sexta-feira, novembro 05, 2010


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e na imagem tínhamos ainda o jogo das cores, que no fundo são vibrações , ondas e partículas, pois era um falo negro e um branco, deve ter sido assim que se passou outrora na casa branca, disse que eram dois elefantes , mas na realidade parece ser um elefante que provoca como demonstrado pelas leis newtonianas, o movimento no burro

tiens, apareceu-me agora a palavra fungos
depois tinha falado eu aqui de edit, de editorial, ou editoriais, sobre o home das cavernas,  car renas que diz a rapariga, ra ap riga,  que chega com mala de rodas de plástico daquelas que fazem estranhos barulhos nas orelhas, e que com um grande maço na mão lhe diz em forma amorosa que evoluiu, e no bairro numa montra me apareceu,  ap receu,  uma outra  edit,que forrava uma inteira quase montra, parecia uma elfo ou fauno, s o b r n c elhas,  sobrancelhas negras ,cabelos solares, foto em movimento que realçava, r al ç ava , o ar de bambi tipo avatar, ban bi,  a chegar , se chama de rainha e trás sobrenome alemão, que engraçada sois bela menina nessa fot, hoje na bulhosa abria revista, estava assim com ar demasiado fatal, fat la, me recordei de um outro tablóide talvez há umas semanas, uma bela inglesa dizia que queria vir viver com o homem das cavernas, o que me faz ainda lembrar um terroristas professor da cena do ifp , mais uma alinhamento previsível, e previsto certamente, menos a rapariga que deve andar ainda a procura da caverna,
andava no bairro alto a ver se te via, era já noite e as luzes na casas das aguas furtadas figuravam luas em diferentes fases, eu olhava as janelinhas e me dizia , mas qual  é a da minha amada,  sabes, eu gosto de casas grandes com paredes altas, mas também gosto de aguas furtadas com esconsos e tudo, pois o coraçao me dizia ao olhar uma, as vezes me apetecia viver contigo assim numa casa pequenina, pec ue bn nina ina,  tipo bonecas, sabes porque, porque cada vez que nos movêssemos , tínhamos que roçar assim um no outro
sobre contas, cinco, me diz ainda dos cavalos de troia dos bugs da sela do hotel do besouro, os que fazem aparecer e desaparecer coisas,  co ia s sg , gravadas em dvd w rite a b l e s, do quadrado do sete gig a da mor dida
sobre elfos, creio que era madrugada, o dia a nascer talvez no fim de semana passado, tinha chovido, estava no jardim dos quatro cantos do mundo, chegava um barquinho daqueles pequeninos, com centro comercial certamente baixo, e anti aéreas na chaminé da ré, assim em preto e branco com sol e raios a volta, ali estava a ve-lo atracar, coisa boa de se fazer em todas as aguas, depois fui comprar cigarretes, na calçada do livramento, o mercedes prata carrinha estava de novo com a janela do condutor aberta, e na ilharga forrada a pele, uma folha de elfo ali poisara, ou alguém ali a pusera

depois quando peguei o carro da minha mãe, o fiat do verde ovo, nos olivais, uma outra folha de elfo ali estava na porta exterior, essa certamente colocada pois ali onde estava não existem árvores, ou então um vento com muita pontaria a teria soprado, hehehe, no dia seguinte olhei o carro, e vi que tinha um risco na porta novo, telefonei a meu pai, a lhe dizer do facto, ele me disse que já sabia , que o carro está muito velhinho, na verdade as molas chiam muito, mas como sabemos os buracos nestas estradas são muitos também

me fiquei a lembrar das belas elfas, que com uma senhora comigo se cruzaram em dia recente ali ao pé do guedes como te  contei, uma delas trazia um bela sorriso, a outra tipo fauno parecera me depois como filha de pianista
ah parece que afinal o motor , a capa do dito do kanguru, era rolls royce, esta giro isto depois de ver um ferrari negro, em baixa reprise a passar,  e uma rainha negra assim como tombada a ressoar em cgd leasings, e atrios de torres caídas cheias de garfos ou tridentes

na verdade, alguém pelo espírito me dissera que era expectável alguma turbulência

rolls roye, aro rato do circulo do onze serpente ps circulo do roy da ce
para te ser franco amada, não percebo isto das ruivinhas na terra, pois hoje ao final da tarde, na verdade a hora era outra, ou seja a senhora a quem ontem perguntei na paragem do vinte oito teria também a hora antiga, ve lá tu amada, os cálculos, destes que se dizem humanos, o sol é constante mas os relógios tem que ser acertados de vez em quando, e o mesmo se passa com as réguas e as vezes pelas conversões ate já caíram outrora vaivéns, quer dizer fazem umas cebolas muito belas algumas ate mesmo com diamantes, mas tem sempre que andar a acerta- las, não deixa de ser isto uma bela imagem do desacerto global do mundo dos humanos, se nem os ponteiros acertam, por isso te digo deves chegar,  bates a campainha, eu abro a porta, te digo assim, prometo te, ah amada que grande viagem fizeste, vens com ar cansada, quem sabe com febre, como eu estou a tua longa ausência, como podes ver na cor do por do sol e do calor anormal destes dias, e te levo logo para o leito, e te curo com beijinhos e de te dou chá e leitinhos a beber, no dia seguinte ao dia seguinte do seguinte, que a fome e grande e a febre alta, te pergunto o nome
um outro estranho sentido ressoa nestes nomes e nesta linha, pois o nome e parecido também com um outro, aqui, deduzindo então que   referida jane será a mulher do pianista, me diz o corrector a jade da mesma vorma que baxter ressoa ainda em porche, os tais aqui referenciados outrora , e que será então ela a da teia

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olhe bela menina se for minha amada chega amanha ali ao cimo da rua do borja, entra no ritalinos antes das sete da tarde e pede ao luis se ele lhe faz o favor de a trazer aqui a casa , que ele sabe onde moro e é um belo e simpatico rapaz
 
a mais divertida destes dias, foi o jamais, o terrorista de estado que foi ministro na altura do vrum vrum, dos 202 km à hora dos caixões de pinhos,  e que ficou conhecido por essa palavra nesse tempo que  nenhuma bestas destas será alguma vez lembrada, foi também acusado de corrupção, não há nenhum virgem , meu povo, todos bandidos

hoje ali ao pé da casa desse besta do pinho, dizia um cartaz no chão, a maça prometida, ou proibida, com uma dentada como um mac