quarta-feira, novembro 24, 2010

das outras ressonancias de diamante, e outros crimes,4

a imagem do carro era estranha em seus sentidos, primeiro o parecer ser uma replica, ou seja me avivou isto, a imagem da rua onde morava o pedro doirado, e onde em anos recentes dei com o tal consultorio dessa puta do grupo das falsas psi, que é onde existia uma casa que fabricava replicas de porches 911, a partir de chassis wolksagem, ao lado da casa de outro rapaz que anos mais tarde vim a conhecer, o miguel horta, pintor, irmao do coreografo rui horta, ou seja, de repente, a imagem remetia para essa linha recente aqui comentada em forma oral, sobre as putas psi envolvidas no roubo e acto de tortura de meu filho

a ima ge md o carro,  e ra est rata anha em se us s en rt id os, prime iro do circulo do pa recer ser uma r ep lic cao da ova do vaso do seja da me av ivo vaso disto, a ima ge md a rua onda mora vao circulo do pedro do irado, é onda em ano serpente re cent es dei com do circulo do t al c on sul tor io dessa puta, dog rup das podas  das f al sas psi, q ue é onda e x it ia uma da c asa que fabrica vaso da prmeira r ep lic as de porche serpentes 911, ao l ado da c as de outro ra puta zorro q ue ano serpente mais t arde vim primera conhecer, o miguel horta, pin ot do irmao,  do co reo g raf o rui horta, o vaso do seja, de r ep en te,a primeira ima ge maior reme t ia para essa da lina h re en te qaqui com en t ad a em for mao rato ps al,  s ob re as putas psi en vol v id as no roubo, é do acto de tor tura de meu fi l ho

a segunda estranheza da imagem para alem da cor verde alface, ou seja relacionado com a morte do alfacinha, do tal carro com que o paulo cardoso aparecia, fora o facto de estar no que me apareceu serem dois locais, ou seja apontando desta forma a imagem no sonho, uma relação entres dois espaços e consequentemente gentes em lisboa e locais distintos

primeira da se gun da estar n he za da ima ge maior do para al lem da cor v ed e al da face, o vaso do seja rato dela , a do ac cio n ado com da primeira do damo da morte do alfacinha, do t al car ro c om q ue co circulo do paulo circulo do aro do serpente ap ar e cia, for cao facto de es star noque da me ap receu se rem do is l o cais, o vaso do seja ap on t ando de sta da forma, primeira ima ge maior no do sonho, psi,  uma da ad do tribunal,  al k da relaçao en t r es do si es paço es e co nse q u en te , mente,  g en t es em lis boa é l o cais di s tintos

pois primeiro reconheci, o rossio, ali onde ainda se pode nas vezes estacionar aos fins de semana entre a rua do arco, e a livraria do dn, onde ao isto depois consciencializar, a imagem do sonho ao acordar, me subiu a memoria da imagem do ramos horta com outros a passear ali numa foto antiga do jornal do dn, ou seja parece existir aqui uma relação com timor leste

p o is do primeiro,  reco n he cio circulo do rossio, ali onda a inda da se da pode na serpente  v e ze es est ac cio na ar a os fi ns de se mna en t rea rua do arco, é primeira da livraria do dn, onda cao disto,  d ep o is c on sc ien~cia liza ar, a ima ge md o s on ho a o acord da ar, me s u bi ua me moira a iam mg ge é md circulo do ramos horta, atentado,  com outros a p ass sea rali nu ma fo to anti tiga do jo rn al do dn, o vaso do seja pa rece e xis tir aqui uma da relaçao,  com tim mor de l primeiro de este 


me recordo ao isto escrever de uma manha no rossio e na rua do carmo aqui relatada, onde nessa livraria vira um livro com duas belas de meu coraçao, que disputavam um rei, pois na realidade, suaves travões , eu os metera no corredor da loja chinesa aos olivais, ao reconhece-la de repente no meio das molduras de prata salvo erro na estante reversa das tais rosas vermelhas e prata falsas

me record circulo cao disto,  es c reve rato de uma manha do ano do no do rossio, é na rua do carmo,  a qui rato dela lata t ad a, onda ness a l iv ra ria vaso da ira , um l iv ro c om de duas belas de me vaso cora raçao, q ue di s puta ava vam am um rei, p o is na rea lida dade, s ua ave es t r avo es , eu os mete r ano corredor da l o ja chineza , a os o li cais, cao reco n he ce traço inglesa la de re pen te no me io das mol duras de prata s alvo e rr on a est ante r e vaso  re sada s tais, br, rosas verme l h ase é prata f al asa serpente

ali a tinham posto, e eu sem mesmo a ver logo a reconheci parei e voltei atrás uns passos para ve-la , a bela keira, com um estranho pesado colar ao pescoço, que me fez pensar numa espécie de colar , trela , mas sorrindo como sempre, o mais estranho, é que a vira passar ou alguém muito semelhante antes de boina negra dentro de um mercedes doirado, com um numero, em campo de ourique quando vinha das amoreiras depois de ir pagar o kanguru, meus olhos se espantaram perante este breve imagem dela a passar, eu a me dizer, mas é ela, e o mais engraçado é que fez ela um gesto que eu acabara de fazer, e me perguntei, nas esta a se passar alguma corrida de carros antigos 

ali a tinha ham am ps oto, é europeu se maior do mesmo, primeira ave rato do  l ogo goa reco n he ci pa rei , é vol tei a t rato as un s passos para v e traço ing k l es dela , a b ela k é ira, com um est rato do anho pesa sado ds dó, c ola ar cao p es coço, q ue da me de fez pen s ar nu ma es pe cie de c ola ar , t rato dela , ma serpente sor rato indo c omo sempre, o mais est r anho, é q ue a vaso da ira p ass ar o ual g h ue maior mu i to seme l h ante ant da es de bo ina negra d en t rop de um mer cede es do ira dao, com um n um meo, em cam pode o urique qa un dó da vinha das amoreiras,  d ep o is de i rato rp  pa g aro do kan guru, mes vaso dos olhos,  se es p anta aram pera nt e de este br eve ima ge md dela, primeira p ass ar, eua primeira me di ze rato, ma s é ela, é circulo do mais en g raçado e é q ue fez dela,  um g est o q ue eu ca bar a de f az e r, e me per gun tei, na s esta a se  p ass ar al gum a cor r id a de ca ratos  rr os antigos

me recordo ainda nessa manha da livraria de ter estado a ler um livro de uma rapariga ou de duas do oriente místicas, com poemas e escritos muitos belos , de uma rapaz italiano com desenhos e as notas estão neste livro da vida

me record o a inda ne sa da manha da l iv ra ria de teresa estado,  eta ad o a ler,  um l iv rode de uma ra pa riga o vaso  de du as do oriente ms it ticas, com poe ema se es c ritos mu it os b elos serpente tede,  uma da ra pa italina o com de sn h os se a s not as es t cao neste l i v ro da v i d a

outro local onde a cena com o carro se passara, era na avenida que desce para o rio, nos olivais, ali mais ou menos en frente a universidade onde houve uma  confusao, no inicio destes anos da grande confusao

outro rol do prim ero  ocal onda dea primeira c en ac omo carro se p as sara, é rana ana ave n i d a q ue de sc e para o rui rio, nós o l iva is, ali mais, fr,  o u men os en fr en te a univer sida dade onda h circulo 101 110 uve,  uma g rande c on fusa usa sao, no in i cio de ste s ano s d a g rande c on fusa usa são

rande como agora apareceu de novo, me remete ainda para esta linha recente múltipla de muitas imagens de colares e anéis, pois a bela charlize de novo aqui apareceu e me recordei dos spot onde ela fala da nudez como o verdadeiro luxo, e se vai despindo entrando no que se pressupõem ser o leito do amante


rande c omo do agora ap receu de n ovo, da me reme te a inda para desta, a  lina home  re cente mu l t ip la de mu it as ima ge ns de colares, sintra,  é ane is, p o isa primeira da bela charlize den ovo aqui , ap a receu, é me record ei do serpente dos  spot, tvi,  onda dela fa al da n u dez c omo o ve rda de iro lux o, é s e va ai de sp ein dó en t r ando noque da se pre ss u poe maior s ero lei t,  o dó dam da am ante

da mesma forma que colares,  também apareceu em texto recente, e ainda se me figurou uma outra relaçao neste passe ultimo da judite de sousa, pois é ela casada com o tal do psd de sintra, e me aflorou as imagens dele na chegada do lançamento do livro do ex pj no s carlos no dia em que o manuel fernandes do publico apresentava tambem um outro livro de uma autora chinesa, e da estranhas imagens dos toiros infectados, que aqui nessa altura narrei em seu contexto alargado, onde vi nessa noite a ella e o rodrigo cunha, filho da teresa cunha que creio trazer relação com a calçada

da  mesma do dam da forma q ue de colares, tam am tambem ap ar e eu em tex to rec cnt e, é a inda da se da me figo ur o vaso de uma outra do tribunal da  relaçao,  nest e p ass e u l t imo da ju dite de sousa, p o is é dela ca sada com do c irc uk lo do tal do psd de sintra, é me a for mula flor o u as ima ge ns d ele na chega gada do l ança em nt o do l iv rodo é x do pj no serpente  ca rolo s no dia em q ue do circulo do manuel fernandes do publico,  ap r es net ava tam am tambem,  um outro rol do livro de uma au tora chi ine sa, é da est rn h as ima ge ns dos toi ratos dos os infectados, q ue a qui ness a al tura na r rei em s eu c on tex t o al ar gado onda vi ness primeira do  ano da noite, 2005,  i e t a e ll a , é circulo 101 do rodrigo cunha, filho da teresa cunha , q ue c rei o t ar ze rato  real sao es com da primeira da calcada

Sintra de novo me aflorra na consciência, pois me lembrei de uma relação entre a árvore inclinada da casa ao lado da embaixada suissa, e uma antiga imagem salvo erro publicado no vinte e quatro horas, de uma festa , talvez no palácio de sete ais com um árabe onde no centro da mesa se via uma vela branca grande como um falo e se falava das meninas do icep, com um perfume a festa ou algo assim , ou seja, a imagem da árvore inclinada que vem desde as linhas do ccb, que passa depois pelo quadro ultimo aqui publicado do lima de freitas, marido da ella, e ainda por essa casa ao lado da embaixada aqui , ressoava de repente nesse falo que o tal senhor árabe mostrara em sintra

sin t r ad e n ovo da me al for rana co ns cien cia, p o is da me lem br ei de uma da relaçao,  en t rea primeira da arvore inc lina ad a da ca sao lado, a da em baixa ad a suissa, é uma anti tiga ima ge maior ms s alvo,alvor,  é rr o pub li c ad no vinte e quatro horas, de uam festa , t alvez no pal acci do  dio de sete ais com um arabe,  onda no do centro da do dam da mesa , madrid, se da via,  uma vela br anca g rande dec omo,  um falo, é se f ala av das meninas do icep, com um per rf fu me a da festa  o ual go a ss imo vaso do seja, da primeira ima ge md a r av o re inc lina ad a q u e ve maior md de sd e as das linhas do cc b, q ue p ass a de ep o is p elo quadro u l t imo aqui pub li cado do l ima de fr ei t as, mar id o da ella, é a inda por ess ca sa cao lado da embaixada aqui , r esso ava de r ep en te ness e f alo q ue o ta l s en hor a r b e ms ot rata ara em sintra 

continua....



quando a frase se

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antes foi olhar de novo o cais do metro onde recentemente tinha tirado uma foto aqui publicada e comentada, pois quando do comento, dei conta que essa imagem ou pelo menos parte dela fora preparada, para eu assim a ler no tempo de seu acontecer, que já vai longe, 

ant es f oi o l home da ar de n ovo do circulo do cais,  do metro onda re cente ,mente, tinha tir do irado , uma fo to a qui pub li c ada  e com en td a, posi circulo qa un dó do com en to dei conta, q ue dessa ima ge maior circulo do pup elo men os p arte dela for a pre da parada, para eu as sima al da ler no te m pode s eu ac on tec ser, quadrado da ue já ava primeira  ilo on ge

na verdade , as pedras da calçada que o constituem, são agora todos semelhantes, a imagem original dessa leitura, fora despoletada por um remendo como aqui recentemente relembrei, onde se viam um conjunto de algumas pedras de calçada dispostas irregularmente, ou seja com buracos e massa no meio, e isto é fácil de investigar, pois o metro terá certamente o plano da obra e mesmo porque esta ao pé de uma das câmaras de video do terminal do cais

na verd ade , as da pedras, a da calçada , teresa, q ue o conti u te maior orda da sao do agora rato ato todos seme l h ant es, a ima ge m or rig gina al de s sa dessa lei it tura, for a d es pole t ad a por um re mendo c omo a qui rec cn te maior nt e rato dd dele , lem br ei, onda da se via am um c on jun to de al gg da gum ás ped dr rato as da teresa calçada,  di sp o ts irre regua al rato mente, o vaso d seja com b ur acos é massa ano no do meio, e is to é f ac el de in v es tiga ar, p o iso circulo do metro teresa ra ce rta e maior nt teo do circulo do p lan ano da obra , é o mesmo,  por q ue e sta cao pede de uma das cama rata as de v id eo do te  r mina al do cais, revista e g rupo

por outro lado, uma operação desta natureza com vista à indução de uma determinada leitura sobre os atentados em londres, desvela duas coisas, um grau muito elevado de preparação e ainda uma cumplicidade das autoridades portuguesa na cobertura , ou seja, forte indicio de co participação no crime

por outro do rol  lado, uma o pera raçao de sta ana t ur e za com vaso ista à indu sao es de uma det r emi minada lei it da tura s ob re o s at en t ad os em londres, d es vela de duas co isa s, um g r au mu io t dele eva ad o de pre par raçao, é a inda uma cu mp li cida dade das au tori ed a es portu guesa na cobertura , o vaso do  seja, fo rte in di cio deco p art tic ip sao es no circulo do rim crime
 
depois de uma morte recente aqui comentada também na rua, ontem era o velório da domitilia, um prédio mais a frente do outro senhor que também falecera de um momento para o outro, como aqui narrara

d ep  ois de uma mo rte rec net a qui com en t ad a tam eb mna rua, on te maior e ra do circulo da velo da ria da domitilia, um pr ed io mais a fr en te do outro s en horque tam eb maior f al le cera de um moe maior nt o para do circulo do outro, c omo a qui na rr ara

ao acordar uma imagem se prefigurou no sonho

uma imai ma ge maior da se pre figo ur o un nó do circulo do sonho cão acor da ar

primeiro uma frase, dizendo das pílulas brasileiras, e depois me apareceu no sonho o paulo cardoso da pantalha, que recentemente me recordara ao evocar as imagens em palavra orada do tal na ibc, Amesterdão, em 91 ou dois, do passe com a seringa da sida, ali estava ele, com um porche verde, que não deveria ser porche mas sim uma replica, abria a mala para me mostra algo que eu não via lá dentro, como também não vi o motor, ou seja ou teria motor central como os antigos 911 ou seria mesmo um replica se calhar com motor à frente 

prime rio de uma fr ase, di zen do circulo das pi lulas brasileiras, é d ep o is da me ap a receu no do sonho, psi,  circulo do paulo cardoso da p anta alha, q ue re cente maior nt é me reco rda dara cao av o car ás ima ge ns em pal av ra o rato ps ad dado ado t al na ibc, am ester dao, do p ass e com da primeira se r ing gada da sida, ali est ava dele, com um por c he eve verde, q ue n cao d eve ria ser porche, tambem algarve,  ma serpente  si maior de uma replica, ab br ia primeira am mal al ala do para da me maior ostra al g o q ue eu n cao da via l á ed dn t roc omo tam am tambem n cao do vi circulo do omo mo tor, o vaso do seja  o vaso da teresa ria mo tor c en t rato ps da al c omo os antigos 911,  o u se ria do mesmo , um da replica,  se cala home rc om mo tor à fr en te



continua....

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assim ao chegar ao pé da escola onde vira a imagem da vareta e do buraco na parede redondo como depois o vira numa photo de um casal mágicos da america, com os tigres e outros elementos, um dos quais também faleceu no entretanto de doença, como depois percebi, li o , 93 de noventa e um, ou seja ip ps si mu serpente do ano de noventa e um, no prédio do sandro, de novo, vi uma bela janela de rosas inglesas, u ginásio de fisioterapia em baixo que já vira antes também e depois entrei na loja, pois trazia na minha intenção comprar uma coisa que me lembrara pois tinha uma nesse tempo na minha mesinha de secretaria nos olivais, e me lembrei dela por causa de uma anel celta, mas a esta linha mais a frente irei, se bem que mais uma vez reparei que o símbolo do pingo doce ali de agora, é o mesmo desse anel, e anéis como sabeis continuam a aparecer desde a linha da morte da diana, que também ali tive visões sobre esse assassínio

as simao mao c he gara ar cao aro da peda da escola onda do vaso da ira da primeira iam mg é md a da vareta, é do b ur aco na parede, redondo c omo d ep o iso vaso ira nma p hot, ph onx i p al homem ota do pote do phil, as si md izo do circulo do corrector, de um c as la lama magicos da america, com os tigres e outros, elementos, ele lem men nt os, um dos quais, policia fr, tam am tambem f al le ce io no en t r eta nt o de doença, c omo d ep o is per cebi, lio do circulo de 93 de n ove venta é primerio, o vaso do seja ip ps si mu serpente do ano de novenata e um, no do predio do sandro, den ovo, vi de uma bela jane lade rosas inglesas, vaso da gina ad do sio de fi sio te ra da pia em ba e xo q ue ja acento da primeira vaso da ira ant es tam am tambem, e d e posi en t rei na loja, p o is t r az ia na min homem da primeira in ten sao es com pr da ar , uma co isaque da me lem br ara p o is da tinha, uma nesse tempo, na min home da primeira mes sin h ade secreta ria nós dos olivais, é me lem br ei dela por ca usa de uma ane l celta, massa desta da linha mais, fr, primeira fr en te ire rei, se be maior q ue da ema mais, uma vaso é zorro r epa rei q ue o si mb olo do pin godo do pingo doce, ali, algarve, lide de agora, é circulo do mesmo´desse anel, é ane is c omo sabe is c on tin uam a ap recer de sd dea lina hd da primeira da morte da diana, q ue eta tam am tambem ali teve vaso iso es s ob re desse assa ss in io,



 ( ao lado esta escrito um apontamento a mão, que diz que o consultoria da cila é em frente ao edifício do tal filme francês que agora aqui entrou a propósito da imagem dos submarinos)


( cao lado e sta es circulo do rito um ap on a tem nt o da primeira dama da mao, q ue di zorro q ue do circulo da c on sul tor ia da cila,  é em fr en teao cao ed if fi do cio dot cruz  al filme fr anc es q ue agora a qui en t rato circulo do vaso  ua pro rop posi to da ima ge md os s ub marinos, tvi


aqui esta a embalagem que ontem ao final do dia por um euro na loja chinesa comprei, entrei, e me dirigi ao senhor do contador, que a tinha ali mesmo numa gaveta, depois como estava folgado de tempo, entrei pela loja e me chamou a atenção primeiro uma craveira electrónica, pois tinha falado delas para abrir craneos se necessário para medir a merda dos assassinos, e as tais brocas, que são grandes, em espiral, com furacões, e tem uma espécie de parafuso, não certamente de diamante na ponta para começar a fazer o furo, mais me chamou ainda a atenção umas bolinhas de cheiros e as velas e umas rosas em candelabros a imitar prata, mas muito feinhas, e pelo espírito se me consciencializou, não compres pois são feitas por trabalho infantil, será verdade senhor hi jun tao, me diga pois as velas as costumo nas lojas chinesas comprar, pois são baratinhas

aqui ie é sta da primeira  em ba kapa lage maior q ue on te mao fina al do dia por um e ru rato circulo on a da loja chineza com pr ei, en t rei, e me di rigi cao sn hor do c on t ad dor, q ue da primeira tina home  ali do mesmo nu ma g ave eta, d ep o is c omo da tinha te mp o, en t rei  p dela, a da loja é me c ham o ua a ten sao es prime riode  uma c rave da ira electronica, p o is da tinha f al lado delas,  para ab r i rato rtc r ane s os da se nec ess sario para med ira da merda dos assassinos, é as tais br rocas, q ue da sao g ar ned ds, em es pi rato da al, com fur ar racoes es, é te maior,  uma es pe cie de para raf fuso, n cao cera rate maior n t e de dia ama ante n t e na ponta para co meçar primeira f az ero f ur o, mais da me c ham o ua inda a t en çao uma serpente bo das linhas de chi ei rose às das velas, é uma s rosas em can del ab br rosa si mit ar do prata, ma serpente  mu it o f ein home as, e p elo es pei rt to ze da me co n sic cin cia al izo un cao com pr es p o is da sao das fitas por do trabalho infantil, se ra verd ad e sn hor hi j un tao me dig ap o is as velas às cos t umo nas lojas chi ine sas com pr da ar, p o is são bar rat das tinhas


ou seja de repente a linhas dos bandidos do dn, ou melhor as duas cumulativas, a da matança na ilha da festa da agua e a da outro lada da mesma pagina sobre as minas na nova zelandia, de repente apontava mais, ou ainda  as desgraças das minas chinesas, como depois lera, sobre as primeiras ao chegar a casa de meus pais

desde já a  todos digo, é apanhar estas bestas e saber os processos que usaram, arte ou mesmo vírus ou comida no pingo doce, ou algo assim para se poder desfazer o mal, visto que muitos estão ainda doentes por causa disto

de sd e já primeira de  todos dig o, é ap an homem ar e stas das bestas, e,  saber , os pro roc essos quadrado da ue da usa da sara ram, arte co da ova do vaso do mesmo do virus,  o vaso com id ano pin godo doce, o ual go a ssi maior para da se pode der d es f az ero do mal, am ml, vi s to q ue mu it p os est cao a inda do en t es por ca usa disto

e também digo isto à policia portuguesa e à interpol pois também se desvela aqui crime da morte da princesa diana, ou os senhores cumprem a lei e investigam isto ou vai a tiro!!!!!!! 

é eta tam am também dig c irc uk lo disto,  à pol ica portu gui é sa, é primeira inter pol p o is tam am também da se d es vela aqui do crime , damo da morte da pric ne sa da diana, o vaso do os s en hore cu mp rem primeira da  lei e in v e tiga am is to o uva ia do tiro, ou seja mulher do durao barroso!!!!!!!

curiosamente a que tinha antes , que alguém me deu, não me recordo ao certo era mais pequena, e tinha um belo tigre assim listrado na tampa, na verdade, as cores dos mrpp

cu rato  iso am, mente, primeira q ue da tinha ant es , q ue al gume da me d eu, n cao da me record o dc cao ce rt o e ra mais da pequena, é tina homem prim ero de um b elo do tigre as si m l is t ard o na tam p ana verd ad e as cor es dos mr puta do ps, ou seja um ex mrrpp que se passou para o ps como recordava recentemente desta doença aqui em portugal

estou farto de vos dizer que estas bestas tem sobretudo atacado os mais crescidos a fazer prova de como são na verdade tortissimos de coraçao e cobardes!!!

est o u f art o devo os di ze rato q ue e stas das bestas te maior sobretudo,  ata aca cado os mais  c r es c id os a f az e r por v ade dec c omo sao na verd ad e tor ti ss simo s de cora raçao e co bar do quadrado  es!!!

continua...

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como haveis reparado no corte da palavras do post anterior, de novo aparece otam, que vem desde longa data, desde as imagens do meco, de santana do martelo de Sesimbra, até as mais recentes,ou seja, parece começar a se entender o que se passou em verdade na cimeira de lisboa, ou nas camas de alguns nesses dias


c omo homem ave do is rato ps epa par ad on circulo do corte, co rte, da pal av rato ps as do post, jo rn al, ante rato iro, de n ov, italia, ap a rece otam, q ue vaso é maior de sd e l on gt gata dd da data,empresa, de sd e às ima ge ns do meco, de santana, lopes, do mar é cruz dez, de se s ei mb ra, a té às mais re cent es,o u seja, pa rece com, é ar primeira da ase da se ene ten der ero q ue se passou, em verd ad ed dn a cime da ira de lis boa, o un às das camas de al gun s ness es do dias, psd

a primeira ressonância e portanto na aparência ou propositadamente pelos bandidos do dn, com diamante estava na pagina anterior da noticia relativa a esta matança, da edição do jornal de ontem, no que parece também ser uma cobertura, uma semelhante a outras recentes também na america latina, mais um conjunto de mineiros, underground, presos dentro de uma mina desta vez na nova Zelândia, o texto dizia às paginas tantas que tinha posto um diamante numa broca de forma a tentarem abrir um buraco, mas diamantes são costumeiros na brocas de perfuração como todos sabem, bem como em colares de belas e anéis diversos e ainda nas historias de dentistas e de dentadura das bestas, assunto sobre o qual tenho estado de novo a escrever

a prime ira rato ps esso anc ia, é porta nt circulo na ap re cn ia o vaso pre posi t ad dame am que mente p elos dos bandidos do dn, com di ama nt e est ava na pa gina ante rato do ior, o do ano not ti da cia rato dela , t iva primeira desta matança, a da ed di sao do jornal de ontem, no q ue pa rece tam am tambem ser uma co be rato rt da tura, uma seme l homem ante da primeira de outras re en t es tam be mna am erica la t ina, massi um c on jun to de mine iro serpentes un der g ru on quadrado da dp, presos d en t rode de uma da mina de sta ave zorro na nova, fac, ze lan do dia, o tex t o di zorro do ia às pa ginas cruz das antas q ue da tinha post o um di ame ,mente, nu ma br roca de forma, a ten t rato ps ar rem ab r e rato um b ur aco, ma serpente di ama nt es da sao do cos, t um me das iras na br rocas de per rf fur da raçao c omo todos, sabem, be mc omo em colares, sintra, de belas, lugar, é ane do acento do is do diver serpente do circulo da se a inda na serpente das hi s tori as de dentistas, é de den t ad ur as das bestas, as s un to s ob reo quadrado da ual en homem do circulo do estado , de n ovo da primeira es circulo do reve rato ps

os últimos apontamentos escritos à data sobre esta matéria, dizem em suma três coisas, que os dentistas são processo de morte e de doença, como o caso descrito na clínica da rua cidade de bolama, onde fui arranjar os dentes e os aparelhos tinham sangue, ou seja, provavelmente alguém do tempo do liceu e das contas desse tempo, pois não sei de quem é essa clínica

o s ul t imo s ap on a te m aior nt top ps à dat s ob re e sta mate ria, di ze maior em s uma t ratas es co isa serpentes , q ue os den t ista s sao por c esso de morte rte, é de do ença, c omo do circulo do caso d es c rito na c lini c ad da primeira da rua cida ed de bo l ma, onda fu oi vaso ar ran j ar os dentes, é os aparelhos tinha ham am sangue, o vaso do seja, por v ave lem nt e al g ue md o te m pod o liceu, é das contas desse tempo, p o is n cao se is de que mé dessa clínica

me recordo da marilia pimentel também ter ficado magoada num braço ao fazer uma analise de sangue lá, me lembro disto, pois pelo menos entendi ser uma acto de bruteza, mas parece que mais se desvela, como os aparelhos dos dentes, também, como se desvelou no passado


me record circulo dama do mar eli a do pi men tel t am também teresa rf fi cado mago ad a nu maior br aço cao f az e ratyo de uma ana lise de sangue l á, me lem br o di st o, p o is p elo men os en t en di ser uma ct o de br ue t za, ma serpente pa rece q ue ema mais.fr, se d es vaso dela, c omo os ap ar el h os dos d en t es, tam am tambem, cp pm circulo da se d es velou no p ass sado, o louco

e o seu marido, a antonio pimentel que de repente teve uma doença de pulmões, como agora me aconteceu a mim, ou seja prova isto estar-mos na presença de um mesmo método de provocar essa doença e provavelmente na presença então do mesmo grupo

é circulo da puta, s eu mar id o, a o anton io do pimentel q ue de r ep en te da teve, uma do ença de pul moe es, c omo da agora da me ac on tec eu primeira mim, ova vaso do seja pro da ova disto, es star traço inglesa lea mo serpente na pre s ença, de um mesmo, o do metodo de por vaso circulo do car dessa doença, é por v ave lem nt e n a pr es ença en tao do me sm o gato rupo


o segundo é a cila mulher do pedro do imo que escreve no jornal dos bandidos, irmão da joana de quem aqui narrei em tempo não muito ido um encontro no chiado no dia do jogo do futebol do Brasil e de um espectáculo de dança moçambicana

circulo do segundo, é primeira da cila , circulo da ilha, mule her do pedro do imo q ue es c reve no do jornal dos bandidos, ira mao da joana deque maqui na rata ar rei em te mp on cao mu it o id o, um en c on t ro no do chiado no dia do jo godo futebol do bar sile de um es pec rta culo de dn aça mo cam bic ana

e a terceira e o tal passe também narrado do aparelhos da teresa nos dentistas de cascais no sitio onde esta pela arquitectura definida, uma dentadura

é a terceira, é circulo do tal p as s e t a m eb em na rr ad o do ap ar el h os da teresa nós dentistas de cascais, no siti circulo da onda desta, p ela da arquitectura, d efe nid id da primeira, uma den t ad ur a

antes de chegar a casa de meus pais e ver esse mesmo jornal, tinha acabado de ver eu uma broca, ou melhor um conjunto de outras brocas numa miríade de outras coisas, enquanto me entrelinha a passar o que não existe, sobretudo quando tu ainda não chegaste

ant es de chega da ar , primeira aca serpente de me us pais, tvi, eve rata desse mesmo do jornal, tinha aca bad ad circulo de eve reu eu, uma br roca, o p vaso do ml é hor primeiro c on jn to de outras br rocas nu ma miri iade deo de outras co isa serpentes, en qua ua nt o me en t rt tinha primeira p ass da ar aro q ue en cao é xis te sobretudo, qua n do t vaso ua da primeira inda n cao chega gás ste

meus pais tinham ido a um velório de mais uma vizinha da rua que morrera, hoje a meditar em teus beijos, me dizia está aqui um padrão, pois são duas mortes na mesma fiada dos prédios, e uma serie de gente crescida com problemas de saúde, alguns deles aconteceram de repente, ou seja, na minha consciência, se figurou que por ali existe um assassino que anda a os matar

mes vaso api serpente tinha do ham da am , mm, id circulo da primeira da a um, velo da ria de ema mais, uma vi z in h ad da primeira da rua q ue mor re ra, ho je a med it ar em te us bei j os, me di zorro do ia é stá aqui um do padrao, p o is sao du as de duas mortes , na me sm a fia ad dado s pre dido se, uma se ie de g en te c rata es cida com pro ob l ema serpente de saude, vera, ps, al gun serpente del es ac on tec e ram de r e pen teo vaso do seja, na min home da primeira co nsc ien cia, se figo ur o vaso q ue por ali, e x onda do site, um assassino que anda da primeira os mat da ar

as brocas as vira ao entrar na loja onde em meus tempo de púbere havia um supermercado de onde eu um dia vinha quando me deram com a tal seta no meio da cabeça e que desde há longo tempo é uma loja chinesa, ali atrás fora, ontem, para ver o que o espírito me dizia relativo a escola em relação à imagem de beslan, pois o assunto anda ainda a bailar me minha cabeça, e foi nessa escola que umas noites como aqui narrei, vira imagens relacionadas com essa matança

as das br rocas , as vaso da ira cao en t rato da ar na loja onda em me us te mp pode p uber e homem avia de um do super mer cado de onda eu, um dia vinha qa un dó me der am com da primeira da t al s eta no me io da ca beça, é eq ue de sd e home á l on go te mp o, é uma da loja chi neza, ali at rato as for a, on te maior, para vaso do ero q ue o es pi rit md~da me di zorro do ia rato dela , t ivo primeira da escola em relaçao, à ima ge mde bes lan, p o iso as sun to anda a inda a ba ila ar me mina home ca beça, é fo i ne nessa es c ola q ue uma serpente noite e ws c omo aqui na rata ar rei, vaso da ira rai ima ge ns rato dela , do ac cio n ada s com dessa da matança

continua...

mais uma matança, prova na festa da agua, as autoriedades se as houver pois nao as vejo em lado nenhum,

ontem vi no jornal dos bandidos o dn, a foto de uma ponte num pais do oriente onde mais uma vez o mesmo processo que tinha recentemente evocado, à imagem do que acontecera numa outra festa religiosa num outro pais, cerca de trezentos jovens foram esmagados ao vi ou ir para uma festa da agua numa ilha que se chama, significativo nome, segundo dizem, diamante

on te maior do vi vino vaso ino no do jornal dos bandidos o dn, pedro marques, a fo to de uma da ponte num do pais, tvi, o do oriente, onda ema mais, fr, uma vaso é zo do mesmo processo, pro circulo do esso, q ue da tinha re cente ,mente, e vo cado, à ima ge md doque ac on tec e ra numa outra da festa , r e kapa ligi o sa nu maior de outro rop do pais, ce rca cade, trezentos, j ov en serpente do foram, for am, es maga gados aco cao vi o vaso , é rato ps para uma da fe sta da agua nu ma da ilha q ue se da chama, sign if , cc, ica t iv o no me segundo di ze maior da dp diamante

mesmo processo, uma alucinação sonora, que provocou o pânico, como também numa outra matança recente, a love parade em berlim

o mesmo do por circulo do esso, uma au di sao es s on o rac,ac q ue pro ovo co u o pa nico, c omo tam am também numa outra da dama da rama da matança re cente, al ove par ad e em ber li rato maior

olhei a ponte e vi a mesma estrutura de uma outra ponte implodida na america, cuja foto entrara no conjunto das fotos publicadas recentemente no âmbito do puzzle da cimeira aqui na pagina das fotos, com creio também a ligação do link desse mesmo video da cadeia americana, curioso, pois ao ver a ponte na america, me lembrou se bem que distinta em sua forma arquitectónica o filme do belo realizador clint, a ponte de maddison, com a outra bela que é sósia de uma outra que vi recentemente na esplanada do adamastor

o l he ia da primeira da ponte , é vi primeira, a mesma est russia tura de uma outra ponte imp lo dida na ama erica, cu ja fo to en t rata ps ara no c on jn to das fo t os pub lic ad as re cente , mente, no am bit o do p uz zorro leda da cimeira aqui , na pa gina das fo t os, com c rei otam tam tambem, primeira da liga da sao es do l ink desse mesmo, vaso id deo da cad é ia da americana, cu rio osso, p o isa sao vera primeira ponte na america, me lem br o use be maior q ue di s tinta em s ua for ma arqui it tec ti oni nica do c irc uk lodo do filme do b elo rea liza dor do clint, primeira ponte de m ad di s on, com da primeira da outra bela q ue é soci, primeira de uma o u rta q ue vi ire re cente, mente, na es p lana ad dado do ad ma serpente tor

mais ainda recordo que nos últimos vídeos sobre a cimeira,falara de novo na questão capital da sobrevivência de todos, da agua no planeta, contara do exemplo que foi aplicado na america do sul, sobre cultivo das batatas, o sistema hidra fog o, ou seja a hidra do fog inglesa, belen, o grau de toxicidade geral das aguas e a necessidade das torneiras eléctricas e do uso económico da agua, o base do sangue de toda a vida

mais.fr, a inda record o doque nós u l t imo s v ide os s ob rea primeira cime da ira,fa al lara , primeira ara, de n ov na q u es tao apit al da s ob r é vaso ive en cia de todos, da agua no da planeta, c on tara dó, é x e mp lo que fo i ap li cado na am mer da cia do sul, s ob reco u t li v o das bat tatas ata s , o sis t ema hi dr a fog o, o u sj é a primeira, primeira hidra do fog inglesa, be elen,be len en , o gato da au , de to xi cida dade ger al da serpente das aguas, é primeira da necessidade, nec ess sida e , a das torne das iras, dele c t rica se d o us o e c on mico coda agua, circulo com base, do san g ue de toda prim ie ra v i d a

di am ante t r ásai anda de mu it as outras r esso nânci a s re cent es

condenaçao de morte

nazis merdosos do ps, que merda é esta face a acusações de crimes de mortes por esse so colegio do nazi mor da familia soares, que como toda a gente sabe, participa em actos de tortura contra meu filho como aqui descritos e todos vos ousam continuar a me negar a possibilidade que pelas leis me assitem de defender meu filho

condenados à morte, mario soares, isabel soares e socrates
li agora na net, uma frase que me confirma o sentido de mais uma morte ou um abuso percebido, neste fim de semana pela manha cedo, subindo a campo de ourique ao passar em frente aos serviços consulares de andorra e onde esteve também até pouco tempo uma outra embaixada mais ao norte, no inicio da rua do possolo, um carro parado , um antigo toyota de prata com a janela aberta, como já o vira antes, olhei o chão, alguém deixara um margarida branca mesmo ao lado das janelas onde era o outro consulado, ao vê.la me lembrei de imediato a outra margarida com o veio de jason que aqui deixaram na rua em baixo, que relacionei na altura com uma rapariga da garagem, ao pensar, isto, uma chuva miudinha se abriu do céu somente naqueles poucos passos, claro sinal do céu , que agora se confirma, com um escutado, mais uma flor da garagem, da discoteca ali da av ninguém, onde como todos sabem diversas leitura por ali existem relacionada inclusivamente com atocha, e onde ontem pela tarde, nos prédios da urbanização feita em forma ilegal, em dois andares de cima ecoavam a conversa com a tori amos, um piano de cauda visível e ao lado uns cortinados vermelhos como as cores do video butterflies, e a loja de design dedo dois, nas cores ouro sobre azul

li agora na net, uma fr ase q ue da me c on firma do circulo do s en t id o  de ema mais, fr,  uma morte,  o u um ab bus circulo per ce bid o, nest e fi md e se mana p ela , a da manha se do dó,  s ub indo da primeira de cam pode deo urique aco cao p ass da ar em fr en te a os ser iv os c on sul ares de andorra, é onda es teve tam eb maior maté po u co te mp ço , uma outra da  embaixada massi cao do norte, no in i coda da rua do possolo, um carro par ad o , um ant ti g o toy t ad, é prata com da primeira jane kapa la ab e rta, c omo já do circulo do ovo do vaso da ira ant es, o l he io cha o, al g ue maior dei xara um mar a g r i d a br anca me sm o cao lado das jane l as onda e ra do circulo do outro consulado, cao v e.la me lem br ei do imediato, primeira da outra margarida com do circulo do veio de js primeira on q ue a qui de ix xaram na rua em baixo, q ue rat dela ac ci ei na al tura com uma rapariga da garra rage mao pen serpente da ar, sit o uma c homem da uva , mulher durao, miudinha da se ab rio vaso  dio sc eu sio , mente,  na s q u deles,  po u cos p ass os, c l aro sin al doc eu , q ue da agora da  se c on fi mr primeira, com um es cu t ad o, mais, fr,  uma fl açor da gara ge, da di s co teca al lida id a av nin g u en s, onda c omo todos,  sabem , di ver sas lei it da tura por ali é xu sis te maior dela , do ac cio n ad a inc l us iva vam am , mente,  com ato cha, é onda on te m p dela,  t arde, nós pr ed iso da ur ban niza , ps, sao, feita,  em forma ile gal, em do is anda ares de c ima e coa ava vam da primeira  convers a com ad da primeira da tori amos, um pi do ano de c auda v isi v el,  é cao lado un s cortina ad os ver el h os c omo as cor es do v ide o butter rf fl ie se da primeira da loja de design do dedo do is, nas cor es o u ro so br e az u l

depois na tentadora ao lado da banca, um rapaz alemão ia falando em voz alta como se resmungasse, uma outra rapariga sentada na esplanada como que escrevia o guião, ou o escrevera, duas raparigas saiam de uma carro de jovens vindas da noite, assim se entendia pela despedida ruidosa, na banca, obama de novo a sorrir, e por debaixo, uma outra capa , um rapariga feita lua a se destapar, dizia em titulo que tinha escrito um livro de como a minha relação tinha falhado, puta que vos pariu, assim era os termos, em modo directo, tanto para mim como para todos, me fiquei a perguntar, será que é uma das bloguistas que andou a ver meus escritos para fazer um livro e ganhar uns cobres, à conta e agora me aprece meia escondida meia a desvelar-se com ar de quem fez um merda qualquer, pois em seu rosto morava a culpa

d ep o is na ten t ad o ra cao lado da banca, um ra p az al ema mao alema , ia f al lan ando em vaso do oz da alta c omo da se r es mun gas da se de uma outra rapariga,  s en t ad a na es pala lana ad a c omo q ue es c ato e via do circulo do g ui cao, o u o es c reve vera, duas raparigas sa iam de uma car rode j ov ens vaso  indas da do ano da noite, as si maior da se en t en dia  p dela,  d es ped id a rui do s ana da banca, ob am a de n ovo a sor rato da ire por de ba e xo, de uma o u rta da capa , um ra priga , feita,  lua a se d es tap ar, di zorro do ia em titu lo q ue da tinha es c rito um l iv rode dec c omo da primeira  mina home do tribunal da  relaçao,  tinha f alha ad o,da puta q ue vaso do os do pariu, as si maior e ra os termos, e mm mod o di recto, t anto para da mim c omo para de todos, me fic ue ia per gun a t rata , se ra q ue é uma das bloguistas q ue ando ua ave rata dos  me s u es c ritos para f az e rum  li v ro e gan h ar uns co br rem  es, à conta é agora da me ap rece da meia es cond id a me ia ad es vela ar do traço inglesa se com da ar deque maior de fez , um da merda quadrado da ual wuer, p o is em s ue r os to mora ava da primeira culpa, cu pri mr io pa

acusaçao


me pergunto e pergunto vos a todos nestes estados fascistas onde se roubam e abusam de filhos e a liberdade de expressao é letra morta, se o facto de me terem bloqueado o acesso aos arquivos , se prende por exemplo com nao querem que as gentes do mundo vejam esta imagem, publicada na Casa de Deus

me peru gun t oe,  per gun t ovos primeira de todos nest é estado serpente dos fascistas, do aparelho de estado,  onda da se ero ub bam am e ab usa bus sam am , de fil h os é primeira liber dade , de e x  press sao  cao é le t r a morta, seo circulo do facto de me teresa rem b lo q ue ad circulo da dp ac ess o a os arqu iv os , se pr en de por e x e mp l com n cao q ue rem q ue as g ene net s do mundo veja am maior desta ima ge maior, pub li c ad ana C a s a d e De us

onde em movimento no video de onde a extrai, se ve o bebe, como um monstro, a aparecer se formando nos debris da queda das torres, e um cordao umbilical a sair com o duplo sentido que se me afigurou, o semem, ou seja a potencia do acto,


onda em mo vie maior nt on o v ide o de onda dea primeira é x t rai, s eve do circulo do bebe, c omo um monstro, a ap ar recer se for man do nos de br is da queda das torres, é um cor dao um bil ica l a s air com do circulo do duplo,  s en t id doque da se da me a figo ur ouo do circulo do semem, o vaso do seja da primeira  pot en cia do acto,


 
e reparai na relaçao de um outra frame que agora apareceu na cimeira com obama e esse tal jornalista da rtp na america,  

é r epa rai na relaçao , aina relação,  de um outra fr am e mec e agora ap receu na cime ira com ob ma, é esse , cobra desse tal jornalista da rtp na am erica,


um mesmo tubo de papeis enrolados, que agora de novo ao olhar , me figurou na consciência ainda uma outra relação, como quem põem um bala redonda pelo cano de uma antiga pistola de duelo, o outro dedo da outra mão, como se fosse a puxara o cão do gatilho

um mesmo do  tubo , metro, de pap e is en rola lados, q ue do agora de n ovo cao aol home da ar , me figo ur o un da primeira co sn cien cia a inda uma outra do tribunal da relaçao, c omo q ue maior poe maior ,  um da bala red don da ap elo c ano de uma ant tiga pi s t ola de d ue elo, o outro dedo da outra mao, c omo da se da fosse da primeira  p vaso ux xara do doc irc culo do cao do g at ilho

hoje o vi de raspão de novo no ecrã das casa dos bandidos da rtp, como uma promoção, melhor dizendo um álbum de retrato de como são bons e gentis e honestos estes bandidos implicados no roubo e acto de tortura de meu filho, aparecia ele a fala em inglês, senhor presidente, muito obrigado por me responder a uma pergunta ou algo assim, no teatro destes fantoches manipuladores e criminosos

home do circulo do oje o v i d e ra spa pao , de n ov no ecra das circulo do às dos bandidos da rtp, c omo uma pro romo sao es, mel gato da hor di zen do um al bum de r e t ratao de c omo sao bon se g en ti da av se h one st os e t es bandidos i ml i cado s no do roubo e acto de tortura de meu filho, ap ar e cia dele, primeira f ala em ingles, s en hor pre se in det e, mu it o o br i gado por me r es p one r a uma per gun t cao vaso al g o as si maior do  no do teatro de ste serpente dos  fan toc h es man ani ip u lado dor es e c rimi ino ossos

e em véspera de novo em acção de terrorismo publico entre o dn e a rtp como comentado nos video últimos aqui publicado, mais uma manha montada na casa pia, no nome de meu filho, no seguimento de eu estar de novo a abordar, os passes que os fascistas e terroristas médicos cobrem, na altura do nascimento de meu filho, e de outras linha mais antigas como roubo de semem, ou de placenta para fazer filhos em outros ventres em consentimento ou aprovação, crimes, são isto, seus badamerdas!

e em vaso soda es pera de n ovo em ac cc sao de te rr ori sm circulo do publico , jornal, en t reo circulo do dn, é primeira da rtp,  c omo com en t ad o nós v ide o u l tim imo os aqui pub l çic es ad o, mais, fr,  uma da manha da montada na casa pia, no no med em meu filho, no se gui men t o de eu es t rato ps da ar de novo, a primeira ab o rda rato , os p ass es q ue os fascistas e te rr ori sta serpente dos  medicos cobre rem, psi,  na al tura do na sc ie maior nt circulo de meu filho, é  de outras da linha mais ant ti gas c omo roubo de semem, o vaso  de pala ac cent a para f az e rato rf  fil h os em outros v en t ratos es em co ns en time en t dp vaso ap pr rova ovaçao, c rim es, sao is to, se us b ad dam das merdas!

e sendo que esta imagem da pistola se liga ainda a bala que aqui mostrei, o olho da pedra, negro com pedaços amarelos a ressoar num outro passe via yahoo, numa foto da lohan aqui também comentado, e a mão de cavaco, do tira linhas, e ainda por extensão com a mão que também aparece figurada com um perne, e falo,  que também aqui é lugar, na linha, ao pé de cascais, no momento da queda das torres em  ny

é s en dó doque desta,  iam ge mda da primeira pi s t ola se da liga a inda da primeira bala, lac,  q ue a qui aqui mo st rei, circulo do olho da pedra da ane do negro com peda aços am ar elos da primeira r esso da ar nu maior de outro passe da via y a hh circulo, nu ma fo to da onda da lohan aqui tam eb maior com en t ad o, é primeira mao de cavaco, do tira linhas, é ainda por extensao,  com da primeira mao q ue eta tam am tambem ap ar ee figo ur ad a com um de perne, q ue eta tam am me b maqui é lui gato da ar, na linha, cao pede de cascais, no mo men to da queda das torres em bn, ny

me pergunto se não sera por acaso em perne ou por aí que esse terrorista fora da lei cavaco e silva teve esse tal hangar na altura da chapelada que o elegeu, aqui outrora comentado, pois era demasiado grande para o que disseram servir, ou seja como foi óbvio, era uma capa, de outros actos, nessa tal experiência americana à imagem da chapelada anterior de bush, os mesmos processos, vindos pela mão da mesma casa politica aqui e alem mar

me ep pr gun to ze , universal, n cao se ra por acs aca serpente do circulo  em perne ou po r aí , q ue desse cobra  te rr o rita for ad a lei de cavaco , é silva da teve , esse, cobra do tal h ana g rato na al t u rta da cha pelada q ue o ed dl dele g eu, aqui outrora co mena td o, p o is e ra de ma si ad o g rande para do circulo do q ue di see ram servir, o vaso do seja c omo fo i ob v io, e ra uma da revista capa, de outros actos, ness da primeira da t al,  é x per ien cia am erc iana à ima ge md a cha ape kapa lada ante rato do ior de bush, os dos mesmos, me sm serpente do circulo dos por o c esso s, vaso indos p dela mao,  da mesma casa politica a qui e é al lem do mar

e não tenteis insuflar duvidas nas gentes da relação deste guião operado mais uma vez pelos jornais e pela rtp, pois a manha da judite é óbvia e no contexto retira qualquer duvida sobre este eco

e n cao t en te is in s u f l da ar d uv id as nas gene net serpente  da relação ed ste do guiao o pera ad o massi um ave zorro zp  p elos jo rn ia,  é p dela, a da  rtp, p o isa da primeira manha da judite , é ov bv io,  é no c on tex t o r eti ira q u q l au we rato  d uv id a s ob re de este, é co