segunda-feira, julho 05, 2010

beijinho a uma bela belinha

para diminuir um bocado o calor do inferno que estas bestas todas as santas horas a todos criam, ah se não fosse o amor, estariam já todos mortos, não vai acreditar, que é forma amorosa de contar do imenso espanto do amor que espanta os nossos olhos pela sua luz, pois ali estava poisado ao balcão, tomando um café, quando a olhar o quadradinho do aquário onde costuma estar de repente por um breve momento a vi, e sabe o que em si vi, que não a via há muitas luas, o seu olho a sorrir, e fiquei assim com uma impressão de que a sua franjinha tinha crescido assim tipo escadinhas para um dos lados, que me fizeram lembrar ninhos, e puf, desapareceu, eu me disse , o que sempre digo, mas como é que esta rapariga sempre assim me sorri, depois aguardei o interlúdio , que era intragável, um macaco falava com fundo as flores verdes de ferias e coisas assim, e aquilo como de costume era longo demais, tanto que acabei de partir antes de novo a ver, se quiser vir tomar banhos assim de mar ou de língua, é só dizer, eh, eh, eh, que bela é

para dim min u e rato, um b o cado do circulo do calor do inferno, noc, q ue e stas das bestas todas ás s anta s hor asa primeira de todos c ria am, a home da se n cao fosse do circulo do amo mor, est raia am j á todos mortos, n cao v a i ac red dita it da ar, q ue é forma amo rosa dec contra do i men s o es pan t o do amo doiro, q ue es p anta os no ss os ol h os p ela s ua luz, p o is al i est ava p o isa sado cao, do bal cao, tom ando um ca fe, qua ando a o l h ar o qua ad r ad din ho do aquario, expo, onda cos t uma es star de r e pente por um br eve moe mn to a vi, e sabe, o do circulo q ue em si vi,c ue n cao p a via h á mu it as lu as, o s eu olho a sor rato da ire fic ue ei a sw si maio mc om uma impress sao deque primeira da sua franjinha, tinha c rato es c id o as si maior t ip o es c ad dinhas para um do ws lados, q ue me fi ze ram lem br ar nin h os, se p u f, de sapa re eu, eu me di ss seo q ue se mp re dig o, mas c omo é q ue e sta rapariga se mp re as si maior me sor rato di, id e p o is a g ua ard ei o inter lu dio , q ue e ra in t r a g ave l, um macaco f al lava ava com fun dó ás flor es verdes de ferias, e co ia s as si me a q u y ilo c omo mode cos t um me, e ra l ong o demi as, t anto q ue aca bei de p art tir ant es de n v o ave rato, se q use ser vi rato tomar ban h os as si maior de mar o vaso de l ing ua, é s ó di ze rato, é homem , e, homem , é home quadrado da ue bela, é

primeira parte, diversos assuntos mundiais e algumas acusaçoes



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hermes, a morte do xeque
her me mes mesa madrid, am amor orte do quadrado ox x é quadrado europeu

sobre incêndios ainda, retirai de vez a palavra rescaldo como fim da queima, o fim da queima, isto é a lei, é que as árvores que se queimam, são por obrigação de novo plantadas, até aqui vai por extensão o que chamam de combate aos fogos, para que a lei do equilíbrio seja sempre garantida e a existência de ar para poderem continuar a respirar também, suas bestas ignaras!!!

s ob re inc en cio sa primeira inda, rato ps eti rai de eve e za ap lavra r es c aldo c omo fi maior da queima, o fi maior da queima, is to é primeira da lei, é q ue ás ar v o ratos es q ue se qui imam, sao es por ob rig a çao es de n ov p l anta ad as, a té a qui v a i por é x t es nau do circulo do q ue c ham am de com bate a os fogos, para rac q ue primeira da lei d oe qui l br o seja se mp re gara ni td a é a e xis ten c a i o de ar, para pode der rem r es p eu e rr t am tambem, s ua s bes t as i gn ara s!!!

caldo, como sinonimo de sopa, comi eu aqui uma ontem que me diz, kapa no da rr, radio renascença, co gume dos melo, a faca que matou o mello, a imagem é batatas cortadas e um cogumelo, que parece também um ovo, o da linha, o dos ovos do salazar

c aldo, roma, c omo sin o n imo mode, da sopa, co mi eu r ip europeu a qui, quim uma on te maior q ue me di zorro da kapa do no da rr, radio renascença, co gume dos melo, a faca q ue mat o u o mello, a ima ge m é bat ata s co rta ad as se , é um co g u melo, q ue pa rece t am tambem um ovo, o da linha, o dos ovos do sala, o zorro da ar

acrescento um pormenor que é também uma relação a imagem do lago no jardim com os patinhos, a menina das três loirinhas que mostrava o sexo, remetia igualmente para a imagem do filho aparentemente atrasado do tal empresário, das casa italiana que se reflecte ali no palácio da ajuda que é de onde vem o falo do sangue, ou seja , por soma, o passe do tal restaurante em frente ao espectáculo da imagem do dia do espectáculo, com ele se relaciona, através do fosco que as aguas me mostraram, o fundo do lago se viam sombra a mover, fruto das árvores, e liquens verdes, como manchas simbólicas de derrames ou de nuvens, ou de espelho entre a terra e o céu, no filme a imagem do tal rapaz com atraso mental, é de que a rosa é feia pois parece uma flor esmagada, ou seja , também, da morte de uma menina, maddie


ac rato ps do es cento, matança atocha, um por men o rato ps q ue é eta tam am tammbem em uma relaçao, primeira rai image maior do l ago no da puta do jardim com os patinhos, a menina das tres loi rinhas q ue mos t rato ava do circulo cao seda xo, re met ia i g ual lem n te do ara aima ge maior do fu da ilha a ap ren te mne net a tar sado do tal empresario, das c as da italiana, q ue se ref efe le c te al ino pala ac cio da primeira jud , a q ue é de onda v emo circulo do falo do sangue, o u seja , por s oma, circulo do passe do t al r es taura ran te em fr ren en teao es pe cta ac culo da image maior do dia do es pe cta cu y lo, com dele, da se ratop ela ac cio na, a t rat y os av es do fo s coc q ue ás aguas me meo , pt, st r aram, circulo do fun dodo dol do lago se via am s om br a am ove r, f ru to das arvores, é lic ue n s verdes, c omo m ac n h as si mb o kapa lui c as de der r am es o u de nuc v e ns, ou de es p el ho en t rea terra, é o c eu, no fil me a ima ge maior do t al r ap a z com a t r as o mental, é deque primeira rosa, é fe ia p o is pa rece uma flor es maga gada, o u seja , t am tambem, damo morte orte, de uma menina, m ad dd ie

segunda parte




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8 88, quadrado de noventa e um, primeira usa,primeira usa creio ser hillary, c lin ton, a patinha hillary

aviso a todos

A todos, e em especial aos países da europa do sul, bacia mediterrânea, pelo menos com frança incluída, as temperaturas que se vivem hoje, desvelam que vamos de novo ter um verão com matança larga, como aconteceu à uns anos atrás, assim é de conveniência que todos percebam , experimentem e exijam o funcionamentos dos mecanismos de emergência integrados para minorar os impactos, ou seja diminuir os numero de mortos e de incêndios que serão previsíveis, espero eu que a o tal sistema de aviocares e congéneres, com partilha de meios civis e militares dos países desta região seja já uma realidade, vos digo isto pois certamente terei acordado optimista hoje, ou cego dirão outros

primeira do tringaulo de fio do fogo , gato do circulo de todos, e em es pe cia al a os pa ise es da europa, a do sul, b ac ia med di it te rr ane nea, p elo men os com frança inc lui ida, ás das te mp pera rat das turas q ue se v ive maior do homem hoje, d es vela lam am q ue v amo s de n ovo teresa pata rum vera circulo do com da matança l arga, c omo ac on teceu , à un serprnte ano s at rato ps ás, as si mé de c on vinie en cia q ue todos per ce bam , é x per eri rato que mentem , e é xi gimo fun cio na men t os dos mec cv van is mode e mer gen cia inte g ratos ad os para mino rat y, o da ar os im p actos, o u seja dim min um vaso vv iro serpente dos numeros, nu mer ero demo rt os se de incendios, q ue sw e rato do cao pre v isi v ei is, es pero europeu q ue da primeira do circulo do t al sis te ema de av io cares ares, é c on g ene ratos es, com p art ril da ilha de mei soc iv bis e militares dos pa ises de sta reg regie, tvi, gui ia sd o seja j á uma rea l id ad e, devo vaso do os dig circulo do is to p o is ce rta em n te te rei acorda dao o pt tim is ta h o je, o u c ego di rato do cao de outros

a assim não ser podemos vir a contabilizar milhares de mortes e milhares de arvores mortos, ou seja menos ar cada vez mais para todos respirar-mos

primeira as si maio n cão ser pode dmos vaso da ira da primeira c on ta ab bil iza ar dos mil homem ares de mortes, e mi l home ares de arvores morto as, o u seja men os ar c ad primeira ave zorro mais para todos, r es pira ar do trço ingles mosa

esta é afactura presente e crescente em cima da mesa comum da tremenda heraança da nossa relaçao de vampiragem com o corpo da mae feito ao longo de duzentos anos sem respeitar e ter tido consciencia activa e determinante publica comum, da lei do equilibrio e da reposiçao e aumentará enquanto as politicas comuns não decididamente o inverterem,


esta, é a f ac tura pr es en te e crescente, em c ima da mesa, madrid, com um da t y rato da emenda, her ana aça es da do ano no s sa do tribunal da relaçao, a de vam pira rage mc om o corp, o daam da mae , feito, cao l ong gode d uz neto s anos se maior mr r es pe it ar e teresa t id o co ns cie en cia da activa, revista, e det rato ps emi n ante da publica com um, av da lei do equilibrio e da r ep o siç sao es, é au men da tara en q un to as p do pp dol it tca s co mu ns n cão dec id dida id dam am a que mente do circulo in v e teresa rem,

vos chamo a atenção para uma outra consequência real, que penso que muitos ainda não se terão apercebido, estes calores, criam e criarão cada vez mais uma impossibilidade de produção, no sentido restrito e amplo da palavra, ou seja inclusivamente em termos económicos, tal se traduzirá inclusivamente em diminuição de receitas e consequentemente da qualidade de vida de todos,

vaso do os c ham am amo primeira , a ten sao es para de uma outra rac c on seq ue en cia rea serpente primeiro rol, q ue pen soc ue mu it os a inda n cão sete rato cao ape per pr ce bid o, este serpentes dos c alo r es, c ria am me c ria arao cd a ve z mais, uma mai mp oss sibil id ad e de pro duç sao es, no s en t id o rte st ricto, é primeira am mp lo da pal av ra, o u seja inc l us iv ima mane nete em te r mos e cono micos, t al se onda t ra ad uz ira inc l us iva vam am , que mente, em dim min uu, comboio, é sao es de rec e it as se c on sw q ue en te mn te da q u l aida ad d d e v id a de todos,