segunda-feira, janeiro 31, 2011

segunda parte da conversa com inglaterra e assuntos dos caes em campo de ourique


30 01 2011 segunda parte da conversa

se gun da p aret da cv one vaso serpente ra



sobre os caes de campo deo urique , acresço , que depois da gravaçao deste video, me lembrei de onde vira o triciclo ou bicicleta que me apareceu no sonho, que aponta a tal zona do chale,  pois ele me foi antes mostrado em dia recente , e me lembrei onde o vira,

serpente pn te ob r e os ca es de cam pode deo urique , ac r es ço coc q ue d ep o is da g ar v aç sao es de este v id deo, me lem brei deo da onda do vaso da ira do circulo  t rici cic clo o u bic sic l eta , quadrado é vaso eq  me ap receu no do sonho, psi, p o is ed dele,  me f oi ant es m os t ard circulo em dia re cente , e me lem br ei onda vi

ao descer a rua ao lado da sol ao rato para o rato, o tinham deixado, no interior de um vao, que estava prepositadamente iluminado e tinha um curioso pormenor que para ele me chamou a atençao, baloes coloridos por cima, ou seja como dando a ideia que essa puta do dn espelhou na foto do dn, a recentemente aqui comentada a seguir ao dias das eleiçoes, com dois sentidos, elevaçao, que pode ser morte, e ainda festa, ou seja parece dizer isto de uam elevaçao numa festa, a tal do pino, melhor dizendo a que tera servido para cravar um pino, e se calhar de uma morte como dinamo dessa enegria  

cao ed ds cera da primeira da rua cao lado , polacos, a da sol cao do rato para do circulo do rato, circulo dao tinha ham am dei x ad on o inter iro rode de um do vao, grupo d omario soares, q ue est ava pre ps o sita ad dam we en t ei lu minado,  é tinha um c uri s o por men o r q ue para dele , leme c ham o ua primeira,  a ten sao, b alo es c olo, nec,  rid os por c ima, o vaso do seja circulo do omo dando,  primeira da id dei ia q ue dessa puta do dn,  es p el ho un primeira f oto do dn, a rec ee en te aqui,  com en t ad a , primeira se guir cao do dias, psd,  das ele eri ço es, com do is s en t id os, ele eva sao es , q ue da pode,  ser morte, é a inda fe sta, o vaso do seja par rac ce di ze raro disto,  de uam ela lava ava sao es numa festa, a t al do pin do ino, mel hor di ze ene nedo da primeira q  ue teresa ara s ee rato vaso id o para c r av ara um pin oe, é se c al ç homem da ar de uma morte c omo din am io dessa ene gato rato ps do ia 
 

depois descansei um momento e num sonho, uma outra id se defeniu, o filho do uri
d ep o is d es can s ei,  um mome en toe,  n um do son ho, uma outra id da se d efe ni vaso , circulo do filho do uri

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