domingo, agosto 18, 2019

JUST AN EXPERIMENTAL KISS TO A UGLY LADY


SOBRE BELAS BORBOLETAS , PASSARINHAS VERMELHAS OU NÃO, E CONSTRUÇOES DE BANDIDOS


DO DIÁRIO DOS ACTOS DOS CANALHAS


 


Continuam os filhos da puta aqui em cima nas três habitações, com o mesmo género de passes de som, por exemplo o repetido som dos plocs tipo sonar pelas noites altas em casa do Amílcar, barulhos de coisas a cair como grandes pedras na habitação por cima do meu escritório onde agora de novo tenho visto o FIAT 500 branco de uma rapariga que por ali está de vez em quando, a casa onde o Ben me disse ir habitar durante dois anos, sempre ou quase sempre de persianas fechadas, segunda feira, dia 12 08 2019, pela manha ao sair, arrancava o carro da advogada em forma rápida, não sei se com ela ou com alguém parecido, o homem dela, nunca mais o vi, desde o dia do passe com o capacete como vos narrei antes da morte da jovem portuguesa num pequeno bus na Hungria, e alguém sobre ela se ela, soprava depois, lá vai ela levar os papeis ao senhor engenheiro, esquecendo-se como sempre nestas estratégias indutoras obviamente de referirem qual engenheiro, ao filho da puta do Sócrates, ao meu pai, a que engenheiro?  será ela uma das ladras que aqui entra também para vir roubar e apagar e adulterar textos para proteger os canalhas criminosos deste país na mão de criminosos nazis! 


Depois de publicar uma das minha cartas devaneios de amor, VI, onde referencio, ouvir sininhos, no andar por cima do escritório alguém os fez uma vez tocar, ou seja, me diz isto do sempre e constante espiar e provável roubo.



Como audível num dos vídeos recentes, agora incorporam o passe de som nos interruptores das escadas, depois de ter referido os interruptores, sempre o mesmo processo de amplificação de sons a partir dos meus escritos e das referências sonoras quando elas neles existem.



Mais uma inovação sádica um repetido quase todos os dias sequencia rápida como se de marteladas rápidas talvez umas seis seguidas, como uma pequena rajada de automática, depois de novo este tema estar em cima da mesa por diversa fontes inclusive matanças na América. Uma origem de som que não consigo identificar, que certamente pelo volume será audível por muitos aqui no prédio, e que é feito por alguém ou que daqui sai ou do prédio ao lado.



Hoje dia 17 08 talvez meio da tarde seria de novo um avião comercial branco me chamou pelo som a atenção, já é o segundo em variação de expressão nesses últimos tempos, como o anterior de que vos dei conta, como se de repente ao se aproximar os motores acelerassem para de novo levantar e na verdade o fez como se subisse ao céu inteiro e mais alem, que telegramas são estes agora no eixo de aproximação a pista de lisboa, depois pela noite já posta alguém se entreteve em cima em serie de marteladas , se eu tivesse uma martelo e te amasse tocava a tua campainha sem necessariamente o usar, o outro louco ou louca, continua a meter-se em casa do Amílcar e a dar rapidamente duas voltas a chave , quero fim nesta bandalheira criminosa com ou sem nova administração, um outro louco ou louco ou o que for, continuam pautando as noites subindo e descendo o elevador e fazendo específicos barulhos com as portas, como uma assinatura única que filhos da puta vermes e cobardes pois só fazem assim estas coisas pelas sombras.


Hoje dia 18 08, mais ou menos pelas 09 da manhã, um outro para cima entrando nas nuvens como se se tivesse esfumado nelas, o que é isto, um novo desporto de aproximação a pistas de aeroportos? Um estranho dizer de amor sobre os que partem antes mesmo de chegar, anda tudo louco ou quê, certamente que sim, a entender que até o tempo assim está, já viu, o que dá a sua sistemática ausência?