quarta-feira, maio 29, 2019

Beijo-a doce Penelope neste altar do mundo aberto e fechado

Doce Penélope Tecendo suas Teias de Amor
Fosse eu sua palma da Mão
Nela encostaria sua face a meu peito por toda a eternidade
Nesses seus suaves olhos grandes espantados cheios de promessa de mel
Vos vi assim em breve instante e não resisto a beijá-la
Mesmo sabendo das entrelinhas sugeridas
Que não as de enleios de amor
Necessariamente
Ou necessariamente
Que sim
São sempre belas mesas do amor em espaços abertos rodeados de círculos de gente
Sem grandes pressas nem afazeres
Bem sei, que tudo sempre esconde uma outra realidade
Até de negócios
 negação do ócio do doce beijá-la sem fim