sexta-feira, novembro 12, 2010

lei geral da termodinâmica, truca truca, faz calor,  dá saude e faz crescer a sorrir

deves andar muito triste amadinha, quando chegas

depois existe a lei da dissipação, também aplicável a taxas de juro

é quando as asas começam a bater e se dá a elevação, pois o mais leve tende a subir

então para regular o clima, quando ao norte esta frio, devem muito truca trucar os do sul e os do norte se abstém, este é o sacrifício das economias, depois pela teoria dos capilares, o calor sobe ao norte e assim vice no verso quando o sol vai dando suas voltas e clica para acertar os fusos horários

na verdade a teoria dos tremores, não aqueles bons amadinha,  é devido a muitos clicarem em muitos lados ao mesmo tempo para acertar os ditos, e a casa anda assim de um lado para o outro

pela teoria do tempo que não existe, então mesmo bom é ter o meu ponteiro em tua rosa sempre , assim só tremores dos bons acontecessem

acho que vi agora o barco do bacalhau a partir, com as luzinhas e d p tipo sino, eu jantei uma bela posta dele, melhor teria jantado a tua


l ei ger al da termo da dinâmica, din maconica am mica  t ru ca t ruc a, f az c alo r,  d á saude, a puta ad do pedofilo soares é f az c r es cera sor r i r d eve es anda ar rato ps mu it o t r iste am ad dinha, qua n dó chegas do  gas d ep o is e xis te a l ei da di s sip aç são es, tam am também ap lic áve l a t axa s de j ur o
é qua n dó as asas co meça m a bate r e s e d á a elevação, p o iso mais l eve t en de a s ub i r en tão para re gular o c lima, qua n dó cao norte e sta fr io, de eve m m u it o t ruc a t ru c aro s do sul é os do norte da se ab st é maior de este,  é o s ac r if í cio das e cono mia s, d ep o is p dela teo ria dos capilares, o c alo r  s ob e cao norte e as si maior v ice no verso qua n dó o sol v ai dand o s u as vol t as qua n do c lic a para ac e rta r os fu s os hor a rio s na verd ad e a teo ria dos t r e mor es, n ão a q ue deles bo ns am a dinha,  é devi do a mu it os clic a rem em mu it os lados ao me sm o te mp o para ac e rta r os f us os, é a casa anda as si mde um lado para ad do outro p dela , a teo ria do te mp o q ue n ão é xis te, en tão do mesmo bo mete ero me u p on te iro em tua rosa se mp re , as si maior s ó t remo mor r es dos bo ns ac on tec esse em
ac hoque vi o barco do baca calhau a p art tir, com as luzinhas e d p t ipo sin o, eu jante ante te ei , um b lada posta del e
pequenos acrescentos na capa do dn, abaixo, quadrado do maior da ab aba ba xo

ensinando a ver e a falar da imagem a fisicos teoricos e outros animais burros como porcos, 2

sobre as ultimas lições sobre imagem, alguns aspectos, pois o falar foi muito ra pido, o que james hi ll man di z é, que as imagens, que n ao te m corp o, são, o q ue d otam o s en t id o às co isa s

por imagens d eve-se en ten der tudo o q ue nos r o d e i a, o u se qui ser mos tudo o q ue ca pt amo s  do que nos r o d e i a, o u seja a inda, n ão é is to n un ca mer a mente uma o p e r a ç ão d o v e r e d a visão


mas a s ima ge ns te m corp o qua n do são r e pro d uz id as, a pal av ra que ele,  usa e x press a mente, é en tão, on t olo gi ca mente,

as ima ge ns n ao sao o q ue v emo s, is to é as iam ge ns n ao cor r e  ponde m ao lado fi sic o dos o b e c t os o u das o isas se pr efe r i r m os

as ima ge ns nao te m corp o ma s dao o corp o, desenham,  de sena m,  a fig u ra, o per c urso, o ponto e o m o vim en to
p oi s ver é sm pre uma linha no m í n i m o  en t re d o is pontos, o u seja o q u e ve é vi s to t a m bé m p elo q ue q ue se de ix a ob ser v ar 


Almada na tradição platónica nos diz isto de outra mesma maneira, a geometria é a medição da natureza com o entendimento humano, ou seja , incorpora obviamente o principio da subjectividade, e ainda nos acrescenta entre muitos outros dizeres,

al m a d a n a t r ad di çao p la t oni cc ca ano  dos nós da dp,  di z i s to de outra da mesma mane da ira, a geo met ria é a med di çao da na t ur e za com o en ten dim en to h uma ano, o u sj é primeira , inc cop o ra ob via am, mente,  o pr inc cip io da s ub ject iv id ae, é a inda nós ar es cn t a en t reu it as de outras die r es,

os olhos são para ver e o que os olhos vêem só o desenho o sabe, ou seja relembra o principio da constante ligação entre o um e  dois, presente em qualquer traçado do ver, e ligação entre dois pontos do que for, implica ou define sempre um caminho de dois sentidos

os olho da sao par a v e r e o q ue os olhos vaso arte rato p do isco pedro ee maior ms serpente do ó,  o de sen h dp, o  sabe,  o u seja rato dele lem br cao pr inc cip io da co ns t ante liga ção en t re o um e  do is, pr es en te em q ual q ue r t r aca cado do ove rato top do ps

e então se a imagem é aquilo que ontologicamente não é, que não possui corpo,  no dizer do james hillman, e que mesmo não tendo corpo, é o que dota o sentido, ou seja possibilita o entendimento do redor, que corpo e onde esta então a imagem 

é en ato se a ima ge mé daquilo q ue n cao é, n cao te m corp on o di ze r do j am es hi ll man, eq ue do mesmo n cao t en do corp o, é o q ue d ota o s en t id o, o u seja p os sib bil lit a o en ten dim en to do r e  d  o r, q ue corp o e onda desta en tao,  a primeira ima mage maior
 
ou pondo de melhor maneira, o que é uma imagem e em que lugar, local, está 
 
o u p on do de mel hor mane eira da ira, o q ue é uma iam mg e me em q ue lu g ar, l ocal,  é st á 

o exemplo que surgiu na conversa em video se bem vos recordais, se baseava por exemplo num  monitor,

o e x e mp lo q ue s ur gi un a conversa em v id deo se be m v os reco rda is, se ba se ava por e x e mp lo nu maior do  moni, tvi,  it tor
 
é um belo exemplo estremo, na medida em que um monitor produz ele mesmo uma imagem, por um processo a que poderemos chamar de eletronico, ou seja manipulaçao e trans for mação de cargas eléctricas magnéticas químicas ou ate gasosas,  que nele me permitem ver outras coisas distintas daquelas que vejo quando ele esta apagado
 
é um b elo e x e mp lo est remo, na med id a em q ue um moni it tor pro d uz dele,  me sm o uma imagem, por um pro roc esso da primeira q ue p der emo s c ham ar de dele t r oni co, o u seja m ani ip u la primerio laça o de c ar gas el t rato ico ma gn e tias do quim das micas do quadrado  ue dele,  me per mite maior vaso é rato do ero dr de outras co ia s di s tintas daquelas q ue da eve do vejo qa un dó dele,  e sta ap pa do gado

 

desta nao há imagens que eu nao faço puzzles

é assim, esta direcção feita pelos do dn e o carvalho rodrigues ladrão do multibanco, pois foi  o que o executou, tem como todas um reverso aqui em casa também, como sabem aqueles que entram aqui todos os dias e olham para as coisas o que é crime pelas leis portuguesas e faz das autoridades todas,  criminosos

é ass si maior desta, a da direçao,  feita,  p elos do dn , é circulo do car vaso la ho do rodrigues ladrao do mul ti banco, p o is fo oi q ue o executou, te maior c omo todas um r eve r s o a qui em casa tambem, c omo , sabem , a q u leque en t r a qui todos os do cabrao mor do psd,  dias,  é o l  ham para as co ia s o q ue é c rime do crime p delas, as das leis portu das guesas,  e f az das au tori ed a es to da ss,  c rimi no os circulo serpente

para quem não se lembre reza a lenda por voz dele, que um dia fez uma empresa tipo vão de escada para fazer chips dos multibanco para a america, como se tal produto não tivesse sido alvo de acordos previsto para o seu fabrico, é de rir

para q ue m n a cao da se lem br e r e za a lenda por v oz dele, q ue um dia de fez uma em presa t ipo da ova do vao, carlho de merda do soares,  de esca da para f az e r ch ips dos mu l ti dos bancos para da primeira da america, c omo se t al por du to n ao ti teve  v desse cobra s id o alvo de acor d os pre v iso para o s eu f a bric o, é der re rato

como as autoridades são bandidas, e a policia não existe, é isto só meramente exercício de arqueologia, para memoria futura as baratas que assim alimentarão os futuros bebezinhos com historias de encantar da estupidez humana

c omo às au tori ed ad es sao das bandidas, é a primeira da pol ica n cao, é xis te, é is to s ó mer am, mente e x e rc cic cio de arque olo gi a, para me moira fu t ur as bar das ratas q ue as si m ali men t arao os fu t ur os v b eb z in h os com historias de en can tar da est u pide dez da humana, loja de campo de ourique, pim, cica cca

primeiro fora, no externo, considere se isto no plano da imagens dos bandidos, os medias corruptos e vergados, os tais submarinos, da tal empresa tipo ministério das exportações das alemãs, que segundo percebi eram já quatro e não dois, quem diria, como também como as baratas se reproduzem , o titulo dizia  que as baratas homens preferiam então pagar 4, 7 milhões do que irem para tribunal, depois por baixo o paulo portas

depois um pequeno pormenor numa noticia que dava a chegada do obama a lisboa, quem diria, onde se via com a porta aberta em cima das escadas do avião, onde um pequeno reflexo doirado dava e ampliava a chave, o kuski, kowait ,  que por sua vez os bandidos reflectiram numa outra foto do submarino visto do interior , o vortex, que ainda por sua vez, vem daqui, isto é o enquadramento, o forma buscar a uma foto de um filme francês que por aqui anda em cima da mesa da asa do prumo onde estava a maça mordida, isto é de rir se não fosse de chorar, mas eu não faço mais nenhum puzzle  

d ep o is um pequeno por men o  rato  rn numa not ti cia q ue d ava a chega gada do obama primeira deo lis boa, q ue maior da di da ria, onda da se da via com da primeira da porta ab berta rta,  em c ima das esca ad as do avia o, onda um pequeno ref form mula one le do xo do irado d ava e am p li ava a c h ave, o j us ski ki, q ue por s ua v e z os ban dio s ref for mula one le c t iram nu ma outra fo to do sub marino vi s to do inter ior , o vo r tex, q ue a inda por s ua v e z, v em da qui, is to é o enqua dr am en to, o forma buc ar a uma f oto de um filme fr anc es q ue por a qui anda em c ima da mesa da asa do pr umo onda es tva a maça mor dida, is to é der irs se n ao da fosse de c h or ar, mase eu n ao f aço mais n en h um p uz z le  


prime iro for a, ano é x terno, co nsi der e se is to no pal no da ima gen s dos ban dido s, os medias cor ru t os e ve r gados, os tais s ub marinos, tvi,  da t al em presa t ipo min si teri io das e x porta taçoes alemas, q ue se gun do per cebi e ram já da quatro e n cao dos dois, q ue maior di ria, c omo tam am tambem c omo as ba ratas se r ep pro d uz ze mo titu lo d iza en tao q ue as ba rta s h ome ns pre efe ria am en tao pa g ar 4, 7 mi l ho es do q ue ire maio do para do tribunal, puta que o pariu, t r ib un ak l, d ep o is por ba e xo do circulo da cp do paulo portas

na verdade os árabes que ao que parece que tinha comprado parte da empresa se queixaram também ao tribunal pois não sabiam que iam herdar tantos problemas devido as corrupções alemãs que são mais do que muitas, não é querida angela

n a v e r da d e os ar ab es q ue cao q ue pa rece q ue da tinha com do prado,  p arte da em presa se q ue ix ram tam am também cao do tribunal,  p o is n cao sa bia am q ue iam gato onda her da rata de tantos po rb l ema s d ev id o as cor rup ço es alemas q ue sao massi doque mu it as, n cao é q ue ei r d an gel a

já vos ponho aqui as fotos da mesa, para acabar de vez com esta trampa, filhos da puta, quero a justiça que me é devida, morra socrates!!!!

j á v os p on ho aqui as fo t os dam am da mesa, para aca bar de ve z com e sta da trampa, fil h os da puta, q ue ero da primeira da justiça q ue da me é de v id a, mor ra do caralho do socrates!!!!






ensinando a ver e a falar da imagem a fisicos teoricos e outros animais burros como porcos

é só dentro de nós que esta intima e constante transformação do visivel em invisível pode ter lugar,
R M Rilke
é  s ó d en t ro de n ó s q ue e sta intima e co ns t ante t r as n for maçao do v isi v el em iv isi v e k l pode ter lu g ar, R M R ie l k e


cinco folhinhas de um precioso livro do mestre lima de freitas almada e o numero




no, d, a construção da por porçao do numero de ouro, é muito semelhante às das torres, não vos parece



será um oscar...


capa do jornal dos bandidos desta sexta feira, onde se pode observar para alem de outros um estranho pormenor, no cabelo de obama, pois a bandeira em espelho, imagem de imagem, da america esta como gravata em bico desenhada,

ca pado do jornal dos bandidos , de sta s eta fe ira, onda da se da pode ob ser vaso da ar do para al lem mde de outros um e ts rato ps do anho por men o rn no cab eab lo de obama, p oi isa do bandeira,  em es p el ho, ima ge mde ima ge md a am erica e sta c omo g r av ata em bic o de s en h ad a,

o cabelo de obama, parece corresponder a um pormenor de uma imagem aqui descrita em dia recente que fala de locais de reaçoes eléctricas magnéticas químicas em meio aquoso, obviamente as más línguas acrescentarão, em segundo sentido, ser uma reflexão de higliths derivado ao contraste de frequências cromáticas, sobretudo pela gama das ondas das ruivas, diz-se ainda que quando os homens sofrem granes desgostos , o cabelo pode virar branco do dia para a noite, mas isto é uma linha que se prende ainda com o Almada e o numero, e os espiões na linha do carvalho rodrigues e dos pitagóricos, ou seja ainda das quedas

o cab elo de obama, pa rece cor r es ponder a um por men o rato de,  uma ima ge maqui d es c rita em dia re cent teque f al de l o cais de rea aço es do electrico,  ma g n te icas quim ica s em me io aquoso, ob via am, mente,  ás das  mas linguas,  ac resen t arao, em se gun do s en t id o, ser uma r efe fel xa o de hi g li h t h s der iva do cao do contraste , de fr eq ue en n ics c roma tica s sobretudo p dela,  o gama das ondas das ru iva s, di zorro do traço da inglesa se a inda q ue qua n dó os h om e n s s o fr rem g r anes es d es sg os t os , o cab elo da pode v ira r br anco do dia para da primeria do ano da noite, ms sis t cao é uma da linha q ue da se pr ed dn de aida om o almada, é o nu mer ero, é os es pi o es na linha do car av l h alho do circulo do rodrigues, orelhas,  é dos pita tag ori cos, o u seja a inda da serpentes das quedas

pois esta referencia fora alvo de leitura no seguimento do carvalho rodrigues ter de novo aparecido depois de  eu ter falado de novo da termodinâmica, e corresponde a umas folhas marcadas no meu livro do lima de freitas

p oi s e sta ref fr ren ten en  cia for a do alo de l ei tura no se gui men to do car v alho rodrigues teresa reas rede en ovo ap ar e c id o de p o is de f al da ar de n ovo da termo da dinamica, p o is cor r es ponde a uma s fo l h as mar aca ad as no me u l iv ro do l ima de fr ei t as ps

e pelas linhas do ladrao do carvalho rodrigues, ainda ressoa no titulo ao lado da zona da tal reaçao quimica expressa no cabelo de obama como uma nuvem sobre  mundo, ou seja pretenem falar de furaçoes e coisas assim, o tal trio em trineto do compositor russo e dos dois que ao que parece acompanham o rodrigues nesse ambiguo sistema de deteçao de bombas dos metros de moscovo certamente, das viuvas alegres aranhas bem dispostas, dize asim o del, o gel, do trio do, dot rio, da ten da cruz primeira, lu gato da ar , a da historia da for mula do grupo one, e, ab do susto, do bud do quadrado do home de abi, da ani maçao, sendo que um sabemos ser o jeitoso da tropa do cavaco silva, e um outro que aparecia tambem recentemente no jornal dos bandidos

e p delas, as das linhas do l ad dr cao do car v alho do rodrigues, rtp, a inda r esso primeira do ano titulo cao lado da zon ad a t al rea sao es do qui da mica express ano cab elo de o b ama c omo uma n uve, mulher puta do durao,  m s ob re  mundo, o u seja pre ten ene maior f al da ar de fur raçoes es , é co i sas as simo t al do trio de ata q ue,  em t rin net neto, psd,  do c o mp os si it tor russo, é do os dos dois q ue cao q ue par we c w ax o mp pn ham o do rodrigues,  ness e am big, bnco,  u o sis t ema de det teç sao es de bo mba s dos met r os demo sc ovo cera rate maior nt e, das vi uva s al alegre s ar anhas be maior di s post as, di ze as imo del, o gel, do trio do, dot rio, da ten da cruz primeira, lu gato da ar , a da hi s tori ad a for mula do g rupo one, e, ab do susto, do bud do quadrado do home de abi, da ani maçao, s en doque um s abe m os s ero je it o soda do tropa , rtp, pado do cavaco silva, é um outro q ue ap ar e cia tam am tambem rec en tem n tee no jo rn al dos ban dido s, mente

tres vrum vrums, o loiro, também papa gaio,  aparecia ser o eleito no reenquadramento da imagem, gel, gato el , del, sino, macon cascais

ora estando trocada a imagem, aqui a versao inciial do tio elefente, elafanta, republicano, parece indicar ainda desgraças na china e ob am a, o sangue da primeira do tam do pao, alo, fo rte ingles

o ra est ando t roca ad a a ima ge maqui a ve rata ps sao inc ii al do tio dele fen fn te, ela fanta do republicano, pa rece indica car a inda d es sg r aça s na china e ob am a, o san g ue da prime ira do irado do rid id circulo do tam do pao, manco, banco, bacon, o macaco da marconi do macro, super mer cado, assim ac resen en senta do circulo do corrector financeiro,

outro pormenor desta imagem encenada é a cadeira do pr chinês, que figura a cobra vermelha e amarela, sendo o amarelo, impossível de ali estar sem ser posto na própria imagem, parece mais um bico da pata muda de ontem 

outro por men o rato desta , ima ge mairo m en cena ad a é a cade ira do pr c h ines, q ue figo ur a a co br a verme l h a e am ar dela, s en do o am mr ela o, im p oss iv el de ali , algrave es star se maior ser post on a por rp ria ima ge maior rp pa rece mais, fr,  um bico da pata mud ad e o nt e maior ,
e então senhor dos satélites portugueses, e coisas e tais do timeu, ainda não me respondeu, pois o senhor trabalhou nos chips dos cartões multibanco, trazem eles a devida proporção, medida e que conta taxo eu sobre quem o conceito me roubou

é en tao s en hor dos sat elite s portu gueses, e co isa se tais do tim eu, a inda n ao me r es ponde u, p o iso sen hor t r aba bal h o un os chi ip  ps dos cartoes mul ti b bancos, t r az e maior deles,  a devi d por pro roç sao es, me dida é eq ue conta t ax o eu s ob r e que emo c on set ior me ro ub o u

me fiquei a recordar de um estranho recente clássico na rtp dos ladroes  protagonizado pela puta de serviço maria elisa, o senhor, o horus do Y dreams de olhos fechados e uma que me roubou o conceito do ecrãs sobre papel e outras superfícies, aquilo devia ser tipo para rir se não fosse de chorar, no final o senhor entornava um copo de agua no oriente simbolizado na pena do remo por debaixo da ponte nova, quem diria, talvez a testar a reacção do dito tot numa demonstração de física quântica aplicada, certamente,

por obséquio talvez queira explicar tão douta angular experiência

me fic ue ia reco rda rata de um est r anho recente c l ass sico na rtp dos kapa dos ladroes , pro ota g oni z ad o p dela, a  puta de serviço maria elisa circulo do sen hor, o horus do t dreams de o l h os fec h ad as e uma q ue me r o ub o u o c on ce it o do e c r as s ob re pap el e o ur as super rf if fi cie es, a aqui ilo de via ser t ipo para ri rato se n cao da fosse de c hor ar, no fina l o s en hor en not tn ava um cop pode dea agua no do oriente si mb o liza dona da pena do r emo por de ba e xo da ponte da nova, q ue maior da di da ria,aveiro, fac,  t alvez a t es tar a rea sao es do dito horus numa emo sn t raçao de fi sic a quantica ap lic ad, ce rta em nt e,
por ob sec qui  u io t alvez q ue ira e x lic a tao douto ang gular,  a é x per ien cia 
a rapariga era linda e passava lingerie numa carroça certamente dos centros comerciais dos burros aquáticos em terra, trazia uma assinhas por cima do tutu, e um smart branco na rua me beijara ao passar falando de que me ama, e gosta da minha voz em chilrear de acento brasileiro, não guardei a foto, da bela que parecia quem diria nas vezes ter olhinhos assim de outra lolita bem mais ao norte do mundo, mas hoje encontrei esta bem a calhar, 

imagino eu que beijando mais ao sul, certamente as assinhas começarão a bater e  se agarra com força erótica quanto baste os quadriz e quiçá se levanta assim voo, 

o meu burro ao ver o outro animal, me disse à orelha que ela me agarra a falar comigo, entre seios, por ser míope, que gostaria muito de dormir abraçadinho ao elefante e manda perguntar mas, quer ao longe ou ao perto





a ra pa riga e ra da linda e ps s ava l ing ger rie ie nu ma car roça ce rta em nt e do centros com erc ia is dos burros aqua ticos em terra, t r az ia uma a sinhas por c ima do tutu, e um sm art do branco na rua me bei  j hara cao p ass ar f al lan an do deque teresa amo, é g os to da t ua da voz, em chi l re da ar de a en to br as sile iro, na a g ua r dei a f oto, da ab bela q ue par e cia q ue maior  di rana s v e z es teresa o l hi n h os as si mde de outro, a lolita bem mais cao do norte do mundo, ma s h oje en c on t rei  e sta b ema c alha ar, 

ima gino eu que bei jn ad o mais ao do sul, cera rate m nt e as a sinhas co meca ra z m a bate r e cera rate m nt e en tao se a garra c omo for ça ero pt i fca qa un to ba ste os qua dr i z e qui ça se l eva van anta as si m v da dp

o m eu burro cao v ero do outro animal, me di s se a orelha q ue ed dela da me a garra a fla r co mig o, en t re se io s, por ser mi o pec ue g os tar ia mu it o dedo da dor mir ab r aç cadinho cao elefante, é man da per gun t rama s, q u e r cao l on geo vaso doca cao per to
depois de falar do tal porche radioactivo que o passarinho me mostrou, na ultima imagem no jardim relatada, que é um baxter ou algo assim de um ruivinho quase rapado, hoje puseram expressamente este, provavelmente um ovo dessa puta do socrates, a disfarçar ou a tentar trocar uma alma, muito bem feito, enquanto desci e subi, o puseram e tiraram

de posi de f al ar do t al do porche r ad io ac t ivo q ue o p ass ari n ho me m m, s mar tie es,  os t ro u, na u l t ima ima ge maior do no do  jardim r dela , t ad a, q ue é um ba x t er o ual goa ss i mde um rui do vinho quadrado da use ra do pado, ho je p use ram e x press ae maior de nt e este, por v ave lem nt e um ovo de~s sa puta do socrates, a di s fr aç aro ua t en tar t roca r uma alma, mu it o be m feito, en q u ant o dec ie s ub i, o p use ram e t ira aram






r epa  par a ra ano por men o rato ps da banana, q ue os es pi õ es on te m ec coa ram no do dn, nu maior mar art ti  go s o br e uma da fac nova da ova da for mula de co mí cio, ao  q ue pa rece c ad a um é um, a por posi to de pirataria in fom a tica, di zi am os do u ts o q ue nin g ue ia cao do supermercado com pr da ar uma s ó b anana, co isaque eu qua n dó s ó q u ero uma f aço es, a corte id ep o is com a fca ana es cu r id dao e via v e sic ana s cor es br co rta ad a cao me io di zen do en tao do f alo do eq ua ad da dor, miguel es tve ca rf fo s o

repara no pormenor da banana, que os espiões ontem ecoaram no dn, num artigo sobre uma nova formula de comício, ao que parece cada um é um, a propósito de pirataria informática, diziam os doutos que ninguém ia ao supermercado comprar uma só banana, coisa que eu quando só quero uma faço, a cortei depois com a faca na escuridão e vi a vesica nas cores br cortada ao meio dizendo então do falo do equador

broches do socrates a alema, como as s al cinhas, ce rata am, mente
o verdadeiro e claro orçamento geral do estado, a factura do dia certo

o ve rda de iro e c l aro orça men to ger al do estado, a f ac tura do dia certo





para quem nada percebe de finanças
é também recibo

para q ue m na ad a per ce bede finanças sé eta do tam am também re cib o