sábado, outubro 02, 2010

querida beatriz borromeo, assim sua pena em seus brincos em seu olhar de amor, de meu polegar esquerdo da meia negra do pé, depois ainda me cantou

quadrado vaso ur da rid id da primeira  beatriz bor rome romeo meo, co muni caçoes es ,  as si maior s ua da pena,  em s u es br io s e maior ms es eu o primeiro do homem da ar de am mor, de me vaso p ole g ar esquerdo,  o da mei negra do pe, d ep o is a inda me can t ov vaso

nesta primeira foto se vê embora em parte, o cinzeiro das beatas queimadas do toiro da latina da europa, de onde parte lápis amarelo e negro americano noris, com uma cobra vermelha que neles se enrolou, no circulo do traço inglês da mole, omo ole, do crraaaac, ou seja circulo rr, roma, ra aa ac, onde agora tomei as  notas relativas a cassete que a faca da sua pena aqui me apontou

nest a da primeria f oto s e ve em bora em p arte, o cin ze iro rodas beast as q ue iam md as do toi roda latina da europa, de onda pa rate l a p i e s , am e rato do elo, é negro am erc eric cao do noris usa, com uma cobra vermelha q ue neles da se en rol o un o c irc culo do t rato do aço es ingles damo do dam  maior da ole, omo onda do crraaaac, o vaso do seja do circulo rr, roma, ra aa ac, onda dea do  agora tom ei às das  notas rato dela t iva sa da cassete, c ass sete, da gravaçao porno, pressumo, tambe,  q ue da priemira faca da s ua da pena aqui,  me ap on to vaso



da seta do círculos verdes das buchas triangulares, do cientific oregam, prata da ligação da matriz, comprado outrora em madrid salvo erro, a matriz do lápis


da s eta doc irc u l os verdes das buc h as t r ian homem do vaso do pr j primerio do vaso ares, do cientific o reg am, pr ata d li liga da sao da pm a t rato ps i zorro da matriz da mediatriz da beatriz da imperatriz ge rat rato can tor zorro da  com do prado de outrora em madrid,  s alvo e rr o, a matriz dol do primerio ap is


que laçou o braço da made alema

q ue l aco u o br aço es da m mde da made al cortez ema



dd do ovo do olho logi da tec da aguia alema do circulo da lupa do falo prata e negro,  do chips tele fon cio s co dig do punk , é p uk,


falo da besta figurada na explosao das torres ,ws, ny, da g rato da
ava çao do rompimento do himen, que penetra o metro, ou seja o com boi o, da bor racha da cunha do pelikan br qaudrado do circulo , oi s quadrados de s es  crita



a pena indica a faca que aponta mini dv do lp da moda , a me dos anos noventa, me de se s sena t bar do ra de noventa , a caneta da pica do sangue, ou seja da transmissão do vírus




do circulo do angulo do c ip , angulo das moedas italianas da estrela do pentagrama

o gume da faca me aponta a cassete  que me diz, circulo de cascais, liga ça ca sio do ca sino, c3, x terceiro, do med terceiro do sete circulo do infinito, link eua, o do roubo de meu filho, das casas das ps eu dos irmas , o mentiroso, men do tir rosso, a can te ad a da uni iba do ll, once

repare ainda querida beatriz, que o himem esta figurado na imagem com um pauzinho de incenso por cima, na ponta da lupa, ou do lupo do circulo de prata negro,  e este himem, é a protecção, a porteira, orte ira,   da lâmpada do tecto aqui onde lhe escrevo, a que esta por cima do meu leito aqui, e que em dia de pancadas recentes nas obras por cima, se descolou e ficou preso em percentil na lâmpada, como a indicar com precisão, o percentil do leito, ou de uma historia de leito, quem sabe de um sessenta e nove, em sentido literal u mesmo simbólico, uma mentira

r epa par e a inda q ue rid id da primeira beatriz, q ue do  circulo do him em e sta figu r ad dona ima mage maior do  com de um ap uz in h o de inc en s o por c ima, na ponta da lupa, o vaso  do l u p o d o c i r c u lo de pr ata negro,  é este hi me, é primeira por tec cc sao da lam am pada do tec to aqui,  onda l he es c r e v o, a q ue e sta por c ima do m eu leito aqui, e que em dia de p ana c ada s rec en t es nas ob r as por c ima, se d es colo, nec,  ue fi co u preso em per c en til na lam am pada, c omo a indica rc om pre cisa o, o per c en til do leito, o u de uma da historia de leito, q ue maior,  sabe,  de um se s sena te en ove, em s en t id o lite r al u do mesmo si mb l oico, uma da mentira


há ainda aqui nest imagem um x de dois cabos dos c roco r d i l o s, debaixo do nec da mu primrio ti sy n co

mp 4, ce rio que o comprei numa loja franca, franco, imagem simbolo da aguia,  guy ia, no aero pr to, aeroporto, o aero rop do porto, ou seja ci mula t iva, mente, com da  primeira sombra d a co luna, pn eu fur ad o, t am bem aqui ,um perfume, cc,  de queda de avioes da spanair

o clip, c ip do angulo diz pels quatro moedas, estrela inc lina ad da viterbo, prime rio infante da r mascara da republica francesa, car naval, v ene za, do segudno e en cruz invertido
cheguei a papelaria da pampulha, com este perfume de amores contrariados  entranhado e dou com uma rapariga de uma rara beleza que me olha numa capa, ao lado de um belo rapaz de perfil, cabelo rapado como o meu, que parece olhar algo que o fez ficar como que vidrado, a rapariga me olha com expressão de quem me quer dizer algo, na realidade as linhas de espanha, via as capas das revistas sociais se vinham a agitar desde algum tempo, primeiro fora uma linha da princesa, que falava de filmes pornográficos ou algo assim em seu passado, oh bela princesa, ainda não apareceu no portal dos filmezinhos, quem por vezes lá aparece assim das terras de espanha, é a bela penélope, mas para lhe ser franco acho mesmo que nunca vi para alem do frame que a anuncia, não se preocupe não, bela princesa, ontem fora a consciência que depois ecoara nas linhas sobre a queda das torres escritas na Casa de Deus, sobre as gémeas ao me aperceber de uma bela rapariga que é irma da penélope, como se de repente fossem elas a imagem das gémeas, gémeas de outro sentido , ou mesmo não, de linha de sangue como falo nesse mesmo texto, depois ainda uma bela com um nome belíssimo, ekatrina, que devera ser  basca, com uns lábios a sugerir almofadas como uma outra rapariga que devem andar a tentar assim pescar, ah pescar, a pescava eu, aqueles lábios se a encontrasse, e a manha é clara, e bela, pois rola, o nome katrina com um , e, antes, é coisa bela de se dizer, como quem diz é katrina, ou é ka da cruz da rina da miss si sip, a do pi , depois de novo a princesa com um vestidinho leve daqueles que se movem no mover da mulher, e que nos prendem doce o olhar, que apareceu espelhado nessa rua na loja da sao da moda, trazendo do outro lado, a fatima lopes, como candidata, e na outra loja também de roupa, um cruz templaria nos sapatos de quarto por baixo de um vestido de mulher escocesa, e depois essa rapariga, com um nome que de repente encaixava no sonho, como a me dizer, que ele fora então uma induçao rem, feita aqui ao lado, beatriz, beatriz, borromeo, que belo nome, que me remete para vento do norte, para boris e pitis que se lançou outrora de um penhasco para fugir aos ciumes de boris quando ela se apaixonou por pan, e se transformou assim numa árvore, que ainda hoje se agita quando pan toca sua flauta, que belíssima beatriz, uns brincos em singelo cordão, com penas no termino, como a falar de índias, e um vestido em escamas que me fez lembrar um misto de leviata, de pavão e de peixes, ou gnósticos, que charme imenso por dentro e por fora aquela rapariga, que bela

c he g ue ia pap dela ria da p  am pulha, com deste do per fu med, cristina coutinho,  e amo mor rat tp espanhol  c on t r ar ia ad os  en t ran anha dó,  é duadrado vso com de uma ra ap riga de uma rata ara bel  e za q ue meo l home da primeira ano nu ma c ap a, cao lado de um b elo ra p az de per rf fil, cab elo do ra do pado c omo do circulo  me vso, q ue pa rece o l home da ar al g o q ue do circulo de fez,  fi car  c omo v id rato do  ado, a ra pa riga meo l home da primeira com , e x press sao de que maior da me q ue rato di za , é ato r al g on a rea l id ad e as das linhas de espanha, via ás ap as das revistas soci a si da se vin ham a a gita rata de sd e al gum te mp o , prime rio for a uma da lina hd da primeira da princesa,  pric ni e za, q ue f ak lava dos filmes porno graficos o ual goa ass si maior em s eu p as sado, o h bela pric ne sa, a inda n cao ap a rece u no porta l dos fil me z in h os, q ue por v e ze lá ap rece as si md as da terra de espanha, é primeria bela pen o lope, ma spa pa da ar l he,  ser franco, nuno,  ac ho me sm o q ue n un ca vi p ara al lem mdo fr ae q ue anu un cia, n cao da se pre o cup en cao da bela princesa, on te maior for a a co n cien cia q ue d ep o is e coa ra ana  rana s linhas s ob rea primeria da queda da torre es c rita s na Ca sade De us, s ob re as das gemeas cao da me ap r ee be rato  de um bela rapariga  q ue é irma da p ene do lope, c omo se de r e pen te fosse maior delas, primeira ima mage md as das gemeas, ge onda me as de outro rose s en t id o , o vaso do mesmo n cao, de lina hd é sangue c omo falo ness e mesmo tex t o, d ep o is a inda,  uma bela com um no me bel iss imo, e kat rina, q ue d e vaso do  ra ser de br a c celo na c o m un s l ab io sa s  u ger i r al mo fadas c omo uma outra ra ap riga, q ue d eve maio anda ra t en t ra as si maior p es car, a hp es cara p es c ava eu, a q ue dele l ab i os sea da primeira en non t r ass e, é a primeira da manha do ham,  é clara, eb dela, p o is da rola, circulo do no me kat rina com de um , e, ant es, é co id a da bela de se di ze rc omo,  q ue maior di zé kat rina, o vaso do é ka ad da primeira da cruz da rina da miss si sip, a do pi ,pide  do quadrado da ep oi serpente do is  de n ova da primeira da princesa,  pric ne za com um v es ti din ho l eve do qaudrado daqueles,  q ue se m ove maior do nomo ob verd primeira da muler, é q ue ns o pre de maior  do ceo o l home da  ar, qe eu ap receu es p dela h ado ness primeria da rua na loja da sao do damo da moda, t r az en dodo do outro lado, primeira da fatima do lopes, psd,  c omo candida da ad da data, é na outra da loja tam am tambem der ero up a, um circulo do rato se te mp l aria nós dos sa patos dec quarto por eb a ixo de um v es t id o de mul her e coc e ja, e d ep o is dessa rapariga, com um no mec ue de r e pente en c ix av no sonho, c omo da primeira me di ze rato, q ue dele,  for a en tao uam id dn vaso da sao es rem, feita,  a qui cao lado da beatriz, bea t rato can tora zorro do bor rome meo, q ue b elo no mec, q ue me rem te pa da ar v en t o do norte, para bori se pitis q ue se lan cortez circulo do vaso deo de outrora , de um pen home do asco para fu gi ira os ciumes de bori s qa un do dela,  se ap a ix on o u por pan, e se t ra sn for mo vaso as si am amior nu ma ar vaso   o rac, q ue a inda h oje se a da gita qua n d pan toca s ua fla u t a, q ue bel is sima beatriz, uns bric nós em sin gelo cordao, com pen as no teresa mino, c omo a f ala rato de indias, é um v est id o em es cama s q ue me de fez lem br ar rum mi st o de levi ata, de p ava oe de peixes, ou gn os ticos, q ue c h ar me i men s o por d en t rato do oe por for a , a q vaso  la ra pa riga, q ue b dela

em casa me deitei no canape de minha avo, e quando olho a meia negra do pe esquerdo, vejo ao fundo uma coisa branca, me digo, mas tenho a meia rota,  levo a mao ao dedo polegar do pé, vejo que é algo que ali esta, sabe bela beatriz, era uma pena de meu colchao das penas, igual a que tras em seus brincos, oh, senhora, que o amor é coisa maravilhosa de continuo espanto



em c asa sam ase da me dei t ei no c ana ape pede min homem da primeira avo, é qua n do olho da primeira dame da me ia negra do pe es q ue rato do dó do vejo,  cao fun do uma co isa br anca, me dig o, ma serpente  ten ho primeira me ia da rota , é q au n do l evo prime ria da mao cao do dedo da p do ole ll da leg do gato da ar do quadrado , p,  é vejo quadrado da ue é al gato circulo doque eu lie sta, sabe,  b dela, da  beatriz, e ra uma pen ad e meu co l cha,  o das pena, sintra, sin cruz ra,  si g da aul primeira q ue t rato as em se us br inc os, o h, s en hor a, q ue o a mr o é co isa mar iv ilho sa de c on tin u o es pan t o
oh, ela estava no fragil, bela como sempre, eu ronronante me aproximei e a convidei em frances para uma dança, ela franziu um nao de face, que depois destes anos todos pelo espírito em espírito em mim ouvi que nao tinha entendido, assim ficaramos  nessa noite
 
o homem dela,  est ava no do fr a gil, bel c omo se mp re, eu ron rato circulo nante me ap pro ox x e me ie da primeria c on v id dei em fr anc es para de uma da dança, ela fr an ze un , um n cao na face, q ue d ep o is d estes ano serpenet , todos, en ten di p elo es p ei it circulo do rito,  é maior do espanhol pi , rt do rito,  o q ue n cao da tinha en t en dido, ss si maior fi cara amos do  bn , banco, ness primeira do ano da  noite

recordo esta rapariga ao acordar do sonho onde ela me aparecera, recorda a ultima vez que a vi a passar em rente ao estado liquido ao lado de dois rapazes, da forma como me olhou, com um desprezo que não lhe conhecia,  recordo antes de a ver de carro , eu travessando a passadeira em alcantra, um breve olá, algo despreocupação na face ela que me levara a telefonar-lhe de novo, a perguntar se todo estava bem, e de sentir um mesmo na sua voz e em seu tom, recordo esta rapariga hoje mãe de dois belos filhos com o joao filho do li morto, a chegar a rua de malpique a deixar as crianças na escola pequenina onde eu andei e eu a levar o francisco à escola dos inimigos, recordo a estranha consciência que em mim se entranhou ao perceber que a separação dela se dava no mesmo tempo em que a minha família se separava e preparavam o roubo de meu filho, recordo a morte de vasco com quem estive em véspera no bar do li, o majong, recordo uma noite antiga parado nu carro do então namorado dela a porta do alcantara, a disco do pedro luz, com quem tinha uma agência de modelos e duas raparigas, um dela americana no banco de trás por momento, como se me estivesse a medir, recordo outra noite, ou essa em que entrei na casa deles ao pé da assembleia da republica, ele numa outra divisão da casa, eu e ela num quarto só com uma cama, a ver televisão até a chuva no ecrã começar, ali tão perto dela, em vestidinho de flores de verão, num leito sem algum beijo, recordo esta rapariga do tempo do liceu d dinis e do saber da separação da aguas por razoes politicas, e de como já  a achava bela nesse tempo de adolescência, recordo depois da separação de a ter encontrado na rua da escola e de a ter convidado a aqui vir almoçar, de ela me dizer em seu jeito feminino, que não se importaria que eu lhe fizesse o almoço mais vezes que nunca aconteceu, recordo tudo isto e perpassa por mim,  esse perfume que emergira do sonho, como uma historia impossível de amor, e me pergunto, será, terá sido obstaculizado, o amor, entre nós, talvez pela mão do irmão

record , jo rn da al, circulo  desta rapariga,  cao acor da papas da ar do sonho, psi,  onda dela lame da  me ap ar e cera, reco rda priemira uk l t ima v e zorro q ue priemira do vi,  primeira p ass da ar em ren teao do estado,  li q ue id o cao lado de dois rapazes, da forma c omo da meo primeiro  ho vaso, com um d es pre zo q ue n cao l he c on he cia,  record o ant es de ave roma rato  de c arro , eu t ravessa ando primeira p as sade da ira em ala can cruz ra, um br eve ola do acento da primeria, al gode pre o cup aç sao es na face dela q ue me l eva vara, ps ,  a primeira tele fon da ar do traço inhles do primeiro dele,  de n ovo, a per gun tar da se todo est ava be mede s en tir um me sm on primeira da s ua da voz e em s eu tom, record circulo e sta de eta desta rapariga homem oje mae dedo is b elos fil h os com do circulo do joao fil h o do li morto, a chega ar da primeira da rua de mal pique, br,  a de ix ar ás das crianças na escola pequenina, colegio moderno,  onda europeu  ande ie e vaso da ua  l eva aro do francisco , acento da primeria da es c ola dos inimigos, publico, record circulo da primeria est rara anha co ns cien cia q ue em mim da se en t ran ho u cao per ce br q ue ase rp pera da raçao dela se da ava ano mesmo tempo , 2005, em q ue primeira min home da primeira da familia, estado portugues, a se s epa rato ava é pre par ava vam am do circulo do roubo de meu filho, record do circulo da primeira  am damo rte da moret de vasco co maior do que maior es teve em vasp da es da pera ano bar do li, o maj da ong, record circulo,  uma do ano da noite antiga par ad on vaso do carro do en tao na mora ad o dela, priemira  da porta, cds,  do al can da tara, primeira da disco do pedro luz, com q ue maior da tinha de uma a g en cia de mode elos se de duas raparigas, um dela am eri can no banco, bcp,  de t rato as por mo m e n t o, c omo se da me est ive esse primeira me di rato do record o , outra do ano da  noite, o vaso  dessa em q ue en t rei na ca sa de deles cao da peda da assembleia da republica, ele nu ma outra di da visao da ca sa, europeu  é ela n u m quarto serpente circulo com de uma cama, a ve rato da televisao,  a té ac homem uva, mulher de durao,  no do ecra co meça es rato , rali tao per to dela, em v es t id din ho de flor es de vera circulo, nu maior ml do leito se maior al gum do beijo, recordo circulo  desta ra pa rag ia do te mp o do l ie u do qaudrado do dinis , é do , saber , da s epa da raçao da a gg ua spor, roma r azo es politicas, e de c omo j á  a ac home ava da bela nesse tempo de ad o l es cen cia, recordo d ep posi da  sida da separaçao,  dea primeira da teresa en c on t rata ad na rua da escola, é dea primeira teresa c on  v id ad do circulo da primeira aqui,  vi rato al mo çar es, de dela , me di ze rem s eu je it o fe me nino, q ue n cao se im porta , cds, ria q ue , é vaso l he fizesse o almoço mais vezes que nunca aconteceu, recordo tudo isto e perpassa por mim,  esse per eva do fu mec ue e mr gato da ira do sonho, de uma hi s tori a im p oss ive l de amo reme per gun to, se rá, te rato cao s id o ob st calu iza ad o, o amo rato da, ren da cruz  renós, t alvez p dela , mao do irao, ira circulo

continuara, talvez...

500 do miles, dupla do circulo do miles, ile espanhola
hoje pela tarde na pampulha, uma mota amarela cores gb, daytona, me diz em sua matricula parada a meu passar, o medico da tripla pica de oitentas, principio

hp pje p dela,  t arde na p am pulha, uma mota am ar dela cor es gb, day t o n a, me di zorro em sua mat rio italiano,  circulo da  la da parada, campo de ourique,  a m e vaso  p ass ar, aro rome medico da t r ip la pica de o it en t as, pri n cip do io

peter do paul, do pantano, p anta nt ano, da p da ual, jane jane, da dupla na jane, a jane do pric n ipe peda ane