domingo, outubro 24, 2010

vocês são verdadeiros merdas, agora gravei um vídeo talvez com uma hora de conversa, a câmara me diz recording, e não o grava, ou seja alteraram o programa por script, vao levar no cu, seus terroristas de merda

v o c es sao verda de iros das merdas, agora g r ave i um vi ode t alvez com uma hor ade c convers a, a cama ra me di z reco r d ing, e n ao o g r ava, o u seja al te r aram o por g rama por sc r i pt, vaso l eva rato ps no cu, se us  dos terroristas é merda
hoje ao final da tarde, na capitao pallas, a porta da escola que aparece como acabei de ver reflectida na edição de dn, com vistas de londres na tal linha ilusórias fugas de informação sobre os crimes de guerra no iraque, onde os números de morte continuam como todos podem ver a variar em função de quem os contou, estava desfeita em baixo, com um prego visível à mostra, meto  mão na porta e se abriu, olhei, vi silencio no ar, e a fechei no trinco, depois disse ao gnr do palácio que era bom avisar a psp, pois aparentemente a teriam assaltado, quando subia, um carro da psp descia, sem na aparência ali ter parado, aqui me diz, o falo, da asa do móvel skull and bones da coluna direita, mesmo ao lado da furacão do violoncelo, ou seja costas de uma mulher, rua do costa,  ref peter witkin

ho e je cao fina l da t arde, na cap u it cao do pallas, primeria da porta da escola q ue ap ar ee c omo aca bei de v e r refe fel cida na ed di sao es de dn, com  v isa sat s de l londres na tal linha i lu sor iad as fu gas de in fom a aço s ob re os c r ime crimes es de guerra no ira q ue, onda os nu meo rato serpenet  sde demo da morte c on tin uam c omo todo pode maior vera v aria rem fun sao deque maior do os c on t o u, e ts av d es feita em ba e xo, com um pr ego, psi,  v isi v el am ostra, met o a am   mao na porta, cds,  e se ab br rio, ol he i, v i do silencio no da ar, é primeira fec he ino do trinco, d ep o is di s se do x cao gnr do pala ac cio,  q ue e ra b om av isar sara ps pp o is ap ar en te men neet a te ria am as sal t ad o, q un d s u bia, um carro da ps dec ia, se maior da ana ap rec cn cia ali teresa par ad o, au i me di zo do falo, da asa do m ove l sk u ll and b one w es da co luna direita, me sm o cao lado , a da f ur raçao do voi nec leo, o u seja co sat  costa, de uma mulher, ref peter wit da kin

a imagem de londres no dn, remete para a escola pelas colagens que aparecem por detrás dos que se dizem governo, e um hora está marcada no relógio, se estiver acordado por lá passarei a ver o que se passa

a iam ge md e londres no do dn, reme tee para da primera da escola p delas,  cola lage en ws q ue ap ar rec cm por det rato as do s q ue se di ze m g ove rn no, é um hor a e stá mar cada no r elo g io, se est ive rato acor dado por l á p ass ar rei ave ero q ue da se da passa

essa puta que se diz candidato a pr, também no jornal dos bandidos dizia que o pr tinha faltado a prevenção da questão financeira, deve estar a falar marciano, na verdade de manha antes de me deitar, um apito por aqui apitou , da casa de cima, saíram de repente como se fosse um micro anuncio de bombas de outrora em londres nos bombardeamentos alemães, vá-se foder sua puta barbuda com essa linguagem cifrada de merda

ess ap da primeira puta q ue se diz candida ato a pr, tam am tambem no do jornal dos bandidos,  di z ia q ue o pr tinha f al t ad o a pre eve en sao es da q u es tao fina cie ra, d eve es star a f al rato mar cia ano, na verd ad e da manha ant da es de me deitar, uma pito por a qui apit o u , da c as de c ima, sa iram de re p en te c omo se f os s um mic ro anu un cio de b o mba s de outrora em londres nós b om bar dea men t os ale moe es, va-se foder sua puta barbuda com essa linaguagem scifrada de merda

de facto um apito como os da perdizes, sua puta



de f ac ato um apit o c omo os da per d i ze es, s ua da puta

tambem no jornal dos bandidos notica do tufao megi, ou meg, quem diria, um autocarro que diz na imagem bub da teta de londres, com retrovisores em unhas cores br, as cortinas nele, nas janelas, reproduzem as ondas dos panos da rapariga de cima, e de umas cortinas em inverso num dos ultimos andar do predio de tras

 tam am tambem no do jornal dos bandidos not ica cado tufao megi, ou meg, q ue di ria, um au toca rr roque di z na ima ge m b ub da teta de londres, com r e tor v is r es em unhas cor es br, as das cortinas n elenas jane l as, r ep pro d uz ze vaso das ema s ondas dos pan soda da rapariga de c ima, é de uma sc orti n as em in ver s on o u l t imo anda da ar do pr ed io de t rato ps as

como vêem meu povo, continuam os fora da lei a pagar e fazer comercio de almas

 24 10 10 
 9,2 4 MB (9.6 8 9.9 8 8 b y t es)

foi mais ou menos ali nessa esquina que eu vi na procissao corpo de Deus, a bela ruiva actriz das telenovelas, a chorar, no dia que aqui relatei dessa mesma procissão

fu ima mais o u men os ali ness a es q u ina q ue eu vina pro roc iss sao corp o de De us, a ruiva das tel en ove velas, a cho rato da ar, no dia q ue a qui rato dela t  e ide dessa me sm a por c iss sao
bela julia roberts, vou lhe contar para terminar esta escrita hoje neste blog, que melhor seria sempre do tempo todo o beijar, e escrever o amor em outras formas, que me doem os dedos e nao é de a agarrar nem menos de muito a beijar, para nem falar dos olhos que a vem ate nas vezes assim como tremida, perante a doçura que o coraçao ve, e que o faz sobressaltar como um passarinho dentro da mao de um  menino

 b dela, a da  julia robe rt serpente,fan toc he,  v o u l he conta rato ps  rp cruz ara te rato mina ar desta es circulo es cap ape da  rita de hoje nest eb lo g, q ue mel hor se da ria se mp red o te mp o todo do circulo do bei j ar, e es c reve eve ero roma am mor em outras formas, q ue da me do em os dedos, é n cao é dea a garra rato  ne maior men os de mu it o da primeria bei j ar, para ne maior f al rato dos olhos,  q ue av onda ema primeira te n as  v e z es as si mc omo t r emi id a, pera nt e a doc cura q ue o co raçao ove vaso , e,  q ue o f az s ob r ess al tar c omo um p ass sarin h o d en t rode uma mao de me nino

se recordara da imagem de que lhe falei na casa ao lado, da sua numa casa que pressuponho ser na california, num belo dia de sol, ou assim o parecendo pela luz quem sabe se da propria foto, e de um aspirador com que a menina estava nessa sessao, que ecuou aqui mais ou menos no tempo em que alguem aqui entrou e me levou a escovinha de pelo negro de que lhe falei


se reco rda r ad da primeira  ima mage md deque l he f al lei le ina c asa cao lado da minha,  nu ma c asa q ue pr ess u p on ho ser na cali for ni ano primerio,  b elo dia de sol, o ua ss imo par rec en dó p ela luz q ue maior,  sabe , seda da pro rp ia f oto, e de um as pira ad da dor do ardor,  com q ue da primeira menina est ava ness a se s sao, q ue e cu o ua qui aqui da mais,  o u men os no te mp o em q ue al g ue maqui en t rato circulo do vaso ue da me l evo ua es c ov vinha de p elo negro deque l he f al ei

algo nesse momento em que me apecebi que a levaram, me fez reparar nas portas do tecto falso onde estao os dossier da contabilidade da empresa, pois dois dessas pequnas portas, estavam abertas, e nao me recordo de as ter aberto, estive para lá subir, para ver se por acaso seria um jogo, pois algo sugerira que poderiam lá a ter posto, como numa brincadeira de esconde esconde


al g one ñess emo men to em q ue da me ape cebi q ue a l eva vara ram, me de fez r ep par ar nas portas, dcs,  do tec to f also onda est cao os d os si ie rata da contabilidade da empresa, p o is do is de ss as pec un as das portas, est ava vam am ab e rta se n cao da me do circulo do recordo,  dea s teresa ab e rto, es teve para l á s u bi rato do ato,   para ver se por aca s o se da ria,  um j ogo, p o is a l g o s u geira q ue pode ria am  l á a teresa post o, c omo nu ma br inca cade de ira de es conde , e serpente do conde

depois , este facto , de esta foto, que me foi rubado do pc com outras quinhentas, como aqui dei conta, ter ficado por usar na conversa que consigo tive, na casa ao lado, e no dia em que vi o bono ou a seguir calhou tambem no jornal dos bandidos ver uma foto de um aparente choque de comboios que se dera lá para as indias, digo aparente, porque como sabe as ilusoes,  e ilusoes com vista a incrimninar terceiros sao mais do que as maes, e estas bestas que se dizem jornalistas de merda, sao na realidade terroristas à solta, cobertos pelos que se dizem autoriedades,


d ep o is , de este facto , de e sta f oto, toque da me f oi ru b ad o  do pc com outras quin h en t as, c omo a qui dei conta, teresa fi cado por usa rato  na c o n ver sa que co ns sig o teve, na caa sao do lado, é no dia em q ue vi do circulo do bono,  o ua ase gui r ca al c alho ~vaso  tam am tambem do no do jornal dos bandidos,  ban dio os ver uma f oto de um ap a rente cho q ue de com boi os q ue da se der a l á para as indias, dig o ap a rente, por ru rue c omo,  sabe, às das ilusoes, é i luso oe com vaso ista a inc rim ni da ar teresa rec e iros sao mais do qe as das maes, é e stas destas betas, bes sat ts q ue se di ze maior dos jornalistas de merda, sao na rea lida dade te rr o rato ori istas à sol t a, co berto s p elos q ue se di ze maior au tori ed ad espanhois

ora em vespera dessa noticia, andara eu arrumando a casa e pegara no escadote para subir lá cima para fechar essas duas portas, e os coloquei ao lado das estantes tipo biblioteca onde trago as cassetes, como a preta do tempo da actor joao rosa, estava a frente da outra, ficaram as duas no chao, a de aluminio aberta, e a outra como um carril , muito equivalente na proporçao ao escaparate da foto onde a menina esta , esta ultima publicada


opra en vaso da es pera dessa noticia, anda ra europeu ar rum ando primeira ca da se pega da gara ano esca dot é pa da ar s u bi rato  l á cima para fec home da ar dessas duas da portas, é os c olo q ue ei cao lado das est ant es t ipo bib lio da teca onda t rago às das cassetes, c omo a p rte ad o tempo da actor joao rosa, est ava primeria  fr rn te da outra, fi caram as das duas no cha o, ad e al um mini io bae rta, é a primeria da outra,  c omo um car rato el , mu it o eq u iva lente na por pro roc sao es do cao esca capa do rate da foto onda dea da primeria menina,  é sta , desta u l t ima pub li c ad da primeira


quando vi essa fot no dn, do tal acidente ou pretenso, a posiçao em que ficaram duas carruagens era muito proxima da imagem aqui figurada nas escadas, portanto me disse, isto a ser verdade, é porque mais uma vez fizeram merda e da grossa, pois pela noticia a mortandade fora grande
qua n dó vi , essa f ot do no do dn, do t al ac inde teo vaso do pre ten s o, a posi sicics  sao da espanhola,  em qu e fi c ra am md de duas , car rua ge ns e ra u i to por x ima da ima mage maqui figo ur ad dana ana serpente das escadas, porta nt circulo da me di s se, is to primeria ser verd ad e, é por q ue mais,  uma vez fi ze ram da merda e da g rossa, p o is p ela lan ano do not da ti da cia, primeira da am mortandde for a g rande

como se recordara ainda, esta image do tubo,a  relacionei eu ainda com o derrame do petroleo na america,

c omo se reco r da ara a inda, e sta image do tubo,a r dela cio ne ei europeu  a inda com do circulo do der reme do petroleo na america

e como ontem disse, este crime que os terroristas do dn fizeram com o tal falso orçaemnto, teve razoes especificas que essa puta do psd, a manuela ferreirta leite, parece nao quer perceber, portanto me diz que o sabe e bem, pois aaprecera antes de ontem, salvo erro numa capa de jornal, a dizer que era crime e deviam ir presos, e se uam razao da diversao a indentificara eu onte, esta é a maior pois é crime de matança larga

é c omo on te md iss e, este crime,  que os terroristas do dn fizeram,  com o t al f al s o orça es em nt o da teve,  r az o es es pe cif icas q ue dessa puta do psd, a manuela fer rei rta da leite, pa rece n cao q ue rato per ce be rato ps, porta nt o me di zorro  q ue do circulo, o sabe , e be maior, p o is a ap rec cera ant es de ontem, s alvo e rr o numa da capa, pade do jornal, a di ze rato  q ue e ra rac do crime,  e d e via am mir presos, e se uam r aza cao da diversao,  a in den ti fi da cara europeu  on te, e sta é primeira da maior,  p o is é c rime do crime  de matança l arga



quero estes caralhos acusados e presos de uma vez!!!!!!


q ue ero de este s cara al h s o acusados e presos de uma vez!!!!!!

e exijo destas putas que se dizem ser das autoriedades a investigaçao dos outros crimes que aqui se desvelam, nomeadamente o roubo do arquivo


ah amadinha, depois quando voltei , ali no mesmo sitio, olhei de novo a lua já mais alta e branca  no céu, e por debaixo dela um traço horizontal bem definido e enquanto ali poisei outras formas nas nuvens se condensaram e parecia a imagem que te mostrei do sol a se por em dia recente, como uma mão, que fosse uma cobra que aboquinhasse a lua cheia, vinda da esquerda no céu e de alguma forma a velasse

a h am ad dina hd ep o is qua n dó ovo vol , china, te ei , ali ino do mesmo siti dp l he ide en ovo da primeira lua,  já mais alta,  é br anca  no c eu, e por de ba do xo dela,  um t r aço es h ori zon t al be maior  d efe nid oe en a q un tó ali p oi ise se ei de outras formas nas nuvens,  se conde en sara ram e par ce cia a ima ge maior q ue da te mo s t rei do sol,  a se por em dia rec cente, c omo uma mao, q ue da fosse de uma cobra braque vaso bac ab boq quin h ass é a lua cheia, vasp inda da esquerda no  c eu e de al gum a forma a ve dela l ass e

olho a factura das compras, se is do per cen til pao de mi serpente da tura, 100 gato circulo 54, estrela quadrado, se is per c e n t i l , quadrado príncipe do cama bert segundo de setenta e nove, ou sete nono, 13 do percentil. vaso douro est da tt terceira de setenta e cinco, primeiro de 99, que me remeta ainda pata o francês, primeira chave nos textos de hoje, vinte um , laranjinhas, dos sacos de plásticos, ou seja rose eta das gauges, dp do segundo, tot da al estrela e trinta e quatro, ou seja fr, vol un mes quadrado dez euro cruz roco quadrado do grupo 66, ivo rua

olho da primeria  fat ur da tura primeira das co mp ratop ps as, se is do per cen til pao de mi serpente da t ur a, 100 gato circulo 54, estrela quadrado, se is per c e n t i l , quadrado p rin do ciep do cama da bert segundo de sete na te en ove, ou sete nono, 13 do per cen til. vaso douro est da tt terceira de setenta e cinco, , primeiro de 99, que me remeta inda pata do circulo do frances, prime ria c home  av onda e nós tex t os de h oje, vinte um , lara rn jin h as, dos sacos de p l as ticos, o us e ja rose eta da s g au g es, gaules,  dp do segundo, tot da al estrela e t rina te da quatro, o vaso do seja fr, vol un mes qa u dr ad do ado em dez euro cruz roco qa u dr ad o do g rupo 66, do ivo rua

ainda estava a papelaria aberta, ali ao lado, perguntei de uma caneta uni ball, mas so tinham do circulo do sete, e eu queria do circulo nove, ou seja mm, sm art tie es, parecem seringas de alguma forma essas canetas que uso na cor Dele

a inda eta ava a pa ep la ria ab e rta, ali cao lado, per gun t eide uma can tea uni ball, ma ss o tinha ham am mdo c irc culo do sete, é eu q ue ria do c irc culo n ove, o vaso do seja mm, sm art tie es, pa recem ser ingles gas de al gum a forma es sas cc can  ane eta s q ue us on acor de del le
vês amada como não tem muita piada sair a rua, com todas estas encenações, se fosse de mão dada contigo, seria como aquele menino na mão de sua mãe, ia contigo conversando e brincando, de tintas de línguas molhadas em véspera que entre nós nunca o é nem nunca será, nem reflectem outras coisas que fazem nas vezes os narizes escorrer, e que são nas vezes usadas para fazer mal a terceiros

vaso es am mad ad a c aco omo n cao te maior mu it a p aida s air da primeira da rua, com de todas estas encenaçoes, se da fosse de mao da dada c on ti g o, se ria  c omo daquele men ino na mao de s ua mae, ia c on ti g o convers ando e br inca  can do cado, de t int as de l in g ua s mol h ada s em v es pera q ue en t re nós nu n cao é ne maior n un ca se rá, ne maior mr r e fl e ct em outras co ia s q ue f az e mnas v e z es os narizes es cor r e rec q ue sao nas v e z es usa sadas para f az e rato do mal al,  a te rc e iro serpente
entrei, no supermercado, no pingo doce depois de ver que quase nenhum pão havia no mini preço, ali estava na bicha, quando alguém encostara um carrinho de compras a meu lado, e de repente a linha do menino se complementava, pois assim li, primeiro, uma preocupação, o cientista por um dia, como se algo de mal estivesse para acontecer a algum cientista, o que nunca é coisa boa, depois percebi o resto, cientista por um dia, algo relacionado com programas de ocupação de crianças, pois ao lado moravam escovas de dente de crianças que me remeteram para o meu filho francisco, e ainda um gel qualquer como nome de serpente kim, como a dizer em suma que uma serpente da kim ligado a esse programa, fora então o tal da erotização como ontem escrevera, ou seja da indução dos passes magnéticos

en t rei, no do super mer cado, no do pingo doce, puta bel miro,  d ep o is d e ve rato q ue qa use n en h um pau h avi ano mini por e ço, ali est av na bic h a, qua n dó al gume e mc costa rata ara , um car do rinho de com pr asa me vaso do lado, e de r ep en te a lina hd o menino se c om p lem en t ava, p o is as si m l i, prime iro, uma pre o cup pa ac sao, circulo do o cientista por ru vaso  dia, cm se al gode da ema do mal da al, est iv esse pa ara c on tecer a al gum ci en t ista, o q ue n unc a é co isa da boa, d ep o is peer cebi o rato de est o, cientista por um dia, al g o rato dela ,o da ac cio n ado com por g ramas de o cup sao es de c rina aças, p o is aol ad o mora vam esc p v as de dente das crianças,  q ue me reme te ram pa da aro meu filho,  fr anc s cio, é a inda um do gel q ual q ue rc omo no mede da serpente kim, c omo da primeira di ze rem s uma q ue é uma ser pe ene net da kim liga do gado da primeria  desse cobra desse por g rama, for a en tao o ta l da ero t iza za sao es c omo on te m es c reve vera, o vaso do seja da indu ç ºcao dos p ass es mag gn net icos

lá estamos na parte negra desta historia, ou numa delas, pois ainda ontem, vira tambem num video a imagem do grupo de bush, ele de pé em posiçao como sugerindo comboi, mostrando o cinto, com uma gravta vermelha rodeado da rice, do dick chenney , o colin powels e outros, eu quando vi a foto , e quando vi o chenney, reparei que ele tinha os dedos da mao como eu os trazia naquele moemnto, e eme subiu logo, subito, a imagem, dele outrora com o neto da tal filha que ao que aprece nao truca truca com rapazes, acabado de nascer com ele ao colo dele, com um roupa branco com um fita azul no capuz, e do que sentira nessa foto, somando ao que sei sobre roubos de filhos meus, e do que cada vez mais se afirma como hipotese principal, de o terem feito , a partir de celulas,

l á est amo s na p arte negra de sta desta hi s tori a, o un de uma delas, p o is a inda on te maior vaso da ira tam am tambem nu maior v id deo da primeira ima ge md o g rupo de bush, e lede pé em posi sic sao es c omo s u ger indo com boi, mos t rato ando do circulo do cinto, bel,  com uma g r av t a ave vermelha rode dea ad o da rice, do di ck c h en ne y , o do c o l in pow else de outros, eu qua n dó via f oto ,  eq ua n dó vi o chenney, r epa rei q ue dele tinha os dedos dama da mao c omo eu os t ra z ia naquele moe maior nt oe e me s u bi u l ogo, s u bit o, a ima ge maior dele outrora com do circulo do neto, psd,  da t al fil h a q ue cao q ue a pr rece n cao do t ruca da truca com dos r ap az es, aca bdo de na s ser com dele, cao c olo dele, com um ro up a br anc o com um fit a az u l no ca p uz, é doque s en tir ira ness a f oto, s oma ando cao q ue s ei s ob r ero ub os de fi l h s om eu sed doc  q ue c ad a ve z mais se a firma c omo hipo te se prin cip al, deo te rem , feito , a ap art tir de c e lulas,


ouvi no espírito ao momento debaixo do bel, e fui ver o bel aqui em casa, a garra do bel, para ser mais preciso, e i por debaixo dele, os quinhentos gatos da bota negra italiana, das massas, e ainda abri o armario do meu avo do espelho ingles e vi, os dois cintos , o do falo do el dorado, e um outro tipo ferradura, por cima de umas jeans, e por debaixo ainda outras mas em branco, em posiçao contraria entre elas, e um pequena farpa das setas, ou não,  em cima de outras negras que podem simbolizar as da donna karem em ny,


ovo vaso ino es pei rita cao mone neto de ba, é xo do bel, e fi vaso  uve ero do bel aqui em casa, primeira garra do bel, para ser mais, fr,  pre do ciso, ei ip do por de ba e xo dele, os quin he en nt os gatos da bota negra italiana, das massas, é a inda ab rio ar mario do me vaso uva do  vao, sp,  do es pel h o ing l es e vi, os dois cintos , o do falo do el dor ad o, é um outro t ipo da ferradura, por c ima de uma s j e an s, e por de ba e xo a inda deo de outras ma serpente  em br anco, em posi sic sao es conta ria entre elas, é um pec un a fr a pada s s eta s em ci am de outras negras q ue pode maior si mb o l i zar as da donna ka rem em ny

bel mais kim, remete ainda para as recentes linhas da belkin e de que me parece uma experiência, como aquela que recentemente descrevi na Casa de Deus, com o vtr, e a corrente continua num sistema de alterna,  pois quando gravava o vídeo onde converso com o bono, se ouve um pipi, e depois como tendo assim uma espécie de delay, o vídeo perde o sincronismo vertical , ou seja imagem das turras e de torras feitas por processo de indução provavelmente usando os ferros que suportam os tectos falsos, onde detectei em tempos estranhos buracos, mas não deixa isto também de se espelhar de alguma forma na linha ultima do heli sobre as torres, pois aquela antena é muito estranha, cada vez que para ela olho,vejo uma culatra que é também uma bala

bel massi si da kim, rem ee t a inda para sa re en t es linhas da belkin , belinda do belarmino, de belize do belmiro, assim diz o corrector, ou seja, a bel linda do pug gi primrio do ista do bel da ise do belmiro, ou seja do pin g o d o c e do espanhol,   é deque me ap rece uma e x per ien cia, c omo daquela,  q ue rec en te, mente,  d es c r e vina Ca sade De us, p o is qua n dó dog g r ava da dupla do circulo ov id deo onda convers o com do circulo do bono, se o uve um pipi, é d ep o is c omo ten do as si maior de uma es pe cie de del a y, o vi od e per deo sin cor ni sm ove rt ical , o u sj e ima ge md as t ur rato as, ase, é de tor r as feitas por pro roc esso de 3 indu sao es pro ova ave lem nete usa sand o os ferros q ue s u porta maior do os tectos falsos, onda dec te t ei em tempos est r anhos b ur acos, ma s n cao de ix a is to tam am tambem de se es pe dela h rato de laguma forma na lina homem  u l ti am do hel is ob re as das tor r es, p o is ad daquela ant en a é mu it o est r anha, circulo da ad v e zorro quadrado da ue do para dela,  olho ove do vejo,  uma do cu de la t rac ac  qaudrado da ue é eta tam am tambem,  uma bala , bal a, b al do primeiro

pois isto de fazer filhos através de células alheias, é um pouco como a imagem do ferro nas torres, pois não se leva num bolso nem se faz numa cozinha normal, ou seja , para este trafico ter acontecido, muitas gente tem que o saber e o cobrir, nomeadamente a ordem dos médicos aqui

p o isis to de f~az e r fi l h os at r ave es de ce lulas, é um po u cc omo primeira ima ge md o ferro nas torres, p o is n cao se l eva nu maior mb  bo l s o ne maior  sef az nu ma c oz in h ano norma  l, o u  seja , pa ar de este trafico teresa aco nt tee tecido, mu it as g en te te maior doque , o saber,  e o cobrir, no me ad dam am, a que mente, primeira da ordem dos medicos aqui, a primeira do ki aqui 
ah bela berlinde, que me apareceu agora no corrector, que saudades me deu de repente em meu coraçao de si e das suas sempre belas fotos

a h b dela , berlin deque da me ap  a receu agora no do corrector, q ue s ua dad es me d eu de r e pente em me u co raçao de si e das s ua s se mp r e b delas , belas f oto s

te dizia eu amadinha, melhor é andar sempre e muito de bicicleta, assim nos braços um do outro, na verdade em dia recente nesse cafezinho, o senhor tinha uma motorizada que me pareceu eléctrica e era, as vende, e então lhe fui perguntar e ele lá esteve a me explicar, eu quando a  vi achei não sei porque razão que era francesa, mas não, afinal era feita em portugal, que aquilo dava para fazer talvez setenta km com um custo de oitenta cêntimos, que se ligava a corrente e que se não tivesse cave que se tirava a bateria, e levantava o selim, para me mostrar, eu aí, sorri quando ele levantou, pois ainda pensei que pudesses ali estar escondida, visto que nosso amor é sempre um acto de certa forma eléctrico, mas não estavas, não, depois disse que aquilo custa mil e setecentos euros, eu disse, chipa, carrissimo, por esse preço se faz um completo utilitário quatro rodas em forma de ovinho como os da minha amada, ele , que as baterias, e a qualidade delas, e coisa e tal, e eu insistindo, mesmo assim, na verdade me anda a apetecer fazer carros eléctricos movidos a teu beijos

te di iza za eu am ad dinha, mel hor é anda ar se mp re e mu it o de bic cic l eta, as si maio  nós br aços,  um do outro, na verd ad e em dia re en te ness e ca f e z in ho, o s en hor tinha uma m oto r iza x ad a q ue da me pa receu dele , c t rica é e ra, as ven de, e en ato l he fu ip per gun tar e dele lá es tev a me e x p lic ar, eu qa un dó a  vi ac he ina o s ei por q ue ra cao q ue e ra fr ane sam as n cao, a fina al e ra feita em portu gal, q ue daquilo,  d ava para f az e r ta alvez set en t a k m c om um cu s to de o it en a t c en t imo mosque se liga ava a c o r r en te eq ue s e n cao t iv esse da cave q ue da se tir ira ava a bate ria, e l eva van t ava o selim, para me mo s t r ar, eu aí, sor ric u an do ele lea v nt o u, p o is a inda pen s ei q ue p u de w ess es ali est ra es cond id a, vi s toque no osso am mor é se mp re um ac to de c e rta forma do eletrico, ma s n ao est ava s, n cao, d ep o is di sec ue au el cu s tva mi le set en cos euros, eu di s se, c hi ipa, car r s imo, por esse pr e ço da se f az um co ml e to u it lit ario quatro rodas,  em forma de ov in h ac omo da min h a am ad a, dele , leque as bate ria se a aqui lida ad delas, é co isa e t a l, e eu in sis t indo do mesmo as si mna verd ad e me anda da primeira a pete e r f az e r car r os eletricos m ov io sat eu bei j os

no cimo da rua de novo a casa dos vitrais iluminada com um singela rosa ali escondida estivesse, e eu a sentir de novo o perfume de londres e de uns belíssimos vitrais que vi em porto bello road, assim com princepes e princesas, de repente a carrinha que vira ontem num vídeo entre bbc e estados unidos, se corporizara ali, arrancando depois de eu a ter visto, já esperava visto que a chave do repórter em londres me dissera, que mais se seguiria, estava ela na rua, uma carrinha assim, como uma outra da rua capitão pallas com duas estrelas pentas inclinados ou mesmo invertidos, e depois passava um grande camião de lixo vermelho por detrás, certamente que os espiões me viram a ver ontem de madrugada o vídeo em pormenor e assim o  encenaram , nesta presunção de relação

no c imo moda da rua d e  n ovo a ca sado s v it rais i lu mina d a  com um sin g la rosa al i es cond id a est iv esse, é eu primeira s en tir de n ovo do circulo do perfume,  del de londres, é de uns bel iss imo s vi rt rais q ue vi em p oto bello ro ad, as si mc om p rin ce p es e p rin ce z as, de r e pente da primeira car rinha q ue v ira on te maior nu maior v id deo en t re bbc e es sat td os uni id os, se cop pro riza zara ali, ar ran cna do d ep o is de eu a teresa vi s to, j á es pera r ava vi s toque da primeira chave do r e porter em l on dr es da me di ss sera, q ue mais se s e gui ria, est ava dela na rua, uma car rina home  as si mc omo de uma outra da rua c apit cao do pallas com duas est ratas delas penta s in c lina ad os o u me sm o in vert io se d ep o is p ass ava um g rande cam ia o de l i xo vermelho por det r as, cera rate maior nt teque oe es e pi oe s me vi r ma v aer on te mde mad ru gada o v id deo em por men o r e as si mo ene encenaram , nest a pr es un sao es de r dela, ac sao es
só nesta terra de cegos, um bueiro mal encaixado mesmo em frente à porta da escola do povo pequenino, vejam lá se arranjam aquilo para que nenhuma criança se magoe

s ó nest a terra de c ego s, um be u iro roma do mal da al enca caixa ad o do mesmo em frente à porta da escola , do p ovo pequenino, ve ja m l ás e ar ran j am aquilo para q ue ne en h uma c rina aça se mag o e


parei ali no largo das suprides para tomar café, que mais parece surpresa, ah surpresa seria tu tocares a minha porta, em frente ao tal do edifico do pórtico das patentes que em dia recente vira a apagar o cinzeiro numa das colunas da porta, a ecoar na imagem hoje ao levantar da queda do falo


pa rei al ino l argo das s u prides es para de tomar ca fe, q ue mais par ee s u presa, a h s u presa se ria t u toca ares a min homem da prime ria  ap por primeira, em fr en te cao t al do ed if ico do por ti co das patentes q ue em dia rec en te vaso da ira da priemira ap a gara aro da ar,  cin ze rio nu m a d as co u luna s da porta, a e coa ar na i mage m h oje cao l eva van tar da queda dof alo

surpresa , de certa forma estranha fora em dia não muito ido ter ali dado com a julinha da tvi, de chinelas como quem deveria ter vindo do ginásio, tomando café, a tv ligada em cima, me dizia vaso home do primeiro, e as belas raparigas americanas apareciam em mix a cantar, de repente a bela madonna, que gosto sempre da forma como me olhas no clips, depois um separador que ressoava na conversa sobre os perigos da televisão, que dizia, que o programa seguinte teria imagens assim tipo em blur ou algo semelhante, mas na aparência não, aparecia uma modelo na passarelle, tipo a que descrevera da passagem do gaultier em lisboa, e depois a bela tyra também numa passerele e depois numa praia com talvez uns quilos a mais, que era reforçado pela ideia que as modelos tinham que perder peso, eu me fiquei a perguntar qual, o melhor é andar de bicicleta, daquelas boas, como quando nos montamos

s u pr es a sade ce rta da forma est r anha for a em dia cao mu i to id o teresa ali dado com da primeira  julinha da tvi, de c hi ine delas c omo q ue maior d eve ria teresa v indo do gina sio, tom ando ca fe, a tv liga da gada em c ima, me di z ia vaso home do pri meo, e às das belas ra a pri gas am mer cia anas cyam,  ap ar rei am em miza can tar, de r ep en te a b dela , ma donna, q ue g os to se mp red a da forma c omo da meo l h as no c l ip ps, de posi,  um se pa r ad dor q ue r esso ava ana c on ver sa s ob re os pe rig os da televisao, q ue di z ia, q ue  pro g rama do dia seguinte,  te ria ima ge ns as si maior t ipo em b l ur o ual gose emel h ante, ma s na ap a rec cna ina o, ap a rec ia uma o d elo na p ass rata da elle, t ip o da primeira q ue d es  c re v r a da p ass a ge md o gaultier em lisboa,é d ep o is a b ela tyr a tam am tambem nu ma p ass e r dele, é d ep o is nu ma pr ia com t alvez un s  qui l os a mais, q ue e ra ref forçado p ela , a da ideia q ue ás mode elos tinha ham am q ue per der peso, eu me fiq ue ia per gun tar q ual, o mel hor é anda ar ps de bic cic l eta, daquelas boas, c omo qa un dó,  nós mont do amo das serpentes

ah bela madonna, ainda não lhe disse, mas também a menina estava naquela revista que aqui abaixo publiquei, e que fora a terceira vez que vira a julia roberts esse mesmo dia, incrível, e então nesta ultima foto, a face dela toda feita gatinha a ronronar, entrou em meu coraçao como faca em manteiga quente, na verdade a primeira dela que a vi, também de três fotos, como um 3 x 3, me parecia ela a mimetizar uma outra imagem da demi, que também publiquei na Casa de Deus, e eu a olhara, e me disse, mas o que é que esta rapariga esta a assim a fazer, e mal ainda por cima, ali estava a lourdes já quase feita mulher, a atravessar um rua e depois a mesa consigo, como se a menina me a estivesse a apresentar, estava a filhota pintada nos olhos,  assim com ar de annah no belo filme do ridley, e eu me fiquei a pensar, mas o que estas duas belas me estão assim dizendo, pois como a todos contei, no amor da julia, uma certa preocupação como noticia desagradável que não se quer dar estava também como que presente em underline

a h b dela,  ma ad  donna, a inda n cao l he di s se, ma s tam am tambem da primeira menina est ava naquela da revista,  q ue aqui aba do xo pub liq ue ie eq ue for a a da der terceira,  v e z q ue da eva do vaso  ira da primeira  julia r ob e rt y s desse cobra desse mesmo dia, inc r iv ele,  en tao nest a u l t ima f oto, primeira da face dela toda fei t a gatinha primeira ron r on ar, en t r o u em me vaso  cora raçao c omo faca em mat ei g a q uen te, na verd ad dea prime ria dela q ue a vi, t am tambem de t r es f oto s, c omo um 3 x 3, me par e cia dela,  a mime t iza rata de uma outra, rai mage mda da demi, q ue e eta tam am tambem pub liq ue ina Ca sade Deus, e eu primeira o l hara, e me di s se, maso q ue é q ue e sta ra pa riga e sta a as sima a f ze r, e mal a inda por c ima, ali est ava a lo urde es já qa use feita mul her, a t r ave ss ar um da rua,  e d ep o isa mesa co nsi sig o, c omo se da primeira menina ma est iv esse a ap resen tar, es tva a fil h ota pin t ad anos serpente dos olhos,  as si mc om ar de anna homem  no b elo fil med o r id dl ley, e eu da me fiq ue ia pen s ar, maso q ue destas du as das belas , me est cao as si di zen do, p o is c omo a ct de todos conte ino am mr da julia, uma ce rta pre o cup sao es c omo ni ti cia de sa g r ad ave l  q ue n cao da se q ue rato  da ar est ava da onda tambe c omo q ue pr es en te em urde der line, inter line ar da berlinense, a berlinde, ber linda, be rato kapa pri mr io inde, assim declina ao momento o corrector, co corrector, cor rec tor