domingo, outubro 07, 2018


07 10 2018 news if news


06 10 2018 SINOPSE DO VIDEO
Curta e acrescentando a imagem de quem não me lembrava de três que vi e que neste vídeo comento sobre Trumps, ele caminhado de lado visto de baixo com o que parecia um chapéu de boufon verde na mão esquerda e de punho erguido na mão direita, provavelmente a imagem mais curiosa das três que comento, pois reflecte igualmente a foto que recentemente publiquei da minha mão entrapada depois de voltar da CUF, já na madrugada de dia 12 de Setembro deste ano e depois de mais uma tentativa de homicídio contra a minha pessoa.
Lady May acrescentava, o colar dos ovos como reflectindo um outro detalhe da piscina de um Hotel do Algarve que como saberão os que tem acesso ilegal ou aos meus arquivos fotográficos ou ao documento sobre o 911 deste ano, nele estão incluídos, me refiro aos ovos numa estrutura particular como ireis entender.
Um colar em seu pescoço sobre casaco azul-bebé como o roupão de quarto oferecido ao Francisco com o estranho logo da Analuti e do que é uma representação de um falo dentro da boca e de um choro, uma só lagrima, ou como uma pérola de chuva de um pais onde não chove, como Brel nos deixou cantado, ou uma transmutação alquímica do amor na palma da mão do Conde Drácula, uma espécie de T-Rex de outrora, no filme de Coppola sobre as letras de Brain Stalker, rolando na palma de Mina, ou ainda a mesma representação numa da imagens da Rainha em recente vídeo comentado no actual documento sobre o 911, relativo às bombas do Ira em 82, que fiquei na duvida se lagrima real como um fio de prata escorrendo na face esquerda dela, ou se retocada para estabelecer eventualmente qualquer relação, com alguns destes valores aqui relembrados ou de outros ainda, May caminhando de lado com um dossier vermelho com uma espécie de saco plástico mais pequeno como o que se usa em alfândegas, para apensar documentos de transporte de coisas e de cargas, valor igualmente reforçado por outras noticias sobre um estranho cartaz sobre a vigilância e a protecção dos cidadãos do Reino Unido nos aeroportos, que teria chocado alguns pelos termos específicos, como saindo de uma residência onde se destacava pelo enquadramento do trabalho em ferro, duas espirais assimétricas em suas formas, como remetendo ainda para este tema, que comos sabeis é parte integrante das asas e das quedas de anjos ou de bebés, ou de filho perdido e também de ondas gigantes coo a que agora de novo aconteceu na indonésia.
Estranhas somas assim pretendem alguns fazer, uma das questões que de novo friso neste comento, da facilidade imensa por estas tecnologias e seus desenvolvimentos de falsificar corpos inteiros, ou faces, ou mesmo uma particular expressão humana com base na representação ou imagem de outrem que nos é familiar, em tempo real ou quase, dependendo do poder de cálculo e de processamento de bits.
Pois das imagens de Trumps comentadas, temos, o látex, como mascara também dele mesmo retirada por sua própria mão, como alguém que se tornou nu ou igual a si mesmo, que mais não tem necessidade de se representar, e nisto cabe como sabeis quase o universo todo inteiro, não falamos, ou falamos estritamente de sexualidade, pobres de espirito, seria assim o entender e o entendimento, que a nudez do ser é muito mais do que o sexo, e ele caminhando contente para nós, como quem está feliz por não ter mascara, por a ter conseguido tirar a si mesmo, mas como tudo os gestos e as imagens do gestos do homens são muito mais do que isso, e é obvia uma referência a Persona, ao grande Bergman, e a uma particular carta de despedida por suicido de um arquitecto escrita ainda em maquina de teclas mecânicas, no início do filme, onde como em todos as palavras e todos os códigos é sempre possível ler algo mais, como ali na carta se pode ler, GA, um acrónimo muito citado e presente neste crime de conspiração internacional, tao presente em tanta forma e factos diversos que me pergunto como sempre, e o filme de Bergman, apareceu-me no meio disto no youtube por que mão, como que intenção narrativa? visto que o que não falta neste crime são intenções narrativas e dramatúrgicas como forma de manter o crime e a impunidade dos perpetuadores.
Quase tudo isto neste ponto do glaciares ou da regiões frias do planeta antes do degelo final se o caminho assim continuar, me faz ainda lembrar a seguir ao mandato de Obama, e de uma estranha linha que correu no invisível para alem de cada um em frente a seu ecrã, território da desta batalha mundial, que muito apreciavam as playlists que ele fazia que ate o tinha convidado agora que deixara de ser presidente, para um sitio de canções ou quejando, ao mesmo tempo que aparecia um spot de promoção turística nas televisões de um pais nórdico que rezava, foi assim que o fizemos, um pouco de gelo, com um pouco de sol da meia-noite e provavelmente com mais alguns ingredientes que agora do pé para mão nem recordo ao certo, e as imagens estranhamente pareciam ainda falar de torre caídas em NY, como se aquilo fosse uma declaração de um verdade inconveniente feita pelo escritório de turismo lá do sitio ao norte das neves onde os amantes muito se colam e devem andar colados, ou um exercício de humor negro, ou ainda pior, uma inversão de ónus de uma terrível acusação, pois não se esperaria de um entidade do turismo de um pais que fosse terrorista que o declarasse mesmo que em forma poética em sua publicidade.
A parte desta conexão que ao ver estas imagens de agora emergiu na minha consciência, se junta aqui, ou se pode juntar aqui, ou pretenderão alguns aqui juntar nestas imagens dos dois impérios, o antigo e o moderno, da mesma língua, que bom seria amada e não te falo necessariamente do Esperanto que em dia recente soube que continua vivo e a crescer pelo mundo, valores reais à minha consciência, latex como material moldável, por exemplo para fazer próteses fálicas ou mesmo raparigas inteiras sem cérbero nem nervos nem coração mas extremamente moldáveis em todas as posições com acabamentos de pelo como veludos virgens como uma que agora vi num pequeno thumbnail e certamente fabricarão oposto complementares para as raparigas solitárias, ou como feiosa Jennifer Garner diria, para as almas solitárias, que são aquelas que não sabem da outra sua parte durante seculos inteiros, se calhar porque nunca despiram o latex do coração na face, ou não pensaram com o coração e sentiram com a cabeça, como dizia hoje uma rapariga aparentemente alucinada que entrou no café de Alcântara, se calhar mais um teatro preparado para meus olhos e para meus bolsos sem moedas, pois a alucinação (pi a alucinação) se aparente não deixava de ser certeira na sinestesia que propunha ao vira-se para o rapaz por detrás do balção.
Entrara no café falando alto o suficiente para captar a atenção mergulhada sobre o ecrã, magra como uma cana, provavelmente com sida ou afim, se disse chamar de Marta, que já tinha estado na casa de um homem que se encontrava ao balcão que tinha quarto maior do que a sala, se bem ouvi para as bandas da Ajuda, e de repente se baixara ao lado do meu charriot e mexera no pneu pondo um cigarro sem lume por cima da mala de pele onde trago os escritos, ou seja, um complemento ainda aos factos que estou escrevendo e que consequentemente já no entretanto acederam e ao pneu que me deram cabo há já uns meses atras como vos mostrei. Depois ainda vi na rua agachada de volta de uns papeis que se encontravam ao lado do caixote de lixo, como se estivesse lendo qualquer coisa naqueles restos de papeis, um verdade divina ou similar, uma revelação e estava ela salvo erro, no isto onde recentemente se colocaram os dois, um de braços cruzados estranhamente zangado e quieto como se olhando o carro antigo de semieixos partidos no meio da rua de alcatrão nova e de repente aquela estranha narrativa parecia ainda poder ser complementar a esta anterior, que fala de acidente de carros e de uma foto minha tirada nos anos oitenta no Geres.
Se juntam então dossiers vermelhos com bolsinhas de plástico transparente não de cangurus mas de papeis de encomendas e de fronteiras, e se juntam aqui pelo latex, encomendas de próteses fálicas que creio não deitarem qualquer tipo de torres de pedra a baixo, só eventualmente pernas no tremer do orgasmo, e ainda linhas bem mais negras que parecem assim querer mascarar, como as do caso recentemente reemergido por um display que a todos dei conta, da UPS e de eventuais livros ritualísticos como códigos roubados no Museu Metropolita de NY e depois até de folhas arrancadas ou desaparecidas em parte incerta, ou assim pretendido, de livros de uma outra biblioteca, a do congresso ao tempo da segunda presidência de Bush e sobre isto ainda podemos juntar, a figuração das ondas ou das mandalas célticas no ferro da porta do prédio por detrás de May
E sabeis, nem mais me recordo ao certo se esta carta de suicídio onde na cópia online se le GA, é do filme Persona ou de um outro de Bergman, contudo ou sem nada vos narro de um dos resultados da indução pela tarde no café, caíra um moeda de 20 cêntimos no caixote do lixo, em cima de uma caco de vidro arredondado como um onda, a factura simplificada FS 002/182907 entre outras coisas diz (di), 1 leite choc Ga, choc de abreviatura de, chocolate, de choco, assim me lembrei de Cameron no Algarve no mercado do peixe aparentemente confundido chocos com lulas e polvos depois de leituras minhas em anos anteriores obre Maddie choc, de choque, de acidente de carro ou de outro qualquer meio de transporte, e GA, com cacos de vidro, a me dar ainda uma outra possível chave complementar, que este ataque contra mim, teria sido então «um chocho, um beijo de um GA inglês, 11 96 com 44 cêntimos de iva perfazendo 12.40, ou um onze de 96, de um, com, de Londres, em véspera nas noticias MSN GB online, que o dinheiro teria chegado ao fim, que se gastaram 13 milhões a tentar descobrir a Maddie e que não haveria mais para continuar a procurá-la.
Persona como sabeis pelo livro da vida, é ainda salvo erro de memória, nome de uma clínica de medicinas alternativas na Linha como se as chamavam ao tempo, que o Humberto fundou e que se encontra citada no livro da vida, e de Humberto se também bem me lembro, me terá aparecido na minha vida, nesse tempo quase inicial da latina europa pela mão de um rapaz, o Vicente Borges Silva, das ilhas, um nome que de novo subiu à minha consciência, nos sentidos enigmáticos do artigo de António Gutierres e da Sétima legião, pois alguns são de lá das ilhas, ou pelo um, que também é medico, o Ricardo Camacho, que alguém, assim me parece, terá deixado no chão ao lado da mesa de prumo, depois de eu volta da urgência já no dia 12 de Setembro deste ano como vos mostrei, porque o titulo fala de quem não esqueci, pelo valor da aureola metálica de uma santidade quase completa, de um valor que pode ser lido como quem está morto, e por Vicente que era as ilhas e que sabia que iria morrer e tinha em si, a decisão, que recentemente vos relembrava através do dizer de um outro homem, de Steve Job, e da linha dos bugs no código genético, estritamente humano, a que alguns chamam à morte num provável exercício de humor negro.
Uma outra foto de May e de outros sentados lateralmente numa fila, marido ao lado com o mesmo padrão aos quadradinhos que já vira salvo erro na sequencia da mala vermelha e aberta em sima do sofá, falava ainda do nariz rubicundo ou simplesmente do nariz dela, próximo por sua vez de uma outra rapariga ao lado dela, que até agora não conhecia de lado, como se calhar me a tivesse a mostrar toda inteira aos pedacinhos.

Pérolas em Alcântara




Pérolas em Alcântara





Olha rapariga muito feiosa, tens um garfo tridente que se reparares bem te aponta à bela cabecinha, por isso te direi sempre, tem cuidado que o mundo fora da cama do Amor está todo louco, como essencialmente me apetece sempre um mesmo, e como não tenho vossos lábios a meu lado, me entretenho a escrever coisas sobre linhas alheias estranhas, mas o que me apetece mesmo é muito beijar-te e como não estás, te escrevo, a me perguntar a cada dia que passa na tua ausência, se não serás malvada, do grupo das malvadas que sabendo do amor em que te trago, te pões distante para que eu escreva.

(ficam sempre bem as raparigas com estes trapinhos que vem das visões da pré história em revisões modernas com ar assim meio de guerreiras de qualquer coisa)

(estranha expressão meio surpreendida meio decidida, como se fosse guerrear ou estivesse numa guerra, sem outro meio, pois não se entende a emoção por detrás ou pedra base, e não faz justiça à beleza da face dela por onde os corações se exprimem, contudo muito bela e apetecível em seu todo nas luzes e nos sombreados)

(nesta foto parece ter ela uma asinha de Dragão desenhada que parte do que será o umbiguinho, como a asa do Dragão do Senhor dos Anéis que comprei para meu filho ainda ao tempo em que estávamos juntos, naquele centro espanhol ao pé da casa de família, e nesse dia encontrei lá dentro uma bela rapariga que não via há muitas lua, a Sofia Aparício, ficamos por um instante a conversar ao lado dos brinquedos, em voz suave e delicada, baixas, como os sussurros dos amantes depois de se beijarem ao perto pertinho e assim falam as orelhinhas, como um pressentimento de amor nas vezes acompanhado por olhares meio de lado, lado a lado como desvelando a cada um, nas vezes mesmo sem saber, do Amor permeante) 

Estava eu ontem a publicar poeminhas para ti neste entretimento tipo casa-do-horror-em-verão-quente-sem-tua-agua-num-país-nazi, sentado numa mesa sem pérola na pérola de Alcântara com vista para a esplanada através de vidros, quando já quase noite vi uma silhueta de uma belinha muito belinha assim do meu tamanho o passar no outro lado no distante a meus olhos cansados passeio, reparou o rapaz que muitas vezes lá está sentado com o dedinho a fazer correr para cima e para baixo pequenas imagens dentro de um visor, um entretimento se o for que hoje se vê em todas as solidões privadas em toda as partes públicas desta cidade, que eu a olhava, e se voltou do outro lado da janela sorrindo ao instante da minha alegria ao ver passar aquela perola com pernas, que ao lusco fusco me pareceu assim meia arruivada, e eu lhe disse, é por acaso sua vizinha?

Mais tarde quando falamos um pouco, e eu lhe perguntava sobre as navegações dele, ele me dizia, estou aqui a namorar com a minha namorada, tenho três, esta é a primeira, e na verdade deve ser, pois a mesma foto de uma bela em vestido colante negro já eu vira no pequeno horizonte tipo rectangular que sempre trás em sua mão, está no Brasil, mas vai chegar, e se não chegar por que mudou no entretanto de ideias, ainda tenho mais uma e mais uma outra e se não pescar nenhuma, também não faz mal.

Depois na mesa de repente no angulo de visão meio descido para o ecrã, me apareceu uma rapariga talvez três anos que estacou na esquina do balcão e ficou quieta com um ar muito curioso a me olhar, olá, como te chamas, e ela na mesma, olhando-me de olhos arregalados fixamente em silencio completo, e depois partiu e depois de novo se veio pôr naquela mesmíssima posição, e de seguida apareceram logo duas mães que se encontravam na mesa do fundo da perola, assim com ar meio de leoas preocupadas buscando a cria, uma delas com um bebezinho ao colo, quando elas chegaram ao pé da menina, lhes perguntei outra vez, e como te chamas, não me respondeu a mãe à primeira, talvez com o medo que as pessoas hoje pelos vistos tem neste mundo de loucos, insisti, já, de costas me disse, Beatriz, eu pensando para meus botões contente, publico eu poeminhas de amor a minha amada, e me apareces tu em pequenina olhando para mim como eléctrica e em verdade te digo, naquela pequenina face reconheci uma outra, como se te visse na menina sem te ver.

Depois digitava o nome aproximado desta muito feiosa acima, quase pensando para meus botões se teria primeiro que digitar Ben Affleck para depois ler a legenda da bela o lado dele se lá estivesse e depois então poder buscá-la pelo nome escrito na virtualidade das imagens planetárias, e me aparecem não sei quantas mil imagens dela, as últimas em baixo, diziam mesmo, tiradas à uma hora e 45 minutos atrás, já viste como é a presença omnipresente nas figurações sem carne hoje em dia pelo mundo fora, estava ela assim meio curvada numa qualquer rua do mundo como se afagando uma criança, um pouco como a imagem que te falara do rápido encontro com a Teresa Calçada, bela percepção, pois me dei conta que também a feiosa será assim, transbordante nas emoções, no dizer, nos toques humanos, ou mais prosaicamente, o que seria normal e expectável nos espécimes humanos se ainda alguns restam.

Garner, Garden, Garnier, estranhas declinações se assolapam à minha consciência no nome desta mulher todas elas ressonando em belos jardins de árvores como sedosos e acolhedores cabelos fogo sombras refrescantes.

Depois ou antes passara eu na loja onde os filhos ajudam o pai e se entretêm nos tempos mortos de clientes a jogar o jogo do cão num visor invisível a meus olhos, do homem afável de rosto e barbas talhado como em pedra que me cumprimentara calorosamente, pois em verdade já não nos víamos há talvez uma lua e meia, eu para te ser franco meio supresso naquela quentura, coisa rara hoje em dia, ao lado existe também desde há poucas luas o que parece ser um bar de nova gerência depois de vender carnes paquistanesas fatiadas em forma cónicas, daquelas maquinas modernas que as fazem rodar quentinhas e devagarinho como bons beijos, estava um rapaz meio dentro meio fora da grade fechada e uma bela ainda por detrás do balcão como a vira o afinal do entardecer quando à pérola me dirigia, olhava ele na penumbra também um qualquer visor e tudo aquilo se entranhava numa espécie dizer não dito tipo problemas no paraíso, talvez mais uma interrogação preocupada, não uma certeza certa, e eu atento, pois uma das noites que ali passara, dera como uma espécie de pequena festa nos banquinhos de fora e no pressentido interior e sentira eu amor ou desejo de mulher que nem sei quem é, uma Beatriz ou mesmo a Beatriz em grande, e aquele sentimento se entranhara em mim de tal forma, que olhara de novo depois os bancos e me dera conta de que os pés me sugeriram girafas e facas.

Mais adiante ao lado dos rails que atravessam o cruzamento em longos comboios de wagons de mercadorias em formas rectangulares, uma bela de frente tapada por um belo que com ela parecia discutir, ele como um pinto calçudo de mochila pequena e pouco volumosa às costas eu olhando aquilo na noite, me dizendo, parece uma nova versão moderna de militares nesta guerrilhas constantes em todas as cidades do mundo, e uma janga se calhar de amor, bela me pareceu pois beleza e janga não dançam nunca bem juntas, calças brancas com curva apertada no entre pernas que sempre nos conduzem o olhar, o que parece ali faltar, ou o que se esconde por detrás daquela suave e marcada curva, ou ainda, que estrada é aquela e onde me levará, assim fala o desejo da visão aos rapazes, tentava descortinar-lhe a face que me parecera de cabelos apanhados e redondinha porventura polvilhada de estrelas, e me dizia, será Beatriz.

Ah as raparigas as vezes ficam inquietas quando os olhares dos rapazes se dirigem logo e súbito para o entre pernas, pois sentem uma tensão que não sabem nas vezes ainda bem o que é, a tensão do desejo dos corpos, ou prosaicamente, da tensão sexual.

A Electra pequenina como eu, de passada larga e quase apressada se movera, e eu a descortinar, o que sempre e cada vez mais me dou conta nestas cidades, mesmo nesta, suave, ou que era suave, que assim caminham nas mais das vezes por receios múltiplos, outra palavra para designar o medo da vida nas cidades grandes e descomunais de hoje que as raparigas sentem e de alguma forma já conhecerão mesmo em jovens, triste Amada de se entender, este dano permanente ao amor, que te diria, que te faça o sol cega ao instante em que nos cruzarmos, que por não me veres, comigo choques, de forma que te possa logo abraçar e beijar teus lábios, e de súbito a luz jorre de teu coração e depois tornes logo a ver que assim te prefiro, ou pelo menos não te desejaria nunca o contrário.

Já viu bela Electra, é como lhe disse em episodio anterior, um do dons das belas raparigas é fazerem os rapazes atinar nos nomes dos dias e coisas que tais, se calhar conhece a ilustração extrema deste conhecimento antigo dos homens num divertido filme da sua terra SETE NOVAS PARA SETE IRMÃOS, e de como malvados e truculentos porquinhos pelo amor às raparigas futuras esposas se tornam homens lavadinhos, responsáveis e até gentis, pelo menos assim se conta no filme, certamente alguns outros poderão dizer, que as mulheres poem cangas aos homens selvagens pelo amor, lá voltamos nós à questão do cru ou cosido, como imagem do evolucionismo social e planetário e blá blá e até do 911 e de jactos de sangue ou de coco, ou até de bifes tártaros.

De Electra no contexto onde me encontro há já a mais de duas luas, das facas e das facas de mar e de porta-chaves Egípcios com símbolos de pedra cubicas e de falcoes corados como Horus, com um ponto perdido, um pequeno circulo como uma criança por debaixo de uma virgula, por sua vez como vos expliquei imagem que também pode ser entendida como fetos, me diz o dicionário da mitologia grega e romanda de Pierre Grimal, onde o Pedro Dourado, um colega da escola do povo pequenino, morto, colaborou.

Que três são as linhas e as historias deste arquétipo e provavelmente na mais antiga, é uma das filhas de Oceano e de Tétis, Casada com Taumas (o filho do ponto, a Vaga, e a Geia, a Terra), é a mãe de Iris, a mensageira dos Deuses e das duas Harpias, Aelo (a tempestade) e Ocípete («a do voo rápido»). Electra figura entre as companheiras de jogo de Perséfone na altura do rapto.

Que na segunda, Electra é uma das Plêiadas, filha de Atlas e Plêione que habitavam na ilha de Samotrácia e que teve um filho de Zeus chamado Dádano e que depois de Samotrácia partiu rumo a Tróade onde fundou a dinastia real de Tróia.

Electra esta relacionada com a lenda do Paládio, quando Zeus quis violá-la, a jovem procurou refúgio junto dessa estátua divina mas em vão, na sua cólera, Zeus atirou o Paládio[i] do alto dos céus e que teria a estatura caído em Tróade sendo conservada num tempo em tróia. Mais tarde Electra e suas irmãs forma transformadas em estrelas formando a constelação das Plêiades.

De todas das lendas, a mais celebre Electra, é sem dúvida a filha de Agamémnon[ii], e de Clitemnestra. Uma história complexa com assassinatos, vinganças, duplos crimes, fratricídio, e um quase cegar da irmã Efigénia com um tição ardente, depois casou com Pílades indo viver para a Fócia e da união nasceram Médon e Estrófio.

Como a rapariga é mito feiosa, aqui coloco mais uma fotos dela em Electra de 2005, onde na copia do vídeo do put lock ou qualquer coisa do género, o primeiro frame que se vê no thumbnail, é uma lamina, talvez a da mensagem na urgência da CUF quando me dram cabo da mão, a t-shirt do rapaz que dizia, blade mocho.






Escrita começada a 31 de Agosto de 2018.






do dicionário de mitologia de Pierre Grimal



  



[i] Será um Pala dio, cujas últimas referências são a Giga, campanha publicidade.
[ii] Ou será ainda, (AGA GAME AM MÉ NON)