sexta-feira, abril 12, 2019

Portas abertas só no paraíso entre tuas pernas depois de chegares a casa

Portas abertas só no paraíso entre tuas pernas depois de chegares a casa e nos cumprimentarmos na forma que for, olá boa noite, como cresceste, há seculos que não te via, ou ainda, como estas mais feiosa do que que me lembrava de ti, ou mesmo já te tinha quase esquecido, o melhor é encostar-te de imediato a parede para que meu colibri diga boa noite à tua rosa, segredos em seios velados em gaze fina por debaixo de branco quase transparente são também processos de indução de leituras sobre círculos, mesmo que a bela portadora nem o saiba ou nem disso se tenha apercebido, mas esta conversa não é para aqui neste momento e quiçá em outro também não, hoje o tempo é de guerra, e só um louco poderia deixar uma porta aberta pela noite fora, porque uma bela lhe tinha aparecido à frente dos olhos num qualquer MSN dos bandidos com letras impressas sobre gazes duplas, e me faz isto recordar, das mentiras, das sempre mentiras de todos estes canalhas ao longo de mais de doze anos que dura este crime, do anuncio do enredo salvo erro no jornal dos criminosos do DN, da sinopse do filme de Coppola, youth without youth, que o rapaz dormia na casa e que acordava com a amada ao lado, pressumindo-se que ela não seria fantasma, e que portanto teria entrado em casa com ele a dormir, não se sabendo resposta à metafisica questão, se teria uma chave, se o castelo teria a ponte levadiça do fosso dos crocodilos levantada ou se o rapaz ardendo em paixão, teria por e simplesmente deixado a porta aberta, e depois ao ver o filme, nada disto se passa, o que se passava ao tempo e imediatamente antes, era eu ter dito a minha amada em meus escritos ou palavras quão bom seria assim acordar, um exemplo da canalhice destes ladroes de crianças e de tudo num cenário de guerra real e imersivo, como de novo agora mesmo, são 6:55 da manha de sexta feira, acabei de publicar o post anterior, e algum dos caralhos que está em cima do meu quarto se pôs a bater com o chuveiro a fazer tipo telefone, puta que os pariu, antes há umas horas, quando liguei o PC, uma outra puta que deverá ser a mesma constante, logo entrava no prédio para casa do Amílcar, agora mesmo e também ao publicar o texto anterior, de novo a porta dele se abriu, sempre à coca, a verem o que mais podem roubar depois de terem cá entrado outra vez em forma ilegal e me terem infetado para trocar umas merdas e roubar mais uns documentos!

Estranho tao estranho o lugar do amor, como os gemidos nas veze audíveis sem rosto nem face

Estranho tao estranho o lugar do amor, como os gemidos nas vezes audíveis sem rosto nem face e por isso mais se entranham em seus sentidos diversos e por vezes opositivos pois se vemos o rosto da amada, logo sabemos a que corresponde o gemido, que também os gemidos como os que gemem de amor, não tem géneros, como até os bebezinhos o sabem sem saber, perturbação de amor genuína, provocada, por terceiros em forma planificada, ou o quê, a duvida, o sentido e a preocupação sempre se instalam quando não vemos a face da amada ao perto, pois se de dor, a confortamos e se de prazer mais a beijamos, e muitos assim o sabem e com este saber sempre jogam, e depois apareceu Scarlett com um estranho dizer e não menos estranhas imagens de Diana, como triste cheia de diamantes e triste como se tivesse sido rejeitada, estendendo a mão como quem me diz, levanta-te e eu me pergunto para fazer o quê? 

Ou que espera ela que eu diga? 

E olho o seu dizer onde ela fala de paparazzi e da preocupação de que algo de semelhante se possa passar como aconteceu a Diana, quem então está em perigo? 



No brinco de Scarlett vejo as torres da metralhadoras dos estranho animais metálicos maldosos das guerras da estrelas e vejo por cima o empire state building, e esta imagem em mim me fala da imagem porventura mais a enigmática nesta longa análise, em que diversos farrapos de vez em quando emergem, e que me levou ainda agora em dia recente a dizer, há uma banshee relacionada com a queda das torres, e com a abertura do leque da cauda do pavão, e com o edifício que é das torres mais antigas de NY  (n Y) , o empire bulding state. Que lhe direi a si, Scarlett, que paparazzi neste crime ao longo de mais de dez anos, não me aprece ser bem o caso, pelo menos em forma dominante, outros com interesses bem mais negros, sempre rondam e tudo sujam , todo o amor, por razoes outras que nada com ele tem a ver e na loja o rapaz encenava ou seria real, que lhe doía a coxa em forma lateral e eu a me lembrar súbito, da imagem de Nicole no desfile do CK ao se levantar, e o homem da loja do oiro, dizia levo duas bananas que me tenho de ir embora que tenho alguém dentro da loja, e na verdade no outro lado da loja, um outro homem estava, coisa estranha, muito estranha, mais pareei a de repente um espião ou algo semelhante, me irrita aquele senhor, que acrescentava ainda, que é preciso saber cuidar-se que depois o corpo sempre as pagas, grrr fez minha alma por dentro ao instante…


Be bela em seu sorriso aberto e honesto, me aparecia também com uma rapariga que devera ser filha dela, pois tem a cara do pai, e nas imagens que acompanhavam a noticia duas outras crianças se sentavam em cima de um pilar metálico de amarração de barco, como aquele que se encontra na sequência de imagens do cais da pedra cubica em Belém, no mesmo dia  que num dos cartazes Nicole beijava e ardentemente era beijada com um zero a passar por cima, uma outra bela me aparecera ainda antes com uma titulo que falava de um segredo e na verdade um segredo estava a prata debruado inscrito, que era necessário deixar a porta aberta, para ela poder entrar quando chegar, eu olhando os seios sem se verem, pois ainda estavam escondidos por um outro fino véu, estremeci em breve ao instante, como estremeci ao ver de costas salvo erro nessa mesma navegação, uma mulher num florido kimono no meio de uma rua florida como amendoeiras em flor, e o título rezava, oito anos depois, o regresso a casa, e a casa era o lugar da central que rebentou no Japão depois do tsunami, estranha imagem, uma mulher que se vê de costas e que se advinha bela, caminhado no meio da rua deserta com flores floridas nas copas de arvores voltando à casa da desolação, uma imagem que não bate também certo com  anunciado há anos que demoraria 40 anos até que alguém ali pudesse voltar.

Te terei escutado em pensamento, que terias compreendido o que te fizeram ao tempo do namoro com o outro feioso rapaz quase tao feioso como tu?