quinta-feira, julho 11, 2013

sobre a Curia e a minha ida ao gabinete do primeiro ministro do Luxemburgo



Ontem dia 10, falei depois da hora de almoço com a senhora Mirian Mateus dos serviços da greffe, assim acho que se escreve, que é o lugar da recepção dos processos do tribunal europeu, que me informou que o meu pedido de assistência já se encontra com o presidente do tribunal depois de ter passado pelo secretário geral, Mr. E. Coulon. Segundo ainda me informou já tem numero de processo T-353/13AJ.

Ainda da parte da tarde, fui ao numero 4 de la rue de congrégation, onde se encontra o primeiro ministro confirmar se a minha carta enviada em 08 11 2011, registada com aviso de recepção, tinha ou não chegado, pois em Portugal nunca recebi o aviso de recepção.

Mostrei o documento oficial dos CTT desse envio como forma de provar o que lhe estava a dizer, respondeu-me o senhor da recepção muito taxativamente, sem mesmo verificar algum protocolo, que se eu não recebera o aviso de recepção era porque a carta não tinha chegado, depois chamou um outro senhor de nome  Fettes,  que creio ser do gabinete do ministro a quem expliquei a situação, dizendo-lhe que tinha enviado a carta ao primeiro ministro, por duas razões, porque tinha sido antes desviada uma outra carta que enviara à Curia, o que é um duplo crime, de desvio e de obstaculização à justiça e ao meu direito de queixa, onde levantava tambem questões que são tambem de natureza politica relativa ao acesso dos cidadãos à justiça europeia e que como não tinha encontrado em portugal em lado nenhum, inclusive na internet, a direcção do procurador geral, pedia na carta enviada ao primeiro ministro que a fizesse chegar a quem de direito e competência para estes assuntos.

Combinei então com o senhor Fettes, ir imprimir a carta de rosto e a do relato das ocorrências e de novo ali voltar para a entregar na recepção, onde o primeiro senhor que me atendeu a recepcionou, colocando um carimbo e uma rubrica, numa das folhas de uma cópia minha.

Depois fui ao sitio onde já antes estivera, onde estão os vasos dos quatro elementos, e me dirigi à casa do procurador geral, depois de falar com uma senhora num gabinete do res do chão, subi por indicação dela ao quarto andar.

Curioso estes edificios e belos com belos chãos e quase sem ninguem na hora em que lá estive, talvez por já serem 4 horas, e onde os andares tem depois portas fechadas com grandes X nos vidros, e um sistema de telefone muito bem sinalizado, toquei o 15, o 14 e o 11 se bem me recordo, mas ninguem atendia, depois pedi ajuda a um senhor que ia a entrar que me fez a gentileza de chamar alguem que creio ser do gabinete do procurador mas que não se identificou.

Ali falamos à porta, lá começei a explicar ao que vinha, que duas cartas minhas tinham sido desviadas, uma para a Curia, outra para o primeiro de ministro, pois acabara de vir de lá e assim o confirmei, que este crime era um crime muito complexo, cujo nucleo se prende com o roubo de meu filho a quem não vejo nem nada sei desde 2006.

Dificil como sempre de explicar este crime, o senhor que pelo que me disse, deverá trabalhar com crianças raptadas no espaço europeu, e quando lhe disse do roubo de meu filho que foi tambem um rapto, ele disse que não conhecia nenhum caso actual, depois pediu-me o meu nome, o nome de meu filho e a data de nascimento, eu insistindo com ele que o que me levava ali era o desvio de duas das minhas cartas, que eventualmente poderiam ter sido desviadas aqui no Luxembugo ou mesmo em Portugal, que isto era um crime, e que se inscrevia num crime maior contra mim, por obstaculização do acesso à justiça e ao direito de queixa, que era normal dentro da anormalidade deste crime, tal acontecer em forma quotidiana, o desvio de todo o tipo de comunicações, e que tal é feito a mando daqueles que estão interessados na manutenção do roubo de meu filho e que actuam em forma de associação criminosa transnacional.

Disse-me então que me deveria dirigir a um outro departamento, o parquet general, porque ali tratavam de outros assuntos, como questões europeias, de recursos de segunda instância se bem o percebi, e creio que tambem de questões relativas ao Luxemburgo. fiquei com uma estranha sensação de familiaridade, como se ele me conhecesse, e se calhar conhecesse este caso, um pouco a mesma sensação com um senhor da mesma estatura do que eu, que entrou na igreja dedicada a Miguel, que me parecera ser semelhante a um outro que vira num carro com motorista parado ao pé do hotel ibis em véspera e que me pareceu ser uma observação discreta, se calhar alguem da própria curia, fiquei a pensar se não seria mr Coulon.

Em baixo, foto do carimbo de recepção do gabinete do primeiro ministro depois de entregar a carta enviada em 2011 que foi desviada. Curioso, o facto do carimbo do leão estar invertido, e da relaçao com o nome Fettes, que pedi ao senhor que ma recepcionou que escrevesse pois não sabia como grafa-lo. Parece um espelho da imagem narrada em texto anterior publicada na catedral, onde o leão é um dragão tambem invertido e espelha ainda um outro recibo que eu trago da entrega da acusação em mão à Igreja de Roma em Lisboa, no Patriarcado, à uns anos atras, talvez 2008, assim o digo de memoria sem poder agora verificar, mas publicado no meu livro da vida onde o carimbo tambem ficou invertido. Tambem a acusação a Roma por participação activa no roubo de meu filho continua sem qualquer resposta até à data, a não ser o silêncio que sempre fala e diz, e muito!

hoje no jornal da manhã, parece que o primeiro ministro anunciará a demissão do governo, chamavam-lhe alguem no jornal, o ultimo dos dinaussários, curiosas mataforas animais nisto tudo. Numa foto do parlamento, se via uma cadeira vazia. Diziam que ele, o pm, tinha (tina) caido por causa dos serviços secretos mas em nada do que li explicavam o que se passara, a não ser uma menção entre parentesis sobre uma historia com um relogio, mas sem acrescentar pormenores, o relogio de que me lembrei ao isto hoje ler, foi o que entrou num comento relativo a uma imagem da lady Suum da Birmania, sobre o que considerei ser pelos factos e leituras concomitantes ao tempo, relativo ao tsunami de 2005





11 07 2013
paulo forte