sábado, fevereiro 26, 2011

sexagesima sexta parte da arte das bombas em londres

sexagesima sexta parte da arte das bombas em londres


se xa ge sima , s e x t a p aret da arte das bombas em londres

retorno a um pormenor publicado em parte anterior, o que me diz o verso da pagina onde esta o esquisso, da planta do primeiro piso do autocarro, antes analizada, publicado em partes anteriores,

re torno da a um por men o rato rp pub l c iad o em p arte ante rato do ior, o q ue me di zo ver soda pa gina da onda ed desta, circulo do es q u iss o, da p l anta do pri mr io p iso sodo autocarro, ant es ana liz ad da primeira, pub li cado em p art es ante rato do iro espanhol,

esse esquisso foi a chave interpretativa do arpao, e do mecanismo do arpao se bem vos recordais da leitura recente deste ponto da analise, portanto o reverso me dira eventualmente mais sobre a id dessa mesma energia ou arpao

es se es q u isso fo ia da primeira c h ave inter rp pre eta tat iva ado ar pau, é do meca can is mo do ar pau sd da se be maior do vaso os reco rda is da lei it da tura re cente de este ponto , da ana lise, por rat ton crzu dp rato do aro da ar do vaso, rato do es circulo da me d ira eve en tua al lem nt é ema mais s ob re qa id dessa mesma , ene rato g ia circulo da ova do vaso do ar do pau







é uma minuta de um requerimento que o fernando soares, meu parceiro neste projecto rabiscou em meu caderno, embora nao se veja na pagina, está dirigido ao gabinete do coordenador do ingresso ao ensino superior,

é uma min vaso cruz primeira ade , um req ue rim en rt o toque do circulo do fernando, do soares, me eu par rec ei reo nest , é pro ject circulo r ab isco vaso em me vaso do cade rn do no, em bora n cao da se da eva do veja, br, na pa gina, esta, di rigido cao gabi nete nt , é dóc da dp rato da ar da dena , da ad dor do ing rato esso cao do en sino serpente do vaso do pedo iro,

vem ele solicitar a tal excelencia que lhe responda a um requerimento anterior no qual dava conta de um erro no preenchimento de dois digitos num formulario que o levara a ser colocado em coimbra, e que tendo apresentado uma exposiçao à c c p do ap, nao efectuou a matricula, e depois foi informado que estava assim em risco de comprometer o acesso a universidade, como entendeis, um dos mimos da burocracias portuguesas

vaso é maior dele , sol i citara t al é x e c len cia q ue le homem rea rato ap as on sd primeira da a um , req ue rim en to ante rato do iro no quadrado da ual da ava da conta de um me rr on circulo do pre en chi men to dedo is di g it os, n um for mula do rio q ue do circulo l eva do vara, ps, a ase ser c olo cado , br, em c oi mbr a, eq da ue t en dó ap pr rese sena td circulo, uma é x posi sic sao es acento da prime ria da cc, cristina coutinho, cp do da ap, n cao do efe circulo do tc cruz , circulo da ua da primeira mat ricula, é d ep circulo do is fo do oi do onze em for mado quadrado da ue de est ava primeira do si maior, é maior do rato do isco code com pro rome meter ero ac ess circulo da primeira da uni ver sida dade, circulo do omo en ten de is, um dos mimos da b ur coa rc ia serpente porto da guesa

coimbra terceira cidade do país, tras aqui algumas referencias nestes anos, e especificamente a marta ataca e ao tal deputado da ar, com ligaçoes a empresa de artes graficas e impressoras,

circulo oi mb ra da terceira, ilha, cida dedo do país, tvi, t rato as aqui al gum as refer ren en cias nest es ana os, é es pec if icam e rn tea da primeira da marta ata aca , é cao t al do deputado da ar, com liga ço es primeira da em pre s a d e art es g raf ica se impress , balsemao, circulo do rato às,

o primeiro aspecto que se realça é o aparecimento da ap, que aqui é uma sigla relacionada com o acesso ao ensino superior , donde ministerio de educaçao, mas tambem como sabeis, é sigla do porto de lisboa, que tambem apareceu, na analise como lugar de eventual confronto, entendido como imagem do mecanismo que tera depois levado ao bum, tambem ap, é alvo de muitas imagens e leituras constantes neste livro da vida, e de uma carruagem, locomotiva, loco maior ot iv circulo, salvo erro com o numero de 111 ,

circulo do primeiro as pec to do toque da se rea alça, é circulo do par rec ie maior nt circulo, o da ap, q ue aqui é uma sig la rato ela , a do ac cio n ada circulo do omo da primeria ac esso cao en sino super ior , don da onda min s it teri io de edu duc do caçao, ma serpente tam am tambem circulo do omo sabe , is sig lado do porto de lisboa, q ue é eta do tam am tambem a ap receu, na ana lise circulo do omo lu gato da ar de eve en tua al do confronto, en ten dido circulol do omo ima ge md circulo do meca can s imo q ue teresa ra d ep o is l eva ado cao do bum, e eta do tam am tambem ap, é al vaso circulo de mu it as ima ge ns e lei it turas co ns t ant es nest eli liv vaso roda david a, é de uma car rua ge maior , s alvo, é rr roco omo circulo n um do mer rodo do ero do 111

na verdade a sigla completa é apl, ou seja associaçao do porto de lisboa, que é a entidade responsavel em grande medida por toda a zona portuaria inclusive a do cais do sodre onde se deu a leitura recente da linhas das bicicletas aqui constante, em parte anteriores,

na verda dea primeira sig la com p l eta é apl, o vaso do seja ass soci cia da açao do porto, cidade, de lis boa, q ue é primeira en td iade rato es p os n ave l em g rande med ida por toda da primeria zon , primeira porto vaso da aria inc l us ive , primeira da doca is do s o dr, é onda da se d eu da primeira lei it da tura re cente da linha , sd as bic sic da ile eta saqui co ns t ante, em p arte ante rio rato espanhol,

ou seja inda ap, em si mesmo, quer tambem dizer , ass soci, grupo balsemao, sic, a sao do porto, cidade,

o vaso do seja da inda da ap, em si me sm o, q ue rata rata tam am tambem di ze rato do ass soci, gato do rupo do balsemao, sic, primeira sao do porto, cida dade

outra sigla que neste texto aparece se junta a esta, a C C P da Ap, ou seja , cristina coutinho, da cp, companhia de caminhos de ferro e antes tambem transtejo,

outra sig lac q ue nest é tex to ap a rece da se jun cruz primeria, a desta, a do ac CC Puta da Ap, o vaso do seja da cristina coutinho, da cp, com p anhi ad é ca do minho do home da sode do ferro, ps, é ant es tam da am tambem cruz ra sn tejo, trans do tejo, trans do rio, a trans morta no porto, cidade

nas entrelinhas sem cortar o texto, leio , o no , do ensino superior, e recordo a todas leituras nas intalaçoes do ministerio de educaçao aqui perto , na av de 24 de junho mesmo em frente ao cais da rocha conde de obidos, o no do ensino superior de coimbra, do tempo do ano propedeutico, que foi uma invençao do cardia, nos anos de agitaçao, um ano de compasso de espera para ingressar no ensino superior, o que me leva ainda a uma memoria dele, e de um pedido de desculpa dele, num debate aqui em alcantara sobre o filme , sex lies and video tape, aqui uma vez comentado, ou seja, um responsavel do ensino superior de coimbra, responsavel por mentiras desta natureza

n as en t r eli das linhas se mc orta aro tex to, lei dp no do en sino super ior, é recordo circulo da primeria dea de todas le it ur as nas intalaçoes do mini serpente cruz do rio de ed do caçao au ue per to , na av de 24 de junho , o mesmo, em fr en teao doca is da rocha do conde de ob id os, on circulo do nó do en sino super iro rode dd de c oi mb rato primeira, do te maior n podo ano prp pro dp ped ue tico, q ue f oi uma da in v en sao es do car do dia, nós ano sd é a gita taçao da açao, um do ano node do compasso, sode es pera do para ing r ess da ar no en sino super do ior, circulo q ue da me l eva a inda da a uma meo ria dele, é de um ped id o de d es culpa dele, n um de bate a qui aqui em al can tara s ob reo fil me , se do x l das lies ie es sand vaso ide deo circulo do tap ape, aqui uma vaso é zorro c oe maior nt ad dp vaso do seja, um rato do es ponsa ave el do enc sino s u pei r ort de co im br a r es p os navel por men t ir as de sta desta na tur, é za

este projecto do magic bus, era uma das ideias que trouxe do tempo antes, quando vivi em bruxelas, como forma de garantir meu rendimento, foi apresentado em requerimento em papel selado ao capitao do porto de tavira desse tempo, com seis copias pois esse era o numero das entidades que tinham de dar parecer sobre ele, a ria formosa, pois a praia se encontra numa zona protegida, o turismo, a direcçao geral dos portos que em meu caderno esta grafado como quadrado do se is puta, alfandega, e mais uma entidade que nao me recordo,

este por ject circulo, o do magi circulo do bus, é ra de uma das id deia serpentes q ue t r o ux , é do te mp o ant es, qua ando vaso iv ie maior de bruxe elas, c omo da forma de gara n tir me eu ren dim en to, f oi ap rese sena td circulo em req ue rie maior nt circulo, em pap el sela lado cao do capitao do porto de tavira desse tempo, com se is cop ia s p o is esse, e ra do circulo do n um mer do ero rodas en t id ad es q ue tinha do ham am de d ar pa recer s ob reo circulo do por ject circulo da primeira da ria for mosa, p o isa primeira da pr aia se en contra n uma zon primeira porte gida, o do turismo, primeira di rec çoa es ger da al do serpente dos portos , q ue é maior me vaso do cade rn circulo do noe sta g ra fado dc doc omo do quadrado do se is da puta , é al fan dega, é ema mais, uma en t id ad deque, madeira, n cao da me circulo do reco corda circulo co rda

da apresentaçao constou seis memorias descritivas, seis plantas da localizaçao, seis desenhos da instalaçao e o requerimento em si mesmo

da ap r es sn we taçao co ns to vao vaso use se is me mor ia s d es c rit iva serpentes, se is p l anta sd da primeria loca cali iza da ac sao es, se is de en h os da in s t ala sao es, é circulo do req ue rie maior n rt circulo em si do mesmo

como vos disse em parte anterior este projecto foi chumbado, por um acto de corrupçao e eventualmente , o seu comercio depois, e a prova é muito simples, pois o argumento que apresentaram para o chumbar, creio que uma ou mesmo duas das entidades, foi que ele, nao era, uma instalaçao de caracter nao permanente, ou temporaria, que era requesito para este tipo de instalaçoes, só lhe faltaria asas para melhor demonstrar esta falacia , visto que tem rodas e se move

circulo lodo omo vaso os di serpenet da se em p arte ante rato do iro de este por ject circulo , f oi circulo do homem, de um do bad da ad circulo do ado, por um acto de circulo da dp rup sao es, é eve en tua al , mente , o serpente do europeu co do mer do cio depois, é a primeira pro da ova , é mu it circulo do si mp primeiro es, p do circulo do iso ar g ue do maior do nt circulo do toque da ap da resen serpente en tar aram am para do circulo , circulo do home do um do bar do circulo do rei , circulo quadrado da ue de uma do circulo do ova do vaso do mesmo , duas das entidades, fo do oi quadrado da ue dele, elena n cao é ra de uma da in s t al ala sao es de cara rata do ac circulo da teresa n cao per mane te, serpenet do circulo do ó , primeiro he fala cruz da ria ad da asa , editora, serpente para mel hor demon da ostra da ar desta falacia, f ala ac cia ia , vaso do is to do toque te maior das rodas , é se maior do ove

sexagesima quinta parte da arte das bombas em londres

sexagesima quinta parte da arte das bombas em londres







se xa ge sima da quinta, a p arte da arte das bombas em londres






abro talvez pela segunda vez o diário de edipo, o perguntador , neste ultimos anos depois de zeza mo ter oferecido

ab br rato circulo t alvez p elsa é gun d ave zo di ra rio de ed ipo, c irc uk lodo per gun t ad dor , nest é u l t imo serpente ano 2005, sd ep o is de zeza mo teresa ero o fere circulo id , o

sonhara em breve com teus olhos grande luminosos e arregalados, e de repente me dera conta no recanto da memoria de que esses olhos correspondiam aos da rapariga que prefacia esta livro, numa bela exposiçao da estrutura da linguagem literaria e da porpria palavra ou verbo, e do conflito que esta narrativa, de alguma forma retracta, edipo , o que inquiri a cidade muda, que como esfinge que se pretende esfinge nao lhe reposnde ou teima o silencio, ou ainda nas vezes,. pelas respostas incompletas lhe adensa o enigma, pois a esfinge se quer esfinge, e os misterios ou se decifram ou se mantem misterios, elevados a deuses, e como diz alberto e bem, ao relembrar os potros castrados de jeminez, como imagem de todos os filhos que a cidade esfinge castra, até quando esfinge manteras este povo no pantano, por palavras semelhantes ou aproximadas, como uma interrogaçao, que é sempre um desafio e uma forma de desafiar, quando sairás meu povo deste pantano

s on primeira home ra em br eve com t es vaso olhos sg rande lu mino ossos , é ar re gala lados, e de r ep en te da me de r ac on tono re canto da me mr o ia deque desses, olhos cor r es pon di iam am cao da rapariga, q ue pre f ac ia desta liv rato circulo n uma b ela , é x posi sic sao es da est ru tura da lin gui a ge maior do lite ra rio primeira, é da por rp p ria pala vaso ra o vaso do verbo, é do c on for mula one kapa do lito, toque desta n ar rat iva, de al g ua am da forma r e t r ac cta, ed id dp o , o q ue inq u iri qa cida de mud a, q ue c omo es f inge q ue se pre ten de es fu ue inge n cao l he , r ep o sn deo vaso da te ima do circulo do silencio, o vaso da ua da primeria inda nas vaso , é zorro serpente p elas r es p o sats inc om p l eta s l he ad en sao eni gm a, p o isa primeira es f in ge da se q ue rato es fi n ge, e os mi s teri os o use dec if fr ram o vaso da se man te maior mi s teri os, ela ava lava ad os a d eu es sa sm, é c omo di zoror do sd a za do alberto, eb e mao ratyo dele, lem br art os potros c as t ard os de je mine zorro, c omo ima ge md é todos os fil homem os quadrado da ue da primeria da cida de es fu ing , é ca st ra, a té qua n dó es fi do ing , é manteras, vera, este p ovo no do pantano, por pala vaso rato as seme l h ane nets, c omo uma inter rato o g aç sao q ue é se mp re um de safio, é uma da forma de de sa fia ar, qua n dó sa ira serpente me eu p ovo d este pantano

maria lucia lepeki e dou por mim no leito ainda depois de sonhar com as tuas pernas, melhor te dizendo com o pedacinho que delas conheço ou presenti, em rede de malha fina rosa, e teus cabelos em ondas cor de cobre e teus olhso da cor dos meus a declinar o nome, , a maria da lucia, ou a maria lucia, le , pe do ki da da le, da latina europa, e me sobe na memoria uns outros olhos assim, da lucia sigalho , que um dia me apareceu na latina como pretensa jornalista de audiovisual, e pela conversa , me disse, esta rapariga é um bluff, hoje anda nas danças, ao que parece, tras uma companhia e recebe da tijela do ministerio como tantos outros toxico dependentes das migalhas dos subsidios, e de repente, ainda na cama, estou num quintal na rua que sobe do largo de neptuno, onde uma noite nestes anos foi ver umas curtas de um rapaz portugues que anda pela america tambem , essa rua, que é tambem da tv cabo e da pt e do restaurante arpao

maria lu cia le pe ki , é edu por do mim no do leito a inda d ep o is de s on homem da ar com as tua serpente das pernas, mel home ero te di zen do c omo peda cinho q ue delas, c on he ço o u pre s en ti, em rede de ma alha da fina rosa, é te us cab elos em onda sc cor de cobre, pt, é te us o l h soda da cor dos me usa primeira dec lina aro no me, , primeira da maria da lucia, o ua da maria lucia, le , pedo ki da da le, d a l tina da europa, é me s ob rena meo ria un serpente de ouras, o u t rato circulo do as dos olhos ass sima da lucia sig alho , q ue um dia me ap receu na la ti anc omo da pre ten sa do jornalista de audi vaso is ual, é p ela convers primeira , me di s se, esta , rapariga , é um b l u ff, home do oje anda nas danças, cao quadrado da ue da pa da rece, set cruz rato as uma cd da primeira companhia , é re ce bed da primeira ti jel ad o do ministerio, min s it rio c omo t ant os de outros to ox do xico dos d ep en dentes das mig alhas dos s ub s id io sede r ep en te a ina na cm primeira, est cao vaso n um quin t al na rua, q ue s obr redo l argo de ne pt un o, om n de uma do ano da noite nest es ano serpente fo ive rata uma serpenets das curtas, de um ar ap za port gues q ue da anda p ela am mer cia tam am tambem , essa rua, q ue é eta do tam am tambem da tv cabo, é da pt , é do r es taura nt, é ara pau

curiosa esta declinaçao de sigalho, em sig alho, pois talvez ontem dormia na cama, andava dentro do labirinto de londres as voltas, sem grande agitaçao, como fazendo uma circunvalaçao, estava doce o dormir, certamente que me trarias dentro de ti, e fui acordando devagar devagarinho, abri os olhos, olhei a parede e vi o calice doirado projectado pelo final do sol na parede, por cima da asa da demoiselle, olhei a sua cor quente e doirada, e nele vi depois ainda uma forma, como um lamina, que parecia um leme de barco , que apontava a asa branca esquerda onde agora em tua ausencia vai sentado o tigre do winnie the puff

cu rio sa , esta, dec lina sao es de sig alho, em sig alho, p o is t alvez on te maio dor mia ana cama, ana ad a av d en t rodo l abi rin to de londres ás volt as, se maior mg gato rande a gita taçao, c omo do fazendo , uma c irc un vala çao, est ava do ceo dor mir, ce rta em nt , é teque q ue da me t rata arias d en t rode das ti, é fu ue acord dande deo d eva gata da ar d eva g ar rinho, ab rio os olhos, o l he ia primeria da parede, lugar, e vi o cali ice do irado por ject ad o p elo fina l do sol na parede, por c ima da asa sada demo is elle, o l he ia s ua cor q u en te e dor id a, é nele vi d ep o is a inda uma da forma, c omo um lam am mina, q ue pa reci , um do leme eme mede barco , q ue ap ont ava primeira asa bar qa anca esquerda onda dea do agora em tua a use en cia vaso do ai s en t id dp ti g redo w in ni é t he puff

abro o livro e vejo nas folhas desta citaçao, logo em inicio duas marcas de feltro em cor semelhante a da forma da anta no cimo dos puffs

ab r dp liv r oe da eve do vejo n as das folhas de sta desta cita rta taçao, l ogo em i n i cio duas marcas de fel t rato circulo em cor seme l homem ante da primeira da forma da anta no c imo do sp u ff s

e penso para meu botao, curioso este mecanismo quer a lucia lepeki aqui descreve, que extraordinaria semelhança com as bestas desta cidade, quererem de mim fazer uma especie de edipo, e recordo como me vi neste espelho, como nos vemos espelhados em todos os bons livros e quando estou lendo, de novo a intruduçao dela, de novo,

é pen s o para me vaso bota circulo, c ur i so de este meca can is mo q ue ra luc ia le pe ki aqui d es c reve, q ue é x t r aco rato da dina rui a seme l h ança com as das bestas desta cida dade, q ue rato é rem de mim f az e rato de uma es pe cie de ed ip o, e recordo circulo, c omo da me vi nest é es p el h o, c omo nós v emo se es p el h ad os em todos os b on s liv rose q un dó est o u len do, de n ovo a int rud dc sao es dela, de n ovo,

... à medida que o drama se adensa em torno do fantastico, pas de deux executado por edipo e pela cidade, o discurso narrativo vai caminhando em direçao à grande concentraçao dramatica final, de natureza quase puramente romanesca: edipo na prisao

... à med id a q ue do circulo da dr am primeira ase se ad en sa em torno, o do fanta s tico, p as de de uz é x e cu t ado por ed i p o e, p ela cida deo circulo do di sc urso na r rat ivo vaso do ai ca min homem ando em di re çao à g rande c on c en t raçao dr am a tica fina l, dena t ur é za q u ase p ur ram nt e roman esca: ed ipo na pr isa sao

primeira fic sao es irc cu lodo omo da necessidade, mne, mec ess sida dade





corram is mais jovens da tribo...

o potro antes de ser castrado: era negro con tornasoles granas, verde y azules , todos de plata , como los escrabajos, y los cuervos, en suas ojos nuevos rojeaba a veces un fuego vivo,

o potro depois de castrado, pobre nuba vana rayo ayer templado y solido, parecia que ya no estaba sobre la tierra, que entre suas herraduras y las piedras um elemento nuevo lo aislaba ...

as vezes os mais jovens da tribo, os que ainda nao foram iniciados no ritual da tristeza , do enfado, e da inconscienca, saem entre os silvado , com os labios pretos de amoras, saltam e bradam nos rochedos de adamastor, saturados de maresia, relincham, penduram-se nas nuvens, logo, porem fitam a distancia já com saudades do que sao agora, ja´com melancolia herdada no sangue, já varados nas lagunas das frustraçoes ancestrais,

já com tudo isso nos olhos juvenis, mas relincham como o potro fogoso, antes de o esperarem ao caminho, cautro hombres, cruzados los velludos brazos sobre las camisetas de colores,

antes que os castre o exilio corram os mais jovens da tribo aos rochedos do admastor

cor ram is mais j ove en ns da t r ib o... o p dp t rato circulo da ant es de ser cat r ado: e ra ane negro con torn a soles g rana ana sm, verde y az uk l es , todos de p lata , c omo l os esc r aba j os, y l os c ue r v os, en s u as ojo sn ue evos roje aba primeira v e c es un f u ego vaso ivo, o potro de posi de c as t r ado, pobre n uba v ana ray o ayer, te mp lado y s o lido, par e cia q ue y ano est aba s ob r ela tie rr a, q ue en t re s u as her r ad ur as y l as pie dr as um ele lem en to n ue evo lo a is l aba ... as v e z es os mais jovens da t rib om, os q ue au inda n cao da forma in i cia ad os no rit ual da t r es ie t za , do en fado, é da inc on sc ien ca, sa é mairo men en t re os si l v ado , com os l abi os pre t os de a am moras, s al tam e br adam nós roc h ed os de ad dama man s t ior, sat ur ad os de mar es ia, r eli n cha am, ped ur am traço da inglesa se nas n uv es, l ogo, po rem fit ak la di s tan cia já com saudade , pes, advogada, saores, sd doque da sao do agora, ja´com mel anc coli a her dade no s ang ue maior da já v ar ad as nas la gun as das fr us t raçoes anc est rai s, já com tudo iss on nós olhos j uve ni s, ma s r elin c h am c omo do c o irc dc culo do potro fogo s o, ant es deo es pera rea am cao ca minho, ca u t ro h om br es, cruzados l os v ell u d os br az os s ob r elas, ca mise etas de c olo ratos es, ant es q ue os castre o e x e lio do io cor rom os mais jovens da t rib o a os roc h ed os do ad mas tor rt

se nao bastasse as razoes acima enunciadas, dou vos aviso para que nao o fazeis sem entender antes quem os manipulou, ou pagareis em decuplo!!!!!!!

s e n cao ba s tasse as r azo es ac ima en un ci ad as, do vas dd vos av isa sao para q ue n cao o f az ze is se maior men en tender ant es quadrado eu de um os man ip u lou, o u pa gare is em dec cup l o!!!!!!!

ontem pela noite, trazia em mim o estranho dizer da angela markel, nao mais ajuda enquanto nao houvesse novo guiao para a europa, entrei na net e fui procurar o europa do lars von trier, olhei o rapaz e me pareceu o namorado da marta lapa, o site dizia, larvs von trier, ele mesmo, depois vi o trailer do europa, um plano aqui ressuou, o do generico do lusitanea expresso, o comboio a passar debaixo dos olhos do rapaz, como uma linha identica ao pequeno video que aqui publiquei, a queda do muro, berlin

on te mp ela lan ano da noite, t r az x ia em mimo circulo do est r anho di ze rda da angela mark el, n cao mais da ajuda, mc, en q ua nt ton cao h o uve esse n ovo gui cao para da primeira do europa, tambem cinema aqui em campo de ourique, en t rei na net, é fu ip pro roc ur aro circulo do europa dol primerio da ars do von t rie rato ps , o l he io r ap az ze , cruz é mem pa receu do circulo da na mora ad a da marta lapa, circulo do site di iza, moda, l ar vaso serpenet von t rie rato , ele mesmo, d ep o is v io t rai da ler do europa, um p lan primeri ano o aqui r esso uou, o do g en rico do l us it ane nea primeria do jornal expresso, circulo do comboio , primeria ap ass da ar de ba e xo dos olhos do r ap az, c omo um da primeira da linha inde tica cao do pequeno, vaso ide o q ue a qui pub liq u ei, primeria queda do m ur o, be rato da lin







esta folha deverá ter sido a primeira da memoria descritiva do porjecto que apresentamos às entidades oficiais como pedido de autorizaçao do magic bus

e sta desta, a fo l homem da primeira da eve vera rá teresa s id o da priemria, primeira da me mor do ia d es c rit iva do por ject circulo, q ue ap resen t amo s às das en t id ad es o fi cia is c omo ped id circulo de au tori iza ac sao es do magi circulo do bus

a fui buscar as antigas caixas de meus arquivos nos olivais, e como repararao, tem a marca de tres agrafos, ou seja, quer isto dizer para mim, que deve ser mesmo a folha do rosto de diversas, por causa deste mesmo facto, nao encontrei as outras, portanto pressuponho tambem que as roubaram, provavelmente para depois apresentarem um projecto equivalente, pois como vos disse, anos mais tarde vi um assim nas praias portuguesas

primeira fu ue bus car às das antigas, ca ix as de me us arq u ivos nós olivais, é circulo do omo r epa rato arao, t ema primeira maraca de t ratos es a g ar f os, o vaso do seja, q ue rato disto, di ze rp do para da mim, q ue d eve ser do mesmo , primeira fo l h ad o rosto de diver sas por ca usa deste, o do mesmo , o do f ac ato, n cao en c on t rei às de outras, porta , cds, nt circulo , pre ess u p on ho tam am tambem q ue as r o ub aram, por v ave lem nt, é para de pop is ap resen t a rem um por ject o eq u iva al lente, p o is c omo vaso do os di serpente da se, ano serpente mais t arde, vi um ass si mna serpente pr aia s portu gato da ue ás

o corte das palavras deste requerimento, acioma, me diz,

circulo do co rte da as pal vaso rato as de estes req ue ei rato men to, ac cio oma, me di zorro,


me mor ia d es circulo dot rit iva refer é traço inglesa se , primeira pre es serpente en te me mo ria da pr ima mai air in st ala sao de um do bar da am bul lan te cu da ja loca cali iza sao es se serpenet da it tua na pr aia dec ab b ana serpente no c on circulo do el do ho da det av vaso da ira, circulo on fr rome p primero am nt a , a ane x ad da primeira de este bar, p da rate da ad primeira da ap pt ac acao, de um ex do traço do autocarro , da carris, mode elo circulo do mk 111, qq ue serpente circulo do fr reu ia serpente nec ess sara serpente da al teresa raçoes cao fi maior vaso ista man ten dó, no ent anto da primeria s ua ap pare ren maconica cia o rig gina da al, circulo do ac cu autocarro, de acor d c irc u loco md a p p primerio da anta d alo cali io circulo da iza sao ise ra serpente da it vaso da ad c irc u on primeira da ar reia, deo da onda se pre eve maconica, um da serpenet vaso da porte de madeira, ilho, en te rata par ent te sis t ipo est rato ado, qaudrado da ue da via ab a bb abi lize o primeira serpente da ua imp primerio rol da anta taçao é est stab bil id ade, cao do nivel, do primeiro, po iso , primeira sio l vaso sao, arqu it tec toni ca, ad pt ad a, éa prime ie ra de vaso bal cao cu rato vao circulo em madeira, é bancos, circulo do irc cu primero do ares, no do mesmo do primerio ocal, mar ria da al, quadrado da ue por do cura, igreja, es tt primeria da stab le ser por um do lado, uu mad ad da prik me ria da relacao da dinamica, com da primeira da es p lana ad da dp e 4 im eira , e x teri rato circulo do rato, é por de outro circulo da ria da a um es paço, rea ato ela cruz iva ivam mente, gato ra bd e no inte rio circulo do rao opnde as pessoas, se p oss sam maior do ov vim ne tar fá si l mente, primeira li fg ad da primeria sao, do prime rio oi do cao do segundo, p iso f ar tg r aço oi ing k l es seda da primeria ac é 3 n t o p dela, es circulo da ad dao circulo da rig gina da al , na p arte fe cha primeria do dado do segundo , p iso homem ave vera acento mesas , madris, rec t t ang gula ares, é ca iras de maderia, é na pa rte ab breta h omam vaso primeria é ra , uma da unica, mesa, circulo do irc cu l da ara, primeira eva cua sao das aguas, f ar ntraço inglesa se a ap dela, é xis ten cia de um es sg g oto, primeria in st ala rato de acor circulo com das cara rca ac teri ist ticas do terarto reno, circulo quaadrado da ual , se en dó da ar reia , per mite , uma da abs sor sao da revista maxima, acor primeria pre vaso ista pra do circulo, é x teri cvirculo rato da cera da se raa de an mar elo da caqui, cruz av da ira terceiro do circulo de jane iro de dez ano da ove de oitenta e um