u às pal av ra serpente de um o u do is no mes, is to é, am b as pode maior ser en t en dida sc omo no mes, q ue ap ar receu na lei tura q ue fi zorro s ob rea primeira da morte, mat ad a de j f k en ned y, cao do agora às das folhas de ap ponta em nt os ver, n cão de ix ei id e raro dela ac cio an r c om um dos elementos co ns t ant es na ima ge mairo do l a god o jardim, s ob rea da primeira queda do avia on a india, p o is c omo rato del ato em v id deo, o u l t imo pub lic cado, qua ando d es en ho por ap pro ro ox xi ima maçao a ima ge me dig o para q ue n cão r es te maior d uv id as, q ue e ram c inc o os paco t es de lara n jada, é um do circulo az x ul, si mb o l iza z ad o por uma tam pa, p o is no v id deo, uma das v e z es do falo em quarto, uma fo l h a cao aol ad o de um dos bancos, estav com das mar ca s de pn eu sea o l ado dele, um pe q u en o saco p la s tico az ul, fe cha ado q ue p elo tam anho pode ria si mb bol zi ar coca , em g rande q uant id ad e, o u seja c omo ima ge m do pre c esso de ac e lara raçao, russia

ouvi um som metalico aqui em casa, agora no final do paragrafo anterior, mas não sei identificar o que seja, ou melhor, apareceu me uma tampa, como acima se desvela, mas não vejo nenhum objecto aqui que o podera ter feito, se aqui tiver sido feito

o uv i um s om met al ico a qui em casa, agora no fina l do para g rafo ante rato iro, mas n cão s ei id en ti fc aro q ue seja, o u mel hor, ap receu me uma tam pa, c omo ac ima se d es vela, ma s n cão vejo n en h um ob ject o a qui q ue o p der a teresa, rf, feito, se a qui ti v e rato s id o, feito


como no corte acima se desvelou, weber, é o nome de um estaporzinho dos programas de tv, das tais camaras indiscretas, assim se chama na aparencia, a programas onde gente anda nas vezes a pancada para gaudio das bestas, uma linha recente que se tinha desvelado, sobre os tais das chamadas camaras candidas, e de uma noçao relacionado com o inimigo, que salvo erro da ultima vez apareceu tambem relacionado com o tal nuno graciano, que tras nome tambem de pugilista


c omo no c o rte ac ima se d es velo lou, pneu da jason, weber, é o no me de um est tap oz x in ho dos por g rama serpenets de tv, das asa da ata da tasi cam ar as in di s creta s, as si maior se da chama, na a ap rec cna ia pro g rama s onda g en te anda na s v e ze sa da pancada, para gaudi dio do io das bestas, u mna lina homem rec en teque~, madeira, se da tinha d es vela lado, s ob re os tai, br, s d s as c ham ad as cama ra s candida se de, uma no çao es r ata dela ,a c cio n ado com do circulo do inimigo, q ue s alvo e rr roda u l t ima v e z ap ar e c eu t am tambem rato dela , ac cio n ado com do circulo t al nuno g rac ian ano, q ue t ra s no me t am tambem de pug do gil ista
Depois de publicar no espirito a seguinte leitura que caso a permissa que me é desconhecida for verdadeira, e haverá quem o sabe, pois se não não poderia ter lido essa consciencia , que por o ser , de alguma forma está constelada e portanto acessivel, que o do psd, o dos quatro tiros, referencia eletrico da graça frente aos militares e depois o eco atraves do mesmo som de pistola, pequeno calibre, seis setenta e cinco ou por aí, na queda do aviao dos polacos

D ep o is de pub lic da ar no es pi rito primeira da se gui inte da lei it tura , rac ac q ue caso, louco, da primeira per da missa, q ue da me é d es c on he cida for ver dade da ira, é h ome ave rá q ue emo, o sabe, p o is se n cão n cão, pode ria teresa do lido, essa co ns cien cia , q ue por circulo ser , de al gum a forma é stá co ns tea alda al, é porta nt o ac ess iv el, q ue circulo do psd, o dos quatro tiros, refer ren en cia, o do eletrico da g rata aça es fr en te a os militares, é d ep o is circulo do eco at rav es do mesmo s om de pi s t ola, pe q u en o cali br e, se is setenta e cio n co o u por rai acento, na queda, do avio dos pol aco s


ou seja se quem o sabe, sabe que quem aqui disparou os quatro tiros, é do psd, entao para mim, é verdade esta afirmaçao, pois eu náo o sei

o u seja se q ue emo o, sabe, s ab bec qaudrado da ue, q ue maqui di spa aro vaso do os quatro tiros, é do psd, en tao para mim, é ver dade e sta a fr rim ima maçao, p o is eu n cáo circulo da se is

eletrico remete ainda para o filme e todo o contexto desvelado , sobre um poema de fernando pessoa, com todas as leituras que sobre ele fiz, aqui desveladas

ele t rico reme teresa a inda para do circulo do filme, é todo circulo c one net x to desvelado , s ob re um poe ema de feran do p esso a, o nando, da pessoa, com toda s as lei turas q ue s ob re dele fi zorro da za aqui d es vela ladas

au, au apareceu agora no corte acima, e aqui antes de isto começar a escrever os caes ali atras começaram a ladrar, ouvi, isto não é voudou, na verdade, é o cheiro a sangue, ali estavam, olhando o quintal com canas onde existe uma casa verde de crianças e um cesto de nba


au, au da ap da ar e eu agora no co rte a c ima, é a qui ant es de is to co meça es ra es c rever os caes al i at ra s co meca ram a l ad rato da ar, o uv i, is to n cão é v o u do un a ve rda ad e, é o che iro a s ab bg g ue, al lie ie stav am, o l h ando do circulo do quintal com do canas, cerveajria de campo de ourique, onda é xis te uma cas verde de c rian anças es , é um c est o de nba