terça-feira, maio 07, 2019

Talvez sim ou talvez não um interlúdio com sangue ao texto que ontem vos escrevi e publiquei em duas partes,



III Talvez sim ou talvez não um interlúdio com sangue ao texto que ontem vos escrevi e publiquei em duas partes, DOS CONSTANTES CRIMES E REALIDADE NAZI NO ÂMBITO DESTE CRIME MAIOR DO ROUBO DE MEU FILHO, DA MINHA ESCRAVATURA E DAS TENTATIVAS CONTINUAS DE DOLO E ASSASSINATO, BEM COMO DE ROUBOS E DESTRUIÇÃO DE PROPRIEDADE DE TODO OS GÉNEROS, NESTE PAÍS NA MÃO DE CANALHAS NAZIS DE TODAS AS CORES POLÍTICAS NUMA EUROPA IGUAL, ONDE NENHUM DIREITO HUMANO OU OUTRO É RESPEITADO


Ontem, dia 06 05 2019 pela tarde ao sair, vinha chegando ao largo uma pequena motorizada negra com uma mulher que a conduzia em capacete negro, a aparentemente calhou em parra mesmo em frente ao sítio onde eu estava em frente às pequenas escadas da porta exterior do prédio, tirou o capacete, olhou para mim e percebi no instante que sabia bem quem eu era, não me, recordo de a ter visto  por aqui, nesse momento chega a pé, o do hibrido que agora anda num outro carro branco, vindo de uma direção por detrás ela, quando passa por ela, exprime para mim em relação a ela pelo jogo da direção do olhar, como uma espécie de preocupação, ele no entretanto avança em direção a prédio passando por mim de a cabeça baixa e inexpressiva e quando já se encontra nas minhas costas, a rapariga que o seguira a uns dois metros, começa a falar com ele em tom jovial como se fossem conhecidos e atras dele entrou no prédio, mas que porra é esta equivalente a outros passes não muito tempo atrás descritos sobre entradas deles  e com uma outra, por exemplo, a  ruiva recente de ar de estrangeira ao tempo em que outras se encontravam também consteladas por diversas naturezas, como vos narrei,  um mesmo género de display, uma forma de introduzir alguém em forma enigmática aqui e no prédio para depois aceder aqui a minha casa em forma ilegal para roubar, destruir qualquer coisa, ou preparar estas estranhas artes?


Uma espia e ladra e adulteradora através dos crimes no TP link e em todas as comunicações de redes aqui no prédio onde até agora aparece uma ligação que diz, RTP! Só faltaria mesmo um estúdio móvel certamente clandestino de espiões da televisão pública ao serviço dos bandidos do estado


Uma criminosa dos que aqui entram, das redes dos que infectam ou dos que mandam infectar as vítimas a mediada as necessidades e ladroes de informação, dos que dopam para roubar até passwords à medida em que as vou mudando? Assim introduzida em forma enigmática para que a vítima nem percebe o motivo? E ele fazendo de porteiro a ela para depois se entrar numa qualquer outra habitação ou mesmo a dele apar começar a foder o meu trabalho?


Com ar de quem poderia trabalhar numa qualquer instituição deste estado fascista ou mesmo no tribunal de família  de menores ou no ministério dos negócios estrangeiros,  e sobre o do Ex Honda hibrido, que tem no tecto da casa dele no primeiro andar candeeiros incrustados como os meus, e de quem suspeito de ter acesso ilegal a minha casa desde o tempo a seguir tsunami de 2005 e de o ter visto com o que depois escutei ser uma da irmãs do Miguel Maia que com a Prieto aqui estiveram partindo a casa inteiro por um tempo impossível no aparente pretexto e cobertura de obras e que me diz ser, relações públicas e contabilista o algo assim similar na academia das ciências de Lisboa, ou seja uma instituição pelo menos indirectamente ligada à grandes roubos  como considero provado, no âmbito deste crime do roubo de meu filho e da minha escravatura.


Curioso olhara para ela quando parava a mota e tirara o capacete e me disse, esta face é me familiar, depois o percebi, em véspera vira eu um filmezinho, o rapaz sentado no chão com as costas encostadas a um maple,  uma bela loira de cabelos , escorridos meio em franjinha fazendo vagamente lembrar a ex-ministra fascista de dois pesos e duas medidas, Paula Teixeira, compridos corpo meio andrógino, em bela lingerie negra de renda tipo calçaozinho que chega e em pé acampa como eu costumo dizer, nos lábios dele, e ele mergulha voraz os lábios na fenda dela, depois ela se coloca de costas meia sentado em cima do sofá e se move para a frente a para trás, uma outra mais arredondada e morena chega no entretanto, mete na boca do rapaz um falo tipo mordaça, a loira se estira de penas abertas no sofá e ele a penetra com essa língua grande, a morena, lateralmente a ele lhe vai sentindo o falo pulsante teso de desejo, e no final da loira se vir se é que se veio, a morena faz escorrer o leite dele em sua boca engolindo inteiro, coisa rara nestes filmezinhos, ou seja, uma outra historia,  um outro valor, duas mulheres, uma loira como engodo e uma morena que depois bebe o semem inteiro, que não  necessariamente de leite de amor, mas por exemplo  de produção intelectual, e de repente me disse, parece esta da mota, essa rapariga, talvez a soma seja então, o ar cúmplice de preocupação do barbudo Ex hibrido que nas vezes faz nestas aparentes chegadas síncronas com raparigas distintas, será uma obrigação que ele terá de um outro grupo de criminosos que decidem trazer uma para ver a reação e o que se passa, nada me surpreende nesta realidade canalha quotidiana e nazi que dura há mais de dez anos.


Ah amada como é bom, quando assim acampas em meus lábios e eu te começo ainda a beber em pé e depois te roças no teu próprio desejo e movimento na minha língua, do falo na boca, o divertido daquilo para alem da figuração do desejo íntimo de um homem em entrar também com a língua e a palavra na rosa da mulher, ou seja, no lugar e centro do mundo da amada, para alem de viver antes em seu coração, é quando a amada mãos na cabeça nos cabelos assim mais o amado conduz nesse movimento da ampliação da palavra e língua humana, pois de igual forma as palavras, costuma se dizer e ouvir dizer, são capazes de mudar o mundo inteiro, menos tu certamente que para alem de teimosa deves ser surda para não entender meu chamar de amor


Espero eu a serem verdadeiras as noticias de ontem, onde um avião russo aterrou em fogo e no MSN me apareceu um numero de vitimas que se encontrava em antes nos meus escritos e publicações e até roubos, 41, e nesta semelhança de imagem de um bela loira com a Anastácia que de novo me fizeram aparecer a meus olhos no YouTube recentemente, nada tenha a ver uma coisa com a outra, ou da mesma forma a chave vermelha que cá vierem colocar rapidamente, talvez para disfarçar outras artes, estar presente, a chave, sobre um eco SUR  LE PATRON, na analise e  posterior via os bandidos do ministro socialista Vieira da Silva e da associação das raríssimas (capa de um dos pasquins criminoso nacionais comentada ao tempo) no âmbito e seguimento da analise do POINT DE VUE, salvo erro, no entretanto e também o manuscrito todo roubado cá de casa, filhos da puta, nazis, vosso lugar é na cadeia!


Ontem a chegar a casa no forro recentemente mudado da minha cama, o que parece pequenas pintinhas de sangue, que alguém deve ter ali colocado, depois escutei em espirito, uma voz de mulher  que dizia em forma fria, na verdade nunca te amei, e uma projecção sem tom, de outrem se alguém, que dizia, vieram deitar-se na tua cama, se calhar, pois este escutado é real no passado, isto é, já eu o escutei uma vez associado a toda uma construção no âmbito do tema das fantasias de sofá e quejandos há largos anos atras como vos dei conta ao tempo do seu acontecer.

Lisboa, 07 05 2019