terça-feira, maio 15, 2018

A SAGA DOS FRIGORÍFICOS OU JÁ DE MÁQUINAS DE LAVAR, OU A MERDA QUE ISTO FOR




A SAGA DOS FRIGORÍFICOS OU JÁ DE MÁQUINAS DE LAVAR, OU A MERDA QUE ISTO FOR


Hoje 14 de Maio de 2018, à tua ausência se presente estou contigo ausente, dizia a bela besta gigante toda vestida de vermelho em fundo vermelho, um pouco como a master bed deste meu escritório casa quase toda inteira no meio da avenida em plano elevado, SI, acrescentaria eu sempre, SI cãrino, que ficam sempre bem os carinhos no amor em realidades nazis e de constante tentativas de homicídio, descontando o facto que não estando, contribuis também para isso.


Como narrado na Saga dos Frigoríficos parte I e II, Seria já sábado 4 de Maio, águas de Maior como canta a bela guria que a meus olhos e ouvido me apareceu, Ah belas vantagens destas tecnologias modernas, só faltará inventar mesmo é o codec raio X, com densidade regulável não se veja desde logo os ossos sem mesmo beijos (BEI AD AO) no antes, no permeio e no depois, e depois da linha altamente sofisticada e melo dramática de induções varias e sentidos múltiplos como a brisa do amor em teus pelinhos eriçados, coração pulando, pulando no quente amor, tudo a bem do refrigério do inteiro mundo e das águas puras entre tuas pernas, e ainda da poupança energética, chegaram os dois em silencio pousado tanto nas vozes como nos corpos, como se um clímax se tivesse dado, como uma tonalidade de um certo repouso, e eu de novo a me pensar, mas agora o que é, uma pausa dramática, não lhes deram desta vez anfetaminas ou algo similar, não os magnetizaram antes ou mesmo os hipnotizaram, assim terão sido as águas de 4 de Maio, como sempre e entendível pela narrativa que é séria para além e aquém do amor que de permeio escorre, igualmente se entranhou em mim, mais um mistério, ou meio mistério de nada ou de alguma coisa?


O dito no não dito, como sempre terreno fértil da sombras e das assombrações e de rosas amadas com eventuais ferrugens, tem nome isto, controlo pelo receios e pelos medos na melhor das hipóteses.


Sábado seguinte, 12 de Maio, as águas já quase no meio não de tuas pernas mas do ciclo da lua à volta da terra no infinito universo sem o brilho dos teus olhos na minha cama, que seria nossa se nela comigo habitasses, a variante introduzida, não queres que te traga uma máquina de lavar roupa, deve ser um problema para lavar coisas grandes, fui operada as cataratas, não queres ver o meu olho? Não mãe não quero uma maquina que nem sei se é nova ou velha ou nova velha, mas se fosse um recado de amor como muitas vezes parece ser de uma moça do outro lado do atlântico a fazer planos de casamento e de necessidades da vida conjugal moderna, poderia te dizer que para além de turbilhões no mar do Japão e de ventos centrífugos, não sou fundamentalista sobre as maquinas de lavar e objectos afins, e da mesma forma como já te o disse, gosto de lavar as tuas cuequinhas à mão, porque me lembra a seda da tua pele a até te direi que nesta casa que é de meu pai, se encontra preparada uma divisão de lavagens com escoamento e torneira à espera de uma se algum dia chegar, quem sabe se gostarás de te entreter em trabalho manuais relaxantes como passar a ferro, que não é meu gosto e jeito, pois como saberás, era eu pequenino e aprendi este fazer em casa da minha avó, no tempo dos ferros grandes e pesados onde se metiam as brasas quentes e um dia de varão, passava eu em calções, uma roupinha à paisana feita por uma das senhoras lá de casa para o meu action man, uma variação de super homem, e encostei sem querer ou talvez uma nuvem assim a me dizer, o dito quente ferro à zona lombar e vivi com uma marca castanha mais ou menos horizontal durante meses na zona lombar mesmo por cima do fígado, certamente um prenúncio das dores futuras e correntes, pois uma das coisas que sempre me tem espantado ao longo de mais de anos do roubo de um filho, de escravatura, de tortura e de tentativas continuas de homicídio, e nunca ver neles a percepção do entendimento desta realidade, pois como sabes as dores se expressam nas faces e nas vozes e nos gestos, como tua as pode em mim entender ao por exemplo ver e ouvir meus vídeos, e face a eles, parece em primeira instância que me terei tornado invisível, pelo menos em parte, pois continuam de alguma forma a me fazer estas coisas, ou como se tivessem eles ficado cegos, e me tivessem deixado de ver, ou ainda, como se tivessem substituído meus pais por réplicas sem aparente coração para além do que se expressa nas angustias de alma ao serviço destas narrativas que estranhamente como considero provado sempre misturam aspectos de uma realidade complexa em parte e pelo menos reflectida pelos meus escritos e dizeres, ou seja, parecendo no mínimo que me teriam de acompanhar no que vou fazendo para poderem ter este tipo de dialogo surdo e cego.  


Depois ou antes ou de permeio com os frigoríficos novos e velhos ou velhos ausentes com ferrugens nós pés, entenda-se para mentes estreitas e com falta de memoria nas dores provocadas na Nicole Kidman / desfile CK,/ perfumes, os quatro elementos/ Lara Stone/A casa na falésia com noite e tempestade/ roubos de filhos / leituras dos quatro vasos alquimicos no tribunal de família e menores do Luxemburgo, e de seguida dores em mim e no meu pai que levou duas rotulas novas , uma em cada perna,  chegaram os dois, vinha como não me lembro de o ver, sem casaco, com uma camisola azul, estranha cor nele, e talvez tenha visto as dores em minha face, nem dois minutos terá ficado, disse, deixei o casaco e a carteira entaladas na porta do carro ou algo assim, e saiu de rolpão, minha mae que não ouve muito bem, nem percebeu ao instante, como se antecipando uma imagem de partida da vida, da vida dele, e eu em silencio face à conversa entupida, ela também ao dar-se conta de que ele desaparecera e que ficara ela e eu dentro da mesma casa, abriu a porta e saiu, ou será tudo isto mais uma encenação, um psicodrama ou uma chantagem emocional ou ainda um dizer de um espião venuziano, visto todos vivermos em amor com as amadas e os filhos em casa e dinheiro o bastante para comer e ter um tecto mesmo que alheio ou emprestado e no respeito integral dos direitos humanos e constitucionais, que assistem a todos , até hoje os cães e os gatos são protegidos pela lei e pela sociedade, tal é a inteligência hipócrita e cínica destes filho da puta ladroes de crianças e torturadores nazis



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depois ou antes ou talvez, mas creio que depois ainda, chegaram os dois sorridentes e bem dispostos depois do almoço, e me dizendo em voz suave e doce, não está zangado connosco? ar de anjinho e de profunda provocação, pois destes dramas encomendados sempre os fazem mas de respostas sobre o meu filho ou quem são os canalhas que os trazem vergados e porquê? nunca nenhuma resposta ao longo de mais de uma década, e de frigoríficos e de maquinas de lavar sempre ao que parece são assuntos de importância galáctica, mas por exemplo, sobre a retrete recentemente estragada por algum que terá entrado em casa, trazendo meu pai pelo menos uma chave, nunca nada dizem, acrescentou num dia recente um enigma,  que começou com uma estranha pergunta depois de eu aqui neste altar do mundo dizer, que alguém posteriormente tinha uma qualquer porcaria à volta dela por fora onde tiver que partir a fixação para tirar a esponja,  ou antes mesmo, como vos mostrei, uma mancha vermelha como ferrugem na parte de cima do rebordo, que curiosa interacção dramática o narrativa de todos estes elementos ao longo de uma longa sequência de eventos planetários sobre esta matérias e naturezas, só falta mesmo perguntar, mas todas estas artes para alem de moer a paciência aos santos, matam nas vezes? e se sim, alguém os leva perante um tribunal?


estava eu de novo infectado como ficar antes ao tirar a esponja, pois provavelmente la dispuseram também umas bactérias, na esperança que ao esfregar e desmanchar um pequeno corte numa mão se desse, o bastante para criar uma infecção ou serão isto os métodos nazis e fascistas dos tribunais de menores e de família para manterem roubos de crianças, depois mais estranho ainda ao sair numa outra vez, com ar de quem rosna, assim pelo menos não houve uma onda, gigante presumo, pois me perguntara antes também ou cínico ou descompassado, se tinha havido uma inundação, por fim, ao chegar depois de operada as cataratas, me dizia bem disposta minha mãe, mas não me queres ver o olho?, uma indirecta dela, se me lê sobre assuntos de outros olhos, no dizer suave e subtil das mulheres, uma encomenda de amor, só ser esotérica como todo o amor parece hoje cada dia mais ser.
no entretanto mais roubos, alguns de novo como sempre depois de me infectarem para que nem dê por eles, e mais uma vez os constantes ataques informáticos , quem lhes paga? 

cabrões, que negócios escuros existem para todas estas encenações e coberturas de tudo e de nada, estarão porventura à espera da minha morte, já negociaram a minha obra, qual ? esta fruto de um roubo de um filho do qual nada sei, ou mesmo no pacote tudo o resto antes, como o meu arquivo audiovisual, porque tem o meu filho na mão, chantagem? ou ainda um nível ou ainda um outro mais perverso, porque assim me fazem pensar que estará vivo, para não de dizerem da morte dele, se morto está.

sabeis filhos da puta o que é viver sem saber de um filho durante mais de uma década depois de ter vivido com ele todos os dias até aos cinco anos de idade?


que Deus e o Diabo vos pague ao cêntimo!!!

lisboa 15 de Maio de 2018

paulo forte

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