segunda-feira, agosto 05, 2013

sobre o crime de internamento compulsivo no hospital psiquiatrico


À Juiza do 5º juizo, 2ª secção

1-Dirigi-me recentemente à secretaria deste tribunal para consultar o processo relativo ao internamento compulsivo do qual fui vitima, tendo o funcionario que trouxe o dossier me dito que estava arquivado, o que me pareceu estranho na medida em que nunca fui sobre este processo ouvido directamente ou indirectamente atraves de um advogado.

2-Como argumentei em forma escrita na queixa crime, que aqui anexo, (anexo primeiro) que em consequência deste processo enviei por correio registado com aviso de recepção no dia 11 06 2013, à procuradoria geral da republica, à ordem dos médicos, e aos ministros da saude e da justiça, este internamento compulsivo foi um crime planificado aparentemente com larga antecedencia por um grupo, que inclui os medicos directamente envolvidos no processo, e o considero uma tentativa de homicidio incluida num plano que existe em pratica com este prepósito desde pelo menos 2005 no qual se inclui desde 2006, o roubo, acto de tortura e abuso sobre o meu filho.

3-Se até a actual data, já recebi uma carta da ordem dos médicos, uma outra do centro hospitalar julio de matos, e ainda do gabinete da ministra da justiça, estranho é não ter tido até ao momento resposta da procuradoria geral da republica, isto é, seria expectavel que uma queixa desta natureza, num país onde os direitos dos cidadãos fossem respeitados, ter uma resposta celere, mas a realidade deste crime que corre contra mim, meu filho e muitos mais, tem provado sistematicamente o contrário, com a exepção de uma queixa recente sobre um crime que considero menor enquadrado neste crime de conspiração, pois desde 2006 que até o direito de queixa me tem sido negado em todos os orgãos judiciais e judiciários deste país, inclusive até ao supremo tribunal.

4-Alguns documentos consultados no processo do tribunal, conjuntamente com alguns outros factos, são em meu entender bastantes como prova de que este processo é criminoso e ilegal em seu processos.

5-Começando pelos factos, como declarado desde a primeira hora em que fui levado para a urgência do hospital S.José aos dois medicos que lá me atenderam, o Dr. Cabral Fernandes nunca foi meu medico psiquiatra. Tive até à data dois encontros com ele, um em 2006 ou 2007 no consultório dele, onde lhe dei conta do crime de obstaculização da queixa que apresentei contra colegas dele na ordem dos médicos, por envolvimento em forma criminosa no acto de tortura roubo e abuso de meu filho, desde o ano de 2004, pedindo-lhe ajuda sobre esta questão na ordem dos médicos, a que ele não deu qualquer seguimento, pelo menos do meu conhecimento.

6-A segunda vez, fui em meados do ano de 2011, quando meu pai o trouxe a minha casa, onde de novo a conversa abordou a mesma questão, ficando ele novamente de me dar resposta o que tambem não aconteceu, como é provado pelo registo de posterior conversa telefonica com ele, onde ele diz, que é melhor que eu desista, pois existe toda uma maquina oleada contra mim.

7-Ou seja, não trazendo eu com ele nenhuma relação terapeutica, e tendo estado com ele estas duas unicas vezes durante o período de tempo mencionado nos paragrafos anteriores, não está ele habilitado a fazer qualquer diagnóstico clinico sobre a minha pessoa.

8-Ora segundo fui informado na urgência do hospital onde o internamento compulsivo ocorreu, este internamento, baseia-se numa carta escrita pelo Dr Cabral Fernandes que aparentemente corresponde a um diagnostico, onde segundo os médicos, Gustavo de Jesus e Maria João Adelino, que pressuponho a terem lido, bem como posteriormente o médico Marco Gonçalves do hospital Júlio de Matos, me disseram sobre o seu conteudo unicamente que afirmava, que o paulo, poderia estar a desenvolver um ataque psicótico, ou seja, mais a mais uma afirmação escrita em modo condicional, isto é, sem afirmar qualquer certeza.

9-Esta carta nunca tive eu acesso a ela em sua integra, nem no acto de internamento em S. José nem durante o período de internamento que decorreu no hospital júlio de Matos, e tambem segundo informação pelos médicos prestada, que teria como data, janeiro ou fevereiro do corrente ano, sendo que o internamento ocorreu em Maio.

10-Ora esta carta pelo que observei no dossier do processo no tribunal, não se encontra nele incluida, o que é de estranhar em si mesmo, pois na aparência é o documento que está na base deste crime contra a minha pessoa, ou seja, deduzo, três  possibilidades, que a carta nem exista ou tenha existido, que tenha sido retirada do dossier do processo que consultei, e que eventualmente, caso não tenha sido apresentada ao tribunal, que consequentemente o tribunal a não terá avaliado.

11-De acordo com o articulado da lei da saude mental, depende o internamento unicamente da avalição mental, estando subtraido do tribunal a apreciação do mérito dessa avaliação, e sem prejuizo da posterior fase processual, se afira da bondade da decisão médica, mediante a realização das diligências previstas na referida lei, e ainda, que a decisão se estabelece com base no relatório médico, que como no paragrafo acima como digo, não consta do dossier do processo no tribunal, ao que acresce não trazer eu conhecimento de outras diligências efectuadas na posterior fase processual, onde se tenha aferido da bondade da decisão médica como a lei o define.

12-Consta de um documento que integra o processo do tribunal, uma carta da unidade de saude publica de Lisboa Oriental, extensão Julia Moreira, assinada por autoriedade de saude em forma ilegivel,  uma referência à data da carta aparentemente escrita pelo Dr Cabral Fernandes, como sendo de dia 10 de janeiro de 2013 e onde se menciona o encaminhamento para a urgência de psiquiatria S. Francisco Xavier acompanhada por carta e relatorio dele com a data supra mencionada.

13-Levantei eu tanto no hospital de S. José como posteriormente no hospital Júlio de Matos, acerca da legalidade deste acto de internamento compulsivo, entre outras questões abordadas no documento com queixa crime acima mencionado, do porquê de só no mês de Maio terem então procedido ao internamento.

14-Um outro documento anexado no processo do tribunal, diz da existência de um mandado de condução à urgência psiquiatrica com data de 06/02/2013 enviado ao comandante da PSP do Calvário emitido pelo Dr.Eduardo Magalhães a 10/01/2013, onde se informa o tribunal que não foi feito, pelas razões apresentadas na certidão do agente da PSP, e onde é ainda mencionado, que foi emitido a requerimento do médico psiquiatra do doente, e ainda, que existe o perigo iminente para os bens juridicos próprios e alheios, a recusa de submissão ao necessário tratamento médico e atendendo mais uma vez a deterioração aguda do seu estado, sendo assinado por Maria João Martins na qualidade de delegada de saude

15-Ora como provado, o médico Cabral Fernandes não é nem nunca foi meu médico psiquiatra, bem como a formulação especifica, " atendendo mais uma vez à deterioração agudo do seu estado" implicaria a existencia prévia de outras situaçoes de natureza semelhante, o que não é caso, nem nenhum documento existe no processo que o suporte, e da mesma forma, nenhum outro, suporta ou demonstra a afirmação "que existe o perigo iminente para os bens juridicos próprios e alheios" e ainda, a formulação "a recusa de submissão ao necessário tratamento médico" implicaria que um tratamento teria sido defenido anteiormente, e que teria havido um acto de recusa, o que tambem não é verdade.

16- Ora no ponto 12 deste documento, é mencionado a existencia de um relatório e de uma  carta do médico  Cabral Fernandes, com data 10/1/2013.

17- E um outro documento que consta do processo do tribunal sobre o encaminhamento para a urgência de psiquiatria diz, junta-se relatorio psiquiatrico do Dr. Cabral Fernandes com a data de 13 de Janeiro de 2013, ou seja, um relatorio de avaliação psiquiatrica com data posterior à carta dele.

18- Este documento tem ainda uma nota manuscrita, onde se diz, que contactado o colega João Cabral Fernandes, face à data do relatorio, indica (palavra ilegivel mas deduzida do contexto da frase) uma posterior ao dia de hoje, 10/01/2013, confirmou o conteudo do mesmo atestado, pelo que diz tratar-se de um equivoco obvio e aceita o mesmo como valido (não trago a certeza de serem as palavras exactas devido à escrita ser quase ilegivel, mas o seu sentido é este que acima se reproduz), tendo sido este documento segundo indicação no mesmo, visto pela procuradora Ana Paula Franco em 27/05/2013.

19- Ou seja, parece ter dado o tribunal conta da contradição entre as datas, da carta de acompanhamento do internamento e do relatório da avaliação psiquiatrica, pois o segundo é posterior à carta de internamento, e que posteriormente um colega dele, diz na nota manuscrita, que averigou com o Dr. Cabral Fernandes e que ele lhe terá dito que fora um lapso e que confirmava o atestado, que aparentemente nem é a carta nem o diagnóstico, pois lhe chama de atestado, e sendo que nenhum é em outro lado do processo mencionado, ou seja ainda, somando aos factos apresentados nos pontos anteriores sobre o médico Cabral Fernandes e da sua conduta, parece isto, indiciar um remendo numa acção que pelas datas se desvela, preparada, remendo esse feito por um colega, onde um novo lapso igualmente se desvela, ao mencionar, um atestado que não existe, ou pelo menos não é mencionado em mais nenhum documento dos constantes no processo, isto, se a discrepância das datas corresponder na realidade a estas, ou seja, se isto não for tambem uma mascara de maior discrepância entre as datas dos dois documentos passados pelo médico Cabral Fernandes, pois o pretenso diagnóstico não consta do processo.

20- Pois o que esta discrepância das datas e sua ordem diz, é que uma carta de internamento foi escrita antes do relatório da avaliação psiquiatrica, uma avaliaçao que nunca aconteceu pelo que acima demonstro e afirmo nos pontos, 7 a 10 e 15, pois uma carta de, ou, para internamento é mais simples e rápida de se escrever do que imaginar um relatorio, que deverá por essa mesma razão, ter sido deixado para depois, ou seja, a ser esta dedução verdadeira, reforça-se a suspeita do que o acto de internamento, para alem de ser ilegal, estaria provavelemente previsto, mesmo em data anterior.

21- Reforça ainda esta suspeita, o facto de que já nos anos de 2004 e 2005, um conjunto de psiquiatras estar envolvido no crime de roubo, abuso e tortura de meu filho menor e de mim mesmo, e de como o provei, terem actuado tambem em forma criminosa, atraves de mentiras.

22- Alerto ainda o tribunal para o facto de que a maior parte dos documentos que consultei no processo, são fotocopias, ou resultam de envios electronicos, e que neste crime contra mim e meu filho, não tem faltado desvios e controle de todo o genero das minhas comunicações até registadas com avisos de recepção, até falsificações de documentos de entidades oficiais, e que portanto suspeito que até eventualmente alguns dos documentos possam ter sido forjados, bem como notei alguns sem assinatura mesmo que fotocopiada,  como um fax datado de 30 05 2013 sem a assinatra do director clinico, e ainda, relatorio de avavliçao psiquiatra dos médicos Marco Goncalves e Paula Silveira Nunes,  sem assintura no lugar do director clinico, indicado como sendo jose salgado, de 24 05 2013 enviado ao juiz do 5ª juizo.

23- Mais estranho e passivel de reforçar esta realidade criminosa em diversos planos destes crime ao longo dos anos, é no dossier do processo que consultei no tribunal, estar uma carta dirigida ao juiz de Valongo, 3º juizo, av emidio navarro, 291, Valongo, mencionando como arguido, Jose Carlos de Jesus Boiça, assunto, depoiemento por video conferencia sem efeito, oficio de 7874958 de 23 04 2013,  em virtude de ter sido dado sem efeito o julgamento por desistencia de queixa, testemunha, Ricardo Daniel Lopes Costa,  e agente da PSP, caso e individuos que não conheço.

24- Diz a Lei de saude mental em seu articulado, nomeadamente no artigo 10 respeitante aos, direitos e deveres processuais do internando; ser informado dos direitos que lhe assitem, estar presente aos actos processuais que directamente lhe dizem respeito, excepto se o seu estado de saude o impedir; ser ouvido pelo juiz sempre que possa ser tomada uma decisão que pessoalmente o afecte, excepto se o seu estado de saude tornar a audiçao inutil ou assistido por defensor, constítuido ou nomeado, em todos os actos processuais  em que participar e ainda nos actos processuais que directamente lhe dizem respeito e em que não esteja presente, oferecer provas e requerer diligências que se lhe afigurem necessárias, e  ainda no artigo 11;  recorrer da decisão de internamento e da decisão que o mantenha, comunicar com a comissão prevista no art 38; tem o paciente o dever de se submeter aos tratamentos medicamente indicados, sem prejuizo no nº 2 do artigo 5º. Assim o li num dos documentos do tribunal constante do processo.

25-  E nenhum destes direitos me foi garantido durante este processo de internamento.

26- Tendo-me o tribunal nomeado um defensor, Dinis A Marques, cabe ainda informar que não recebi até esta data nenhum contacto da parte dele, e que só fui informado da existência dele, bastantes dias depois de estar internado no hospital Julio de Matos, pelo médico Marco Gonçalves, que me forneceu somente o nome e a morada, ao contrário de outro dado que consta num dos documentos do tribunal, o telefone, e estes factos traduziram tambem uma obstaculização a minha possibilidade de defesa a seguir ao internamento.

27- Contactei durante o período de internamento no hospital Júlio de Matos, a minha antiga advogada da minha empresa, Dr Carla Ferreira da Silva, com que depois do internamento estive, e que me relatou que telefonou para a secretaria do tribunal, que lhe responderam que para ter acesso ao processo, teria que falar primeiro com o médico, o que ela me disse ser em sua percepção, a consciência que tinham "tamponado", o acesso ao processo.

28- Anexo ainda o meu segundo documento sobre esta acusação relativa a este crime cometido contra a minha pessoa para permitir uma leitura mais abrangente deste crime, e requeiro ao tribunal a reabertura do processo, apresentando queixa crime contra todos os médicos envolvidos, por participação no crime de conspiracia que corre contra mim e meu filho desde 2004, por atentado contra a minha integridade, e por homicidio em forma tentada.

paulo forte

05 08 2013

esta carta será enviada ao tribunal antes do termino das ferias judiciais que agora decorrem e sendo que o segundo documento que hoje em baixo publico, se encontra como repararão ainda não terminado.






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1- Da prepotência criminosa dos médicos e dos actos de tortura, e de quem por detrás deles está, na senda das persiguições à imagem do antigo regime em Portugal na tentativa de manutenção do roubo de meu filho e do constante atentado contra a minha integridade.

2- Ontem dia 17 07 2013, tive a primeira consulta externa no hospital psiquiatrico Júlio de Matos com o médico que acompanhou o meu internamento, Marco Gonçalves.

3- Comecei por lhe mostrar o video que de novo recentemente republiquei, pois lhe tinha mencionado anteriormente como facto que prova que este internamento é um crime que já se encontrava preparado desde pelo menos janeiro de 2013,  onde está registada a conversa com o psiquiatra Cabral Fernandes em 20 de Junho de 2011,  referência no blogue, 325 M 20 06 2012,  onde ele afirma por sua própria voz, e passo a citar " que existe toda uma máquina oleada contra mim", fim de citação, e que no entender dele não vale a pena, o que antes, de novo como em 2006 ou 2007, lhe pedi, ajuda para compreender o que se passava na ordem dos medicos sobre a rejeição até à data das minhas queixas nomeadamente contra os psiquiatras envolvidos no crime de roubo e abuso de meu filho e de mim.

4- Todos os detalhes relativos a mais este psiquiatra, o Cabral Fernandes, encontram-se descritos em pormenor, na queixa crime relativa ao internamento compulsivo, que enviei à Ministra da Justiça, à Procuradoria Geral da Republica, à Ordem dos Medicos e ao Ministro da Saude, por cartas registadas com aviso de recepção, e sem qualquer resposta até esta data, com a exepção aparente da Ministra da Justiça, tambem comentada e respondida em dia recente. (vide referencias, video 524 M 25 06 2012, e posterior email para o gabinete no seguimento de uma aparente carta do gabinete dela). Digo aparente, pois como o provei nesse video, a carta é manhosa, ou seja, pode indicar ter sido falsificada e o seu conteudo é uma não resposta, igualmente manhosa e falaciosa em sua argumentação, que escamoteia a questão principal, idêntica a muitas recebidas de organismos oficiais nacionais e europeus ao longo destes anos.

5- Este psiquiatra, Cabral Fernandes, é quem assina uma carta que eu não li nem me deram cópia, mas que me disseram ser dele, com data de janeiro ou fevereiro de 2013 onde diz que eu, poderia estar a desenvolver um episódio psicótico, tendo eu sido internado compulsivamente como sabeis a 16 de Maio deste ano, ou seja, a ser verdade as informaçoes que nomeadamente os médicos na urgência de S. José e o próprio Marco Gonçalves me deram, prova isto por si, que tinham este crime preparado, pois essa carta foi um dos argumentos usados para justificar o meu internamento.

6- O médico Marco Gonçalves, ouviu esta declaração do Cabral Fernandes registada em video, mas não lhe deu importancia tendo sugerido por meias palavras que eu o tinha induzido a que ele desse essa resposta, ou seja, reforça este facto por si mesmo, a presunção tambem do envolvimento do médico Marco Gonçalves neste crime, preparado com antecedência, ou seja, com intenção prévia de dolo e feito em associação de malfeitores.

7- Acresço ao que escrevi no primeiro documento desta acusação contra este conjunto de médicos e terceiros não identificados e especificamente sobre o médico Cabral Fernandes, que o vi durante o internamento no hospital Julio de Matos numa pastelaria que por lá existe, ou seja, pressuponho que lá praticará tambem, e portanto pode existir uma relação profissional,  de conhecimento, proximidade ou mesmo de amizade entre os dois, suspeição que me foi indirectamente reforçada pela forma displiciente com que o Médico Marco Gonçalves, o comentou. Li recentemente  no metro, uma "mensagem" apresentada à minha consciência, de que o chefe de psiquiatria do hospital é intimo de uma das outras médicas que está envolvida no roubo e abuso de meu filho no ano de 2005, a Ana Paula Valente, e isto tem o valor facial que tem, pois não sei confirmar da sua veracidade, assim pretendeu alguem terceiro o dizer, nem sei quem é o chefe de psiquiatria do hospital, o único com que me cruzei há uns anos atrás numa urgência de um outro hospital, o de Santa Maria, é que me foi apresentado como sendo o chefe de serviço desse hospital, contudo não é displiciente pensar que os elementos de um dos grupos de 2005 possam ter estado envolvidos por detrás neste crime de agora.

8-  E ainda que não existe nenhuma dúvida pelos factos descritos no primeiro documento, que este Médico, Cabral Fernandes, foi um dos elementos chaves na perpetuação deste crime e da ilegalidade em que se baseou, que me conduziu ao internamento complusivo.

9- Pois um dos aparentes documentos que terá sido usado neste crime, é a carta escrita por ele, datada em janeiro ou fevereiro de 2013, onde tambem segundo me informaram, ele declara que eu, poderei estar a desenvolver um episódio psicótico, sendo que este internamento complusivo acontece em 16 de Maio do corrente ano.

10- Digo aparentes documentos, pois não me os deram a ler, a informação relativa ao seu conteudo e data, foi-me fornecida numa das consultas com o médico Marco Gonçalves durante o periodo de internamento, e porque, este tem sido um dos processos criminosos constantes ao longo de todos os anos que dura este crime contra mim, meu filho e muitos mais em diversos sub crimes, o de sonegar constantemente o acesso à informação com que os suportam, que visa tambem, a possibilidade de alteração posterior dos próprios documentos caso seja necessário às tácticas criminosas, ou mesmo em alguns casos, como tem acontecido, quando tenho documentos, os virem depois roubar a minha casa entrando em forma ilegal.

11- Como frisei no primeiro documento desta acusação, a ser verdade, as informações relativas a esta carta do médico Cabral Fernandes, prova em si mesmo, a existência de um crime montado e organizado préviamente, donde planificado no tempo, com vista ao meu internamento compulsivo.

12- Pois por um lado, a formulação, de que eu poderia estar a desenvolver um episódio psicótico, terá pela data do documento, de ser referente ao principio do ano ou mesmo antes, depois, um episódio, é um episódio, ou seja, uma situação, ou comportamento, ou quadro psicologico que de um momento para um outro, derivado de uma causa ou causas, altera o que se pode considerar, o equilibro psicologico e consequentemente comportamental dito normal de um individuo, ou seja, ainda, um eventual episódio desta natureza, ou se auto regula por si mesmo, ou por intervenção especializada, ou pode ainda derivar para uma sintomatologia consistente no tempo.

13- A questão de fundo, aqui, que prova a falsidade desta declaração, é, como poderia o psiquiatra Cabral Fernandes ter chegado a este diagnostico, que antes de mais é formulado em forma condicional, poderia estar a ter, ou seja, nem é taxativa a afirmação, na medida, em que por ele não fui observado.

14- Recordo de novo aqui o que relatei no primeiro documento da minha acusação relativo a este crime contra mim relativamente ao Cabral Fernandes. Estive com este senhor duas vezes, uma primeira no ano de 2006 ou 2007, e outra em 2012, por volta do mês do final de Abril princípio de Maio.

15- O primeiro ocorreu por sugestão do meu pai, e decorreu no consultório dele ao pé das instalações do tribunal de familia e menores de Lisboa, onde eu lhe dei conta do envolvimento em forma criminosa de colegas do ramo médico dele, médicas Teresa Maia, Ana Paula Valente e Helena Sequeira, no crime de roubo e abuso de meu filho e de mim mesmo, e lhe pedi ajuda relativamente às queixas que já na altura tinha apresentado na Ordem dos Medicos contra elas e que se encontram até à data sem nenhuma resposta, Deixei-lhe as referências online dos documentos relativo a este crime, para que ele os pudesse avaliar e combinamos que depois de os estudar me telefonaria, o que tambem nunca aconteceu, ou seja ainda, diz este facto que pelo menos desde esse tempo, o médico Cabral Fernandes se encontra a par deste crime cometido por colegas dele, e diz tambem do caracter dele, como sendo pessoa em que não se pode confiar. (todos os documentos relativos a estes crimes perpetuados pelas mencionadas neste ponto, se encontram, ou pelo menos se encontravam on line, alguns deles com versões traduzidas em inglês)
16- O segundo encontro, foi uma supresa para mim, trouxe-o meu pai a minha casa, e ao chegar me perguntou se me podia ajudar, que o meu pai lhe dissera que achava que eu estava muito sózinho,  ao que eu lhe recordei, que passado todos estes anos continuava à espera da resposta que ele me prometera. Este encontro em 2012 decorreu no mês onde fruto de um envenamento, tive diversos problemas de ordem fisíca, que lhe dei conta, lhe dizendo, que o que eu na altura precisava, era de um médico especialista nos sintomas fisícos que padecia, e que a nivel psicologico não precisava de nenhum apoio, e que continuava a aguardar era a ajuda que lhe pedira sobre o crime de obstaculização da justiça na Ordem dos Médicos, pois como é de lei, um cidadão pode apresentar queixa contra médicos na respectiva ordem.
17 - O video 325 M 20 06 2012 é a gravação do telefonema que lhe fiz, passado talvez um mês do segundo encontro, à ausência de qualquer resposta dele, ou seja pela segunda vez me provou não ser uma pessoa confiável, o que pode indiciar outros interesses neste crime, o que é concordante com a sua posterior participação no crime de internamento complusivo.
18 - Como friso no primeiro documento relativo a este crime, não tive nenhuma relação terapeutica com o médico psiquiatra Cabral Fernandes, como se prova pelos factos acima narrados, e portanto não o podia nunca habilitar a fazer um diagnóstico sobre a minha pessoa, o que é concordante, em termos da protecção pessoal dele mesmo, com o uso da forma condicional, descrito no ponto nono deste documento.
19 - Friso ainda, que analisando a conversa com ele registada em video, não posso deixar de notar a enorme confusão temática que ele introduziu, relacionando assuntos, como declarações de miguel cadilhe sobre a criação de uma nova taxa, o resultado das eleiçoes gregas, e de um enigmático, eles, que voltaram, aparentemente segundo ele, fruto do resultado das referidas eleiçoes, que nada tinham a ver com a questão que me levou a telefonar-lhe e que era pretender obter a resposta que ele me prometera de novo dar e que não dera da mesma forma que o fizera em 2006 ou 2007, no primeiro encontro de dois que com ele tive até à data.
20 -  Ou seja ainda, por um lado afirmou ele nessa conversa, "que existe toda uma máquina oleada contra mim" e depois o discurso dele deriva para assuntos que aparentemente nada tem a ver com a questão, a não ser que ele saiba e possa demonstrar e suster uma qualquer relação, nomeadamente em relação à existência de toda uma máquina montada contra mim, que teria então de pressumir, passar tambem, ou ser influenciada inclusive pelos resultados eleitorais gregos, ou pelo Miguel Cadilhe, entre outras causas e aparentes efeitos.
21- Podendo ou não o médico Cabral Fernandes, demonstrar e suster as relações entre os argumentos e realidades que comenta nesta conversa e a existência de toda uma máquina montada contra mim, é um facto que não o fez e portanto a leitura geral do conteudo da conversa, denota um estado confusional ao nivel das ideias e do discurso que pode apontar eventuais perturbações do foro psicológico.
22- Igualmente estranho naquilo que por si significa, atendendo primeiro que é um ser humano,  e que é um médico psiquiatra, ou seja alguem que por prática profissional lida com questões e problemáticas humanas, o conselho que na conversa me dá, de que na sua opinião me deveria virar para mim mesmo, que complementado com as outras frases contextuais na conversa, adquire o sentido, deixe de lutar pelo seu filho.
23- Relembro que esta persiguição e envolvimento de um conjunto de médicos psiquiátricos no roubo de meu filho vem desde 2004, de ter descoberto mais tarde, que o meu filho sem o meu conhecimento ou anuência, tinha sido levado à consultas com uma das psiquiatras acima mencionadas, Helena Sequeiro, que este crime foi na altura coberto pelo colegio Moderno, ou seja, com o beneplácio e participação activa dos socialistas na medida em que a directora do colégio, Isabel Soares, é filha do Mário Soares e que muitos outros factos deste crime provam a implicação do partido socialista nele, que em 2005 com vista à oficialização do roubo de meu filho nos actos criminosos praticados no e através do Tribunal de Familia e Menores de Lisboa, me foi diagnosticado ao tempo em forma mentirosa e prepositadamente assim feito, por uma das médicas envolvidas, Teresa Maia, como sofredor de uma perturbação bipolar. Ou seja ainda em 2005, em forma criminosa susteram que eu sofria de uma pertubação bipolar, agora em 2012 que sofro de delirios, o que são perturbações de distinta natureza, e por esta simples constetação, se desvela tambem a falsidade dos diagnósticos.
24- Ou seja ainda, todos estes factos criminosos que decorreram desde 2004 e 2005, juntamente com este crime agora cometido em Maio de 2013, sustem o que tenho vindo a afirmar, que desde sempre e antes mesmo da concretização do roubo de meu filho, um grupo organizado de psiquiatras se encontra envolvido.
25- Voltando de novo a esta consulta que decorreu no dia 17 07 2013, dei de seguida conta ao médico Marco Gonçalves de que tinha ido ao tribunal criminal europeu, bem como à polícia e ao primeiro ministro demissionário do Luxemburgo, e notei neste ponto do diálogo um manifesto interesse da parte dele em saber pormenores relativamente a esta questão, ou seja, foi nítida a preocupação dele em saber desta minha iniciativa.
26- Como sabeis, pois igualmente publiquei (incluídos como anexos na queixa crime que apresentei)  cópias dos documentos fornecidos pelo médico Marco Gonçalves, especificamente no relatório de alta de 30 de Maio de 2013 e passo a citar " no internamento apura-se ideias de convicção inabalável relacionadas com uma "Cabala" (sic) onde alegadamente terá já efectuado queixas em organismos oficiais nacionais e planeava apresentar um processo crime no Luxemburgo pelo "roubo do filho" (sic), compatível com delírio sistematizado de evolução prolongada" fim da citação.
27- Em verdade como sabeis, este internamento ocorreu no dia véspera da minha partida para o Luxemburgo e me mantiveram internado até ao começo das férias judiciais do tribunal criminal europeu (de 1 a 30 de junho segundo informação recolhida no site do tribunal), o que traduz em termos práticos, mais uma obstaculização à minha demanda de justiça, pois tive que esperar mais um mês para lá ir, e  mais uma vez, este facto em si mesmo, reforça a suspeição do interesse político por detrás deste crime de internamento compulsivo.
28- Ainda nesta consulta de 17 07 2013 comuniquei ao médico, os sintomas que senti consequência do medicamento que me receitou após o internamento, pois é claro para mim que esses sintomas são derivados desse quimico. Afirmo claramente esta consciência, pois os sintomas apareceram com os químicos prescritos e nada de outros, (alguns deles como as pontadas de dor na cabeça, as tonturas e a sonolência já se tinham manifestado durante o período de internamento), e que não são derivados de outros tipos de doenças, pois nenhuma se manifestou no entretanto, com a excepção relatada, de em vésperas da minha ida ao Luxemburgo para apresentação da minha queixa ao tribunal criminal europeu, me terem de novo dado uma qualquer substância que de novo me afectou o fígado.
29- Quando lhe falei das dores, como as pontadas que tenho no crâneo, hemisferio esquerdo e parte anterior, me disse que em seu entender eram de origem psicossomatica, e que deveria consultar o meu médico de familia. Ou seja, e vos digo eu como muitos médicos o sabem e concordarão, primeiro, psicossomática (meia do ps ), são todas as doenças e dores que um corpo pode ter, isto é, nunca existe uma divisão fracturante entre o que se chama de corpo e mente, que foi o que lhe respondi, e aprofundando este tema com ele, o que entendi do que ele dizia sem dizer, era que consideraria as dores que lhe descrevia, eventualmente como produto da minha imaginação. Independentemente de ele considerar ou não estas dores como produto da minha imaginação, é um acto de irresponsabilidade clínica, remeter para um outro medico, aquilo que é provocado por o "tratamento" prescrito por um outro.
30- Em segundo lugar, remeter para o médico de familia a análise e tratamento das causas dos sintomas que lhe descrevi é tambem uma impossibilidade real, pois nem trago eu medico de familia, (nemo cruz primeira) continuo à espera há mais de um ano de que me atribuam um. (vide referências às minhas idas ao centro de saude oriental de Lisboa, na altura do envenamento que me abriu chagas nas pernas).
31- Como sabeis dos relatos publicados em forma oral em videos e em forma escrita na altura das minhas idas ao centro de saude oriental de Lisboa pelas dores no figado quando se abriram inclusive chagas nas minhas pernas, (vide referências sobre estas idas ao entro de saúde oriental e de seguida às urgências do hospital amadora sintra), e onde tambem por razões de mudança de residência pedi a atribuição de um médico de familia, foi-me informado, especificamente pelo senhor da segurança, que o universo dos doentes inscritos neste centro de saúde ultrapassa os cem mil, que antes dos cortes no pessoal, médicos inclusive, cada médico de familia atendia em média cerca de setecentos e que depois dos cortes, a situação se agravou, passando cada um a atender mais de mil, ou seja,  é isto imagem clara do caos existente no domínio da saude publica em Portugal, e da total ineficácia e falência do sistema nacional de saude.
32- Sobre os outros sintomas, nomeadamente as tonturas, quando lhe perguntei se tinha conhecimento por outros casos de reações semelhantes, respondeu-me de forma pouco clara que sim, que seria normal ter tonturas, ao que eu lhe respondi, que ter estes sintomas, ou mesmo as dores no crâneo como pontadas, como qualquer dor, diz-nos sempre que algo não está bem em nosso corpo, e neste caso, devido aos quimicos que me foram receitados.
33- Antes tinha-me perguntado como me sentia, e eu lhe dissera que me sentia mal, pois os efeitos do medicamento, nomeadamente as constantes tonturas, e o tremer muscular, com a consequente dificuldade motrocidade fina, isto é, dificuldade no controle dos movimentos do corpo nomeadamente os de precisão ou os que têm de usar a força, criam problemas até de equilibrio psicológico, pois a consciência nos diz que nos encontramos debelitados em relação ao que habitualmente sabemos ser, ou sabemos do nosso ser, ou seja ainda, psicologicamente se traduz numa consciência de incapacidade e amputação ou diminuição das nossas capacidades que nunca é agradavel de sentir.
34- Neste ponto, abaixo, cópia de um texto onde abordo o meu diagnóstico consequência dos actos clinicos cometido contra a minha pessoa, através deste internamento compulsivo. Este texto que se integra neste ponto, foi escrito durante a minha estada no Luxemburgo.
Hoje dia 08 07 2013, pela primeira hora, entreguei um pedido de apoio judiciário na Curia, tribunal criminal europeu onde inclui como anexos duas cartas das enviadas inicialmente em 2011 e duas de agora. Estive nos serviços que contactei em 2011 por fax e telefone, e fui atendido por uma das senhoras portuguesa, Miriam Mateus, com que inclusive falei ao telefone em 2011 como publicado em video no meu livro da vida, nessa altura.
Lembrava-se a senhora Miriam Mateus, deste caso, como o pude confirmar quando lhe falei do desaparecimento no tribunal da minha primeira carta enviada por fax dos CTT dos restauradores em Lisboa a 8 de julho de 2011, pois de novo me apresentou o mesmo argumento que outros na altura evocaram nas conversas telefonicas, de que o número de endereço era distinto do deles, ao que eu respondi da mesma maneira, que o tinha obtido na página da internet do site do tribunal como sendo o do tribunal, ou seja, se verdadeiro, a primeira carta poderá ter sido desviada no atendimento que corresponde ao número do tribunal para o qual foi endereçada, pois como na altura confirmei o número para o qual enviei é na realidade um numero do tribunal.
Anexei ao formulário do pedido de apoio que hoje me recepcionaram, fotocópias de duas das três cartas que na altura enviei ao tribunal, a acima referenciada e a de 18 de julho endereçada à senhora, onde entre outros dou conta ao tribunal do desvio da primeira carta. Todos estes documentos foram publicados no meus blogues na altura destes factos.
Só tenho condições para poder esperar uma resposta, se a houver, nos próximos dias, depois o dinheiro se acabará  e terei que voltar a Portugal, como digo na carta que lá deixei endereçada ao secretario geral do tribunal Mr E Coulon, explicou-me a senhora que este tipo de pedidos passam primeiro por um senhor e depois são analisados pelo juiz presidente do tribunal, de nome Mr Jaeger,  segundo me indicou, (onde já estaria segundo a senhora Miriam Mateus mo confirmou pelo telefone ainda no Luxembrugo)
Se não obtiver apoio desta instituição, creio que em Portugal me tentarão internar de novo num hospital psiquiatrico ou pior. Um dos papeis que trouxe do hospital menciona um exame à cabeça que não me recordo de ter feito, isto é, se o foi, terá sido feito quando me encontrava sedado ou mesmo a dormir. Poderá ter sido uma tac, mas não vem mencionado, o que reforça a leitura de uma omissão prepositada.
Atendendo às tonturas nas mudanças de posição do corpo ou mesmo da cabeça, às pontadas de dor que de vez em quando tenho na cabeça especialmente no hemisfério esquerdo, e alguns outros sintomas como sentir uma pressão de dentro do crâneo, como se a cabeça estivesse a crescer, bem como outros tipos de dificuldades, falta de controlo motor fino, dificuldades de fala e visão, memória e capacidade de concentração, e falta de libido, me pergunto se não me terão feito tambem sem meu conhecimento ou anuência, uma operação laser, pelo nariz, ou seja, uma especie de lobotomia como hoje se fazem, um  laser que corta alguns dos feixos nervosos de ligação entre os dois lobulos. Nada destes sintomas tinha eu antes do internamento, mas podem ser efeitos dos muitos quimicos que  lá me deram e da dosagem elevada do que me continuaram a dar depois da saida do hospital. Tão elevada é a dose que  na terceira farmácia onde entrei para o comprar, tiveram que o encomendar, todas elas, tinham o comprimido em doses menores, ou seja, tendo sido este acto um crime como o seu processo por si mesmo demostra, a manutenção de uma dose elevada, desvela a intenção da manutenção dos danos, e eventualmente de os agravar.
E como sabeis, o meu internamento, foi um crime em si mesmo. uma fotocopia quase ilegivel que me foi dada a ler pelo chefe dos policias que com meu pai foram a minha casa buscar-me, assinada aparentemente por um delegado de saude ou equivalente em fevereiro deste ano, quando o internamento compulsivo foi feito em 16 de maio, um carta aparentemente do psiquiatra cabral fernandes, de janeiro, que segundo me disseram, dizia que eu poderia estar a desenvolver um episodio psicotico, e segundo o outro psiquiatra do hospital, uma autorização do tribunal para o internamento com data do dia a seguir ao meu internamento, e como sempre ao longo de todo este crime, nem cópias de nenhum destes documentos me deram, ou seja, abrem sempre a possibilidade de posteriormente se lhes for necessario alterarem os dados, ou mesmo as datas, para esconder o crime, com a vantagem ainda de poderem usar este argumento como prova da minha insanidade mental.
Como alguns se recordarão e poderão verificar, de seguida à minha saída do hospital, apareceram em capas de jornais portugueses neste constante mecanismo de espelhos, uma foto da racha entre os polos da terra e outra sobre o mapeamento do cerebro, com um estranho título, qualquer coisa no genero, finalmente o cerebro mapeado, o que como sabeis não é verdadeiro pois já existem muitas fotos do genero desde há muitos anos, ou seja pareceu-me por estas noticias que poderiam estar a falar metaforicamente do que se tinha passado no internamento, ou serem as useiras induções que constantemente fazem ao longo de todos estes anos atraves de uma acção concertada em todos os medias, como provado ad infinitum.
Contudo como relembro em declaração video recente, a linha das lobotomias, está no meu livro da vida desde há muitos anos referida, se bem me lembro de memória, através de um primeiro comentário do livro do médico Damásio, do caso clinico do philias fogg, o que outrora levou com uma barra de ferro na cabeça e depois foi usado como cobaia inclusive para fundamentar teorias psiquiátricas relativas ao conhecimento do cerebro e das àreas e da correspondência com as funções cognitivas, e ainda outras linhas posteriores.
Todos estes processos persecutórios são conhecidos, o de apagar uma voz que protesta em justiça, que luta pelos seus direitos e pela defesa do seu filho, pois já foram feitos antes a outros, nomeadamente, tentando reduzi-los a  vegetais.
Neste ponto onde me encontro, cada vez mais claro se afigura uma das intenções nucleares e desde sempre presente neste crime, o de me matarem para depois matarem o meu filho, ou dele fazerem escravo como me tem feito a mim, isto se o Francisco for na realidade meu filho de sangue, pois como sabeis, nem isto pelas condiçoes deste crime o posso saber, e pode isto ainda esconder uma outra realidade mais perversa como o detetctei em analise publicada no meu blogue sea matters, a possibilidade de o filho ter sido trocado à nascença e ter sido inclusive morto, sendo então este crime orientado desde sempre por quem o perpetua para esconder este outro crime e as razões e motivos que por detrás dele estão, se esta hipotese corresponder ao que na verdade se passou.
paulo forte
08 07 2013
35- Ainda na consulta de 17 07 2013 e face ao conversado, lhe disse ainda, que me tinham mantido quinze dias internado em observação, e que dos papeis clinicos que ele me dera, não tinham referência a nenhum diagnóstico específico, ou seja, que como a própria escrita dele prova, não conseguiram diagnosticar, identificar nenhuma doença ou perturbação do foro mental. De novo neste ponto o médico Marco Gonçalves, insistiu que "havia um quadro de diagnóstico exploratório" (sic) de perturbação delirante, que é tambem um termo que consta do relatorio de alta que ele redigiu, a seguir a um enigmatico HD.
36- Ora o que ele classifica de eventual perturbação delirante, assenta no julgamento que ele próprio fez dos factos que lhe narrei, como ele próprio escreveu, "ideias de convicção inabaláveis relacionadas com a existência de uma cabala, (sic) onde alegadamente", palavra tambem usada em termos juridicos, " terá já efectuado várias queixas em organismos oficiais nacionais e planeava apresentar processo crime no Luxemburgo pelo "roubo do meu filho", que como acrescenta são compativeis com delírio sistematizado de evolução prolongada
37- A questão e os factos, são que estas afirmações minhas que ele apensa no relatorio dele, são reais e fundamentadas, pois me tenho queixado em forma sistemática ao longo de todos estes anos a diversas autoriedades como provado no meus blogues, nomeadamente pela publicação dessas mesmas queixas e pelos comprovativos de envios e de recepção,  e portanto não são do domínio do que se poderia considerar uma perturbação delirante, da mesma forma que se o que lhe narrei, não correspondesse à realidade factual da minha vida e dos contínuos crimes a que me sujeitam e sujeitam meu filho, poderiam nestas circunstâncias, indicar estar perante um individuo que poderia estar a ter uma perturbação delirante.
38- Chamei, termo de aplicação jurídica, à palavra, alegadamente, dois períodos acima, pois quando um aparente paciente conta factos a um médico, está a alegar, isto é, está a fornecer a sua interpretação simultanemente objectiva e subjectiva dos factos que conhece, que o médico ou qualquer outra pessoa, pode acreditar ou não, mas que é sempre como em todas as situaçoes da vida, necessário averiguar, ou seja ainda, alegar, e o uso especifico desta palavra, demonstra à priori a existência de uma suspeita de que os factos narrados não correspondem necessáriamente a verdade factual a que se reportam, ou assim pela escrita o médico o faz entender.
39- Como uma vez o médico Marco Gonçalves me disse em consulta ainda no período de internamento, não era ele que me ia julgar, mas em verdade a sustentação do diagnóstico, corresponde a um julgamento que nem o é, pois partiu pura e simplesmente da assunção que os factos reais do crime contra mim, meu filho e muitos mais que lhe narrei, são delírios, o que levanta por consequência as seguintes questões e suporta ainda uma outra dedução.
40- Ou seja, se não cabe a um médico tornar-se detective ou juiz, cabe à priori, naquilo que se define como uma relação de confiança, pelo menos, o acreditar naquilo que um eventual paciente lhe está dizer, e que nestas áreas de saude dita mental, existem quanto mais não seja pela observação que é feita nomeadamente num período de internamento, outros dados e ferramentas que lhe permitirão obter um diagnóstico, sem ter que exclusivamente como é o que se depreende do relatório de alta, de depender do que o paciente lhe diz, e da avaliação sumária e unilateral que o médico faz do que ouve, pois um julgamento implica não só declarações como inquirições de terceiras partes e produção de diversos género de provas que desditam ou compravam os factos alegados.
41- Por outro lado ainda o narrado neste documento, sobre a reacção do médico Marco Gonçalves, à prova que lhe apresentei agora nesta consulta, pelas palavras do outro médico, o Cabral Fernandes, me reforça a convicção de que pouco ou nada lhe interessa a verdade, facto este que está presente desde o início deste crime de internamento compulsivo, protagonizado pelos dois médicos da urgência onde me levaram, no hospital S. José, pois rápidamente entendi, que independentemente do que lhes poderia explicar, eles já tinham decidido o internamento, e aquilo foi como uma conversa de surdos onde os surdos tem a faca e o queijo na mão e a usam, ou melhor, a usaram, para levar a cabo este crime contra a minha pessoa.
42- Ou seja ainda, para que fique muito claro, a dedução de uma possibilidade de diagnostico, como ele defeniu em suas palavras, como delirante, não pode ser sustentado pela razão dos factos que lhe apresentei relativos à situação em que este crime me tem obrigado a viver desde o roubo de meu filho em 2006, pois estes factos encontram-se amplamente descritos e muitos deles provados, sendo na realidade, este, um crime de conspiração internacional onde não tem faltado a tortura e o esclavagismo, da mesma forma que não cabe efectivamente ao médico o " julgar" das razões e factos apresentadas sobre matérias de foro criminal.
43- Ainda neste encontro com o  médico Marco Gonçalves no dia 17 do corrente, lhe perguntei como seria então face ao que lhe descrevi, e ele começou por invocar o meu compromisso de aceitação e passo a citar " de um plano de seguimento e tratamento proposto nomeadamente a frequência de consulta psiquiatrica e tratamento psicofarmacológico que venha a ser proposto no âmbito da relação médico-doente" fim de citação, que me foi proposto dia 29/05/2013, como alternativa à manutenção do internamento compulsivo no hospital, e cujo título, é "passagem do internamento compulsivo a internamento voluntário", o que por si é uma contradição de termos e uma falsidade, pois a frequência de consulta psiquiátrica e tratamento psicofarmacológico, são feitos em modo de não internamento, e portanto não corresponde a nem a um internamento voluntário, ou à aceitação de um.
44- Esta declaração diz em termos práticos, poderá ter alta, mas queremos mantê-lo sobre medicamentação, o que levanta outra questão, porquê e para que fim a medicamentação, mais a mais tendo sido este processo, do internamento, um acto de abuso de poder, ilegal e criminoso. (anexado ao primeiro documento desta acusação).
45- Atente-se ainda no título deste documento do médico anexado na minha primeira queixa e citado no parágrafo acima, "passagem do internamento compulsivo a internamento voluntário" e no seu significado, pois é impensavel que um médico confunda os três tipos de situações e processos terapeuticos, um internamento compulsivo com um internamento voluntário, isto é, deduz-se, por iniciativa do paciente, e ainda, um compromisso de acompanhamento em consultas externas, isto é, sem internamento, seja compulsivo ou voluntário.
46- É minha convicção que esta frase não seja fruto de um lapsus, pois creio que ela é indutora e uma forma de pressão psicologica, que visa fazer sentir ao paciente, que ainda se encontra em internamento, com tudo o que um internamento significa em termos nomeadamente de perda da liberdade individual, pois tem sido um padrão constante ao longo de todos estes anos, em forma quase diária, este tipo de construçoes, de "discurso", não só orientado para a minha pessoa, como para outros, ou mesmo grupos, a constante tentada inversão da realidade dos factos, isto é, pondo em forma simplista, eu que tenho sido vítima em todo este crime, ser apresentado perante outros como um culpado ou mesmo condenado, o que visa dois tipos de objectivos, o desacreditar das minhas queixas e o afastamento de terceiros eventualmente solidários com elas ou com a minha pessoa, e simultaneamente atingir a minha auto estima, integridade e equilíbrio psicologico, relembrando, que muitas vezes tal é feito, em formas do que se pode enquadrar como actos de tortura, e que são muitos os factos que apresentei ao longo destes anos que sustentam em forma substante e firme esta afirmação.
47-  E por extensão dedutiva do afirmado dois parágrafos acima, reforça-se a minha suspeição de que o médico Marco Gonçalves, está implicado desde longa data neste crime contra mim, meu filho e muitos mais, se calhar obrigado como tem sido feito a muitos.
48- Esta estratégia dos criminosos, sempre baseada em insinuações, rumores prepositadamente construídos, inversões do que afirmo e escrevo, criação de espelhos constantes, constantes tentativas de descrédito relativas às afirmações e demonstrações que faço, a constante insinuação de culpa ou culpas,  muitas das vezes veiculada através dos medias e das redes sociais na Internet e da mesma forma protagonizada por políticos de todos os quadrantes, tem me obrigado ao longo destes anos que dura este crime, a relembrar diversas vezes por escrito e em depoiementos orais, que não trago eu nenhuma acusação ou condenação oficial de nenhuma entidade ou organismo judicial ou judiciário nacional ou internacional ao longo destes anos, ou qualquer medida restrictiva, que na realidade é o contrário que se passa, sou eu que tenho apresentado inúmeras queixas e que o constante silêncio de todas as entidades com responsabilidades de intervenção nestas áreas, prova a minha razão e a razão das minhas queixas.
49-  Neste encontro de dia 17 do corrente, depois de ter invocado o compromisso (aqui referenciado e analisado nos pontos 43 a 46), prescreveu-me um outro medicamento, de nome INVEGA, que contem a substância activa paliperidona, designado como antipsicótico e que é recomendado para o tratamento da esquizofrenia e sintomas psicóticos ou maníacos, e para a perturbação esquizoafetiva em adultos.
50-   Ou seja, por esta escolha de medicamentação, se reforça a suspeição da intenção de dolo à minha integridade pessoal, ao equilibrio psicologico do meu ser, à alteração das capacidades cognitivas e de raciocinio, pois o médico não me diagnosticou como esquizofrenico, nem como psicótico ou maníaco ou ainda sofredor de uma perturbação esquizoafetiva. O que ele sustem como possibilidade de diagnóstico, é uma perturbação de caracter delirante, e a assenta como aqui mais uma vez demonstrado num juizo de valor sobre factos de um crime contra mim que lhe relatei nas poucas conversas que com ele tive até à data.
51-  E mesmo esta possibilidade de diagnóstico como sendo sofredor de delírios, é contraditada por o que ele tambem escreveu no citado relatório de alta, quando afirma, e passo a citar " não se apuram alterações de percepção" e que "o humor é eutímico", pois uma perturbação desta natureza, delírio, traduzirá e reflectirá sempre alteraçãos cognitivas e de humor, e para que fique claro, uma possibilidade de diganóstico, não corresponde a um diagnóstico, o que diz é que, se explora a condição, o quadro psicologico de um individuo de forma a chegar a um diagnóstico, ao que acresce, o facto de eu ter estado internado durante quinze dias, e consequentemente não chegaram a um diagnóstico, o que diz tudo sobre a intenção de mais este crime contra a minha pessoa.
52- Mesmo sobre a defenição rigorosa, portanto conclusiva e sustida, do diagnóstico, a frase que ele escreveu, tem um sentido condicional, pois usou a palavra, compatível, no contexto do período que aqui se cita para melhor entendimento. " No internamento apura-se ideias de convicção inabalável relacionadas com uma "cabala" (sic) onde alegadamente terá já efectuado várias queixas em organismos oficiais nacionais e planeava apresentar um processo crime no Luxemburgo pelo " roubo do meu filho", compatível com delírio sistematizado de evolução prolongada".
53- Analisando a bula deste medicamento, Invega, no sub capitulo advertências e precauções, é aconselhado o falar com o médico ou enfermeiro se tiver entre outros referenciados, problemas hepáticos, situação conhecida pelo próprio médico Marco Gonçalves pois dela lhe dei conta, queixa tambem apresentada ao médico Marco Gonçalves no âmbito deste crime de internamento complusivo, e que ele considera por palavras escritas dele, fruto de manias persecutórias, ou seja ainda, pode a toma desta substância, reforçar, problemas pré existentes ao nível desta função.
54-na listagem de uma longa lista de efeitos secundários associados aparentemente ao estudo estatistico, se dá conta nomeadamente que podem ocorrer problemas de tonturas, de visão, (página 22), súbitas mudanças de estados mentais, súbitas fraquezas ou dormência da face, braços e pernas, fala arrastada, que podem ser como a bula o referencia, sinais de avc, priapismo, movimentos involuntários rítmicos da lingua, boca e face, reações alérgicas diversas, (página 32 e 33)  dificuldade de adormecer ou manter-se a dormir, parkinsonismo, que pode incluir movimentos lentos e descontrolados, tremor em repouso, inquitetação, sentir-se solonento e menos alerta (página 35), que pode ainda dar origem a infecção do peito, com sintomas gripais, infecçoes sinusal, urinária aumento ou perca de peso, diminuição de apetite (página 35),  humor euforico (mania) irritabilidade, depressão, ansiedade, distonia, discinesia, isto é, referente a anomalias nas funções motoras, tremores, visão turva, condução eléctrica anormal do coração, tensão arterial baixa ou alta, dores de garganta, tosse, congestão do nariz (páginas 36/37), dor abdominal, vómitos, náuseas, obstipação, diarreia, indegestão, dor de dentes, aumento das transaminases do figado, comichão, erupção cutânea, dor nos ossos ou musculos, dor nas costas, dor nas articulaçoes, ausência de periodos menstruais, febre, fraqueza, fadiga,  (página 38), pneumonia, infecção das vias respiratórias, ifeção da bexiga, infeção dos ouvidos, amigdalite, anemia, diabetes, distúrbios do sono, confusão, diminuição do desejo sexual, incapacidade de atingir o orgasmo, nervosismo, pesadelos, convulsões, desmaios, necessidade urgente de mover partes do corpo, tonturas ao levantar-se, distúrbio de atenção, problemas de discurso, perda de sensação de gosto, sensação de vertigens, interrupção da condução entre as regiões superior e inferior do coração, batimentos irregulares, falta de ar, sibilos, sangramento do nariz, língua inchada, infeção do estômago ou do intestino, dificuldade em engolir, excessiva passagem de gás ou flatulência, ( páginas 40 /41), aumento GGT, uma enzima do figado, urticária, fraqueza muscular, dor no pescoço, incontinência, disfunção erectil, corrimento do leite das mamas, desconforto mamário, inchaços corpo, face, boca, olhos ou lábios, arrepios e aumento da temperatura corporal, (página 42/43), alteração da forma de andar, sede, dor de peito, quedas, infeção dos olhos, infeção fúngica nas unhas, infeção de pele causada por ácaros, perda súbita de sangue  ao cérebro, a que chamam de "mini" avc.
55- Estes sintomas derivados de efeitos secundários, estão descritos na bula deste medicamento, Invega, distruibuidos por tres classes estatisticas, como muito frequentes, os que podem afectar mais do que um utilizador em cada 10, os efeitos secundários frequentes que podem se manifestar com a mesma frequencia estatistica, ou seja mais de 10% relativamente estes dois grupos de sintomas,  e um outro grupo, de, até um em cada cem.
56- Até um leigo fica espantado ao ler o que se sabe sobre os possiveis efeitos secundários da substância activa deste medicamento, pois é raro encontrar uma lista tão longa e transistemica em relação aos possiveis efeitos no corpo, que vão desde dores nos elementos estruturais, como por exemplo ossos, passando por efeitos perniciosos em orgãos fundamentais à própria vida, o coração, o enfraquecimento do sistema imunitário, até sintomas ao nivel do funcionamento cerebral e das suas funções, possibilidade de avc e consequente diminuição das capacidades cerebrais, a alterações de humor e estados de confusão mental, e ainda, alterações de diversas funções cognitivas.
57- Salvo as devidas distâncias metaforicas, parece este princípio activo, chamado de paliperidona, ser potencialmente ( cila mente) equivalente ao efeito de uma bomba atomica ao nível dos passiveis danos no corpo entendido em sentido lato, ou seja, mente, sempre incluída, e me pergunto se alguns já a terão utilizado nesta roupagem, Invega, ou noutra, como instrumento de matar, nomeadamente pelo conhecimento dos possíveis efeitos, conjugado com um conhecimento específico clínico do alvo e das suas debilidades.
58-  Para que fique claro o que afirmo no ponto acima, e não seja passível de ser entendido como sintoma de delírio, existem à volta deste crime contra mim e meu filho, muitas mortes, e alguns padrões nessas mesmas mortes, todas as do meu conhecimento descritas em forma pública ao longo dos anos, que apontam técnicas de matar sofisticadas, ao nivel da complexidade da vida de hoje, onde não é displicente, pensar que substâncias tem sido utilizidas, por exemplo em situaçoes de ataques de coração e cancros rápidos, que algumas dessas mortes e outros incidentes de saude, ocorreram tambem na àrea dos médicos, nomeadamente em Portugal, mas não só, como por exemplo o recentemente comento sobre a morte do presidente Chavez numa conversa em video dedicada ao presidente Moreno. Por esta razão que não irei fundamentar aqui nesta acusação especifica, pois primeiro já a produzi e se encontra a todos acessivel, e ainda porque são analises complexas e detalhadas, desde há alguns anos que acrescentei, ao sintetizar este crime contra mim e meu filho, a frase, e muitos outros.
59- Recordo por agora em forma incompleta, somente no universo da saude, a morte de um dos acompanhantes do actor da tvi após transferência para o hospital de Almada, uma sequência de mortos na altura da chamada última restruturação do sistema de saúde, o caso da cegueira colectiva no hospital de Stª Maria, e o recente episódio relatado no âmbito deste crime de internamento compulsivo no hospital Júlio de Matos (primeiros documentos desta acusação), onde vi no começo de uma refeição, após a tomada de comprimidos um homem cair ao chão, perguntei depois por ele, e recebi uma resposta em diagonal, onde li a possibilidade de ele ter morrido.
60- O que vi nos dois pavilhões onde estive internado no Hospital Júlio de Matos, foi o que é a dominante do tratamento psiquiátrico pelo menos nesse hospital, os pacientes em medicamentação administrada na maior parte das cinco refeições diárias, pequeno almoço, almoço, lanche, jantar e ceia, e a passarem a maior parte do tempo numa sala de convívio dormitando, com uma televisão que nem bem funcionava, onde existia um tabuleiro de xadrez e damas com peças incompletas, e os que se tornam agitados, pelo que vi essencialmente fruto de episódios na relação com outros pacientes, enfiados nas vezes numa solitária, amarrados à cama com fraldas grandes.
61- Retornando a esta nova medicamentação receitada na consulta de dia 17 do corrente, (Invega) é minha convição que ela se inscreve num objectivo sempre presente neste crime ao longo dos anos, de me diminuir e atingir as capacidades cognitivas e a minha segurança fisica e a auto estima como ser, e consequentemente a capacidade de pensamento e expressão em seu todo, e a possibilidade de continuar a me defender e defender meu filho.
62- Por outro lado, é possivel que com a sua toma, entre outras, que a minha função hepática, respiratória,  coração e líbido, venham a ser atingidas, para alem da manutenção de outros sintomas que apareceram fruto dos quimicos administrados no internamento e depois acima descritos.
63- Recordo ainda o que escrevi no primeiro documento desta acusação, " relato do crime de internamento em forma compulsiva a 16 de Maio", datado em 04 06 2013 , de relatar o que o médico Marco Gonçalves me disse numa das consultas durante o período de internamento, quando introduziu na conversa o conceito de que o primeiro quimico que me receitou, servia para reduzir "as ideias salientes, ou a saliência das ideias" (sic), pois se não conheço eu, ideias salientes, contudo conheço actividade mental, quimica, electrica, que pode provocar saliências, nomeadamente num especifico orgão do corpo, estou obviamente a falar de desejo sexual, assunto que ele nunca mencionou directamente, mas que é o unico que posso depreender do que ele na altura disse, ou seja, é claro pelo falso conceito que ele usou, pois não há ideias salientes, ou que se tornam mais salientes, quanto muito que adquirem mais presença, pela frequência, na nossa consciência, como por exemplo as ideias obsesivas, que por detrás desta falsidade, sabe o médico Marco Gonçalves, que esta substância provoca alterações do que se convenciona chamar de libido, ou de energia psíquica, e que consequentemente a administração desta substância, visa provocar um abaixamento da libido e da energia psiquica, e como tal considero-a, um potencial acto de castração.
64- Friso que esta componente que visa a castração a entendo em sentido lato e específico, como todo um conjunto de acções organizadas por diversos, que tem visado e tem conseguido ao longo de todos estes anos que dura este crime, nomeadamente, me impossibilitar as relações íntimas e amorosas, que este facto se encontra apoiado na narração de muitos episódios desta natureza, nomeadamente acçoes criminosas, como espionagem do que eu vejo na internet, ou seja constantes violações da minha privacidade e dos meus direitos de privacidade, pela criação de constantes rumores e criação de falsas histórias, como inclusive doenças, que estes actos tem sido contínuos desde há decadas, se bem que em níveis inferiores de dano, e são enquadráveis penalmente no que se chama crimes contra os direitos da pessoa, da honra e da imagem, e relembro como prova disto, que até o casal presidencial actual, uma vez o protagonizou na roupagem de uma aprente brincadeira, numa capa de um jornal diário continuamente implicado nesta conspiração, o DN, como na altura o demonstrei numa análise em video publicada no meu blogue, ou seja traduz este exemplo a escala e dimensão deste constante crime contra a minha pessoa, e da dimensão e interesses políticos por detrás. (vide o video publicado no meu blogue sobre este caso protagonizado pelo Cavaco Silva, a esposa dele e um terceiro, a cadeira de design porno)
65- Como dei ao tempo conta no meu blogue, trago eu testemunha que por volta do ano 2000 me disse que durante a década anterior corria nos locais de Lisboa que eu frequentava em entretimento social, o rumor de que eu tinha sida, doença que não tenho, como o sei pelos testes que fui fazendo ao longo dos anos, ou seja, nunca ninguem me tendo directamente dito nada, assim era alimentada a percepção de muitos em relação à minha pessoa. Diz este facto que esta estratégia existe desde longa data e que muitos assim tem provocado constatemente dolo à minha pessoa.
66- E que tendo em conta a realidade quase quotidiana destes factos criminosos, não é de estranhar ou supreender tambem, o aparecimento destas tácticas criminosas incluídas num aparente, e criminoso acto médico, ou assim justificado.
67- Esta vertente deste crime, tenho que a considerar parte integrante da manutenção do roubo de meu filho e que consequentemente aqueles que o praticam, fazem parte dos grupos por detrás deste crime nuclear, pois a impossibilidade assim criada por terceiros, nomeadamente de eu ter vida amorosa e intima, não me permite, juntamente com outras consequências de outras vertentes tambem presentes neste crime, como por exemplo a impossibilidade de ter rendimentos, de criar uma nova familia, de ter novos filhos, e por outro lado visa ainda a manutenção de todos os crimes que genericamente defino como de esclavagismo.
68-  Como o médico Marco Gonçalves tambem me explicou, de acordo com a opinião dele, essa mesma substância activa presente no primeiro químico que me receitou pós internamento, eventualmente, diminuirá os niveis da serotomina, uma das substâncias que é segregada pelo cerebro entre outras, como a dopamina, que pelo que se hoje se conhece está relacionada com as funçoes associadas ao prazer.
69- Sendo diversas as substâncias quimicas que o cerebro sintetiza, a alteração prepositada de uma qualquer dessas substâncias, nomeadamente por prescrição quimica, terá sempre como efeito a alteração do equilibrio natural pré existente, e até provavelmente dos niveis de outras das substâncias que estão naturalmente presentes no cerebro.
70- Ora, como pode um médico saber e declarar que os níveis de uma qualquer substância segregada pelo cerebro por um lado é responsavel pelo que ele erroneamente designa como ideias salientes, se encontram fora dos niveis normais se tais analises não me foram feitas.
71- E sendo isto baseado numa mentira, a da eventual alteração dos niveis de serotomina no meu cerebro, e da sua relação com as tais ideias salientes, diz, este acto médico da prescrição quimica que outros objectivos se encontram por detrás, nomeadamente provocar baseado nesta mentira, uma alteração do meu equilibrio psicologico e eventualmente a criação de outros danos em diversas funções corporais.
72- Ora, como demonstrado, não foi este internamento compulsivo derivado de uma mania persecutória, mas de um acto de persiguição criminoso e ilegal, e portanto a não averiguação das minha queixas de saúde ao nivel físico e o remeter delas para um eventual quadro de manias persecutórias, é antes de mais um acto de irresponsabilidade clinica, na melhor das hipoteses, isto é, se não trouxer escondida uma intenção de dolo maior, inclusive de intenção de morte.
73- Cabe portanto neste ponto, afirmar claramente o seguinte, quando me queixo de problemas hepáticos, que são dores crónicas com períodos curtos de ausência de que padeço há longos anos, é a verdade que digo como sempre. Quando em 2011 me dirigi à urgência do hospital de Amadora Sintra, por sintomas graves, novos para mim, com aureolas abertas de três centimetros na parte anterior das pernas até à altura do joelho, acompanhado de outros sintomas, como dores súbitas pulmonares com temperaturas rápidas elevadas, fui atendido pelo médico meu amigo de infância, Vasco Geraldes, que pediu analises ao sangue e a urina que foram feitas nesse mesmo hospital e que aparentemente se encontravam normais. Receitou-me ele em duas consultas distintas, primeiro dois antibióticos de largo espectro e um terceiro de toma única, que debelou a crise, mas que não curou as dores e consequentemente o problema. Como ele próprio me disse, seria então necessário proceder a analises serotológicas, ficando ele de me comunicar posteriormente quando a elas se procederia, o que não veio a acontecer, mesmo tendo eu deixado diversos recados no telefone dele durante duas semanas seguidas, ou seja, fiquei com a consciência de que alguém teria pressionado o Vasco Geraldes a não fazer as referidas análises, ou então que até os recados que lhe deixei no telemovel, não lhe chegaram, o que é uma das componentes normais neste crime, o desvio de todas as minhas comunicações, como amplamente provado por uma extenso conjunto de factos. Esclareço ainda que o Vasco Geraldes é um médico muito solicitado e ocupado em termos profissionais, e que portanto raramente atende o telemovel, retornando depois a quem o chama quando assim decidirá.
74- Como disse nos documentos escritos na altura desta doença, que creio expressamente provocada por terceiros desconhecidos por substância ou substância colocada em comidas em dois pingo doces, Campo de Ourique e Alcântara, admiti tambem a possibilidade de as colheitas de sangue e ou urina, ou ambas e até a radiografia toráxica, terem sido adulteradas, isto é, por exemplo trocadas, na altura em que foram feitas no hospital Amadora Sintra, e expliquei em detalhe o porquê desta suspeita que é tambem um alerta sobre a segurança destes processos nos hospitais.( vide referências deste relato à altura destes acontecimentos no meu blogue)
75- Antes  deste internamento compulsivo no Hospital Júlio de Matos, me encontrava sem dores no fígado  por um período extenso, de cerca um mês a um mês e meio e tambem neste hospital me foram feitas análises ao sangue e urina, onde nada de anormal se detecta, mas a questão clínica neste aspecto se mantem, pois fora já antes detectada pelo médico Vasco Geraldes, a necessidade de analises serologicas, que nunca até ao momento me foram feitas. (análises clínicas feitas durante este internamento, anexadas a este documento)
76- Por este facto, o não me terem feito analises serológicas que o médico Vasco Geraldes me informou serem necessárias para obter um diagnóstico sobre o problema hepático, é que repetidamente tenho afirmado que dentro deste crime de conspiração contra a minha pessoa, está incluido a negação dos cuidados de saude adequados, ou seja, em termos práticos, resulta num processo de me manter doente, com uma doença que me debelita com muita frequência o que se inscreve no combate que me fazem e na manutenção do roubo de meu filho.
78- Para que fique claro, neste ponto desta acusação, a criação ou manutenção de dores regulares, sendo feita expressamente por negação dos adequados cuidados de saúde médicos já detectados como necessários à cura ou pelo menos à identificação clara de um diagnóstico, constiui-se um crime de tortura física e pode ainda ser, nomeadamente pelo agravamento da doença, um acto de homicídio em forma tentada.
79- Esclarecendo este ponto da minha história clinica passada mais em pormenor de forma a que não restem dúvidas, este problema na função hepática, começou na minha adolescência, na altura em que frequentava o liceu, salvo erro já depois do 25 de Abril de 74 e me levou à cama durante cerca de quinze dias, por falta de força e onde se manifestou alguns sintomas clássicos deste tipo de doenças como a pele amarelada. Fui na altura curado pela médica Metrass, só com base em repouso acamado e uma dieta por ela defenida, e durante muitos anos nada mais se passou. Salvo erro de memória foi-me detectada uma hepatite não A nem B, ou seja com uma causa diferente e não totalmente identificada e sem nenhuma indicação de precauções relativa a possibilidade de contágio a terceiros, segundo o diagnóstico da médica nesse tempo, ou seja, uma hepatite ou uma outra doença com sintomas semelhantes, que não é contagiosa, pois algumas são.
80-  Este problema voltou depois de uma viagem a Cabo Verde no princípio dos anos noventa na altura em que fundei a minha empresa de produção audivisual para televisão, a Latina Europa. Fui na altura acompanhado por um médico, o Humberto, ligado ao que se pode definir por medicinas alternativas e que me foi apresentado na altura pelo Vicente Borges de Sousa que comigo profissionalmente nesse tempo colaborou, e que com ele se tratava, segundo sei de sida, e que passado pouco tempo depois, um ou dois anos, morreu. Fruto aparentemente desse tratamento com o referido médico, a minha crise hepática passou.
81- Talvez por volta do ano de 95, estas dores voltaram, sem nunca me terem levado à cama, e se tornaram crónicas, isto é, não estão sempre presentes, mas mantêm-se ao longo dos anos mais ou menos a partir desse ano.
82-Aquilo que hoje sou, não é substancialmente distinto do que já era no tempo da chamada revolução, ou seja, sempre fui uma pessoa com uma prática política e a capacidade de aglutinar em torno de ideias grandes grupos de pessoas, e portanto este combate, que é politico, mas não só, sempre se manifestou, e já nesse tempo, me fizeram esperas à saida do liceu D. Dinis com agressões fisicas e inclusive houve uma batalha campal, um cerco ao liceu, que agregou jovens vindos praticamente de todos os liceus de Lisboa, ou seja, em suma, recordando em forma sumária alguns episódios descritos em pormenor no meu livro da vida, já desde esse tempo que o chamado combate político extravassava pela acção o que seria de esperar serem as suas normais fronteiras e resvalava muitas das vezes para violências e constantes persiguições, essencialmente por parte dos grupos de extrema esquerda e extrema direita. Ou seja ainda, desde a minha adolescência que grupos em forma organizada, me perseguem e intentam contra a minha integridade em formas violentas e são estes factos do conhecimento de muitos.
83-O que mudou nos últimos anos, fruto da minha actividade pública, a escrita diária a partir de 2003, dois anos antes do roubo de meu filho, foi a escala desta intervenção ter passado a um nível mundial pela própria natureza do media, neste meu caso os bloggers, e o mundo em si mesmo, ou seja, o desenvolvimento das comunicações, quase instantâneas, e o aparecimento das chamadas redes sociais, que permitem o agrupamento de grupos e uma permanente interligação entre membros em tempo real, ou seja ainda, aumentou a capacidade do bem e do mal em formas mais ou menos organizadas, e sabeis, que sustento com base em múltiplas e constantes analises e factos ao longo destes anos, que muitas das "guerras" de hoje são feitas e se passam nestes medias, muitas das vezes com consequências de sangue que extravassam em largo estes universos.
84-Tambem é facto, amplamente descrito e muitas vezes provado ao longo destes anos que dura este crime contra mim e meu filho, que muitos tem sido os individuais e grupos que me guerreiam neste universo, a que poderei chamar de "online", cometendo em constância crimes de natureza diversa, através de redes montadas que extravassam este universo restricto da internet, isto é, cuja actividade e actos criminosos passam e se extendem para outros domínios da vida diária dos indivíduos, onde se inclui, constante espionagem e controlo de todas as minhas actividades e trajectos diariamente, roubos diversos de todos os generos, onde se inclui o roubo dos meus escritos e originais e sua constante adulteração, entre outros, os relativos ao crime nuclear, o roubo de meu filho, não só on line como off line, isto é, por entradas ilegais diárias em minha casa onde tambem tem roubado e destruído diversos objectos, e constante controlo, roubo e adulteração de todos os tipos de comunicações feitos por diversos.
85-Os crimes, demonstram que muitos destes grupos, são organizados e profissionais pelo elevado grau de sofisticação com que operam, onde são visiveis padrões de acção transistémicos, e consequentemente terão que ser financiados por terceiros desconhecidos, e que pelo menos alguns deles terão que ser conhecidos por muitos, a atender ao constante aparecimento de informações por mim produzidas ou relativas à minha pessoa, nomeadamente em muitos medias de grande dimensão, onde até as minhas análises ou pedaços dela são nas vezes transpostos para casos na aparência similares, como aconteceu com o chamado caso Rui Pedro. (vide referências no livro da vida), e por outro lado, no constante e aparentemente incompreensivel muro de silêncio em relação ao caso de meu filho, mais a mais sendo eu por razões profissionais amplamente conhecido nestes meios, pois neles trabalhei durante decadas enquanto me era possível trabalhar neste país. Ou seja prova este muro de silêncio, e os constantes e perversos aproveitamentos, que ele é prepositado, que muitos medias ao cobrir este crime contra mim e meu filho, nele activamente participam, pois com a sua manutenção ganham.
86-Diversos factos desta natureza ao longo dos anos me levaram a suster em diversas ocasiões no meu livro da vida, que estes grupos que estão envolvidos nestes crimes contra mim, meu filho e muitos mais, operam em multiplos domínios em forma organizada e terão que possuir necessariamente especializações em diversos dominios, provavelmente por atributos profissionais, nomeadamente na saude, ou seja, que se reunem, discutem e preparam as formas, eventualmente até substâncias com que que depois usam nesta continua tentativa de assasinato.
87- Recordo que durante estes anos, fui uma vez agredido na via pública aqui em Alcântra sem nenhum pretexto ou aviso, o que desvela em si mesmo, a preparação encomendada de tal acto, que me afectou a espinha vertebral,  que como dei conta em diversos momentos das minhas análises fui ameaçado de morte, como tambem me ameaçaram com a morte de meu filho, e que estes factos provam que é verdade, que alguns tem atentado contra a minha integridade, e a minha vida, algumas das vezes como formas de pressão para obter determinadas informações, como me fizeram aquando da segunda e mais detalhada análise dos atentados em Londres, ou ainda depois da morte de Miguel Portas, avisando-me de ser o próximo, e que nenhuma investigação oficial por nenhuma autoriedade foi feita, pois nem as minhas queixas me aceitam, da mesma forma que tenho dado conta de um conjunto de mortes em torno deste crime, na qual tenho de incluir a morte da minha prima Rosa, ou seja, estes atentados se tem estendido tambem a outros elementos da minha familia e da mesma forma que o constante silêncio das autoriedades, demonstra o conhecimento, a autorização e cobertura pelo menos em algumas destas situações. (todos estes factos, analises e deduções constam do meu livro da vida)
88- Quanto mais não fosse, o rol de mortos em torno deste crime, e a ausência de pressecução de justiça até à data, prova a verdade de que os assasinatos são reais, e que estas guerras passam por crimes desta natureza.
89-O que basicamente não mudou nos dias de hoje, são os processos para fazer dolo, atingir, roubar, desacreditar, ou mesmo matar, ou seja, depois de eleger um alvo, estuda-se em pormenor, espia-se, controla-se os movimentos, obtem-se informações sobre os pontos fracos, debelidades e se põem em prática um ataque, e todos estes métodos, processos e tácticas se encontram hoje potenciadas pelas possibilidades tecnológicas da vida actual que as permitem operar me formas sofisticadas, e dou como exemplo para a compreensão disto, que muitas vezes os criminosos que estão por detrás e que geralmente não dão nunca a face, movem e levam grupos das redes sociais, nomeadamente jovens a actuar na linha da frente, criando a continua percepção de que é de jogos que se trata, construção esta, frequentemente ampliada pelos medias tradicionais de grande circulação, que desta forma se tornam coniventes com os crimes resultantes, da mesma forma se tem passado um mesmo com as autoriedades nacionais ao recusarem nomeadamente as queixas e consequentemente não prosseguirem nas investigações.
90-Um mesmo se passa no plano dos partidos politicos e de outras organizações de natureza distinta, e exemplifico esta afimação com base em factos do domínio público, como por dois exemplos, um relativo ao partido socialista, na pessoa do ex primeiro ministro José Socrates, e outro quando das vindas a Portugal do tambem ex primeiro ministro e actual presidente da comissão europeia, Durão Barroso. Diversas vezes mesmo fora de funçoes decorrentes dos cargos politicos, os médias se tem referido, a realização de encontros, alguns à porta fechada, como reuniões de estado maior, ou seja, esta metafora e a sua utilização recorrente, traduz por extensão, guerras, defenição de estratégias, àreas de acção, e ramos dos sub grupos dentro do grupo, e é infelizmente real esta metáfora na acção dos seus membros nomeadamente no aparelho de estado, e até nas actividades persecutórias organizadas a alguns quando assim o decidem.
91- Provei à exaustão durante todos estes anos, que muitas das ideias, conceitos, soluções que tenho escrito no livro da vida (os meus blogues), tem sido plasmadas na acção política em muitos lugares do mundo, muitas das reformas necessárias e propostas, tem pelo menos adquirido corpo, nomeadamente no âmbito das instituições europeias, onde no outro lado de todos estes trabalhos, me tem sido constantemente sonegado o acesso à justiça relativo ao crime contra mim e meu filho.
92- E este combate que muitos me fazem em forma constante e consequentemente organizada não tem só motivações politicas, isto é, não é fruto da expressão e uso da minha liberdade de pensamento e expressão nestas àreas, pois co-existem neste crime roubos constantes de património e criação intelecual e industrial, que ascendem a biliões de dolares. Como diversas vezes tenho dito, é um facto real que por exemplo na américa e em muitos países do mundo se mata às vezes para roubar cinco dolares, portanto, é facil de entender das motivações, e até dos meios envolvidos em crimes destes montantes e sendo que muitos destes crimes de roubo, se passam no domínio das novas tecnologias, e das redes, e de produtos inovadores, ou seja, em consonância com o que poderei chamar de território e armas de muitas das novas guerras de hoje.( Vide estes crimes descritos no meu livro da vida, nomeadamente a última acusação produzida contra a Portugal Telecom, por roubos diversos onde se incluiu o Canal Zero que depois apareceu na América como You tube)
93-Ou seja, passando das considerações mais gerais vertidas com alguns factos particulares destes crimes nos pontos anteriores (83 a 92), para a realidade específica deste crime na vertente dos constantes atentados contra a minha pessoa e vida, são factos, que esta debelidade hepática como outras, nomeadamente os dentes e a visão, são conhecidas de muitos grupos, que nesta última década, são diversos os grupos que constantemente me controlam em tempo real todos os meus passos, que são diversos os grupos que conhecem os meu hábitos diários, nomeadamente o que como, onde como, onde compro e o que compro, que são diversos os que entram ilegalmente em forma quotidiana em minha casa, ou seja que é substante a suspeita assente em diversos factos em pormenor narrados, de que alguns dos envenamentos tenham sido feitos aqui em casa, como outros foram feitos em locais publicos onde se come ou bebe, ou onde se compra comida.
94-Muitos outros factos concomitantes aos descritos no ponto acima, provam estas afirmações, nomeadamente os relatados e consequentes queixas sem resposta, o que prova tambem da sua veracidade, sobre a administração deste prédio, a empresa Ibervial, que é impensável não ter conhecimento destes crimes ao longo dos anos, na medida em que como o provei, tem coberto muitas situações, no minimo irregulares que se tem passado neste prédio, como por exemplo a permanência de pessoas no escritorio acima do meu por largo tempo, sem contracto de arrendamento, algumas que tem servido de base a um dos outros constantes crimes, que considero como considerei pelas razões apresentadas, actos de pressão e tortura psicológica, pois tambem detectei padrões nestes crimes.
95-Diversos são os indícios, factos e leituras sobre diversas substâncias que poderão ter provocado e manter esta doença, ao longo dos anos, como descrito no meu livro da vida ao longo destes anos em que este crime contra mim acontece, desde comprimidos prepositadamente adulterados com outras substâncias colocados na minha farmácia pessoal em casa, nas embalagens de tabaco de enrolar vendido nas proximidades dos sítios onde habito, no gel de lavagem de pratos, nos perservativos, fungos, no cha das piramides, eventualmente até virus, só para citar de memória alguns. Destes factos sempre me queixei, inclusive com pistas de eventuais envolvidos ou conhcedores de tais tentativas de assasinato (vide por exemplo, o caso do casal espanhol que morrou primeiro neste prédio e depois no ao lado, que sabiam da minha doença na altura das chagas, em forma indirecta, isto é, não lhes comunicada por mim, ou seja, poderiam e podem saber por extensão, quem e o quê a provocara) mas a habitual não pressecução das minhas queixas não tem permitido apurar a verdade, e mais uma vez faz das autoriedades cumplices deste contínuo atentado contra a minha vida
96- Como igualmente envenaram e depois mataram o cão que me tinha por largos anos, o António como narrado no meu livro da vida
97-Como algumas vezes mostrado em meus videos, este constante crime tem-me ditado por razões de sobrevivência, a não poder ter comida armazenada em casa e a cada vez que saio ter que levar os ingredientes básicos culinários, pois neles podem introduzir substâncias perniciosas contra a minha saúde, e esta imagem real, traduz bem as condições humanas degradantes a que este crime me sujeita ao longo dos anos, bem como a continuada ausência de justiça.
98-Realço ainda os crimes de envenamento que decorrerem respectivamente nos pingo doces de Campo de Ourique e de Alcântara, amplamente tambem descritos no meu livro da vida, onde é minha convicção que para além de me terem afectado, eventualmente o terão por extensão dos processos utilizados atingidos a outros, e que foi inclusive alvo de uma queixa crime, depois de uma queixa apresentada no pingo doce de Alcântara que como de costume tambem não teve resposta. Como sabeis, este caso foi de alguma forma mediatizado, sempre em forma diagonal, isto é, sem nunca referir as minha queixas em particular, e no âmbito deste caso apresentei mais recentemente uma outra queixa crime contra o actual executivo e o anterior por incumprimento do controle da alimentação em locais de venda pública, depois de uma intervenção da ministra Assunçao Cristas no parlamento onde reconheceu que cerca de 7000 mil amostras tinham sido deitadas fora sem terem sido analisadas, e que esta situação se arrastava já desde o governo sobre a egide do Socrates.
99-Como sabeis, tambem neste aspecto da saude publica, uma das motivaçoes politicas deste crime, mostrou a face, pois a ASAE foi criada depois de eu ter escrito e alertado sobre estes problemas no mundo actual, onde os bens aliementares vem de todos os cantos do mundo, e onde mais uma vez os conceitos que defeni como enformadores do que deve ser uma real politica de portecção nestes domínios, foram deformados, ou seja, este roubo político foi essencialmente usado como propaganda política, como hoje os factos o provam e como o expliquei em pormenor ao longo dos anos no meu livro da vida
100- Ou seja relembrando, o que eu defeni como prioritario era uma acção no campo da fiscalização por analises, e não propriamente uma especie de polícia de intervenção como a ASAE veio em parte a ser, isto sem desditar, a igual necessidade de uma intervenção musculada qaundo os factos o determinem.
101-Destes crimes nos pingo doces, surgiram tambem indícios sobre quem poderia ser a rede que neles opera, como se compreende de uma intervenção de um representante das grandes superficeis, na altura em que depois de uma nova queixa, o governo actual, avançou no dia seguinte para a aprovação de uma taxa, que permitisse um real controlo destas matérias cada vez mais fulcrais na defesa das populaçoes e dos próprios países, contudo como de costume, a não pressecução de investigação oficial, não permite, ou ainda não permitiu aclarear estes crimes, ou seja, se traduz mais uma vez numa cobertura, acrescentando um facto, facilmente comprovado, que o pingo doce de Alcantara passado alguns meses, instalou um sistema de video vigilância, mal, como tambem o comentei, mas não deixa de ser esta medida um reconhecimento pelo menos indirecto de que sabem de algo que lá se passou a este nível.
102- Mais recentemente, depois da apresentação da minha queixa crime sobre o incumprimento da legislação em vigor sobre estas matérias, apareceu numa capa de um jornal o DN, um artigo onde se dava conta da existência destes problemas em diversos produtos de consumo alimentar, ou seja, prova isto, tambem, a razão do que tenho vindo a afirmar desde o tempo do governo socrates nestas matérias.(video o meu video comento aquando do aparecimento desta reportagem de investigação)
103- Nestes envenamentos atraves de substâncias introduzidas em produtos aliementares, nestes dois supermercados do mesmo grupo, diversas foram na altura as possibilidades detectadas, nomeadamente atraves dos patês mais baratos, cervejas previamente preparadas, agua dos tremoços, fiambres, pão fabricado internamente, e aguas embaladas ou outros liquidos.
104-Os sintomas fruto deste envenamentos foram novos e distintos para mim, como na altura deles dei conta, pois os pulmões foram tambem afectados, o que me leva a pensar que o virus ou bacteria ou o que for, se aloja tambem nos pulmões, talvez mesmo antes de se alojar no figado onde se mantem em forma mais activa do que os pulmões a atender, que o sintoma dos pulmões, ou seja a manifestação, é rápida, começando por rápidas dores que parecem musculares em todo o torso, como uma rigidez muscular, e depois uma sensação de queimadura interna rápida que se estende para os pulmões acompanhado de um subito aumento de temperatura elevada e depois deste sintoma ao nível pulmonar desaparecer, fica uma diferença súbita da capacidade respiratoria, ou seja, visa ainda diminuir a força e a capacidade de resistência e de movimentos do corpo.
105- Este sintoma ao nível pulmonar, ou equivalente em resultado, em meu ver como o expliquei na altura do seu acontecer, apareceu tambem como sintoma da doença que depois conduziu Antonio Pimentel à morte, numa sequência do que considerei atentados que se deram na zona onde habitei nos Olivais, onde algus adoeceram e pelo menos um outro morreu, o que me leva a crer que este processo é na realidade operado por diversos em formas organizadas.
106- Estes envenamentos não se deram só nos pingo doces, e outros se encontram relatados no meu livro da vida, nomeadamente num kiosque que existe no largo de camoes atraves de garrafas de agua, onde tive a nitida percepção de que algumas estarão preparadas, bem como em restaurantes, ou lugares onde se come, ou seja, é minha convicção pelo conhecimento que trago destes factos, que estes crimes se estão estendendo por todo o lado, e que as redes e as comunicações instantaneas, muito os tem facilitado. Semelhantes processos, podem ter estado presente em outros crimes como a morte do Vasconcelos após chegar a Londres, que foi explicado nos medias na altura como resultante de uma gripe subita, ou ainda antes na morte de Livechenco tambem em Londres, que associa ainda a Millenium, que como na altura que o analisei, parece apontar relaçao com o grupo do banco do mesmo nome aqui, e por extensão a Opus Dei.
107- Como igualmente relatado em tempo recente, depois do meu internamento compulsivo, que como sabeis terminou no começo das férias judiciais do tribunal da Curia, e de ter assim perdido mais um mês antes de lá poder ir, como era minha intenção de o fazer, no dia seguinte a ter aqui sido internado, fui em vêspera de novo envenenado atraves de comida numa loja de sandes de ovo na rua de santo antão, provavelmente na sopa que tambem depois lá comi. Como relatei fiz a viagem atraves de diversos autocarros cheio de dores e febres subitas.
108- Já depois do meu retorno, salvo erro no dia 27 de Julho do corrente, dia em decorreu em lisboa uma apresentação do bailado, o lago dos cisnes, aberto ao publico em frente ao teatro, como tem vindo a ser hábito nestes ultimos anos, me deram de novo uma dose, do que seja, provavelmente na comida que comi na casa da India, e de novo a crise hepática se agravou, dando-me dores continuas, que nem mem permite como em outras vezes, dormir uma noite inteira, pois acordo com dores no figado, sentido uma especie de formigueiro interior, ou pontadas, ou seja, traduz isto a presença de pelo menos uma infecção interior.
109- Ou seja em suma, como diversas vezes o declarei, estes processos de envenamento se tornaram quase constantes desde talvez há dois anos e meio, o que reforça a noção de que me assim me torturam e me tentam matar.
110-Este contínuo crime de tortura e atentado contra a minha vida através da saude e da negação dos cuidados de saude, tem ainda passado por outras vertentes, isto é visando outras partes do corpo e do seu funcionamento, ou seja ainda, pela suma dos factos, reforça a suspeição de que este atentado, tem vindo a ser planificado e perpetuado no tempo, da mesma forma que quando de novo olhei o passado nestes anos de longa analise e especificamente os primeiros problemas, nomeadamente os ao nivel do figado, se reforçou em mim, que estes, foram tambem fruto da acção criminosa de alguns.
111-Pois como relatei diversas vezes no meu livro da vida, tambem os dentes tem sido alvo de ataque e estou neste momento a começar a ter problemas no oitavo dente, tendo perdido já sete durante estes anos. Como é do conhecimento público, há alguns anos atrás quando fui a um dentista em lisboa nos olivais, na sala, observei que os instrumentos com que me iam tratar se encontravam com sangue, provavelmente de um paciente anterior, ou prepositadamente posto, e desde esse momento que optei, por mais não os tratar num dentista, visto que tambem esta queixa, nunca foi por nenhuma autoriedade atendida e consequentemente nenhuma investigação e conclusão obtida, ou se sim, não é de meu conhecimento.
112- A maior parte destes dentes, já tinham sido tratados a caries anteriormente, e como dei conta no meu livro da vida, pelo que entendi posteriormente, trago a suspeita de que eles foram expressamente mal tratados, para mais tarde me poderem atraves deles originar problemas de saude diversos, pois um dente que se parte ou cariado, demora em média três ou quatro meses a cair, o que é sempre diferente do seu extrair, e durante esse tempo, muitas substâncias ingeridas entram em contacto directo com o sangue, isto é, um processo que facilita todo o tipo de envenamentos e criação de doenças para alem das dores constantes nestes periodos por cada um.
113- Creio que o processo poderá passar pela colocação prepositada de massas menos resistentes, visto que elas são preparadas com dois componenentes, e recentemente escutei em espirito que os canais tinham sido postos ao contrário, uma frase que me é em parte enigmatica, pois não trago conhecimento fino dos processos de tratamento dentário, mas que poderá corresponder, se possivel tecnicamente, a inverter a função dos dois drenos que geralmente se colocam no interior do dente na reconstituição, isto é, em vez de drenarem, servirem de ligação ao sangue, e se assim for, e assim tiver sido feito, será então tambem prova de um prepósito criminoso nestes fazeres.
114- Na escrita deste documento, ponto 57, se insinuou na escrita, a frase, cila mente. O que entendo deste significado, é uma correlação com estes crimes atraves dos dentes, pois cila, como abreviatura de Cecilia e esposa do Pedro Marques Lopes, filho de Domingues Marques Lopes, um dos fundadores do BPN, foi a minha dentista durante muito anos, e contra ela levantei suspeita no livro da vida ao isto analisar, bem como de outra possibilidade, através de um tratamento de branqueamento feito num dentista recomendado pela minha ex mulher no Estoril, onde creio que as substâncias utilizadas poderão ter enfraquecido o revistimento dos dentes, o esmalte, pois essa acção é passivel de ser sentida durante a aplicação dessa substância, ou de outra, prepositadamente adulterada para o efeito.
115- Considero estas dores infligidas por impossibilidade de tratamento, pela falta de segurança, um crime de tortura fisica e psicologica, que tem incapacitado parcialmente por largos períodos a minha vida em distintos niveis e planos, bem como trago pelas razões apresentadas suspeição de que se inscrevem no prepósito de atentar contra a minha vida.
documento em escrita, publicado em forma incompleta a 05 08 2013