sexta-feira, agosto 10, 2018

HOJE DIA 10 DE AGOSTO 2018 NO ACER, DIA 8 NO KUBO, E HORAS NO ACER 18:00 PM, DA SAGA DA EPAL

HOJE DIA 10 DE AGOSTO 2018 NO ACER, DIA 8 NO KUBO, E HORAS NO ACER 18:00 PM, DA SAGA DA EPAL

Capítulos anteriores publicados destes constantes crimes e passes que sempre tem montado através as empresa de fornecimento de água e electricidade ao longo de mais de uja década do roubo de meu filho, se encontram como sabeis publicados no meu blogue com todos os documentos de suporte, os últimos episódios desta telenovela real criminosa e nazi, sem bem vos recordais ao tempo de mais umas mortes.

Respostas, para quê, se são artistas portugueses, glosando a antiga publicidade da pasta medicinal Couto, se cá vamos, vamos, cantando e rindo (para quem não saiba ou não se lembre, o hino da mocidade portuguesa ao tempo do antigo regime).

Há dias um papelinho na porta do prédio a avisar que vinha hoje, dia 10 se dia dez, ou dia 8 no kubo, talvez uma das razões para terem mudado a referência das datas em forma criminosa, pois a coordenação e planificação deste crime é sempre um espanto de negro espantar.

Pelo kubo, ontem dia sete, pela madrugada já quase manhã, um contínuo silvo, parecido com os que às vezes se escutam nos canos por exemplo de água, mas sem o ser que se manteve até ao homem da EPAL se da EPAL, se da empresa sub contratada, se da empresa sub contratada da sub contractada, pressuponho que este som, terá sido uma acto de amor, como quem me chamava a atenção para o crime em curso, assim espera sempre o Amante da Amada, descontando a chatice de ter que levar com silvo de uma cobra inexistente a silvar durante umas horas, melhor seria beijar.

Estou com dores, a infecção tem crescido, e isso o sei em certeza pela conhecimento derivado da frequência com estes canalhas nazis me infectam ao longo de mais de uma década e portanto, nas vezes nem consigo dormir, e assim estava meio adormecido, quando de manhã de dia 10 pelo Acer, quando tocaram com alguma frequência e por diversas vezes a campainha à porta do prédio, ou seja, também aqui no sempre desejo amoroso de ter ver nua e muito lamber, pressuponho que seria ainda um outro aviso de amor, ou uma garantia estratégia de que a narrativa preparada se iria cumprir por parte dos demiurgos autores do diabos.

Me levantei e passado alguns minutos sem ninguém aparecer me disse, vou subir a ver o que se passa nesta ausência que me parece ser a tua de sempre amor, fechei a porta do escritório a chave, a pensar para meus botões, se calhar o delay introduzido na invisibilidade do sub contratado servirá para que eu o procuro no átrio e entretanto tem um outro combinado já dentro do prédio para aproveitando a minha ausência, logo entrar par vir roubar mais alguns documentos, ou foder mais alguma coisa ou dispor mais umas bactérias para reforçar a infecção.

Estou à porta dentro do átrio e vejo vindo caminhado um homem de jeans e de camisa branca com um ar meio aflito ou apressado, abro-lhe a porta e lhe pergunto é o senhor da EPAL? Que não mas que estavam no prédio no quinto andar, deve portanto ter um espécie de raio x que de fora do prédio lhe permite ver os homens da EPAL o do que for certamente usando uma telemetria nos reflectores dos casacos ou ainda um remake da linha contemporânea dos super-homens e das supermulheres e até certamente de super-ratos visto eu os teus flaps, aqueles pequeninos que habitam em torno da tua rosa, teimam em estar ausentes de meus lábios. Moi mouille, toi dur, belo lema de verão e de todas as estações em horários diferentes em fusos idênticos.

Então quem é o senhor, que eu não o conheço?

Eu sou o morador da última cave

Ah é, diga-me lá um coisa visto estar há dias um papel da Ibervial no átrio dizendo que tinha havido queixas de coisas lançadas aparentemente pelos moradores destes prédio pelas janelas que teriam caído nos pátios das duas habitações térreas, já falei com três vizinhos e todos eles me disseram eu não sabiam de nada…

Apareceram disse ele, uns papéis, umas beatas, e depois acrescentou e roupa também, uma senhora que depois apareceu com um saco par apanha-la e eu lhe disse, isso, (a última parte da narrativa dele), acontece, mas não são de actos de vandalismos, são coisa que sempre acontecem, a roupa cair dos varais, acrescentou, a não ser que seja do outro prédio, e eu,  beatas voadoras certamente em trajectórias curvas ascendentes que depois descem com orbitas de shuttles, assim pensava ironicamente para mim, poisa final tanto podia ou não podia ser do prédio ou do outro, ou até mesmo de Marte

Eu vim cá pernoitar nestas ultimas noites, a casa é de meu filho, está de férias, e eu me dizendo, mau maria, e lhe perguntando, mas então foi o senhor que se queixou à Ibervial, que não, espantam-se meus olhos e meu pensar se pensar sei sem te ver amada nuazinha através do buraquinho da lente do kubo.

A conversa ficou mais ou menos por aqui, desci, pois já estava a tempo demais perigoso para poder um outro escondido entrar pelas costas enquanto a conversa entretinha, e me perguntava, mas este homem não é o mesmo da última vez, que me disse um mesmo, que a casa era do filho, quando o encontrei com uma mulher loira assim meio platinada ao pé do ascensor, ou seja pela lógica impossível da batata com as discrepâncias dos fusos horários em máquinas de um mesmo ramo, esse jovem terá então dois pais distintos.

Passado nem dois minutos me aprece um homem grande, de fardamento com calções, certamente de um estilista contemporâneo, galerias lafayette Paris, com uns dizeres qualquer coisa menos outra, gás e electricidade ou água ou veneno ou silvo de cobra ou a puta que vos pariu a todos, lhe abri a porta, virou-se de costas durante dez segundos para os números do contador da água que roda a cabeça, que como sabeis é uma conceito que estes filhos da puta canalhas nazis me roubaram no âmbito deste crime de roubo de um filho e da minha escravatura, e disso, está feito, fiquei-me a perguntar, o quê, a leitura da água, o outro homem, a galáxia e o universo inteiro?

Ao voltar-se, o objecto tipo pedra kubrikiana, tinha uma luz branca no topo que me lembrou ainda um dos últimos passes no andar do Amílcar relatado ao tempo talvez porque também me pareceu ser brasileiro, como o outro, curiosa luzinha a luzir e os espelhos de antão que os contadores traziam em suas mãos, e que agora não são necessários para ler os números, mas que faltam nas solas com pregos das tabletes tipo kubos da Microsoft, uma delícia amada a vida nesta galáxia nazi, não achas.

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