sexta-feira, junho 07, 2013

DOIS XPS COM RELATO ACUSAÇÃO DE MAIS ESTE CRIME CONTRA MIM DE INTERNAMENTO COMPULSIVO NO JÚLIO DE MATOS


Estou farto dos vossos crimes e das vossas conjuras e farto da injustiça crónica contra meu filho, contra mim e muitos mais!
Exijo a justiça que me é devida a mim, a meu filho e a muitos mais!

(abaixo, extractos de dois documentos em formato xps sobre o ultimo crime contra mim cometido, o meu internamento em forma compulsiva, legal e criminosa no hospital psiquiátrico Júlio de Matos)
1.
Dia 16 de Maio de 2013, a meio da tarde recebi a visita semanal dos meus pais onde lhes dei conta de estar de partida para o Luxemburgo, para tentar apresentar uma queixa-crime contra o estado português. Quando voltei a casa ao final do dia, meu pai de novo me tocou a campainha acompanhado por um conjunto de polícias que me disseram ser da esquadra de Campo de Ourique
2.
Um deles me mostrou uma folha A4 fotocopiada com um aparente despacho assinado por um senhor, assinatura também fotocopiada, de um organismo do estado no domínio da saúde e me disseram, que com base nesse documento, os deveria acompanhar a uma consulta de urgência de psiquiatria no hospital S José em Lisboa o que aconteceu de seguida
3.
O documento acima citado, se a memoria não me engana, mencionava duas datas, 2 e 10 de Fevereiro deste ano pois não o trazia comigo no momento desta escrita. Esta fotocópia ficou comigo na minha mochila que depois do internamento recuperei da casa dos meus pais, sendo que já não se encontrava lá. Ou seja, ponho a possibilidade de a carta ter sido retirada da casa de meu pai, o que por extensão, me leva a perguntar, com que objectivo, talvez por saber que é falsa, e então no fundo, todo este crime, é um acto de me obstaculizar o acesso à justiça, neste caso a europeia, de ter ido ao Luxemburgo antes das férias judiciais
Primeiro documento, versão integral, ABAIXO



1.
No hospital de S. José, onde existem leituras e relatos ao longo dos anos no meu livro da vida, nomeadamente duas mortes, um homem da junta de freguesia do PSD e uma jovem mulher que caíra aparentemente numa pequena rua que o ladeira

Quando me estão forçando a tomar os comprimidos, um dos homens auxiliar, africano, trazia uma estranha cicatriz na face como um coração, seus gestos de braços e de mãos, eram de pugilistas, davam-se murros, as mãos encaixando depois de longos e abertos, movimento circular, ao ver o estranho personagem, me lembrei pela cicatriz, de uma mulher filmada no documentário que fiz para a expo 98, na zona das máquinas das entradas, pois trazia os quatro naipes tatuados na face, antes mesmo da única frase que se ouve, proferida pelo Gutierres, na altura primeiro-ministro, dizendo, em inglês, investir em Portugal compensa.

Ou seja, mais uma vez parece se desvelar uma outra história por detrás desta, talvez mesmo construída, como tantas vezes tem criado, sem peias de as montarem mesmo em crimes, como que através destes crimes, como é o caso deste, o do meu internamento compulsivo, pretenderem ainda uma leitura, e isto é mais um exemplo do crime maior por debaixo destes todos, o de esclavagismo.

No Júlio de Matos, que é uma espécie de imagem invertida do filme de Milos Forman, visto passarem os aviões mesmo por cima do pavilhão 21, tão baixos que se pode mesmo contar os rebites uma parte da imagem já a contei em pequeno texto anterior, sobre o que me pareceu ser ainda um reflexo à imagem da reina Sofia, contudo, a rampa que dá acesso ao pátio interior da estranha em sua forma, estrutura, que de alguma forma se encontra também em outros pavilhões, como desenhos de pentagramas e uma sugestão de transformers, me recordou ainda uma outra imagem com alguns anos e não muito tempo atrás de novo evocado, do presidente francês, Mideteran a descer numa semelhante estrutura para um submarino nuclear francês, esta imagem apareceu aqui em Portugal e foi estranho como o terei comentado na altura, pois um tremor de terra de seguida aconteceu, salvo erro também para as asias.
Segundo documento, versão integral, ABAIXO